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Os provedores de internet confundem a gente com planos que prometem velocidades incrivelmente rápidas. No entanto, em um...
11/03/2023

Os provedores de internet confundem a gente com planos que prometem velocidades incrivelmente rápidas. No entanto, em um projeto de 2019 do Wall Street Journal, pesquisadores descobriram que a maioria das pessoas estava usando uma fração da velocidade de internet pela qual pagavam. A qualidade dos vídeos das plataformas de streaming não melhorou tanto para aqueles usando conexões mais velozes.

A maioria das famílias não precisa mais do que um plano básico de alta velocidade de um provedor de internet oferecendo velocidades de download de 50, 100, 200 ou 300 megabits por segundo. A velocidade de download mede a taxa máxima de transferência de dados on-line para sua casa. Você vai ter de fato a velocidade de 300 megabits que contratou? Não necessariamente.

Sascha Meinrath, professor de telecomunicações na Universidade do Estado da Pensilvânia, disse que a velocidade de download dos provedores costuma ser adequada para a maioria das famílias, mas um obstáculo talvez seja a velocidade de upload – uma medida de transferência de dados do seu dispositivo para a internet.

Velocidades limitadas de upload podem ser um problema se sua reunião por Zoom congelar enquanto sua filha adolescente está subindo vídeos para o TikTok dela. Mas esse é um dado que costuma ser ignorado nas campanhas de marketing das empresas de internet.

Vale a pena começar com o plano mais básico do seu provedor. Caso o serviço não atenda suas necessidades, então talvez valha a pena considerar um upgrade. Mas primeiro tente mudar o roteador de lugar.

Confira algumas dicas para ter uma boa conexão

A clareza dos textos gerados por ferramentas como o ChatGPT, da OpenAI, não pode ser confundida com um real entendimento...
23/02/2023

A clareza dos textos gerados por ferramentas como o ChatGPT, da OpenAI, não pode ser confundida com um real entendimento das máquinas sobre os temas. "É como um papagaio: eles são capazes de reproduzir a linguagem, mas não de pensar sobre o que estamos pedindo", compara a professora MIT, Pattie Maes.

Especialista em inteligência artificial, Maes é fundadora do grupo de pesquisa sobre interfaces fluidas do Media Lab, um dos mais conceituados centros de pesquisa de alta tecnologia do mundo. Ela estuda maneiras de aprimorar habilidades cognitivas como o pensamento crítico e a comunicação através do uso de máquinas.

O ChatGPT já alcançou sozinho mais de 100 milhões de usuários no mundo todo e colocou a inteligência artificial generativa no centro do debate global. Escolas e universidades discutem como impedir que alunos usem a ferramenta para elaborar trabalhos inteiros ou passar em exames, autores de textos e imagens questionam como deveriam ser remunerados pela plataforma e há cientistas pedindo pela regulamentação da inteligência artificial.

"É bastante preocupante que essas tecnologias estejam sendo amplamente disponibilizadas sem termos primeiro uma discussão aprofundada sobre seus impactos e a definição de uma regulamentação", diz Maes.

Em entrevista à Folha, a pesquisadora falou sobre o potencial da inteligência artificial generativa, seus pontos falhos e revelou resultados de experimentos que deixam claros os desafios que a sociedade terá pela frente.

A chefe de tecnologia da OpenAI, criadora do ChatGPT, Mira Murati, defende a regulamentação da inteligência artificial. Você acha que esse é o caminho?

Sim, apenas os governos serão capazes de fazer com que todas as empresas sigam as mesmas regras para o desenvolvimento de serviços que utilizem inteligência artificial. Existe uma cultura muito forte aqui nos Estados Unidos de deixar que o mercado encontre as melhores práticas e se autorregule. Eu não acho que esse seja o melhor caminho para IA. Pegando como exemplo a OpenAI: na falta de uma regulamentação, eles estão tentando desenvolver maneiras de aumentar a precisão de seus resultados e reduzir risco de respostas enviesadas, mas quem garante que isso é suficiente? Ou que outras empresas, grandes e pequenas, sigam os mesmos protocolos?

