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10/03/2026
DEPUTADOS ANGOLANOS AVANÇAM PARA REGIÃO NORTE DE CABINDA PARA CONSTATAR O IMPACTO DAS OBRAS PÚBLICAS EM CURSO DO GOVERNO...
10/02/2026

DEPUTADOS ANGOLANOS AVANÇAM PARA REGIÃO NORTE DE CABINDA PARA CONSTATAR O IMPACTO DAS OBRAS PÚBLICAS EM CURSO DO GOVERNO ANGOLANO NO ENCLAVE

"Os deputados do Grupo Parlamentar da UNITA, residentes em Cabinda, trabalham neste fim de semana nos municípios de Miconje e Belize, onde irão constatar o grau de execução de algumas obras públicas".

Filhos de Cabinda que ainda acreditam que o governo angolano pode fazer o melhor para as suas terras bem como para o povo de Cabinda em geral, assim vai a situação atual de Cabinda, usam a oposição como ganha pão e ajudam o opressor a dominar as terras do Macongo, Maloango e Mangoio . Alguns líderes Independentistas estão cada vez mais frustrados nas redes sociais porque os partidos políticos angolanos não conseguem conceder o espaço para eles estarem no parlamento angolano. Embreve o Jornal Cabinda 24 vai denunciar os seus nomes!

AGÊNCIAS DE VIAGENS PEDEM RESPOSTAS SOBRE BLOQUEIO DE BILHETES PARA CABINDAANGOLA ____ As associações AAVA, AAVOTA e AAA...
10/02/2026

AGÊNCIAS DE VIAGENS PEDEM RESPOSTAS SOBRE BLOQUEIO DE BILHETES PARA CABINDA

ANGOLA ____ As associações AAVA, AAVOTA e AAAV pediram, nesta quinta-feira, 1 de Outubro, em Luanda, esclarecimentos sobre o afastamento das agências de viagens angolanas da comercialização de bilhetes para a rota Luanda-Cabinda, situação que, segundo as organizações, se mantém há cerca de 15 dias sem uma solução.

Durante uma conferência de imprensa realizada no Hotel Fórum, as associações afirmaram que, apesar do afastamento das agências, continuam a verificar-se dificuldades na disponibilidade de lugares e no atendimento aos passageiros. As organizações questionam ainda o facto de os mesmos voos continuarem disponíveis através de plataformas no estrangeiro, enquanto as agências nacionais permanecem impedidas de efectuar a venda.

As associações defendem que eventuais irregularidades devem ser identificadas e os seus responsáveis responsabilizados individualmente, sem que empresas que consideram cumpridoras sejam afectadas por actos de terceiros.

Sustentam que o sistema de reservas permite identificar quem efectuou a reserva, quem emitiu o bilhete e em que condições.
Outro ponto levantado durante a conferência está relacionado com os passageiros que adquiriram bilhetes através das agências e que, segundo as associações, enfrentam actualmente dificuldades para efectuar alterações ou obter assistência.

As organizações questionam, igualmente, a disponibilidade de lugares anunciada para a rota até ao final do ano, alegando que muitos passageiros continuam a enfrentar dificuldades para viajar para Cabinda.

A AAVA, AAVOTA e AAAV defendem maior transparência no processo, o apuramento das causas que levaram à actual situação e a reposição do normal funcionamento das agências nacionais na comercialização dos bilhetes.

Para as associações, a questão ultrapassa os interesses do sector das viagens e envolve também a mobilidade dos passageiros e o acesso a Cabinda, província que não dispõe de ligação com Angola.

Processado por: Joaquim Ferreira, Lisboa-Portugal

ALEXANDRE ZAU ACUSA MAURÍCIO NGIMBI DE MANTER POSIÇÕES POLÍTICAS CONTRADITÓRIAS NA LUTA PELA INDEPENDÊNCIA DE CABINDA AF...
09/30/2026

ALEXANDRE ZAU ACUSA MAURÍCIO NGIMBI DE MANTER POSIÇÕES POLÍTICAS CONTRADITÓRIAS NA LUTA PELA INDEPENDÊNCIA DE CABINDA AFIRMANDO QUE O INDEPENDENTISTA É MEMBRO DA UNITA CAMUFLADO NA LUTA PELA AUTODETERMINAÇÃO E INDEPENDÊNCIA DO POVO DE CABINDA

O ativista Alexandre Zau dirigiu críticas ao presidente da União dos Cabindeses para a Independência (UCI), Maurício Ngimbi, questionando a sua atuação política e aquilo que considera serem posições contraditórias relativamente à questão de Cabinda.

Numa publicação divulgada nas redes sociais, Alexandre Zau questionou diretamente Maurício Ngimbi: “O que é que custa assumir que és de um partido político angolano, Maurício Gimbi?”, acusando-o de desempenhar, segundo a sua interpretação, um “duplo papel” no cenário político.

Zau afirma acompanhar “com alguma preocupação” o percurso de Maurício Ngimbi, que se apresenta como independentista de Cabinda, mas que, segundo ele, teria assumido posições associadas tanto à UNITA como à UCI.

