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25/12/2016
31/05/2016

Conforme noticiário completo abaixo transcrito, o número de empreendedores tem aumentado muito nesse momento de crise. Não se esqueça de criar o comprovatório de suas receitas, através de movimentação bancária. Essa prática lhe dará condições de comprovação de renda, e consequentemente, obter empréstimos, caso necessário, no sistema financeiro. Venha falar com a gente e obter maiores detalhes. Boa leitura!

MEIs passaram a ter participação de 76 7% na composição de abertura de empresas nos primeiros três meses de 2016

Estadão Conteúdo

MEIs tiveram crescimento de 14,3% na comparação do primeiro trimestre de 2016 com igual período do ano passado
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MEIs tiveram crescimento de 14,3% na comparação do primeiro trimestre de 2016 com igual período do ano passado

O número de novas empresas no País cresceu 6,4% no primeiro trimestre de 2016 em relação a igual período do ano anterior, puxado pelo avanço de registros de microempreendedores individuais (MEIs). Em relação ao quarto trimestre de 2015, a alta foi de 16,0%. O levantamento foi feito pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), com base em dados da Receita Federal.

De acordo com a pesquisa, os registros de MEIs continuam com papel de destaque. Na comparação do primeiro trimestre de 2016 com igual período do ano passado, esse tipo de empresa aumentou 14,3%. Na mesma base, as microempresas e as demais formas jurídicas diminuíram 10,4% e 19,6%, respectivamente.

Com este avanço das MEIs, elas passaram a ter participação de 76 7% na composição de abertura de empresas nos primeiros três meses deste ano, aumento de 5,4 pontos porcentuais em relação ao primeiro trimestre de 2015. As microempresas passaram de 9,3% para 7,1%, enquanto de outras composições jurídicas encolheram de 19,3% para 16,3%.

Para o economista-chefe da Boa Vista SCPC, Flávio Calife, o movimento de aumento de registro de MEIs está associado ao crescimento do desemprego. "Trabalhamos com a hipótese que boa parte das pessoas que perderam emprego pode ter migrado para a tentativa de um negócio próprio, principalmente no setor de serviços, como é comum no Brasil. A novidade é que há mais incentivos para a formalização", disse.

Na opinião de Calife, uma possível mudança de política econômica num eventual novo governo pode ter reflexos no aumento do registro de MEIs. "Se houver alguma sinalização de mudança, os empresários podem segurar as demissões e veremos uma diminuição no volume de novas MEIs, mas esta é uma hipótese que teremos de acompanhar, já que o cenário ainda é incerto", disse.

Setores

Quando analisada a composição das novas empresas por setores, a pesquisa mostra que apenas serviços registraram avanço considerável. No primeiro trimestre de 2015, este setor correspondia a 54,0%. Agora, o volume atingiu 56,9%.

O setor de comércio recuou de 35,5% para 32,5%, a indústria passou de 9,9% para 10,2% e o setor rural cedeu de 0,6% para 0 4%.

27/05/2016

A dica de hoje é o cuidado com as nossas crianças! Seguem algumas dicas para controlar o consumo infantil. Boa leitura! Se gostarem, compartilhem com sua rede de contatos no facebook.