Mas é possível imaginar que uma legislação desse tipo seja discutida e aprovada com a velocidade necessária? A União Europeia espera chegar a um consenso sobre as regras de uso da IA até o começo de março para depois tentar aprovar o texto ainda em 2023. O congresso americano ainda está formando um grupo de especialistas para educar seus integrantes…

A União Europeia tende a ser mais rápida e mais rigorosa, basta tomar como exemplo a maneira como eles lidam com as redes sociais. Eu acho que os governos precisam propor uma regulamentação, o que não significa que eles vão fazer isso. Ao contrário do que se imagina, uma boa regulamentação beneficia até mesmo as grandes empresas que estão interessadas em explorar a tecnologia. Elas têm muito mais a perder do que startups que podem sair testando conceitos com um risco reputacional muito baixo. A regulamentação faz com que todos tenham que trabalhar dentro de regras e o usuário final acaba recebendo um serviço melhor.

Quais são as suas maiores preocupações com as ferramentas geradoras de texto, como ChatGPT?

Eu tenho várias preocupações, especialmente relacionadas à maneira como as pessoas consomem conteúdo hoje. Essas ferramentas vão tornar ainda mais fácil a produção não de uma, mas de milhares de notícias falsas, com múltiplas versões do mesmo conteúdo. Vai ser mais fácil criar milhares de perfis falsos que depois vão influenciar as pessoas a tomarem decisões equivocadas. O uso massivo da internet como fonte de consulta de informações já fez com que não existisse mais uma ideia clara de verdade. Essa tecnologia vai degradar ainda mais esse cenário, porque a internet vai ser inundada por muito mais lixo travestido de conteúdo sério, convincente. Nós estamos fazendo uma série de experimentos para entender como as pessoas estão consumindo conteúdo produzido ou recomendado por inteligência artificial e os resultados são bastante preocupantes. Os usuários deixam de pensar sobre o assunto por eles mesmos, eles são menos críticos quando a inteligência artificial está dizendo que algo é verdade ou não, especialmente quando o sistema gera uma explicação elaborada.

E os textos gerados pela inteligência artificial estão chamando a atenção justamente por serem bem escritos. Vocês já fizeram algum estudo comparando a aceitação de textos feitos pela IA e humanos?

Nós apresentamos para grupos de pessoas duas respostas para uma questão de saúde; a primeira escrita por médicos e a segunda obtida através de GPT-3 (tecnologia de geração de texto programada também pela OpenAI). Sem saber quem tinha escrito a resposta, as pessoas acabaram preferindo a explicação dada pela inteligência artificial. Elas diziam que a resposta parecia de melhor qualidade, com recomendações mais claras e convincentes. No entanto essa habilidade de escrita não pode ser confundida com um entendimento verdadeiro de qualquer que seja o assunto. Eu costumo brincar nas minhas palestras dizendo que nós deveríamos usar um papagaio como logotipo para esses aplicativos. Assim a gente lembraria que eles são capazes de reproduzir a linguagem na qual foram treinados, mas não de pensar sobre o que estamos pedindo para eles fazerem.

Falta então uma consciência maior do usuário acerca do que a inteligência artificial é capaz de fazer agora, das suas limitações?

Certamente. As empresas precisam ser mais claras quanto a essas limitações e precisamos investir mais e mais em educação sobre o uso dessas ferramentas. É como fazemos com os alunos nas escolas que estão pesquisando conteúdo na internet, os cuidados são os mesmos. É necessário explicar como esses modelos funcionam, quais são os pontos falhos, de modo que as pessoas não assumam que tudo o que aparece ali está correto. Nós fizemos um experimento apresentando o ChatGPT de maneira bastante distinta para dois grupos de pessoas: para o primeiro, dissemos que eles iriam usar um sistema bastante eficiente e que os ajudaria a pesquisar temas de modo muito seguro. Para o segundo, em oposição, dissemos que o sistema tinha muitas falhas e que apresentaria informações incorretas. Os dois grupos interagiram com a ferramenta de maneira completamente diferente. O segundo foi muito mais criterioso ao consumir o conteúdo gerado pela inteligência artificial.

Apesar dessas limitações que você está apresentando já existe uma corrida para aplicar ferramentas como ChatGPT em serviços de busca. Microsoft, Google e Baidu são apenas três exemplos. O que podemos esperar para o futuro dos serviços de busca?

Se esses modelos conseguirem efetivamente aumentar a precisão das suas respostas, eu realmente acredito que eles podem revolucionar as ferramentas de busca. As pessoas poderiam finalmente obter respostas de maneira mais rápida, ao invés de receberem como resultado uma série de links, alguns deles patrocinados, o que faz com que se perca bastante tempo até chegar à resposta que se estava buscando. Mas acho que a aplicação desses modelos de IA com serviços de busca vai ser considerada apenas como um experimento por mais um bom tempo, até que as empresas tenham um entendimento mais claro sobre os seus eventuais benefícios. Eu vejo isso como uma aposta alta de empresas como a Microsoft para tentar entrar em um mercado que é dominado pelo Google.