“Há momentos em que aparece como militante da UNITA, noutros como presidente da UCI”, escreveu Alexandre Zau, acrescentando críticas àquilo que considera falta de coerência na atuação política de Ngimbi. Na mesma publicação, Zau utilizou a expressão “lobo em pele de cordeiro” para caracterizar aquilo que considera ser uma postura contraditória.

O ativista afirma ainda ter acompanhado as recentes intervenções de Maurício Ngimbi nas redes sociais e sustenta que estas revelariam, na sua interpretação, falta de clareza quanto às posições políticas defendidas.

Alexandre Zau aconselhou Maurício Ngimbi a “permanecer numa só causa, com coerência e seriedade”, defendendo que a questão de Cabinda não deveria ser utilizada para fins de aproveitamento político.

Na sua análise, Zau acusa ainda a UNITA de, segundo a sua interpretação, procurar tirar proveito político da situação de Cabinda, afirmando que “o povo de Cabinda está bem atento e não se deixa enganar”.Por outro lado, Alexandre Zau defendeu o respeito pelo atual quadro político e institucional angolano, afirmando que o MPLA exerce atualmente o poder por ter vencido as eleições e que as instituições do Estado devem ser respeitadas.

“Chega de manipulação”, concluiu.
As declarações de Alexandre Zau constituem uma posição política sua sobre a atuação de Maurício Ngimbi e da UNITA. As alegações apresentadas não são, por si só, prova das acusações formuladas, devendo eventuais respostas ou esclarecimentos dos visados ser considerados separadamente.

Processado por: Francisca Ngoio Tchiowa- Cabinda

MOVIMENTO DO PROTECTORADO PORTUGUES DA LUNDA TCHOKWE MPPLT REAFIRMA COMPROMISSO COM UMA LUTA PACÍFICA E REJEITA APELOS À...
09/30/2026

MOVIMENTO DO PROTECTORADO PORTUGUES DA LUNDA TCHOKWE MPPLT REAFIRMA COMPROMISSO COM UMA LUTA PACÍFICA E REJEITA APELOS À VIOLÊNCIA PELA AUTONOMIA DAS LUNDAS

Luanda, 29 de Setembro de 2026 — O Movimento do Protectorado Português da Lunda Tchokwe (MPPLT) reafirmou o seu compromisso com uma luta que classifica como “secular, pacífica e de consciência limpa”, na sequência de mensagens, comentários e áudios que, segundo a organização, têm circulado nas redes sociais e em alguns círculos.

De acordo com o movimento, algumas das mensagens apelam à guerra ou procuram desvalorizar a sua atuação, através de expressões como “só vencerão se fizerem guerra” e “vocês não vão a lugar nenhum”. O MPPLT afirma também ter sido alvo de ofensas, calúnias e tentativas de desmoralização dos seus membros.

Em resposta, a organização declarou que a sua reivindicação tem raízes históricas e está relacionada com tratados celebrados no final do século XIX entre representantes portugueses e autoridades tradicionais Lunda Tchokwe. O MPPLT considera esses instrumentos como a base da sua reivindicação e defende que o seu valor histórico e jurídico permanece relevante.

O movimento rejeitou, entretanto, a utilização da violência como instrumento de luta. Na nota, o MPPLT apresenta-se como uma organização de natureza cívica e política e afirma que pretende prosseguir a sua atuação através do Direito, do diálogo e da mobilização pacífica.

“A nossa arma é o Direito, a nossa voz é a palavra, a nossa força é a consciência do povo”, declarou a organização, reafirmando a sua oposição à guerra e à violência.
O MPPLT também afirmou que a sua posição não está sujeita a trocas por cargos, promessas eleitorais, subsídios ou silêncio. Segundo a organização, trata-se de um legado que pretende preservar para as futuras gerações.

Perante as críticas dirigidas ao movimento, o MPPLT afirmou que continuará a responder através do trabalho e da organização dos seus membros.

Processado por: Mateus Padi Luanda-Angola

09/30/2026

Liberdade já aos presos políticos em Cabinda

MLC EXIGE LIBERTAÇÃO DE MEMBROS DA VRIC-AF DETIDOS EM CABINDA E APELA AO DIÁLOGO POLÍTICOMovimento de Libertação de Cabi...
09/29/2026

MLC EXIGE LIBERTAÇÃO DE MEMBROS DA VRIC-AF DETIDOS EM CABINDA E APELA AO DIÁLOGO POLÍTICO

Movimento de Libertação de Cabinda condena detenções relacionadas com uma sondagem sobre autonomia e independência e afirma que a repressão não poderá resolver o conflito político em Cabinda.

O Movimento de Libertação de Cabinda (MLC) condenou a detenção de membros da Vanguarda para o Referendo Independentista de Cabinda – Aliança com o Futuro (VRIC-AF) e exige a libertação imediata dos cidadãos que, segundo a organização, permanecem detidos na Cadeia Civil de Cabinda.