Consumismo Infantil

Qualquer pessoa que conviva com uma criança, nos dias de hoje, consegue observar o comportamento consumista já presente nelas. São pequenos grandes consumidores de várias categorias de produtos: brinquedos, roupas, viagens. Como obviamente não dispõem de renda própria, acabam adquirindo todos esses produtos com a renda de seus pais ou outros familiares.
Estimuladas pela propaganda que as alcança das mais diversas formas, as crianças sabem quais produtos e marcas querem ter. Basta assistir a programação de algum dos canais voltados ao público infantil para presenciar o bombardeio de publicidade que os estimula a consumir os mais diversos lançamentos da indústria do brinquedo e do entretenimento. Em datas especiais, como o Dia das Crianças, o intervalo comercial nos canais infantis ocupa boa parte da programação.
A educadora Cássia D' Aquino, autora do recém-lançado livro Como falar de dinheiro com seu filho (Editora Saraiva) afirma em um de seus inúmeros artigos sobre o tema: "As crianças brasileiras são as que passam mais tempo diante da televisão no mundo, de acordo com pesquisa da Eurodata TV Wordlwide, divulgada há alguns anos. Enquanto uma criança brasileira permanece 3 horas e 31 minutos por dia diante da televisão, as alemãs não ficam mais que uma hora e meia em frente ao televisor. E observem que na Alemanha 95% das casas possui acesso à TV a cabo e contam com ampla oferta de canais gratuitos. E lá, como aqui, a maioria dos pais e mães trabalha fora de casa. O que, convenhamos, desmoraliza a ideia de que seja inevitável contar com a babá eletrônica como sócia na educação das crias, a fim de driblar os efeitos da dupla jornada".
Caberia aos pais dar uma freada nesse comportamento, porém, muitos deles acabam por estimular ainda mais o consumo, por diversas razões. Muitos pais que não tiveram uma infância cercada de bens materiais acham justo que os filhos não tenham as mesmas privações que eles. Outros pais acreditam que o bem estar material pode compensar a falta de tempo para estar com seus filhos, afinal de contas, o sucesso profissional exige uma dedicação muito grande e este mesmo sucesso é o que irá garantir a qualidade de vida da família. Será que esse é o único caminho?
Dicas para um consumo mais consciente
Para ajudar os pais na tarefa de estimular nos filhos um consumo mais consciente, listamos algumas dicas:
• Estabeleça um calendário com as datas comemorativas que poderão significar presentes. Aniversário, Dia das Crianças e Natal já permitem uma boa quantidade de presentes.
• Desenvolva atividades e brincadeiras com seus filhos independentes de brinquedos industrializados. É importante que eles saibam que é possível se divertir sem a necessidade de usar o último lançamento da indústria de brinquedos. As crianças podem gostar bastante de brincar como seus pais brincavam.
• Diversifique os passeios com seus filhos. Muitas famílias acabam tendo como destino principal para os momentos de lazer os shopping centers. A criança acaba ligando o prazer de estar com a família ao prazer de comprar. Isto pode ser muito perigoso!
• Incentive a doação de brinquedos após datas comemorativas. É importante mostrar que um brinquedo que não desperta mais interesse pode trazer a alegria para outras crianças. É fundamental que a criança participe da seleção e da entrega das doações. Brinquedos em péssimo estado devem ser descartados.
• Trabalhe com as crianças a diferença entre querer e precisar. Todos nós, inclusive os adultos, temos desejos praticamente ilimitados. Mas, é preciso primeiro cuidar daquilo que efetivamente precisamos para viver.
• Estimule a pesquisa de preços. É importante comparar o valor de um produto. A internet pode ajudar bastante nessa tarefa.
• Quando os filhos já têm sua renda (mesada), vincule as compras supérfluas aos valores economizados. Isso poderá ajudá-lo a frear o consumo.
• Não se esqueça de dar o exemplo. As crianças espelham-se nos adultos. Pais consumistas podem influenciar os hábitos de consumo dos filhos.

Ao cuidar da educação financeira de nossos filhos estamos agindo para gerar resultados positivos no presente e no futuro. No presente, pois teremos filhos mais conscientes de seu consumo, e isso, consequentemente, irá impactar positivamente a vida financeira familiar. E também, no futuro, já que ao possuir hábitos financeiros saudáveis, será mais fácil para eles atingirem seus objetivos.
Texto escrito por Carlos Eduardo Freitas Costa é graduado em Ciências Econômicas pela Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pós-graduado em Administração Mercadológica pela CEPEDERH/UNA e em Finanças Empresarias pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e mestre em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).

E adaptado, em alguns casos por Nilson de Lima Barboza é graduado em Ciências Contábies pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), pós-graduado em Controladoria pela Fundação Escola e Comércio Álvares Penteado (FECAP), detendor do título de Master Business Administration (MBA) em Finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC - INSPER). Atua como auditor e consultor financeiro para empresas de pequeno, médio e grande porte, nacionais e internacionais dos mais variáveis ramos de atividades, com ênfase no setor financeiro.

24/05/2016

Orçamento – Uma tarefa necessária

A maioria das pessoas que sofre as consequências da desorganização financeira gostaria de modificar essa realidade. Mas muitas das vezes não sabem por onde começar e acabam por desistir. E, com isso, não conseguem mudar a respectiva realidade. Embora, um excelente resultado pudesse ser alcançado com a elaboração de um orçamento doméstico e a aplicação deste no dia a dia. Mas, como isso pode ser alcançado?