RAIO-X
Pattie Maes, 61, é professora do programa de Mídia, Artes e Ciências do MIT e responsável pelo departamento de pesquisa em interfaces fluidas. É formada em ciências da computação com doutorado em inteligência artificial pela Universidade Vrije de Bruxelas e editou três livros. Além da pesquisa acadêmica, Pattie Maes é co-fundadora de diversas empresas como a FireFly Networks (adquirida pela Microsoft) e é conselheira de empresas de tecnologia como a Erable e Spatial.

Pesquisas mostram que público tende a acreditar no que robôs escrevem e regulação tem que vir antes, afirma Pattie Maes

"Aumentar a competitividade é um desafio que precisa ser superado por qualquer empresa que deseja se destacar em um merc...
15/01/2023

"Aumentar a competitividade é um desafio que precisa ser superado por qualquer empresa que deseja se destacar em um mercado cada vez mais concorrido. A tarefa, claro, não é tão simples. Afinal, os concorrentes também se movimentam constantemente. Entretanto, atualmente os gestores têm à disposição um importante aliado nessa missão: a tecnologia.

Hoje, há soluções inovadoras para explorar recursos baseados em machine learning e Inteligência Artificial (IA) que funcionam como um meio importante para a revolução que o mercado está testemunhando.

As ferramentas existem. O verdadeiro valor, porém, é obtido a partir do uso que os gestores e suas equipes adotam em um contexto cada vez mais digital.

Não acredita ainda nisso? Então basta responder à seguinte pergunta: você ainda gasta tempo enfrentando fila de banco para fazer pagamentos ou solicitar financiamentos? Nesse caso simples, certamente quem adotou a tecnologia tem tempo livre e segue na frente dos demais.

Esse, claro, é apenas um exemplo simples e básico que demonstra como a inovação pode se transformar em um meio importante para as companhias. Existem inúmeras ferramentas que podem auxiliar os gestores, com aplicações mais específicas e estratégicas.

Para destacar como é possível melhorar a competitividade de uma empresa com o uso da tecnologia, vamos demonstrar como o S/4HANA atua em cenários de negócio que utilizam machine learning e Inteligência Artificial de forma prática no dia a dia.

IA, machine learning e competitividade
Antes de abordarmos detalhes sobre as aplicações, é importante entender o que significam as palavras e como elas se conectam. Ao ouvir o termo Inteligência Artificial, alguns imaginam um robô desenvolvendo atividades hoje feitas pelo ser humano.

Mas, de forma básica, ela nada mais é do que a máquina conseguindo desenvolver atividades complexas de forma racional em suporte para as pessoas.

Por sua vez, machine learning é uma aplicação da Inteligência Artificial. Esse recurso oferece aos sistemas a capacidade de aprender e melhorar automaticamente a partir de suas experiências. Consequentemente, esse aprendizado gera um aperfeiçoamento constante, permitindo ajustes permanentes de ações e, na sequência, um suporte melhor para as pessoas em diferentes atividades nas quais a análise de dados faz a diferença.

Nos departamentos financeiros, por exemplo, a automação de processos-padrão sempre foi uma prioridade. Com o machine learning e um software inteligente, porém, isso evoluiu para um novo patamar. Prova disso é que processos complexos e essenciais como a reconciliação bancária, por exemplo, podem ser facilmente automatizados.

Outras aplicações no setor financeiro
Nos diversos cenários de negócios, existem inúmeras aplicações em que o machine learning e a Inteligência Artificial auxiliam no aumento da competitividade. Ainda no segmento financeiro, é possível trabalhar com SAP S/4HANA em diferentes processos de automação, ganhando tempo e reduzindo custos.

Na compensação automática de partidas em aberto de clientes, por exemplo, estima-se que 5% do processo ocorra de maneira manual, o que demanda muitas horas dedicadas. Nesse caso, é possível utilizar um serviço de aprendizagem automática para compensação de itens de clientes. Dessa forma, boa parte do processo ocorre sem qualquer intervenção manual, o que reduz erros e libera os colaboradores para ações mais estratégicas.

