03/08/2026
O Gartner elegeu cibersegurança preemptiva como uma das principais tendências estratégicas de 2026 e projeta que, até 2030, metade dos gastos com segurança serão direcionados a capacidades preventivas. Produtos sem essa abordagem perderão relevância de mercado até 2029.
A mudança reflete uma virada na lógica operacional. Segurança deixou de ser resposta a incidentes e passou a ser camada estruturante da arquitetura, com detecção antecipada, modelagem de ameaças e capacidade de agir antes que o problema se materialize.
Para operações de tecnologia em escala, segurança entra no ciclo de desenvolvimento, na governança de dados e na definição de como os sistemas são construídos.