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Noticia de ultima hora, David Mendes orquestra um atentado a sanidade mental do povo Angolano.
21/12/2021

Noticia de ultima hora, David Mendes orquestra um atentado a sanidade mental do povo Angolano.

As coisas estão serias.....
21/12/2021

As coisas estão serias.....

‼️OUTRA MAKA MAIS

A Deputada Mihaela Webba, comentou hoje numa publicação do jornalista Ilídio Manuel, que questionou as últimas declarações do comentador David Mendes no Revista Zimbo, sobre a legitimidade de Adalberto Costa Júnior na presidência da UNITA.

A Deputada respondeu que Adalberto Costa Júnior, será o candidato da UNITA nas próximas eleições, porque nada lhe impede de concorrer á presidência da República em 2022 mesmo que o Tribunal Constitucional anule novamente o XIII Congresso Ordinário, realizado a 2 a 4 de dezembro.

«(…), Entre os Estatutos partidários e a Constituição o que vale mais?»

«O órgão de direcção de qualquer partido político pode decidir, nos termos da Constituição, quem será o seu cabeça de lista, sem que haja imposição por parte do Tribunal Constitucional. Vamos ver o que o Tribunal Constitucional vai fazer relativamente à UNITA, se esta premissa estiver certa e se a CRA deve prevalecer sobre os Estatutos, acho que mais uma vez vão inventar jurisprudência!!!», esclareceu a Deputada do Galo Negro.

21/12/2021

Noticias de ultima Hora;
Angola em Luto.....
Em breve vamos anunciar, quem de facto partiu....

O negocio é simples, deixar o produto depreciar, privar a injeção de capital, decretar falência técnica, colocar em bols...
18/12/2021

O negocio é simples, deixar o produto depreciar, privar a injeção de capital, decretar falência técnica, colocar em bolsa, orientar a empresa de conivência para a compra.

‼️OUTRA MAKA MAIS

«PR João Lourenço, vende banco BCI avaliado em 600 milhões USD por 28 milhões USD»

Confira a publicação do jornalista Nelson Francisco Sul, sobre a venda do banco BCI em bolsa:

CRIME HEDIONDO

A venda a «preço de banana» do banco público BCI (Banco Comercial e Industrial), ao Grupo Leonor Carrinho, revela um facto indesmentível: com João Lourenço, Angola enfrenta uma nova praga de pilhagem.

Desde 2019, altura em em o Presidente da República inaugurou o complexo industrial desta sociedade, localizada na província costeira de Benguela, são várias injecções financeiras e garantias soberanas do Estado, assinadas por João Lourenço, a favor do Grupo Carrinho. Vender ao preço de USD 28 milhões, um banco que vale mais de 600, é um crime hediondo.

Alguém tem que travar essa operação fraudulenta, já!

Ministra das Finanças ( Vera Daves )  em braços de Ferro com Ministro de Estado Chefe da casa Civil ( Adão de Almeida)  ...
18/12/2021

Ministra das Finanças ( Vera Daves ) em braços de Ferro com Ministro de Estado Chefe da casa Civil ( Adão de Almeida)
VERA DAVES COM DIAS CONTADO NO MINISTERIO DAS FINANÇAS, EM MENOS DE 7 MESES PODERA VIR A SER EXONERADA.

O Ministério das Finanças alertou a Secretaria para os Assuntos Jurídicos e Judiciais (SAJJ) do Presidente da República para atropelos à Lei dos Contratos Públicos, que vem sendo reiteradamente praticados pelo Titular do Poder Executivo, João Lourenço.

Em carta dirigida ao titular daquele departamento de apoio ao Presidente angolano, o Ministério das Finanças diz que lhe causam profunda preocupação os Despachos Presidenciais de Autorização de Abertura de Procedimentos de Contratação Simplificada e Contratação Emergencial.

Evocando o princípio da taxatividade dos procedimentos, o qual estabelece que “a escolha de procedimentos a adoptar pelas Entidades Públicas Contratantes é limitada pelos termos definidos por lei e, em concreto, deve basear-se nos requisitos legais para a sua escolha conforme estabelecido no artigo 24 da Lei n. 41/20, de 23 de Dezembro”, a carta do Ministério das Finanças, assinada pela própria ministra Vera Daves, sublinha que os Procedimentos de Contratação Pública e emergencial, aprovados por despachos do Titular do Poder Executivo “apresentam-se em desconformidade com a LCP (Lei dos Contratos Públicos), por não reunirem os pressupostos para a sua adopção”.



Na carta, o Ministério das Finanças reclama, também, de “não ser previamente consultado” quanto aos Procedimentos de Contratação Pública e emergencial, dos quais apenas “toma conhecimento da autorização do Titular do Poder Executivo” . Esse procedimento, reiterado, queixa-se o Ministério das Finanças deixa-o sem “margem de intervenção” através do Serviço Nacional da Contratação Pública (SNCP), o órgão que superintende esses actos.

No documento, o departamento ministerial dirigido por Vera Daves lembra “que em anos anteriores a 2018, antes do TPE proceder à assinatura de algum despacho referente à Contratação Pública, a Casa Civil do Presidente da República, por intermédio da Secretaria para os Assuntos Jurídicos e Judiciais remetia ao MINFIN, concretamente ao SNCP, para um parecer prévio sobre a conformidade, legalidade e regularidade do respectivo despacho, incluindo a existência de orçamento para a execução dos projectos”.



Na actual era, “e porque o pronunciamento depois da autorização para a abertura de procedimento do TPE é intempestivo, o efeito do nosso possível parecer sobre os despachos torna-se nulo”.



Para a correcção da grave anomalia, o Ministério das Finanças implora a sua e a “intervenção da SAJJ” para que antes de submetidos à assinatura do TPE, os despachos referentes aos procedimentos afins sejam sanados de irregularidades “e actos ilegais”.



O Ministério das Finanças acredita que uma tal medida “promoverá também a melhoria da contratação pública e maior transparência”.



Desde que chegou à Presidência da República, em Setembro de 2017, João Lourenço já recorreu inúmeras vezes à modalidade de contratação pública simplificada – que dispensa o concurso público – para a adjudicação de obras públicas, no valor de várias centenas de milhões de dólares, à empreiteira Omatapalo.

Até mesmo para a aquisição de medicamentos, nomeadamente vacinas contra a Covid-19, o Titular do Poder Executivo tem privilegiado a contratação simplificada.



Há poucos dias, o TPE recorreu novamente ao seu método de adjudicação preferido para atribuir a Mitrelli, outra “devoradora” de empreitadas públicas, uma obra de arredondados 150 milhões de dólares.



Através do Despacho 213/21, João Lourenço autorizou a abertura de um procedimento de contratação simplificada para a construção de um estádio de futebol no Uíge, com custos avaliados em 38,8 milhões de dólares, e outro no Huambo, estimado em 40,9 milhões. Para a província do Bengo, o TPE autorizou a construção de um centro olímpico avaliado em 70 milhões de dólares.



Recebida nos Serviços de Apoio ao Presidente da República no dia 9 deste mês, Correio Angolense desconhece se as mais recentes autorizações de contratações simplificadas já acomodaram as reclamações da ministra das Finanças.



Depois desta chamada de atenção ao TPE, que agora é pública, o futuro da ministra das Finanças é uma verdadeira incógnita.



Por norma, João Lourenço lida mal com a crítica ou chamada de atenção.



A carta da ministra das Finanças não é uma simples crítica. É uma denúncia das irregularidades, ou mesmo “actos ilegais”, reiteradamente praticadas pelo Titular do Poder Executivo.

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