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Produtos que a Apple deve lançar em 2016
27/01/2016

Produtos que a Apple deve lançar em 2016

Cliente amigo, durante esse ano você foi mais que um cliente, foi um amigo que acreditou em meu trabalho e me presenteou...
24/12/2015

Cliente amigo, durante esse ano você foi mais que um cliente, foi um amigo que acreditou em meu trabalho e me presenteou com a sua confiança.

Agradeço sua presença, sua amizade e confiança dedicada durante esse ano que está terminando e que no próximo ano possamos continuar com a nossa parceria.

Desejo a você um Feliz Natal e um ótimo Ano Novo para você e toda sua família.

Saiba como atualizar seu PC para o Windows 10 O Windows 10 foi lançado nesta quarta-feira (29), renovando completamente ...
30/07/2015

Saiba como atualizar seu PC para o Windows 10
O Windows 10 foi lançado nesta quarta-feira (29), renovando completamente o sistema operacional da Microsoft e trazendo novidades como a assistente virtual Cortana e o novo navegador Edge. A boa notícia é que se você for usuário do Windows 7 ou 8, a atualização é totalmente gratuita.

Antes de fazer o download, garanta que seu aparelho atenda aos requisitos mínimos do Windows 10. Isso provavelmente irá acontecer, já que o novo sistema operacional não exige tanto da máquina. Basta um processador de 1 GHz, 1 GB de RAM (ou 2 GB para a versão de 64-bit) e 20 GB de espaço livre no disco rígido.

A instalação do Windows 10 demora de 20 a 60 minutos, dependendo do desempenho do computador. Vale lembrar que a atualização é gratuita, mas apenas até 30 de julho de 2016.

Como baixar o Windows 10:
Se seu computador está atualizado: um ícone do Windows deve ter aparecido no canto direito da barra de tarefas (caso não esteja lá, a Microsoft ensina como fazer ele aparecer). Ao clicar no ícone, o aplicativo Get Windows 10 será ativado, permitindo ao usuário se cadastrar para baixar o novo sistema operacional. Basta colocar o endereço de e-mail no sistema e pronto. Agora é esperar.

A maioria das pessoas não irá conseguir baixar e instalar o Windows 10 imediatamente. A Microsoft está lançando aos poucos o sistema operacional, para ter certeza de que poderá corrigir eventuais falhas assim que elas forem descobertas. Por isso, é possível que demore algumas semanas até que você consiga baixar a nova versão do sistema.

Assim que o download terminar, um pop-up na tela alertará que a instalação já pode começar.

Se seu computador não está atualizado: caso o ícone do Windows 10 não tenha aparecido em sua barra de tarefas, provavelmente você terá que fazer outras atualizações antes de começar.

Os usuários do Windows 7 devem garantir que ele esteja atualizado até o Service Pack 1. Para fazer isso, basta ir até o menu Iniciar e procurar pelo Windows Update. Caso seu sistema seja o Windows 8, ele precisará ser atualizado para o Windows 8.1. Para isso, clique no bloco Loja no menu Iniciar. Dentro da Loja, clique no ícone de atualização para o Windows 8.1.
Com o Windows 7 ou 8 atualizado, o ícone do aplicativo Get Windows 10 irá aparecer na barra de tarefas.

Se seu computador roda versões mais antigas do Windows: se você ainda usa o Windows Vista, XP ou versões ainda mais antigas, a atualização não será gratuita. Ou seja: você terá que comprar uma versão do Windows 10. Para os usuários do Windows RT, a notícia é ainda pior: não há atualização, pelo menos até setembro.

Por: Gabriel Garcia

Cada foto possui um detalhe descritivo
26/06/2015

Cada foto possui um detalhe descritivo

A próxima geração de jogos fantásticos. Qualquer música com o toque de um botão. E todo um novo mundo de aplicativos par...
26/06/2015

A próxima geração de jogos fantásticos.
Qualquer música com o toque de um botão. E todo um novo mundo de aplicativos para Android TV.
A NVIDIA SHIELD está aqui para tornar a sua TV muito mais inteligente.


https://www.youtube.com/watch?v=FhY4gR1SzBo

Movies and shows in 4K. The next generation of awesome games. Any song at the touch of a button. And a whole new world of apps for Android TV. The NVIDIA SHI...