Segundo o MLC, os jovens cabindeses encontravam-se envolvidos numa atividade de natureza política destinada a realizar uma sondagem sobre as preferências da população relativamente ao futuro estatuto político de Cabinda. A iniciativa pretendia, de acordo com o movimento, conhecer a posição dos cidadãos entre as opções de autonomia e independência, no âmbito do debate sobre a autodeterminação do território.

O MLC afirma que as autoridades angolanas tomaram conhecimento da realização da sondagem, tendo posteriormente ocorrido a detenção dos participantes. A organização considera que a situação constitui uma restrição à atividade política e defende a libertação dos detidos.

Num apelo dirigido à comunidade internacional e ao Governo angolano, o Movimento de Libertação de Cabinda sustenta que o recurso a detenções, perseguições e força armada não constitui, na sua perspetiva, uma solução para o conflito político em Cabinda.

A organização afirma ainda que, ao longo de décadas, diferentes medidas de repressão foram utilizadas no tratamento da questão de Cabinda e defende que a continuidade dessa abordagem não permitirá alcançar uma solução duradoura.

O MLC apela, por isso, à abertura de canais de diálogo político e diplomático para abordar as reivindicações relacionadas com Cabinda, defendendo que a questão da autodeterminação deve ser discutida através de mecanismos políticos e com consideração pela vontade da população.

A organização reafirma, por fim, o seu pedido de libertação dos membros da VRIC-AF detidos e solicita maior atenção da comunidade internacional para a situação política e dos direitos civis em Cabinda.

Processado por: Joaquim Ferreira, Lisboa-Portugal

VRIC-AF DENUNCIA DETENÇÃO DE DOIS MEMBROS DURANTE SONDAGEM SOBRE O FUTURO ESTATUTO POLÍTICO DE CABINDAA Direção da VRIC-...
09/26/2026

VRIC-AF DENUNCIA DETENÇÃO DE DOIS MEMBROS DURANTE SONDAGEM SOBRE O FUTURO ESTATUTO POLÍTICO DE CABINDA

A Direção da VRIC-AF — Vanguarda para o Referendo Independentista de Cabinda – Aliança com o Futuro — veio ao público denunciar a alegada detenção de dois dos seus membros, ocorrida durante a realização de uma sondagem destinada a avaliar a preferência dos cabindeses entre os estatutos político-administrativos de independência e autonomia do Enclave.

Segundo a organização, a sondagem teve início no dia 23 de setembro e, na tarde do dia 24, os dois membros que participavam na iniciativa teriam sido detidos na região de Tchiowa, sede do Território de Cabinda, por agentes do Serviço de Investigação Criminal (SIC) e do Serviço de Inteligência e Segurança do Estado (SINSE).

De acordo com a Direção da organização, a iniciativa teria sido financiada em 67 mil euros por organizações internacionais, com o objetivo de avaliar, através de uma amostra da população, qual dos dois estatutos: independência ou autonomia, reúne maior preferência entre os cabindeses para a administração do território.

A organização, sob a condução de Filipe Macaia Luemba, afirma ainda que os dados preliminares enviados pela comissão responsável pela sondagem, a partir de Cabinda, indicariam uma preferência que classifica como “esmagadora” pela independência.

Na interpretação da VRIC-AF, esse resultado representaria a preferência por um estatuto político-administrativo que considera mais adequado para responder ao conflito identitário e nacionalista entre Cabinda e Angola, bem como aos problemas sociais e políticos que, segundo a organização, afetam a população cabindesa.

A Direção da VRIC-AF anunciou que pretende, oportunamente, apresentar mais detalhes políticos, diplomáticos e técnicos sobre a iniciativa, incluindo os procedimentos utilizados na realização da sondagem, a metodologia adotada e os respectivos resultados.

A organização defende igualmente a alteração do atual estatuto político-administrativo de Cabinda enquanto província de Angola, que considera resultado de uma imposição militar e coerciva, associando essa posição à sua interpretação dos acontecimentos de 1975.

As alegações relativas à detenção dos dois membros, ao financiamento da sondagem e aos resultados apresentados pela VRIC-AF não foram, no texto divulgado pela organização, acompanhadas de documentação pública independente que permita confirmar essas informações.

Processado por: Francisca Ngoio, Tchiowa- Cabinda

FORÇAS ARMADAS DE TIGRAY QUE LUTAM PELA INDEPENDÊNCIA DO TERRITÓRIO CONTRA O GOVERNO DA ETIÓPIA TOMAM O CONTROLO EM COMB...
09/24/2026

FORÇAS ARMADAS DE TIGRAY QUE LUTAM PELA INDEPENDÊNCIA DO TERRITÓRIO CONTRA O GOVERNO DA ETIÓPIA TOMAM O CONTROLO EM COMBATES INTENSOS DO AEROPORTO DE MEKELLE E ENFRENTAM AS FORÇAS INVASORES NA REGIÃO DE AFTAR

TIGRAY ____ As forças da TPLF assumiram o controlo do aeroporto de Mekelle e enfrentaram tropas federais em dois pontos na região de Afar. A Ethiopian Airlines suspendeu voos para três aeroportos do Tigray, num aparente colapso do Acordo de Pretória, que pôs fim à guerra de 2020-2022

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