Quer mais um exemplo? No monitoramento de entrada de mercadorias e recepção de faturas é possível trabalhar com uma solução para reconciliar as contas EM/RF (entrada de mercadorias/entrada de fatura), o que ajuda a reduzir faturas em aberto e, consequentemente, aumentar a precisão do balanço.

Para aumentar a competitividade, é possível também identificar os benefícios de utilizar machine learning e Inteligência Artificial em atividades como:

• leitura automática de avisos de pagamento;
• detecção automática de transações incomuns ou fraudulentas;
• automação no cumprimento de obrigações fiscais;
• avaliação da integridade do negócio;
• gestão e controle de despesas em tempo real;
• caixa de segurança e compensação automática para itens de contas a pagar.

Benefícios para a logística
A logística de uma empresa também ganha em competitividade ao adotar soluções para a automação de determinadas tarefas. O processo de seleção de artigos do catálogo, por exemplo, é agilizado e aprimorado com a ajuda de machine learning e Inteligência Artificial, porque o serviço de aprendizagem automático de recomendação de itens de catálogo analisa o texto que os usuários inserem em uma solicitação de compra e sugere itens que podem ser adicionados ao catálogo da sua empresa.

Por sua vez, é possível ainda melhorar a gestão dos contratos, identificando com facilidade os materiais corretos que serão incluídos nas negociações contratuais, poupando tempo e esforços.

O setor de logística conta com aplicações também para: recomendação automática de grupo material; previsão automática de datas; compras baseadas em imagens; aprovações inteligentes; planejamento de estoque e classificação de documentos.

Como foi possível ver, machine learning e IA aumentaram de forma substancial a competitividade das empresas que adotam soluções realmente eficientes".

Para elevar a um novo patamar a competitividade de uma empresa é necessário contar com o suporte das inovações tecnológicas

"Colocar todo o poder, a flexibilidade, a estabilidade e a segurança da nuvem a serviço dos negócios: duas empresas giga...
01/04/2022

"Colocar todo o poder, a flexibilidade, a estabilidade e a segurança da nuvem a serviço dos negócios: duas empresas gigantes, líderes em suas áreas de mercado, Dell Technologies e Red Hat consolidam sua parceria com o objetivo de desenhar soluções conjuntas “fim a fim”, abrangendo desde o desenvolvimento até o uso pelos clientes finais. Tudo unindo o hardware poderoso (servidores e storage) da Dell com serviços em cloud de última geração, baseados em tecnologia open source, por meio das reconhecidas soluções de software da Red Hat.

Esse trabalho colaborativo ganha destaque no mercado por oferecer inovação sob medida para diversos tipos de empresa, que passam a contar com a flexibilidade e a agilidade em oferecer novos produtos e serviços a seus próprios consumidores, sejam soluções mais simples ou mais elaboradas – ou “do alfinete ao foguete”, nas palavras de Leonardo Delatim, engenheiro e especialista no portfólio Red Hat na Dell. Além disso, ganham muito mais poder para levar a inovação para dentro de casa, fazendo uso de tecnologias como inteligência artificial, análise de grandes volumes de dados (big data) e computação de borda (edge computing).

A composição de uma solução Dell Technologies + Red Hat é totalmente configurável para casar com o que determinada empresa precisa, “cada uma com seus desafios e pontos a atender”, pontua Delatim.

“Um ponto bastante relevante nessa jornada de transformação digital das organizações é como acelerar ainda mais o processo de inovação, garantindo padrões de segurança e compliance, sem perder a agilidade e a flexibilidade necessárias para ofertar uma melhor experiência aos clientes”, afirma Silnira Colombo, especialista Red Hat na Dell.

Silnira explica que, juntas, Dell e Red Hat já ajudaram organizações de todos os tipos com as suas jornadas de transformação digital unindo os três pilares essenciais para fazer isso acontecer: tecnologia aberta, desde automação e infraestrutura em nuvem híbrida até containers e desenvolvimento de aplicações; pessoas e a cultura inovadora, através de novas formas de pensar e utilizar a inteligência de dados; e, por último, processos abertos, como o Open Innovation Labs, por exemplo, uma residência imersiva com o time de especialistas Red Hat, na qual as ideias se transformam em resultado. “Esta é a base para garantir os padrões de arquitetura aberta, segurança e conformidade, deixando a área de negócios livre para criar, tendo a tecnologia a seu favor”, destaca Silnira.

