GESTEC - Gestão Estratégica em TI

GESTEC - Gestão Estratégica em TI Consultoria de Gestão Estratégica em TI

27/03/2021

Olá!

Esses últimos dias têm sido difíceis para milhões de brasileir@s. Me incluo entre esses milhões. Lilo Clareto, meu companheiro, amigo, pai da minha filha, Maria, 2 aninhos, e esposo está intubado, lutando pela vida. Viver isso é doloroso e não desejo a ninguém.

Lilo está internado em um hospital privado em São Paulo, porque no hospital que ele estava internado, em Altamira, aconteceu uma grave “intercorrência”. Nome bonito, né? Por conta desse nome bonito + o subfinanciamento crônico do SUS + o colapso do sistema de saúde pela negligência deliberada do governo Bolsonaro, nós (família, amig@s e colegas de profissão dele) decidimos lutar junto com o Lilo. Lutar em reza, preces, orações e ações. Foi feita uma vakinha rápida para transferir Lilo para um hospital com recursos capazes de salvar a vida dele. O objetivo, claro, foi garantir que ele tenha chances de vencer a covid-19 nesse país acometido por barbáries inacreditáveis. Graças a essa mobilização para salvar a vida do Lilo foi possível transferi-lo para o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.

Agora, nossa luta é também para pagar os custos do tratamento. Lilo é uma pessoa incrível, que me preenche com alegria e amor. Somos parceiros. Somos amor. Lilo é aquela pessoa que nos faz olhar o mundo com fé. E a fé, para mim, é andar pra frente. É lutar por dias melhores. É lutar pela vida de quem a gente ama. Esse movimento/mobilização de amor/fé pelo Lilo me fortalece para continuar acreditando que é possível, sim , construir a partir do agora, um futuro melhor para nossos filh@s e os filh@s dos nossos filh@s.

Por favor, não normalizem o que está acontecendo no Brasil. Lutemos por cada vida!

Sei que a situação econômica da maioria de nós não anda muito boa, mas quem puder compartilhar ou colaborar com a vakinha para bancar o tratamento do Lilo, segue o link da vakinha e também do site para a compra de belíssimas fotos do grande fotógrafo Lilo Clareto, que lutou por toda a sua vida pelos direitos humanos ao documentar as violências e violações que esmagam os mais frágeis. Agora, é Lilo que precisa de nós.

Daniela Silva, Altamira-xingu- Amazônia


Vakinha
https://www.google.com/amp/s/www.vakinha.com.br/vaquinha/respira-lilo/amp

Loja virtual
https://liloclareto.myshopify.com/

Instagram
https://www.instagram.com/galeriasolidariadefotografia/?hl=pt-br

21/03/2021

Lançamento da Coleção Lilo Clareto - 20 x 20 Galeria Solidária de Fotografia
Instagram
https://liloclareto.myshopify.com/

Respira, Lilo!
por Eliane Brum

Lilo Clareto respira com os olhos. E agora ele tem os olhos fechados. Em coma induzido para a intubação por covid-19, eu poderia pensar que ele parou de olhar o mundo de fora. Mas eu não acredito nisso. Os olhos de janela do Lilo estão olhando para os vastos mundos de dentro. O que você vê, Lilo? Eu quero perguntar porque o Lilo vê coisas que mais ninguém vê. Estamos há 20 anos juntos contando os Brasis, eu como repórter de texto, ele como repórter de fotos. Somos uma dupla, algo que quase não existe mais no jornalismo. Quando eu escrevo, são os meus olhos e os do Lilo. E eu quero acreditar que, quando ele fotografa, são os olhos dele mais os meus. Assim, desde a quarta-feira à noite, 17 de março, quando os olhos do Lilo foram fechados para que ele pudesse respirar com ajuda, eu ando pelos mundos, os de fora e os de dentro, meio cega, cambaleando, desacostumada a ter apenas um par de olhos para contar as histórias desse tempo.

