Segurança da Informação

Segurança da Informação Te**es de invasão
Análise de Vulnerabilidades no ambiente tecnológico
Políticas e padrões de segurança
Plano de Continuidade de negócio

Permanentemente fechado.

Carlos Alberto Luz é Pós-Graduado e Professor universitário nas disciplinas de Segurança da Informação e Redes de computadores, com mais de 20 anos de experiência. Especialista em Te**es de Penetração em Redes de Computadores, Forense Digital e Análise de Malwares. Atua nas áreas de:
Gerencia a implementação e manutenção da política de segurança global, normas, diretrizes e procedimentos para gara

ntir a manutenção permanente de segurança. Plano de Continuidade de Negócio, afim de garantir os serviços essenciais da empresa em momentos de catastrofes e crises.

14/12/2017

Tudo sobre tecnologia, internet e redes sociais

03/07/2017

O Wikileaks liberou dois novos documentos atribuídos ao programa de espionagem cibernética da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) que detalham um código chamado "OutlawCountry" ("país fora da lei" ou "país sem leis"). O software atua em sistemas Linux com o kernel 2.6 do tipo Red Hat Enterprise Linux (RHEL) ou CentOS para criar um ponto de redirecionamento de tráfego.Este é o segundo vazamento da série Vault 7 esta semana. O primeiro pacote detalhou um software que localiza sistemas por meio de redes Wi-Fi. O "Vault 7" é uma série de vazamentos iniciada no dia 7 de março e que expõe documentos e programas da CIA. O Wikileaks afirma que essas informações já estavam fora do controle da CIA e que elas circulavam até entre "hackers governamentais" que não deviam ter acesso a esses documentos. Um desses hackers teria decidido repassar tudo ao Wikileaks. Não há confirmação da legitimidade dos documentos.Diferente do "Shadow Brokers", que vem vazando informações da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA), o Wikileaks não disponibiliza as ferramentas de espionagem em si, apenas a documentação que detalha o funcionamento dos programas.O OutlawCountry em si não utiliza nenhuma vulnerabilidade do Linux. Para instalar o programa, o agente já precisa ter conseguido acesso à máquina em nível administrativo ("root").Os documentos do OutlawCountry trazem bem poucos detalhes sobre o programa, mas explicam que ele serve para criar uma tabela de redirecionamento de tráfego oculta. Essa tabela tem precedência sobre outras regras de redirecionamento de tráfego configuradas no sistema e só pode ser visualizada por quem souber o nome da tabela especial. Segundo o documento, a tabela se chama "dpxvke8h18".Os documentos não dão um exemplo claro de como a ferramenta pode ser usada, mas a capacidade para redirecionar dados pode ter um papel relevante na criação de pontos de passagem de tráfego. Dessa maneira, o OutlawCountry pode criar uma rota de tráfego de dados composta de um ou mais computadores, ocultando o destino final dos dados. A rota pode ser usada, por exemplo, para transmitir dados que foram roubados de um sistema qualquer, ou para ocultar a origem de um ataque. A rede anônima "Tor" usa esse mesmo princípio para proteger a origem de suas conexões.Criminosos virtuais usam esse tipo de tática para escapar das autoridades, já que somente o computador que de fato recebe os dados contém evidências úteis para a investigação de crimes.Código para servidoresEmbora o OutlawCountry pareça ser compatível com dois sistemas, o CentOS e o Red Hat Enterprise Linux (RHEL) são, na prática, um só. Embora o Linux seja um sistema de código aberto e gratuito, o RHEL é fornecido apenas atrelado a um contrato de suporte técnico. O sistema é notório por seus longos prazos de suporte (dez anos) em comparação a outros sistemas Linux. O RHEL 5.0, lançado em 2007, recebeu atualizações até março deste ano, e é possível adquirir um contrato especial até 2020. Em comparação, o sistema Ubuntu LTS ("suporte de longo prazo") recebe atualizações por três anos.Como a licença do Linux exige que o código seja mantido aberto, a Red Hat é obrigada a fornecer os códigos-fonte do seu sistema. É disso que nasce o CentOS: ele é tecnicamente idêntico ao RHEL, mas sem as partes sobre as quais a Red Hat possui direitos autorais (como marcas e logotipos). Diferente do RHEL, o CentOS tem distribuição livre.Embora seja um sistema pouco usado em notebooks e computadores de uso geral, a estabilidade, o longo prazo de suporte e a gratuidade tornam o CentOS popular em servidores. Embora seja difícil estimar números, o sistema é uma das principais opções fornecidas por provedores de serviços de aluguel de servidores. Como servidores ficam ligados 24 horas por dia e tem boa conexão com a internet, é mais interessante criar um redirecionamento de tráfego em um servidor do que em um computador pessoal. Isso explicaria por que a CIA teria desenvolvido essa ferramenta para o CentOS/RHEL. Segundo a documentação, datada de 2015, o código é compatível apenas com a versão 6 do sistema.

15/05/2017

Informações apontam que falhas de segurança podem ter sido furtadas dos servidores da NSA (Agencia Nacional de Segurança dos Estados Unidos). Se isso ocorreu, Hackers podem estar de posse de várias vulnerabilidades de sistemas ainda não divulgadas e prontas para serem usadas a qualquer momento. Estejamos preparados para situações ainda piores do que a deste fim de semana!

26/01/2017

Fita adesiva vs hackers

06/01/2017

Mudança aconteceu na madrugada desta sexta-feira

21/12/2016

Vazamentos do Yahoo, crescimento de ransomware, hack das eleições e disputa entre Apple e FBI foram alguns dos principais casos do ano que está terminando.

14/11/2016

Com a chegada da Black Friday também chegam os oportunistas, criando sites e promoções falsas afim de fraudar as pessoas de bem. Tome muito cuidado com as promoções e sites que você recebe e visita, pois mesmo em Black Friday não existe milagre. Desconfie de preços muito abaixo dos concorrentes, pesquise o mesmo produto em outros sites. Se você desconfiar da procedência do site, me envie que analiso o mesmo para você.

14/11/2016

Te**es de invasão
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08/11/2016

A divisão bancária da Tesco, maior varejista da Grã-Bretanha, interrompeu nesta segunda-feira (7) todas as transações pela internet, em um esforço para lidar com um ataque online no fim de semana contra 40 mil contas bancárias, das quais 20 mil tiveram recursos retirados.

Endereço

Coronel Cabra
Tubarão, SC
88701050

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