22/04/2015
31/03/2015
Samsung Gear S é um relógio, mas funciona como smartphonePor Lucas AgrelaA grande maioria dos smartwatches são complemen...
23/03/2015

Samsung Gear S é um relógio, mas funciona como smartphone
Por Lucas Agrela
A grande maioria dos smartwatches são complementos para os smartphones que levam as notif**ações para o pulso do usuário. Isso acontece com todos os produtos que rodam o sistema Android Wear, como o Motorola Moto 360 ou o LG G Watch R – e mesmo com o Apple Watch. O Samsung Gear S tem um apelo diferente: ele funciona como um celular de verdade. Você não precisa de outro aparelho para ouvir músicas, acessar a web ou monitorar seus exercícios físicos, tudo acontece diretamente nesse dispositivo. Para isso, claro, é preciso ter um chip de operadora e um plano contratado, ainda que seja pré-pago.

O Gear S roda o Tizen, um sistema de código aberto que é, em parte, mantido pela Samsung. Nele, é possível encontrar as funções básicas de um telefone móvel, ou seja, a capacidade de fazer ligações e enviar mensagens de texto. Além disso, você pode parear o gadget com um smartphone da linha Galaxy para receber notif**ações de apps instalados nele, como, por exemplo, o Facebook. O delay é mínimo, leva aproximadamente 1 segundo para o espelhamento ocorrer.

Enquanto relógio, a sua melhor função é a ativação da tela quando o usuário leva o pulso em direção aos olhos, como se faz normalmente para ver as horas. Tirando isso, o gadget poderia ser mais inteligente para detectar e ativar modos de uso automaticamente. Por exemplo, ao iniciarmos uma corrida, foi preciso informar que essa era a atividade que seria realizada. Se o usuário esquece de desligar, como ocorreu nos te**es, não há uma alternância de modo e o exercício continua a ser contabilizado de maneira errônea.

No momento de fazer ou atender uma chamada de voz, o Gear S ativa seu microfone e seu alto-falante para viabilizar a comunicação sem precisar ser levado até a orelha do usuário.

O corpo do produto é resistente à água e à poeira, podendo ser mergulhado a 1 metro durante 30 minutos (certif**ação IP67). A pulseira de borracha oferece tanta ergonomia quanto possível. A tela de 2 polegadas com formato quadrado, não é das mais adequadas para o dia a dia no escritório, mesmo que o display tenha uma leve curvatura buscando se adaptar ao pulso do usuário.

Os recursos fitness do smartwatch da Samsung se destacam em relação à concorrência. Enquanto aparelhos como o Moto 360 ou o LG G Watch R não podem monitorar o ritmo cardíaco durante uma corrida, o Gear S acompanha o usuário nesse momento. A medição dos batimentos do coração é precisa e não apresenta grandes divergências em te**es realizados com um pequeno intervalo – algo já visto nos concorrentes.

Com sua memória de 4 GB, o Gear S pode guardar e reproduzir músicas e vídeos. De quebra, ele pode se conectar fones de ouvido Bluetooth, o que é ideal para uma corrida.

A bateria de 300 mAh oferece autonomia de uso para um dia, misturando momento de uso intenso, fazendo ligações, visualizando notif**ações e monitorando passos. Mas, nos te**es do INFOlab, uma única carga não foi suficiente para esse tipo de uso durante o dia e o monitoramento do sono à noite. Em parte, isso acontece por conta da tela curva de 2 polegadas – que tem tecnologia Super AMOLED (semelhante ao OLED convencional). A bateria acabou durante a madrugada e a medição, consequentemente, não foi completada.