Acordo de manhã, como agora, e grito. Em voz alta, mesmo. Liiiiiilo! Fico achando que ele escuta. E quero saber o que ele está vendo no seu sono induzido. É a primeira vez que ele não me conta. Ainda não me conta. Sempre achei que Lilo aprendeu a ver com dona Geraldinha, a mãe que se alfabetizou aos 92 anos porque não queria morrer cega das letras, a mulher de palavra cantada que pariu 16 crianças na roça de Passos, em Minas Gerais. Nenhum sofrimento, e eles foram muitos, deixou marca nos olhos de dona Geraldinha. Nem mesmo os sustos com as arteiragens de Lilo e Inês, os dois caçulas do balacobaco. Dona Geraldinha, como seu filho mais novo, tinha a pureza de quem a todo momento “renasce para a eterna novidade do mundo”. Dona Geraltinha deu ao Lilo olhos de primeira vez.

Nossa estreia juntos foi em 2001, em terra Yanomami. Ele já era um fotógrafo consagrado pelos anos todos em que trabalhou no Estadão. Entre suas tantas fotos notáveis está a de um menino vivendo nas ruas de São Paulo, um menino condenado pela nossa incapacidade de enxergar. A imagem capturada por Lilo mostra uma criança pequena, que desloca a chupeta da boca para dar uma tragada no cigarro. É brutal. Penso que só Lilo poderia ter capturado aquele instante. E, também daquela vez, Lilo sofreu com o que para sempre sofreria/ sofreríamos. O que denunciava provocava comoção social, discursos, mas a sociedade e o Estado logo se esqueciam. E as crianças do Brasil seguiriam morrendo antes de crescer.

Em 2001, nós dois trabalhávamos na revista Época. E assim nos descobrimos em território Yanomami, olhando desconfiados um para o outro. Depois de avião, helicóptero e voadeira, finalmente alcançamos a aldeia indígena ensopados de chuva amazônica já à noite. Nos ofereceram vermes assados na brasa das fogueiras e um espaço no lado de fora da bela casa coletiva. Só cabia uma rede, Lilo e eu dormimos com o pé de um na cara do outro. Choveu sobre nós a noite inteira e tiritávamos de frio. Ao amanhecer, despertamos com os gritos da equipe de saúde que acompanhávamos: “No chão, não! Segura por favor! Cospe aqui!”. Os profissionais precisavam coletar o primeiro catarro da manhã para teste de tuberculose, a doença levada pelos garimpeiros que dizimava – e ainda dizima – os indígenas. Nunca vimos tanto catarro na nossa vida. Com uma estreia dessa magnitude, ou nos amávamos para sempre ou nos odiávamos para sempre. Nunca mais nos separamos.

Três anos mais tarde, em 2004, fomos os primeiros jornalistas a alcançar a Terra do Meio, no Pará. E lá, no Riozinho, a terra das borboletas amarelas, não sabíamos mas fizemos uma promessa de nos amazonizarmos. Lilo e eu começamos a nos converter em floresta. Ou a voltar à terra. Passamos mais 13 anos itinerando pelos tantos Brasis e pelas tantas Amazônias, Lilo ao mesmo tempo dirigindo pela Transamazônica e dando broncas pelo telefone nos três filhos que teve com Lia, sua primeira mulher, dos quais tanto se orgulha: Bia, Fran e Gabi. Ele sempre foi um tremendo pai, inspirado pelo seu próprio, Antonio Clareto Costa, homem duro e reto, contador de histórias, todo ele esteios. Um dia liguei para o Lilo em São Paulo, onde ambos vivíamos: “Depois eu explico melhor. Mas preciso saber agora! T**a se mudar comigo para Altamira?”. Com seu habitual desassombro, Lilo só disse: “Librum, tou dentro”.

E estava. Desembarcamos na noite de 16 de agosto de 2017. E, não sei como, mas numa típica lilagem, na mesma noite Lilo já beijava Dani no trapiche de Altamira e ali se enraizava na comunidade, na floresta e na vida da mulher maravilhosa por quem se apaixonou. Maria, minha afilhada, hoje tem 2 anos. E já começou a lilar. Sim, Lilo se tornou verbo alguns anos antes. Como está o Lilo, me perguntam? Lilando. E as pessoas já entendem que ele está se movendo pelas ruas como se o mundo fosse bom e não tivesse pressa, parando para coletar uma muda de flor sem perceber que a 4X4 tirou fino, poetando nas esquinas, cantando seu assombroso repertório de MPB com a certeza inabalável do amor da plateia.