Delatim explica que os “projetos são oriundos de conversas com as diversas áreas de negócio dos clientes” – e a partir daí são pensadas soluções, sejam compostas ou apenas por software, ou direcionadas por hardware, conectividade, ou juntando os dois lados, que irão atender as demandas dos clientes.

Essas soluções, explica ele, são baseadas em arquiteturas de referência e modeladas para que os contratantes possam ter as melhores performances, e são muitas vezes oferecidas de forma conjunta com serviços e consultoria – como, por exemplo, nos casos em que se deseje realizar a migração de aplicações que funcionam dentro das empresas para a cloud, ou vice-versa.

“No Brasil, três empresas de telecomunicações utilizam a infraestrutura Dell Technologies e a composição de software para comportar o core (núcleo central) de redes 4G ou 5G com soluções Red Hat” – entre elas, explica Delatim, o Openstack (plataforma de computação em nuvem que virtualiza recursos de hardware e oferece acesso a diversos níveis aos usuários) e o Openshift (plataforma de desenvolvimento e implantação de aplicativos).

Setores como manufatura, agronegócio e healthcare também já operam no País com soluções como essas, formatadas em conjunto por Dell e Red Hat, totalmente flexíveis. “O mundo é híbrido. O cliente terá que ter aquele dado mais sensível ou aquela aplicação que requer menor latência rodando no datacenter dele, e ele terá outras demandas rodando em nuvem, com uma abordagem mais próxima do cliente”, comenta Delatim.

Para proporcionar melhores experiências aos consumidores, a parceria Dell Technologies + Red Hat também integra soluções de computação de borda, de modo a oferecer às empresas determinadas aplicações ou interfaces para clientes, que depois conversam com servidores da empresa, realizando a consolidação dos dados.

Delatim exemplifica com a aplicação de um banco: em vez de rodar diretamente no datacenter da instituição, esta pode rodar de forma muito mais agradável e rápida em um celular, tratando apenas com os dados que são alterados ou mais sensíveis, como a identificação do cliente e o saldo. A interface a partir daí até o banco se dá por outras plataformas, apenas diante da solicitação do cliente em outros serviços, como investimentos ou seguros.

“Outro case: em uma rede de supermercados que tem uma série de franquias, não justifica um software do caixa tendo que consultar um datacenter centralizado para emitir uma nota fiscal ou conceder desconto em um item”, comenta. “O edge computing mais uma vez é a solução: coloca-se um servidor local para tratar a informação ali, e de tempos em tempos é feita a troca dos dados com o servidor central.”

É neste cenário de múltiplas oportunidades, com diversas tecnologias a serem exploradas para as particularidades de diferentes negócios, que essa parceria de duas empresas de peso, Dell Technologies e Red Hat – unindo suas soluções reconhecidas de software e hardware –, oferece ao mercado a oportunidade de as empresas se destacarem, pensando a jornada digital junto com o cliente, de forma colaborativa e disruptiva".

Parceria entre Dell Technologies e Red Hat desenha inovação customizada para diversos tipos de empresa e necessidades

"O grupo hacker Anonymous declarou em rede social, nesta quinta-feira, 24, que está “oficialmente em guerra cibernética ...
26/02/2022

"O grupo hacker Anonymous declarou em rede social, nesta quinta-feira, 24, que está “oficialmente em guerra cibernética contra o governo russo”. Cerca de 30 minutos depois, o coletivo anunciou que derrubaram o site do canal de RT News, rede de televisão estatal da Rússia - que voltou ao ar ao meio dia desta sexta-feira, 25 - e que as forças armadas russas estavam preparando um bombardeamento em grande escala em Kiev, capital da Ucrânia.

The Anonymous collective is officially in cyber war against the Russian government. — Anonymous () February 24, 2022

Nesta quinta-feira, 25, o grupo retornou para as redes para afirmar que derrubaram um segundo site russo: do Ministério da Defesa, que ainda permanece fora do ar.

Os impactos da 'guerra cibernética’ passaram a ser comparados com as consequências das guerras tradicionais com o avanço da tecnologia, uma vez que os conflitos virtuais podem afetar diretamente empresas estatais e privadas com roubos de dados e até mesmo perda de dinheiro.

O Anonymous é um coletivo descentralizado que se formou em 2003 que é conhecido por usarem a máscara do soldado britânico que inspirou o protagonista de "V de Vingança". Guiado pelo hackativismo, eles entendem a ação hacker como uma forma de ativismo político e social. Depois de um hiato, o grupo voltou à ativa com a divulgação uma suposta ação judicial contra o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusado por estupro e abuso sexual.

