21/08/2026
A NIS2 não se aplica à sua empresa.
Aplica-se ao seu cliente. E é por isso que o problema passa a ser seu.
Há uma confusão a circular entre as PME da região. E está a custar contratos.
Muitos gerentes leram que a NIS2 abrange entidades essenciais e importantes (hospitais, municípios, energia, logística) e concluíram que uma empresa de 40 pessoas em Oliveira de Azeméis f**ava de fora. E f**a.
O que não f**a de fora é a cadeia de fornecimento.
A directiva obriga essas entidades a garantir que os seus fornecedores cumprem requisitos mínimos de segurança. Na prática: quem fornece um hospital, uma câmara ou um operador logístico começa a receber questionários de segurança antes da renovação do contrato.
Os fornecedores de hospitais, municípios ou operadoras passem a responder a questionários de cibersegurança para renovar contratos.
E as perguntas são quase sempre as mesmas três:
- Quem é o responsável pela cibersegurança na vossa empresa?
- Os backups são testados? Com que frequência?
- Em quanto tempo conseguem notif**ar um incidente?
Se a resposta a alguma delas for "temos de ver isso", o contrato f**a em risco. Não por multa. Por exclusão.
A NIS2 está em vigor em Portugal desde 3 de Abril. A maioria das PME da região ainda não olhou para isto. As que olharam ganharam vantagem sobre quem partilha a mesma lista de clientes.
Isto não é um problema técnico. É um problema comercial que se resolve com técnica.
Se já recebeu um questionário de segurança de um cliente e ficou sem saber o que responder, o nosso diagnóstico gratuito cobre exactamente estas três perguntas. Ligue-nos, 30 minutos, sem compromisso.