Tenho certeza que no leito da UTI do Hospital Regional Público da Transamazônica, o “Regional”, Lilo está dando um jeito de lilar no coma. Lila, Lilo! Lila. Ele possivelmente se contaminou com o novo coronavírus ao fotografar o ecocídio produzido pela Usina Hidrelétrica de Belo Monte na Volta Grande do Xingu. Não estava comigo nem era um trabalho nosso. Mas Lilo não teve os olhos fechados por uma tragédia, preciso dizer e sei que ele gostaria que eu dissesse. Lilo é vítima do genocídio produzido por Jair Messias Bolsonaro, ao deliberadamente agir para disseminar o vírus durante todo o primeiro ano da pandemia, chegando ao inominável de recusar o oferecimento de vacinas. Altamira, neste momento, como grande parte das cidades brasileiras, está em colapso. O último levantamento mostrou 17 pessoas em estado grave esperando por um leito na UTI do hospital. Estamos chegando a um ponto do horror em que cada brasileiro está ameaçado de perder alguém que ama, quando não a própria vida.

Nesses últimos dias descobri que existe algo em que Lilo é ainda melhor do que fotógrafo. Lilo é um gênio do amor. Seu talento inigualável é ser amado. Criamos a “Rede de Amigos do Lilão”, para garantir que Lilo possa ter o melhor cuidado possível e também para cuidar da família do Lilo enquanto ele não pode. A força dessa rede tem sido uma enormidade de amor atravessando o cotidiano de perversão imposto ao Brasil. Nossas mensagens com pedidos de apoio tem literalmente atravessado o mundo. Gente que nunca viu o Lilo já manda mensagens dizendo que o ama. “Quem é esse Lilo?”, me perguntava ontem um médico intensivista que resolveu ligar porque até de Paris ele tinha recebido uma ordem expressa para largar tudo imediatamente e cuidar de “um tal de Lilo”. O tal de Lilo precisava de um medicamento de ponta e uma distinta senhora de quase 80 anos, que nunca viu o Lilo nem fala português, conseguiu com seu médico em Chipre. Já era tarde, mas que feito! Tenho certeza que já tem alguém dizendo em alguma estação espacial: "Houston, we have a problem. Ops! Lilo has a problem.... Who the f**k is that Lailo, Loulo, Liiiilo?". Cristo pode não ser uma unanimidade, mas o Lilo é.

Acreditávamos que nos movíamos para salvar o Lilo. E descobrimos que nossa resistência pelo cuidado, pelo afeto, pela alegria de estarmos juntos lutando pela vida tem salvado a nós mesmos. Lilo fez mais uma lilagem e, das profundezas do coma induzido, está cuidando de todos nós. Junto com ele, estamos todos lilando nas águas de março. Essa galeria de fotos é gesto de amor dessa rede. Os olhos do Lilo ainda estão fechados, mas o que ele viu pode virar janela na sua casa em quarentena. Olhos de Lilo abrindo a sua parede de quarentena para mundos sem pandemia.

Fico enfileirando histórias, guardando causos na gaveta, louca para contar para o Lilo quando ele acordar. Ele vai ficar tão impossível... e por algumas semanas vai caminhar com doses extras de malemolência. Lilo, Lilo, Lilo. Abra os olhos. Não me deixe cega vagando pelos Brasis, seus olhos amputados de mim.


(20/3/2021)

16/04/2020

Hoje começamos nossa primeira ação para arrecadar cestas básicas e materiais de limpeza e higiene para o INSTITUTO PROJETO SONHAR http://www.projetosonhar.org. Estamos contando com a contribuição de R$ 55,00 de quem puder ajudar. E como forma de agradecimento, ao ajudar você adquire uma rifa que terá como prêmio um AUTÓGRAFO + FOTO (originais é claro), de ninguém menos que Joey Ramone. O sorteio será realizado no dia 19 de maio, dia em que Joey completaria 69 anos e o dia que encerraremos as doações. Participe! Atitude! Hey Ho Let’s Go!
CONTRIBUA ATRAVÉS DO LINK: https://www.rifatech.com/app/317350001.xhtml

17/06/2017

Conheça a startup de comércio online que tirou o publicitário Fernand Alphen do mercado depois de 30 anos de carreira.

