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DERROTAR O MPLA EM CABINDA NÃO SIGNIFICA RETIRÁ-LO DO PODER EM ANGOLAA eventual derrota do MPLA em Cabinda não significa...
08/12/2026

DERROTAR O MPLA EM CABINDA NÃO SIGNIFICA RETIRÁ-LO DO PODER EM ANGOLA

A eventual derrota do MPLA em Cabinda não significaria, por si só, a retirada do partido do poder em Angola. Para os sectores independentistas, a disputa eleitoral entre os partidos políticos angolanos não deve ser confundida com a questão do estatuto político de Cabinda.

Nos últimos meses, têm-se intensificado os debates e conflitos políticos entre filhos de Cabinda, numa altura em que vários jovens e quadros intelectuais passaram a aproximar-se do MPLA e da UNITA.
Para os defensores da independência, essa realidade representa um afastamento daquilo que consideram ser a luta histórica pela liberdade e autodeterminação de Cabinda.

A UNITA tem procurado afirmar-se como alternativa política ao MPLA em Cabinda. Contudo, sectores independentistas rejeitam a ideia de que a UNITA possa ser confundida com um movimento de libertação de Cabinda. Segundo essa perspectiva, MPLA e UNITA são partidos políticos angolanos e a substituição eleitoral de um pelo outro não resolveria a questão política de Cabinda.
“Derrotar o MPLA em Cabinda não significa retirar o MPLA do poder em Angola”, defendem os críticos, acrescentando que uma vitória da UNITA representaria apenas uma alteração da preferência eleitoral dentro do sistema político angolano.

A procura de emprego, estabilidade financeira e melhores condições de vida é apontada como uma das razões que levam vários quadros cabindeses a aproximarem-se das estruturas partidárias angolanas. Os sectores independentistas criticam essa realidade, alegando que alguns quadros podem acabar por privilegiar cargos, benefícios e interesses pessoais em detrimento das reivindicações históricas de Cabinda.

A presença de filhos de Cabinda no Parlamento angolano também é alvo de críticas, sobretudo em relação aos benefícios associados ao exercício de funções políticas, como salários, viaturas, imunidades e outras regalias. Os sectores independentistas defendem que nenhum partido político angolano possui legitimidade para reivindicar a propriedade política de Cabinda.

Por isso, criticam tanto as posições que apresentam Cabinda como simples território pertencente a Angola como aquelas que procuram transformar a UNITA numa alternativa à causa independentista.
Organizações como a FLEC-FAC e outras estruturas independentistas são apresentadas por esses sectores como parte da resistência política que defende a autodeterminação e a independência de Cabinda.

O debate, segundo os independentistas, não deveria limitar-se à pergunta sobre quem deve vencer entre MPLA e UNITA.
A questão central seria saber se os filhos de Cabinda devem concentrar a sua participação política na disputa pelo poder dentro do sistema angolano ou continuar a colocar no centro do debate a questão do estatuto político e do futuro de Cabinda.
Para os defensores da independência, mudar o partido vencedor em Cabinda não significa necessariamente mudar a situação política do território.

A disputa eleitoral e a luta pela autodeterminação, argumentam, são questões distintas que não devem ser confundidas.

Por: Mateus Padi, Luanda-Angola

CABINDA ESTÁ A PERDER IMPORTÂNCIA NA INDÚSTRIA PETROLÍFERA ANGOLANA?Por: Leão Macuala"Tenho visto circular uma análise s...
08/12/2026

CABINDA ESTÁ A PERDER IMPORTÂNCIA NA INDÚSTRIA PETROLÍFERA ANGOLANA?

Por: Leão Macuala

"Tenho visto circular uma análise segundo a qual Cabinda já teria dado praticamente tudo o que tinha para dar à indústria petrolífera angolana e que as grandes operadoras, neste caso, a Chevron, estaria a deslocar a sua atenção para novas áreas.

Na verdade, essas narrativas não estão completamente erradas, mas precisam de ser analisada com muito mais cuidado.

Cabinda é uma província historicamente fundamental para o sector petrolífero do nosso país, tornou-se um dos grandes centros de desenvolvimento da produção offshore e continua a representar uma parcela relevante da produção nacional.

Porém, o que também não deixa de ser verdade, é que existe uma mudança nos processos actuais de produção:

Cabinda já não é o mesmo tipo de fronteira petrolífera que foi no passado, mas também não está perto do que se especula por aí nas redes sociais".

