05/08/2026
Nos últimos dias foi noticiado que o Grupo Águas de Portugal foi alvo de um ciberataque considerado de elevada complexidade.
Felizmente, de acordo com a informação divulgada, o abastecimento de água e os serviços essenciais não foram afetados. Ainda assim, foi necessário acionar os planos de resposta ao incidente e, em algumas empresas do grupo, os colaboradores ficaram temporariamente impedidos de utilizar os computadores enquanto decorriam os trabalhos de contenção e recuperação.
Esta notícia é mais um exemplo de que a cibersegurança deixou de ser um tema exclusivamente tecnológico. É hoje uma questão de continuidade do negócio, de gestão do risco e da responsabilidade das organizações.
É precisamente por isso que a Diretiva NIS2 assume uma importância cada vez maior.
Tenho vindo a trabalhar com clientes na implementação dos requisitos da NIS2, ajudando-os a identificar se estão abrangidos pela diretiva, a avaliar o seu nível de conformidade e a definir as medidas necessárias para reforçar a sua segurança e resiliência.
A NIS2 aplica-se a entidades consideradas essenciais e importantes, incluindo organizações de setores como energia, água, saúde, transportes, telecomunicações, infraestruturas digitais, banca, administração pública e outros setores críticos. Em muitos casos, abrange empresas que operam nestas áreas.
Mais do que cumprir uma obrigação legal, acredito que a NIS2 deve ser encarada como uma oportunidade para proteger as organizações, os seus colaboradores, os seus clientes e a continuidade da sua atividade.
Se tem dúvidas sobre se a sua organização está abrangida pela NIS2 ou pretende preparar a sua empresa para cumprir estes requisitos, estou disponível para trabalhar consigo e acompanhar todo o processo, desde o diagnóstico inicial até à implementação das medidas necessárias.
O processo inicia-se com uma reunião de pré-avaliação e análise, realizada sem qualquer compromisso.
A melhor altura para preparar uma organização é antes de um incidente acontecer.