No Brasil, o Anonymous ficou conhecido por divulgar, em 2020, supostos dados do presidente Jair Bolsonaro, de seus filhos e de integrantes do governo brasileiro como a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, e o ministro da Educação, Abraham Weintraub".

Grupo entende a ação hacker como uma forma de ativismo político e social e ficou conhecido por publicizar uma suposta ação judicial contra o ex-presidente Donald Trump e por divulgar dados da família Bolsonaro

"A pop**arização do trabalho remoto na pandemia impulsionou o mercado de computadores no Brasil, levando a um aumento de...
24/01/2022

"A pop**arização do trabalho remoto na pandemia impulsionou o mercado de computadores no Brasil, levando a um aumento de 34,9% em 2021, segundo estimativa da consultoria americana IDC. Nesse cenário, a curitibana Positivo Tecnologia viu seus negócios atingirem um novo patamar, com as vendas crescendo 81,6% de janeiro a setembro do ano passado, período em que sua receita em vendas ao consumidor atingiu R$ 1,5 bilhão. Mesmo assim, a empresa decidiu buscar proteção contra as variações do varejo, com contratos com o poder público.

Isso por causa da volatilidade do varejo. Para 2022, a IDC prevê uma queda de 2,6% nas vendas ao consumidor. Para se ver livre dessa forte flutuação, a fabricante conquistou dois acordos de fabricação de urnas eletrônicas para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)".

Além de vencer sua segunda licitação seguida no TSE, fabricante de equipamentos eletrônicos tem ampliado acordos para distribuir produtos de outras marcas no Brasil

"A Neuralink, empresa criada em 2016 pelo bilionário Elon Musk dedicada a chips cerebrais, está se preparando para reali...
24/01/2022

"A Neuralink, empresa criada em 2016 pelo bilionário Elon Musk dedicada a chips cerebrais, está se preparando para realizar os primeiros implantes em seres humanos. No ano passado, a startup revelou os primeiros resultados de pesquisas realizadas com macacos - em um vídeo, é possível ver o macaco Pager jogando Pong sem precisar de um joystick, executando os comandos apenas com o poder da mente.

Recentemente, a empresa postou um anúncio classificado no qual busca um "diretor de te**es clínicos". Na descrição do cargo, a empresa diz que o contratado "trabalhará de perto com alguns dos médicos e engenheiros mais inovadores, além de trabalhar com os primeiros participantes de teste clínico da Neuralink". Conhecido por exagerar em suas promessas, Musk já afirmou que espera que seus implantes possam voltar a fazer tetraplégicos voltarem a andar.

"Temos a chance de restaurar a funcionalidade integral do corpo de alguém que teve uma lesão na coluna. A Neuralink está trabalhando bem com macacos e estamos fazendo muitos te**es e confirmando de que é muito seguro e confiável. E o dispositivo da Neuralink também pode ser removido com segurança", disse ele em evento do Wall Street Journal.

A maior aposta da Neuralink é no uso médico. Segundo a empresa, a tecnologia poderia proporcionar uma "simbiose" entre máquina e mente humana, permitir armazenamento e reprodução memórias, curar paralisia, cegueira, perda de memória e outras doenças nervosas — ou fazer coisas simples, como trazer até você um Tesla por meio de telepatia ou fazer tocar uma playlist direto no seu cérebro.

Antes dos te**es em macacos, a companhia havia também revelado uma demonstração que previu as ações de uma p***a, chamada Gertrude, que carregava um implante no crânio. Cientistas independentes, porém, já alertaram que os sucessos em animais de laboratório podem não se traduzir em humanos e que te**es em humanos seriam necessários para determinar a promessa da tecnologia.

O anúncio da Neuralink não dá datas para que os primeiros te**es em humanos tenham início. Além do diretor, a empresa está contratando um coordenador de te**es clínicos. Os cargos serão ocupados no laboratório da startup em Fremont, na Califórnia.

Técnica diferenciada
Uma das técnicas que diferencia a Neuralink é que ela coloca linhas flexíveis de eletrodos nas proximidades dos neurônios, as minúsculas células que são os pilares básicos do cérebro.

Os fios são colocados com o uso de finas agulhas, e um sistema de visão computacional ajuda a evitar os vasos sanguíneos na superfície do cérebro. A técnica envolve a inserção de um feixe de fios, cada um com cerca de um quarto do diâmetro de um fio de cabelo humano.