08/12/2026
FALHA NA VIGILÂNCIA POR IA OBRIGA MILHARES DE ALUNOS A REFAZEREM EXAMES DE ACESSO À UNIVERSIDADE NO MÉXICO Escândalo de ...
08/08/2026

FALHA NA VIGILÂNCIA POR IA OBRIGA MILHARES DE ALUNOS A REFAZEREM EXAMES DE ACESSO À UNIVERSIDADE NO MÉXICO

Escândalo de inteligência artificial nos exames de acesso da Universidade Nacional Autónoma do México, a maior do país, desencadeia protestos. Milhares de estudantes terão de repetir a prova.

LOURENÇO LUMINGO É ACUSADO DE TRAIR E DESVIRTUAR O PAPEL DO PODER TRADICIONAL DOS BAKAMAS EM CABINDAVisita aos Bakamas d...
08/08/2026

LOURENÇO LUMINGO É ACUSADO DE TRAIR E DESVIRTUAR O PAPEL DO PODER TRADICIONAL DOS BAKAMAS EM CABINDA

Visita aos Bakamas do Tchizo e bênção ao dirigente da UNITA levantam críticas sobre a utilização política das autoridades tradicionais.

O Secretário Provincial da UNITA em Cabinda, Lourenço Lumingo, está a ser alvo de fortes críticas por sectores que defendem a preservação da identidade histórica, cultural e política de Cabinda, na sequência da sua recente visita aos Bakamas do Tchizo.

A visita, realizada no âmbito das comemorações do 3 de Agosto, culminou com um acto de bênção e reconhecimento tradicional ao dirigente político, num encontro apresentado como uma manifestação de respeito mútuo, fraternidade e valorização das instituições tradicionais de Cabinda.

Entretanto, para os críticos da iniciativa, o acto representa muito mais do que uma simples cerimónia cultural. Estes sectores questionam se a bênção concedida a um dirigente de uma das principais forças políticas angolanas não poderá contribuir para a legitimação da presença política de Angola em Cabinda.

Os críticos consideram que o poder tradicional de Cabinda deve preservar a sua autonomia e não ser colocado ao serviço de interesses partidários ou eleitorais.
Na sua perspectiva, a aproximação entre Lourenço Lumingo e os Bakamas do Tchizo poderá contribuir para o enfraquecimento da dimensão identitária das instituições tradicionais, sobretudo num contexto em que persistem divergências profundas sobre o estatuto político de Cabinda.

Lourenço Lumingo é, por isso, acusado pelos seus opositores de estar a utilizar o prestígio das autoridades tradicionais para reforçar a presença e a influência da UNITA em Cabinda.

Alguns sectores mais críticos chegam mesmo a classificá-lo como um dos responsáveis pela “descaracterização e desmantelamento do reconhecimento político do poder tradicional cabindês”, considerando que a aproximação a estruturas partidárias angolanas poderá contribuir para consolidar aquilo que definem como a presença e a opressão política de Angola sobre Cabinda.

O episódio levanta uma questão que promete alimentar o debate na sociedade cabindesa: a bênção concedida a Lourenço Lumingo deve ser interpretada apenas como um acto tradicional e cultural ou também como uma forma de reconhecimento político?

Para os defensores da aproximação institucional, o encontro representa diálogo, respeito pelas autoridades tradicionais, promoção da paz, unidade e valorização do património cultural.

Já para os sectores independentistas e críticos da integração política de Cabinda em Angola, a utilização das instituições tradicionais para acolher dirigentes partidários angolanos constitui um risco para a preservação da identidade política e histórica do território.

O debate permanece aberto e coloca novamente no centro da discussão o papel dos Bakamas do Tchizo e das demais autoridades tradicionais na sociedade cabindesa, bem como os limites entre tradição, cultura e intervenção política.

Processado por: Mateus Padi, Luanda-Angola

ACTIVISTA POLÍTICO E EX PRESO POLÍTICO DE CABINDA QUESTIONA QUEM ESTÁ A “CORROMPER” OS IDEAIS DO TRATADO DE SIMULAMBUCO ...
08/08/2026

ACTIVISTA POLÍTICO E EX PRESO POLÍTICO DE CABINDA QUESTIONA QUEM ESTÁ A “CORROMPER” OS IDEAIS DO TRATADO DE SIMULAMBUCO EM CABINDA

FRANÇA ____ O activista pela independência de Cabinda, Filipe Macaia Luemba, lança um debate sobre as diferentes correntes que defendem soluções para o futuro político do território, questionando quem, na sua perspectiva, estará a afastar-se dos ideais associados ao Tratado de Simulambuco.

Na sua reflexão, Luemba estabelece uma distinção entre os conceitos de “território específico” e “território distinto”. Segundo a interpretação apresentada, um território específico pode possuir características culturais, históricas, geográficas, antropológicas e económicas próprias, mas continuar integrado numa estrutura territorial e política mais ampla. Nesta lógica, a solução política poderia passar pela autonomia.