19/11/2016

Para você empreender com sucesso nesse momento desafiador da economia e, principalmente, de profundas transformações nas relações de consumo, nos desejos, hábitos, comportamentos.

Cinco passos para tirar férias do seu e-mailA maioria de nós não consegue se desligar do e-mail durante as férias, mas e...
31/07/2013

Cinco passos para tirar férias do seu e-mail

A maioria de nós não consegue se desligar do e-mail durante as férias, mas existe uma maneira prática para fazer isso e relaxar durante seu tempo de descanso


A pesquisadora da Microsoft Danah Boyd é conhecia por tirar períodos “sabáticos” da sua caixa de e-mails durante as férias, e durante esse tempo todo os e-mails enviados a ela são redirecionados para a lixeira. Uma resposta automática pede para que o remetente reenvie o a mensagem após o período de folga. Assim, ela evita o castigo de quem passa um tempo ausente do escritório: uma caixa de entrada lotada de mensagens, das quais muitas já se tornaram irrelevantes.

Sempre que pergunto às pessoas se a atitude de Boyd seria útil para elas, a resposta é: “Eu seria demitido”.

Por isso, aqui vão cinco passos práticos para tirar férias do seu e-mail. Não é algo que você pode fazer todas as vezes que estiver fora do escritório, mas eu consegui fazê-lo duas vezes nos últimos dois anos e funcionou bem. Depois de tirar uma semana de férias, precisei lidar com apenas 20 e-mails (dos 400 recebidos). O responsável pela área de TI cuidou daqueles que necessitavam ação e fez um resumo sobre os outros.

Identifique um ajudante

Se você tem um assistente no trabalho, ótimo. Se não, identifique um colega de confiança para te ajudar, uma pessoa para quem você esteja disposto a prestar o mesmo tipo de ajuda no futuro. Se ela não for responsável pelo seu grupo de trabalho, certifique-se de que e-mails mais importantes cheguem à pessoa certa.

Separe seu e-mail pessoal do profissional

Se ainda não o fez, faça, e tenha certeza de ter um tempo razoável para avisar seus contatos para não enviar nada pessoal para o seu e-mail até o início de suas férias. Você não vai querer seu ajudante mexendo em mensagens pessoais.

Notifique os colegas

Isto é, tenha certeza de que eles saibam quem cuidará da sua caixa de entrada enquanto você estiver fora. E que eles entendam que não será você quem irá ler os e-mails. Eles saberão discernir se devem enviam aquele e-mail confidencial enquanto você estiver fora.

Crie regras

Quando criar a resposta automática avisando de sua ausência, crie também uma regra para o seu e-mail. No meu caso, além de encaminhar todas as mensagens para o meu ajudante, faço com que todos sejam arquivados em uma pasta chamada “Férias”, no caso de eu ter alguma dúvida quanto às informações passadas pelo ajudante. Ele também criou uma regra que movia todos os meus e-mails para uma pasta separada, para proteger o próprio inbox dele. No futuro, devo criar uma pasta compartilhada em vez de encaminhar as minhas mensagens.

Separe os e-mails por importância

Meu ajudante separou os e-mails baseados em seu conteúdo. Aqueles com prazo e que necessitavam ação, foram para uma pasta. Os importantes, mas não críticos (por exemplo, e-mails em cópia meramente informativos), foram para outra pasta.

Não há dúvidas de que utilizei um pouco da boa vontade das pessoas para que isso acontecesse, mas isso me permitiu ignorar completamente meu e-mail profissional durante uma viagem com minha família, sabendo que se algo muito importante acontecesse, eu receberia uma ligação do meu ajudante. Voltei ao trabalho totalmente renovado.

Houve outro benefício. Como sabemos, deixar alguém como responsável pelo trabalho não quer dizer que seus colegas irão entrar em contato com ele enquanto você estiver ausente. Este tipo de sabático garante que os e-mails importantes deles terão algum retorno.