Os fios flexíveis são, na verdade, sanduíches finos de um material parecido com celofane que isola fios condutores que ligam uma série de minúsculos eletrodos, ou sensores, muito semelhantes a um fio de pérolas.

Eles podem ser inseridos em diferentes locais e em diferentes profundidades, dependendo do experimento ou aplicação. Pesquisas médicas e terapia podem se concentrar em diferentes partes do cérebro, como centros de fala, visão, audição ou movimento". /COM INFORMAÇÕES DO NEW YORK TIMES

Startup anunciou que está contratando um diretor de te**es clínicos

"O futuro ao lado dos robôs humanoide está mais perto do que nunca. Após um vídeo seu viralizar em dezembro de 2021 (com...
08/01/2022

"O futuro ao lado dos robôs humanoide está mais perto do que nunca. Após um vídeo seu viralizar em dezembro de 2021 (com direito a um "eca" de Elon Musk), o robô Ameca da britânica Engineered Arts foi um dos assuntos mais falados durante a CES 2022, maior feira de tecnologia e inovação do mundo, que aconteceu nesta última semana.

Diferente de robôs como os da Boston Dynamics, que dançam coreografias completas, o Ameca não corre ou p**a. Tampouco é um ajudante doméstico como os idealizados pela Toyota, Samsung e Amazon. Ameca chama atenção pelas suas expressões faciais realistas e capacidade de conversar sozinha — no estande da sua empresa, o próprio robô era responsável por explicar o que era.

O corpo acinzentado de metal e plástico remove um pouco do aspecto humano, mas seu rosto traz expressões faciais extremamente vívidas (e até dentes).

Para obter tal efeito, a Engineered Arts colocou 17 motores individuais na cabeça do robô, construídos a partir de scans 3D internos de pessoas reais. Assim, foi possível imitar não só as expressões humanas, como também a estrutura óssea e a textura da pele.

O humanoide da Engineered Arts foi projetado como uma plataforma para hospedar inteligência artificial (IA), mas não há nada embutido ainda. Por enquanto, ele conta somente com essa série de movimentos pré-programados, feitos para simular o movimento humano.

Outro fato interessante é que o Ameca foi projetado para ser modular, o que significa que a cabeça pode ser removida com um clique e sem ferramentas, permitindo que seja trocada por outra caso algo dê errado.

Por enquanto, os planos da empresa Engineered Arts são de continuar desenvolvendo o robô humanoide. Ameca deve ter um IA em breve, e há planos de novas versões na qual ele é capaz de andar. Esperamos que não para muito longe".

Projetada para hospedar inteligência artificial, a criação da Engineered Arts surpreendeu visitantes da maior feira de tecnologia do mundo por suas expressões realistas e capacidade de comunicação;…

"Nesta terça, 5, a morte de Steve Jobs, fundador da Apple, completa 10 anos. Considerado um gênio por muitos, o pai do i...
02/10/2021

"Nesta terça, 5, a morte de Steve Jobs, fundador da Apple, completa 10 anos. Considerado um gênio por muitos, o pai do iPhone era uma figura de extremos: por um lado, sua capacidade criativa causou grandes saltos tecnológicos. Por outro, sua personalidade tosca costumava machucar pessoas ao seu redor. Ele era obcecado pelos detalhes de suas criações, como se fosse um artista, mas chegava a mentir, a blefar ou a ser abusivo com funcionários, amigos e parentes para conseguir as coisas da maneira que queria.

Vítima de um câncer no pâncreas aos 55 anos, Jobs não testemunhou um desdobramento da pop**arização dos smartphones na última década: a cultura do cancelamento nas redes sociais. Mas, com tantas características polarizadoras e um contêiner de histórias pessoais e profissionais pesadas, ele seria um forte candidato a ser cancelado nos dias atuais.

Temperamental, ele costumava se justificar da seguinte maneira: “Eu sou assim.” Mas não era só a língua afiada que poderia tornar Jobs um alvo dos tribunais da internet. Ele rejeitou publicamente a filha, afastou a Apple de questões políticas e sociais, minimizou condições trabalhistas na China e fez ameaças e acusações a rivais como Microsoft e Google".

Temperamental e colecionador de episódios controversos, o pai do iPhone seria um forte candidato a ‘culpado’ no tribunal das redes sociais

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