Já um território distinto, segundo o activista, apresenta características próprias suficientemente diferenciadas para ser entendido como uma entidade nacional. É com base nessa definição que Luemba enquadra Cabinda como território distinto, defendendo que o território possui uma história, identidade cultural, geografia e características antropológicas próprias.
Para o activista, esta realidade sustenta a existência de uma identidade nacional cabindesa e, consequentemente, a defesa da independência e da soberania de Cabinda, em vez de uma solução exclusivamente autonomista.

Especificistas e distintivistas
Filipe Macaia Luemba identifica, neste contexto, duas correntes no debate sobre o estatuto político de Cabinda.
Os especificistas ou autonomistas defendem, segundo a sua interpretação, que Cabinda possui particularidades próprias dentro de uma estrutura política mais ampla e que essas características poderiam justificar um estatuto de autonomia.

Os distintivistas ou independentistas, por outro lado, consideram Cabinda uma entidade territorial e nacional distinta de Angola e defendem o direito à independência.

Luemba afirma que os especificistas-autonomistas constituem uma minoria, enquanto os distintivistas-independentistas representariam a maioria dos cabindeses.
O Tratado de Simulambuco na análise do activista de Cabinda relaciona ainda esta divisão com o Tratado de Simulambuco, celebrado em 1885. Na sua perspectiva, a questão fundamental é saber qual das duas correntes autonomista ou independentista está mais próxima dos princípios que os defensores da independência associam ao tratado.

O debate sobre o futuro político de Cabinda continua, assim, a envolver diferentes interpretações históricas, políticas e jurídicas. Para Filipe Macaia Luemba, a distinção entre “específico” e “distinto” é fundamental para compreender a diferença entre a proposta autonomista e a reivindicação independentista.

Processado por: Joaquim Ferreira, Tchiowa- Cabinda

ANGOLA CONFIRMA DESCOBERTA DE PETRÓLEO E GÁS EM BENGUELA REGIÃO SUL DO PAÍS A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocom...
08/06/2026

ANGOLA CONFIRMA DESCOBERTA DE PETRÓLEO E GÁS EM BENGUELA REGIÃO SUL DO PAÍS

A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) e a Sonangol Exploração & Produção confirmaram a existência de gás e petróleo na Bacia Marítima de Benguela, resultado da perfuração e do teste do poço Katambi-2, concluído com sucesso a 4 de Agosto.

O poço atravessou dois intervalos produtivos com cerca de 331 metros de espessura total. Os te**es iniciais registaram 41 milhões de pés cúbicos padrão de gás por dia e 1.160 barris diários de condensados, sem presença de água ou sulfureto de hidrogénio.

FILIPE MACAIA LUEMBA ACUSA ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA DE CUMPLICIDADE COM ANGOLA PARA BLOQUEAR INDEPENDÊNCIA DE CABINDAFR...
08/06/2026

FILIPE MACAIA LUEMBA ACUSA ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA DE CUMPLICIDADE COM ANGOLA PARA BLOQUEAR INDEPENDÊNCIA DE CABINDA

FRANÇA ______ O ativista político cabindês e ex-preso político, Filipe Macaia Luemba, residente na França, acusou publicamente o governo norte americano de serem cúmplices do Governo angolano e de atuarem como "travão" da independência de Cabinda.

Em comunicado, Luemba afirma que os EUA promovem a ocupação militar angolana em Cabinda para proteger interesses econômicos, nomeadamente da petrolífera americana Chevron.

O ativista recupera uma declaração de 2010 do Padre Jorge Casimiro Congo "Mwaána Nkulungu", dada durante as prisões de membros da Associação Cívica Mpalabanda. Na altura, o padre acusou os EUA de "fazerem a cobertura ao papel de Luanda".

"Era exigida do Governo americano uma postura justa para com os cabindeses, vítimas da opressão angolana", escreve Luemba, que denuncia a "hipocrisia antiga dos americanos/Chevron para com a guerra de petróleo que Angola faz em Cabinda".

Luemba aponta também a detenção de António Bento Bembe na Holanda em 2006. Para ele, a reativação de um processo de 1990 por "rapto" de um funcionário da Chevron serviu para "atrapalhar" o trabalho do FCD - Fórum Cabindês para o Diálogo e da FLEC-Unificada.

"América agiu em cumplicidade com o inimigo Angola para influenciar negativamente uma solução política do conflito. Sempre temeu ver Cabinda independente porque poderá perder o petróleo vendido a 'preço de banana'", acusa.

O ativista ressalva que não isenta Bento Bembe de responsabilidades, mas quer "fazer perceber o fator externo americano" no acordo de paz de 2006, assinado no Namibe.

