Sons, sistemas e imagens

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19/05/2026

Audio team...!!!

19/05/2026

Sanyo DCX-3300K 4-Channel Stereo Receiver

19/05/2026

We are stocked up at the Moffett Store! Who wants a pair?!

19/05/2026
19/05/2026

A última nota do poeta: 9 anos da partida de Chris Cornell.

No dia 18 de maio de 2017, o mundo da música sofria um de seus golpes mais profundos e inesperados. O rock perdia (nascido Christopher John Boyle), uma das vozes mais potentes, versáteis e emocionalmente intensas da história da música pesada. Dono de um alcance vocal impressionante e de um timbre capaz de alternar melancolia, agressividade e delicadeza em segundos, Cornell ajudou a moldar o som de Seattle e se transformou em uma das figuras mais importantes do grunge e do rock alternativo mundial. Sua partida deixou uma lacuna impossível de preencher, mas sua obra permanece viva como um retrato honesto da dor, da introspecção e da beleza humana.

À frente do , Chris foi peça fundamental na construção de uma identidade musical que misturava o peso sombrio do Black Sabbath com afinações alternativas e estruturas rítmicas complexas. Em álbuns como , ele transformou angústia em arte através de clássicos como “Black Hole Sun”, “Spoonman” e “Fell on Black Days”. Mas sua inquietude artística nunca se limitou a uma única banda. No , eternizou ao lado de o dueto “Hunger Strike”, uma homenagem emocionante ao amigo Andrew Wood. Já no , reinventou sua sonoridade ao unir sua voz aos riffs incendiários dos ex-integrantes do Rage Against the Machine, criando hinos modernos como “Like a Stone”, “Cochise” e “Be Yourself”.

Nos últimos anos de vida, Chris Cornell encontrou nos shows acústicos uma forma ainda mais íntima de se conectar com o público. Apenas com um violão e sua voz, ele provou que grandes composições sobrevivem despidas de qualquer excesso. Versões emocionantes de “Billie Jean”, de , e “Nothing Compares 2 U”, de , mostraram um artista capaz de reconstruir músicas sob uma perspectiva completamente pessoal e sensível. Sua ausência também abriu discussões importantes sobre saúde mental no meio artístico, lembrando que até as vozes mais gigantes carregam batalhas silenciosas. Chris Cornell não cantava apenas canções; ele transformava sentimentos humanos em poesia sonora. E enquanto existir alguém ouvindo “Black Hole Sun” ao pôr do sol, sua voz continuará ecoando eternamente.

19/05/2026

As the heavy metal juggernauts continue their 50th birthday celebrations, we look back on how The Soundhouse Tapes started it all. Full story in the comments

📷: Paul Natkin/Getty Images

19/05/2026

Yamaha M-2 Power Amplifier

19/05/2026
19/05/2026

O impacto de Binaural na evolução do Pearl Jam.

No dia 16 de maio de 2000, o Pearl Jam lançava Binaural, um dos álbuns mais experimentais e introspectivos de toda a sua carreira. Em vez de repetir a fórmula de arena que transformou a banda em fenômeno mundial nos anos 90, o grupo decidiu mergulhar em atmosferas densas, texturas melancólicas e uma abordagem sonora muito mais cerebral. Produzido por Tchad Blake, o disco marcou uma fase de transformação artística para Eddie Vedder e companhia, funcionando como uma ponte entre o peso emocional do grunge clássico e uma estética mais madura, contemplativa e experimental.

O grande diferencial do álbum estava na própria técnica que inspirou seu título. Parte das gravações utilizou o sistema binaural, método que recria a sensação tridimensional do som através de microfones posicionados como ouvidos humanos. O resultado é uma experiência extremamente imersiva quando ouvida com fones de ouvido, fazendo com que guitarras, vozes e efeitos pareçam se movimentar ao redor do ouvinte. Faixas como “Nothing As It Seems”, composta por Jeff Ament, representam o ápice dessa proposta, misturando psicodelia, melancolia e uma atmosfera quase espacial. Ao mesmo tempo, músicas como “Breakerfall” e “Grievance” mantinham viva a energia crua e direta do rock alternativo que consagrou a banda.

Binaural também marcou a consolidação definitiva de Matt Cameron, ex-Soundgarden, como novo baterista do Pearl Jam. Sua entrada trouxe precisão técnica, peso e estabilidade para a cozinha rítmica da banda, iniciando uma parceria que permanece firme até hoje. Embora tenha dividido opiniões no lançamento por sua abordagem menos comercial, o álbum envelheceu como uma das obras mais ousadas e sofisticadas da discografia do grupo. Hoje, Binaural é reconhecido como um disco essencial para entender a maturidade artística do Pearl Jam no início dos anos 2000.

19/05/2026

Hi-Fi News reviews the DALI EPIKORE 7, describing it as “a statement speaker in its own right”. 🎶✨

The review explores how the EPIKORE 7 brings technologies from the flagship DALI KORE and DALI EPIKORE 11 into a more compact, living-room-friendly design without compromise.

Highlights include:
🎶 Deep, powerful and emotionally engaging bass
🎶 Seamless integration from the EVO-K hybrid tweeter array
🎶 High driver coherence and natural tonal balance
🎶 Refined Danish design and craftsmanship
🎶 A balance of precision, scale and musical enjoyment

Particular praise is given to the EPIKORE 7’s ability to combine richness, detail and control across every genre, from intimate vocals to large-scale orchestral performances.

Designed and built in Denmark, the EPIKORE 7 continues DALI’s focus on low-loss, low-distortion engineering, including Clarity Cone™ technology and advanced SMC-based motor systems.

Read the full review 👉https://res.cloudinary.com/dalispeakers/image/upload/v1772685696/Storyblok/Documents/Reviews/Review-EPIKORE-7-DALI.pdf

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Lisbon

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