A recarga do aparelho deve ser feita durante a noite ou ao longo do dia, caso você queira monitorar o seu sono. Não há entrada microUSB no relógio, é preciso acoplar um carregador na parte de trás do aparelho, e ligá-lo a uma tomada. Sim, este é mais um dispositivo com o qual se preocupar com a duração de bateria. Mas todos os melhores smartwatches do momento são assim. As pulseiras fitness, que têm menos recursos que os smartwatches, oferecem maior autonomia de uso por precisarem de pouca energia pelo fato de não terem telas, como a Misfit Shine, cuja bateria pode durar seis meses.

Em linhas gerais, o Gear S é um produto de nicho para quem usa dois números de celular e precisa ter um deles por perto durante os exercícios físicos. Mas é melhor ter o carregador sempre por perto.

23/03/2015

Que viagem!

Saiba escolher o tablet idealÉ difícil não se fascinar com um tablet. Leves, pequenos e com poder tecnológico suficiente...
16/03/2015

Saiba escolher o tablet ideal
É difícil não se fascinar com um tablet. Leves, pequenos e com poder tecnológico suficiente para realizar várias tarefas, esses gadgets conquistaram seu lugar no mercado e a tendência é que se espalhem ainda mais.

A tecnologia e os conceitos empregados nos tablets não são novos. As primeiras telas sensíveis ao toque em escala comercial surgiram na década de 80. O primeiro gadget a reunir os conceitos dos handhelds – dispositivos que se colocavam como computadores de bolso – e de um notebook foi o Microsoft Tablet PC, em 2001. Logo surgiram outros fabricantes com propostas similares, como HP e Lenovo. No entanto, nenhum desses produtos aproveitou a tela sensível ao toque e o casamento com o Windows até hoje nunca aconteceu.

Com a chegada do iPad, em Abril de 2010, o jogo começou a mudar. Graças aos avanços tecnológicos já esperados – chips e componentes menores e de maior capacidade – foi possível entregar uma experiência completamente diferente. No lugar de competir com os PCs, a Apple apostou em um novo caminho para seu tablet. Assim como os e-readers, o iPad seria voltado ao consumo de conteúdo (vídeo, música, livros e revistas) e navegação web. Com o sucesso explosivo, rapidamente outros fabricantes decidiram apostar no novo nicho de mercado. A solução para entregar uma experiência adequada entre hardware e sistema foi o Android, do Google.

Passando por experiências como o Galaxy Tab de 7 polegadas, equipado com Android 2.2 (Froyo), até a chegada do Honeycomb, em fevereiro de 2011 com o Motorola Xoom, e agora com o Jelly Bean no Nexus 7, os tablets com o sistema do Google têm travado verdadeiras batalhas para morder um pouco do mercado da Apple, que segue líder do seguimento com o iPad 2 e o novo iPad.

Asus, Samsung, Motorola, Lenovo e outros fabricantes de Tablets apostaram no Ice Cream Sandwich e seus recursos adicionais para frear o avanço de Cupertino. Com a oferta cada vez maior, se você nunca pensou em comprar um tablet provavelmente irá mudar de opinião em um futuro próximo. Quem já está equipado, deve considerar uma troca, já que os produtos estão mais maduros e têm muito a oferecer.

Para auxiliar os consumidores que desejam se aventurar com esses gadgets, ou que pretendem atualizar seu equipamento, a INFO preparou algumas dicas com tudo que é necessário levar em consideração antes de efetuar sua compra.

O que eu posso fazer com um tablet?

Consumir. Essa seria resposta ideal em sua forma mais simples. Um tablet é, essencialmente, voltado ao consumo de conteúdo por aplicativos. Nele é possível ler seus jornais e revistas favoritos, acessar e-mails, ver vídeos do YouTube e Vimeo, ler e enviar e-mails. Além dessas tarefas básicas, um tablet oferece inúmeras possibilidades para produção de conteúdo e gestão de tarefas simples. Por meio de aplicativos, é possível criar e editar documentos, transferir arquivos com o PC, utilizar o aparelho como central multimídia pelo protocolo DLNA, editar vídeos e fotos e também registrá-los. Em alguns casos, como no Eee Pad Transformer e Galaxy Tab 10.1 (com acessórios), a substituição de um notebook não é sofrível, já que o teclado completo e entrada USB para mouse ou HDs externos amplia a capacidade e raio de ação do aparelho.