Danah Boyd diz: “Eu não me preocupo em deixar os e-mails de lado, porque eu sei o quanto descansar é importante. Estar cansado é horrível. Quando estou assim, sou uma péssima funcionária, uma amiga horrível e uma pessoa de quem você não quer estar perto”.

É tudo verdade. O e-mail é um dos fatores mais estressantes da vida profissional moderna. Não podemos acatar os conselhos de Boyd para deletar todos os e-mails com um sorriso no rosto, mas podemos usar as dicas acima para conseguir relaxar, recarregar as energias e voltar ao trabalho de uma maneira menos impactante.

http://itweb.com.br/108342/cinco-passos-para-tirar-ferias-do-seu-e-mail/

Retrocesso: Alteração no Marco Civil volta a autorizar operadoras a baixar a velocidade das conexões que quiseremTexto a...
30/07/2013

Retrocesso: Alteração no Marco Civil volta a autorizar operadoras a baixar a velocidade das conexões que quiserem

Texto anterior proibia a prática de throttling seletivo; se o Legislativo aprovar o texto modificado, "as operadoras não só poderão vender pacotes de dados limitados como reduzir a velocidade assim que quiserem", e ainda "poderão limitar o acesso e velocidade a determinados serviços web, por exemplo, sites de torrents" – não que hoje não façam, mas aí haverá explícito amparo legal.

E o Marco Civil, que era visto por muitos como solução, a cada andamento vai tomando mais aparência de problema.

Via info.abril.com.br:

O Marco Civil da internet, um conjunto de regras para uso da web, ganhou um novo texto nesta semana. Um dos novos trechos autoriza as operadoras a diminuir a velocidade da banda larga dos usuários que ultrapassarem o limite do pacote de dados contratado. A informação é da Folha de S.Paulo.

O novo trecho traz uma grande mudança em relação ao que estava no texto anterior do Marco Civil, que tramitava entre os deputados e senadores. No texto antigo, as teles seriam proibidas de reduzir a velocidade da conexão do usuário em qualquer circunstância, por considerar que a redução afetava o princípio de “neutralidade da rede”.

(...) Ao mesmo tempo que desagrada os usuários de banda larga, o novo texto do Marco Civil deixa as operadoras mais felizes. Pois ele altera um dos trechos que mais incomodavam as teles.

As operadoras, desde o começo da discussão do Marco Civil, reclamavam que o conjunto de regras antigo tirava a autonomia delas para gerenciar a rede de internet no Brasil. Com o novo, elas alegam que podem ter mais controle e, assim, entregar mais qualidade.

http://br-linux.org/2013/01/retrocesso-alteracao-no-marco-civil-volta-a-autorizar-operadoras-a-baixar-a-velocidade-das-conexoes-que-quiserem.html

Texto anterior proibia a prática de throttling seletivo; se o Legislativo aprovar o texto modificado,

16/07/2013

Choque de Gerações

24/06/2013

Entendimento está em solução de consulta da Receita no Paraná e Santa Catarina

Comissão do Senado aprova isenção de impostos para startupsA Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e In...
29/05/2013

Comissão do Senado aprova isenção de impostos para startups

A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado Federal aprovou um projeto que concederá isenção de impostos federais a micro e pequenas empresas de tecnologia.

Para ser sancionada, a proposta precisa ser aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) para então seguir à votação na Câmara dos Deputados.

O texto aprovado propõe a criação do Sistema de Tratamento Especial a Novas Empresas de Tecnologia (Sistenet), destinado a startups com receita bruta trimestral de até 30 mil reais e que tenham, no máximo, quatro funcionários. As jovens companhias poderão ser beneficiadas pela isenção por até quatro anos, desde que não ultrapassem os rendimentos delimitados.

Durante o debate para a aprovação do projeto, o senador José Agripino (DEM-RN), autor da proposta, ressaltou as dificuldades encontradas pelos empreendedores para solidificar o projeto da companhia durante os primeiros anos. “Essas empresas iniciantes e inovadoras são fruto das iniciativas de jovens que transformam boas ideias em negócios lucrativos”, disse o político à Agência Senado.

http://info.abril.com.br/noticias/carreira/comissao-do-senado-aprova-isencao-de-impostos-para-startups-28052013-32.shl

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