05/31/2022
Como já comentamos por aqui, o Brasil é um dos países com maior complexidade quando o assunto é gestão fiscal, levando as empresas a necessidade de horas e horas de trabalho para cumprir com suas obrigações. Logo, sem o auxílio da tecnologia, é difícil ser competitivo nesse cenário sendo imprescindível para os gestores estar atentos à evolução tecnológica.
A boa notícia é que, devido à burocracia dos processos, as fornecedoras de tecnologia da informação encontram um bom nicho no setor, aportando ferramentas que podem contribuir com automação de tarefas, simplificação de processos e economia de recursos.
A tecnologia que simula nossa capacidade cognitiva já apresenta diversas aplicações interessantes na área tributária. Isso acontece porque os softwares da categoria reconhecem padrões e interpretam grandes volumes de dados, justamente uma das questões centrais da gestão fiscal.
Um bom exemplo é, a classificação de produtos, em que a inteligência artificial busca e corrige erros nos sistemas de estoque. O benefício é que, se um empresa tem divergências nos cadastros, existe grandes chances de realizar descontos ou recolher ICMS, P*S e Confins indevidamente, e a tecnologia elimina esse risco.
Outro caso é o planejamento tributário. A partir da identificação de padrões, a tecnologia subsidia às decisões dos profissionais sobre as estratégias para reduzir legalmente os impactos da tributação e identificar oportunidades de economia.
Você utiliza inteligência artificial em algum processo de sua gestão fiscal?