Mas não se engane. Mesmo com uma gama elevada de opções, um tablet ainda não compete de igual para igual com um desktop ou notebook. Ainda que aplicativos de escritório (que lidem com documentos Microsoft Office) e edição de vídeo estejam disponíveis, o uso é extremamente limitado, até em modelos que aceitam teclado e mouse. O armazenamento limitado, inclusive em modelos com slot para cartão microSD, e ausência de gravação de mídias, como DVDs e discos Blu-ray para backup, contribuem para inviabilizar o uso de um tablet por quem não possui um PC ou Notebook.

Propósitos iguais em sistemas diferentes

Até o momento o cenário dos tablets conta com três sistemas operacionais. São eles o iOS (Apple), Android (Honeycomb e Ice Cream Sandwich, do Google) e BlackBerry Tablet OS (RIM). Há muitas semelhanças entre eles, mas diferenças cruciais. O sistema do Google é o que mais se assemelha a um desktop. Assim como nos smartphones, é possível adicionar widgets para as telas iniciais, como previsão do tempo, redes sociais, e-mails, etc. Ao contrário do iOS, o Android permite a execução de aplicativos em segundo plano, tornando a multitarefa algo mais real. No iOS o aplicativo é apresentado da mesma maneira em que você o deixou, mas sua execução é encerrada. No Playbook, único tablet equipado com o sistema da RIM, a multitarefa é ainda mais eficiente. Os aplicativos continuam rodando mesmo quando minimizados. As vantagens do sistema baseado na plataforma QNX, no entanto, são ofuscadas pela oferta pobre de aplicativos.

iOS vs Android

A briga entre Google Play (antiga Android Market) e App Store já faz parte do passado. A oferta de aplicativos para as duas lojas é muito similar. Sem muito esforço é possível encontrar todos os grandes serviços e funcionalidades similares. Uma vantagem do Google em relação à Apple são os aplicativos ofertados com anúncios. Na App Store as versões gratuitas oferecem uma degustação. Outro problema, específico para os brasileiros, é a ausência de jogos na loja da Apple. Isso obriga os brasileiros a se registrarem com contas de outros países para efetuar uma compra. O bom e velho “jeitinho brasileiro”.

Por outro lado, o Android perde terreno em uma categoria crucial: conteúdo. A oferta de publicações e livros no iPad é muito superior. Não só em número, mas em qualidade. Por estar disponível há mais tempo, e também por concentrar esforços de desenvolvimento em três dispositivos (iPad, iPad 2 e novo iPad), ao contrário do número diverso de tablets com Android, a produção editorial na loja da Apple é mais interessante. Essa situação pode se reverter. A resolução de tela com 2.048 por 1.536 pixels, uma das principais vantagens do novo iPad, pode se transformar em um transtorno para as editoras. Qualquer vídeo em Full HD (1.920 por 1.080 pixels) não seria suficiente para aproveitar a tecnologia retina. Isso pode elevar muito o tamanho de cada arquivo de revistas, filmes e aplicativos. Com armazenamento de 16, 32 e 64 GB, as opções de expansão não são uma possibilidade. Tudo pode lotar mais rápido, exigindo trocas mais frequentes com o PC ou notebook.

Quanto ao hardware, o que levar em conta?

Se você é ligado em tecnologia e desempenho, entende que quanto maior o poder de processamento melhor o cenário geral da máquina. Os novos tablets já são equipados em sua maioria com processadores de dois núcleos. Velocidades inferiores a 1 GHz já se tornam comuns aos aparelhos de entrada (mais baratos). Outro ponto interessante é o poder de processamento gráfico. Os chips Tegra 3, da Nvidia, que começam a equipar tablets topo de linha com Android, como o Transformer Prime, da Asus, contam com 32 núlecos de processamento dedicados a esse fim. O novo iPad, equipado com o A5X, conta com 4 núcleos de processamento gráfico. Isso permite que o tablet rode jogos com gráficos mais detalhados, edite vídeos com maior facilidade e encare uma conexão com a TV sem grandes problemas.