Para concluir, Filipe Macaia Luemba diz que a interferência dos EUA "é permanente" e compara o caso de Cabinda aos conflitos do Saara Ocidental e da Palestina, onde, segundo ele, Washington também "bloqueia o avanço final e justo do processo pela liberdade e independência de Cabinda".

08/05/2026

Como Se RECUSAR a Dar DINHEIRO a Ela e Ainda Mantê-la Interessada
(Mantenha-a fixada em você mesmo quando você diz "NÃO" às exigências dela)

A maioria dos homens cede no momento em que uma mulher pede dinheiro.
Eles temem que dizer "não" a faça ir embora.
Eles acham que comprar coisas para ela é a única maneira de mantê-la por perto.
Mas aqui está a verdade: No momento em que você começa a pagar pela lealdade dela, você perde o respeito.
Ela começa a te ver como uma carteira, não como um homem.
Então, como dizer "não" sem estragar a vibe?
Aqui está o jogo:

1. Defina o Tom Desde o Início
Desde o início, mostre a ela que tipo de homem você é.
Você é generoso com seu tempo, sua atenção, sua energia.
Mas você não é um patrocinador.
Você não compra amor.
Quando ela sentir que sua presença é o verdadeiro prêmio, o dinheiro se torna irrelevante.

2. Nunca Aja Como Se Estivesse Tentando Impressioná-la com Dinheiro
No momento em que você começa com presentes e dinheiro, você dá o tom.
Ela vai esperar essa mesma energia para sempre.
Mas e quando você começa com confiança, charme, inteligência e mistério?
Ela se prende a você, não à sua conta bancária.

3. Use o Humor para Inverter o Roteiro
Ela pede dinheiro?
Sorria e diga: "Uau, você está indo rápido, hein? Nem conquistou meu coração ainda."
Seja brincalhão. Seja leve.
Você não está a rejeitando.
Você está a provocando.
Ela vai sentir o limite sem causar irritação.

4. Mostre a Ela Que Seu Valor Vai Além do Material
Mulheres se apaixonam por homens que as fazem sentir algo.
Poder. Desejo. Conforto. Excitação.
O dinheiro não compra esses sentimentos.
Mas sua vibe pode criá-los instantaneamente.
Se ela se sentir emocionalmente rica perto de você, ela não vai implorar por coisas materiais.

5. Mantenha o Enquadramento Firme Quando Ela Testar
Ela pode tentar te fazer se sentir culpado.
Ela pode dizer: "Se você realmente gostasse de mim, me ajudaria".
Não ceda. Sorria.
Diga: "Se você realmente gostasse de mim, nem pediria".
Deixe claro que seu amor não está à venda.
E que você não tem medo de ir embora.

6. Recompense a Energia Feminina, Não as Exigências
Leve-a para sair quando ela for gentil.
Surpreenda-a quando ela for leal.
Faça coisas boas porque você quer, não porque ela pediu.
Isso mantém seu poder intacto.
Mostra que você é generoso, mas não obediente.

7. Redirecione a Energia Dela para o Valor
Ela pede dinheiro?
Diga: "Gosto de mulheres que acrescentam algo."
Veja como ela reage.
Se ela se afastar, ela nunca esteve a fim de você.
Se ela tentar te impressionar, você simplesmente mudou a dinâmica.
Agora ela está correndo atrás.

8. Não Discuta, Mantenha a Calma e a Compostura
Você nunca quer parecer emotivo ao rejeitar um pedido.
Quanto mais relaxado você estiver, mais poderoso você vai parecer.
Se ela ameaçar ir embora, deixe-a ir.
Porque, perder uma mulher que só está com você por dinheiro não é um prejuízo.
É um desastre evitado.

9. Deixe Que Ela Corra Atrás do Homem, Não do Dinheiro
Você precisa ser a experiência.
Sua energia, sua ambição, seu estilo de vida.
Quando você se torna a substância, ela não se importa com a embalagem.
Você pode levá-la a uma cafeteria e ainda deixá-la obcecada.
Porque é você que ela quer ter por perto.

10. Atraia Mulheres Que Se Excitam com Seus Padrões
A maioria das mulheres ficam molhadas por homens que não se curvam.
Homens que se mantêm firmes.
Homens que não dão dinheiro como se fosse doce.
Essas mulheres respeitam a liderança.
Elas amam a força.
E permanecem leais sem precisar de um centavo.

A Verdade Final
Se você construir uma conexão com dinheiro, ela vai sumir no instante em que acabar.
Mas se você construir isso com energia, presença e masculinidade... Ela vai ficar contigo, mesmo quando você não der nada.
Lembre-se disto: Uma mulher vai dormir com você pela forma como você a faz sentir.
Mas ela vai permanecer com você pela forma como você a faz te respeitar.
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