A navegação na web é igual?

Sim. Não há grandes diferenças entre os sistemas que possibilitem um vencedor absoluto. Mesmo os profetas afirmando a morte do Flash, isso pode fazer diferença em favor do Android. Mesmo a própria Adobe encerrando o suporte ao Flash para dispositivos móveis, muitos sites ainda o utilizam, como governo, instituições e sites de notícias. A frase “there is an app for that” (há um aplicativo para isso) ainda não é uma realidade, bem como o avanço do HTML5. Com o tempo, isso pode mudar, mas se em sua rotina de internet o Flash seja uma necessidade, leve isso em consideração.

Conclusão

Não há um caminho certo ou verdades incontestáveis. Assim como na escolha de um carro (ou qualquer outra coisa), o gosto do usuário fará toda diferença. É preciso avaliar com cuidado as expectativas de cada um, o conforto que o aparelho oferece e o retorno que se busca com o investimento.

Operadoras já estudam banda larga 5GEnquanto as redes 4G ainda engatinham no Brasil, o mundo começa a definir o padrão d...
24/01/2015

Operadoras já estudam banda larga 5G

Enquanto as redes 4G ainda engatinham no Brasil, o mundo começa a definir o padrão da próxima geração para a banda larga móvel que deve começar a ser implementada a partir de 2020. O primeiro documento sobre o 5G prevê que a evolução da tecnologia permitirá velocidades de conexão de até 1 gigabits por segundo (Gbps), atualmente alcançadas só em redes fixas.

Um grupo formado pelas 24 maiores operadoras do mundo, além de 23 fabricantes de dispositivos e 20 universidades, prevê velocidades de até 1 Gbps em pontos próximos a antenas e de pelo menos 50 Mbps em toda a extensão das redes, incluindo áreas rurais. No modelo proposto, a tecnologia de 5G seria capaz de atender até 100 mil conexões por quilômetro quadrado, e permitiria o uso da internet mesmo em deslocamentos de grande rapidez, como nas viagens de avião ou de trens-bala.

Batizado de Nova Geração de Redes Móveis (NGMN, na sigla em inglês), o grupo divulgou agora a primeira versão do estudo com as diretrizes do 5G. Os dados completos serão divulgados no fim de março, para depois serem levados à União Internacional de Telecomunicações (UIT), órgão vinculado à ONU.

Com a perspectiva de que, no futuro, casas, automóveis empresas e pessoas estarão cada vez mais conectados, a quinta geração de banda larga móvel precisará de uma arquitetura de rede que consiga prover abrangência e confiabilidade de cobertura para dezenas de bilhões de dispositivos que se comunicarão em tempo real, mas preservando a segurança e a privacidade dos dados.

O NGMN projeta um mundo no qual o 5G permitirá que a chamada "internet das coisas" esteja ligada "em todo lugar, a qualquer momento". Para conseguir alcançar tais objetivos, o grupo vai propor à UIT a liberação pelos governos de frequências altas, acima de 6 gigahertz (GHz), atualmente utilizadas para a comunicação de satélites e radares. Essas faixas altíssimas seriam combinadas com frequências mais baixas - e geralmente ocupadas por outros serviços, como TV ou rádio - para permitir uma maior cobertura de rede.

Para efeitos de comparação, o 4G no Brasil é oferecido na faixa de 2,5 GHz, que em breve será combinada com a frequência de 700 megahertz (MHz) leiloada no ano passado.

Para o presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude, mais importante do que a frequência escolhida para o 5G deverá ser o tamanho da banda disponível para cada empresa. "Com certeza será necessário usar diversas frequências combinadas para oferecer o serviço de acordo com as diversas possibilidades de uso do 5G, mas o tamanho da banda será fundamental. No 4G, por exemplo, as empresas adquiriram lotes de 10 MHz (download) + 10 MHz (upload). No 5G poderemos ter leilões com lotes de pelo menos 50 MHz + 50 MHz, o que torna obrigatória a liberação de mais frequências para o setor", diz

Competição

Com a necessidade de mais espaço para cada empresa em um espectro magnético limitado e já bastante ocupado por outros serviços, Tude avalia que os futuros leilões do 5G devem ter uma disputa acirrada entre as companhias, algo que não aconteceu no último leilão de 4G.

"Temos atualmente um modelo com quatro grandes teles competindo no mercado brasileiro que podem vir a se tornar apenas três dentro de um processo de consolidação que talvez aconteça. Não acredito em um futuro com menos operadoras que isso, então a disputa por banda de frequência no 5G será importante", completa o especialista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

No Windows, o botão direito sempre foi uma mão na roda para acessar menus e opções de configuração. No entanto, há diver...
22/01/2015

No Windows, o botão direito sempre foi uma mão na roda para acessar menus e opções de configuração. No entanto, há diversos atalhos que não são de conhecimento geral e que oferecem mais produtividade, especialmente para complementar a interface modif**ada que surgiu com o Windows 8.

Selecionamos quatro truques legais para explorar o botão direito do mouse. As dicas são para Windows 8 e 8.1, mas algumas funcionam também em versões anteriores do sistema.

Copie ou mova rápido

Ao arrastar um arquivo de uma pasta ou um drive para outro, o Windows move esse conteúdo. Mas, é possível fazer uma cópia ou até escolher só posteriormente a operação. Para isso, basta usar o botão direito do mouse para fazer a tarefa de arrastar e soltar. Surgirá um menu que permite a opção entre as operações de copiar, mover ou criar um atalho para os arquivos arrastados. Quem tem aplicativos de compactação que interagem com o Windows Explorer, como o 7-Zip (abr.ai/7-zip), pode ainda criar um arquivo comprimido com o conteúdo arrastado.

Controles com dois cliques

Um dos menus mais úteis do Windows f**a escondidinho. Basta clicar com o botão direito do mouse no canto inferior esquerdo da tela (ou no botão Iniciar, do Windows 8.1) para acessá-lo. Ele permite abrir rapidamente vários utilitários importantes do sistema. Entre eles estão o Painel de Controle, a linha de comando do sistema, os ajustes de energia e o gerenciador de tarefas do Windows. Esse menu também pode ser acessado pelo teclado, pressionando o botão Windows + X.

O poder do Shift

Quem copia e move arquivos com frequência certamente está sempre com o Windows Explorer aberto. Um truque pouco conhecido desse programa envolve a tecla Shift. Basta segurar essa tecla e clicar em um arquivo ou em uma pasta com o botão direito do mouse. Surgem novas opções no menu, além das normais do Windows Explorer. Ao clicar num arquivo, uma das opções diferentes é a Copiar Como Caminho. Ela não coloca na Área de Transferência o próprio arquivo, mas o atalho completo dele (por exemplo, “C:\Windows\write.exe”). É útil durante a configuração de aplicativos, para evitar a digitação de um atalho completo muito longo. Ao clicar com o botão direito numa área vazia do Windows Explorer, ao lado direito da janela, usando esse truque, também surge a opção Abrir Linha de Comando Aqui, que, como o nome indica, abre o utilitário de linha de comando naquela pasta mostrada no Explorer.

Recentes à mão

Precisa abrir um documento ou planilha recente? Não é necessário usar os menus do próprio aplicativo para isso. Basta clicar com o botão direito do mouse no ícone do programa na Barra de Tarefas do Windows. Praticamente todos os programas mostram os arquivos carregados recentemente, mas outros exibem atalhos úteis. O Chrome, por exemplo, lista os sites mais visitados. O Windows Explorer segue a mesma linha, exibindo as pastas mais acessadas.
Por Eric Costa

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