Registro das informações
O primeiro é conhecer, para poder analisar. A primeira coisa a ser feita é criar uma forma de registrar os valores das principais despesas incorridas e dos ganhos/receitas auferidas. Assim, um caderno e uma caneta irão ajudá-lo bastante. Nele, você deverá anotar, de forma simples, o dia, a despesa e o valor gasto. Chegando da padaria, por exemplo, deve-se ir ao caderno e registrar o que foi gasto lá. Em forma de tabela, uma coluna deve representar o dia (anote dia 15, por exemplo), outra deve descrever a despesa (padaria) e, na última, o valor gasto (R$ 10). Cada despesa feita deverá ser registrada em uma linha. Toda despesa deve ser anotada. Dessa forma, uma rotina para esse registro deve ser criada. Tornar hábito, por exemplo, de registrar todas as despesas do dia, ao se chegar a casa depois do trabalho, guardando na carteira as notinhas de todos os gastos feitos no dia. Anotar somente os valores não é uma boa, pois depois não será fácil recordar qual despesa originou cada um daqueles valores, dificultando a tomada de decisão de qual despesa cortar ou reduzir.
Ao mesmo tempo, você deve encontrar um local organizado para guardar e arquivar aquelas contas pagas no período. Uma pequena pasta cumprirá essa finalidade. Nela, cada conta deverá ser guardada junto com os outros comprovantes da mesma despesa. Por exemplo, as contas de luz devem ser guardadas juntas, como também devem ficar juntas às de telefone celular. Com isso, conseguimos consultar algumas delas, em caso de necessidade, além de termos também uma prova de pagamento em caso de alguma cobrança indevida.
Da mesma forma, também é importante anotar os valores dos nossos ganhos. Para aqueles que têm somente um emprego, é uma tarefa fácil. Basta ter em mãos o contracheque e verificar o valor líquido. Mas, para aqueles que têm uma atividade complementar, é importante o registro de cada ganho. Quem tem renda variável deve ter mais cuidado ainda: deve observar qual é a média do seu rendimento e também os meses de maior e menor ganho.
Análise das anotações
O final do mês é o momento de organizar as anotações feitas durante o mês. Devem ser classificadas e agrupadas as despesas comuns: somar todos os gastos feitos no mês com farmácia, supermercado, por exemplo, e todos os gastos com açougue, transporte, diversão, educação, juros pagos ao Banco e, assim, também, com as demais despesas, além de somar também todos os ganhos. Com isso, você terá levantado os valores que irão alimentar seu orçamento.
Para muitos especialistas, a grande armadilha de um orçamento é a falsa esperança de que ele seja a garantia da transformação de nossa vida financeira. Um orçamento doméstico nada mais é do que um pedaço de papel ou uma planilha eletrônica preenchida por pessoas. Ele aceita qualquer informação. Só teremos condições de reduzir uma despesa ou eliminar um gasto desnecessário se soubermos o quanto estamos gastando.
Podemos falar que iremos gastar X ou Y com aquela despesa, mas é, no dia a dia, que devemos garantir que aquilo que planejamos se transforme em realidade. Caso você se planejou gastar determinado valor no supermercado, é, na hora de fazer as compras, que se deve garantir que esse valor seja respeitado. Então, existe alguma forma de se controlar as despesas conforme o orçamento feito?
Uma forma simples de visualizar o que estamos falando é o seguinte exemplo: Nesse exemplo usaremos uma caixa e vários envelopes. Ao receber o salário do mês, imagina que o dividiremos em diversos envelopes. Cada envelope deve ter um destino específico: um será o dinheiro para as despesas com supermercado, um para o açougue, um para a empregada, um para a energia, um para a padaria, além de diversos outros. Assim, administraremos o dinheiro ao longo do mês. Se um envelope estiver quase vazio, é hora de pisar no freio nessa despesa. Se, em algum desses, houver alguma sobra, este pode ser utilizado para outra finalidade e até mesmo para alimentar as economias.
Portanto, em se tratando de orçamento, o mais importante é a constância de elaboração e a disciplina do cumprimento das metas, embora o exemplo da caixa e do envelope seja simbólico, ele exemplifica bem o conceito.
Texto escrito por Carlos Eduardo Freitas Costa é graduado em Ciências Econômicas pela Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pós-graduado em Administração Mercadológica pela CEPEDERH/UNA e em Finanças Empresarias pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e mestre em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).

E adaptado, em alguns casos por Nilson de Lima Barboza é graduado em Ciências Contábies pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), pós-graduado em Controladoria pela Fundação Escola e Comércio Álvares Penteado (FECAP), detendor do título de Master Business Administration (MBA) em Finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC - INSPER). Atua como auditor e consultor financeiro para empresas de pequeno, médio e grande porte, nacionais e internacionais dos mais variáveis ramos de atividades, com ênfase no setor financeiro.

11/05/2016

Só em abril os Serviços de Proteção ao Crédito receberam 500 mil novos consumidores devedores e negativados. O contingente de inadimplentes agora env

Consumo ConscienteEstamos vivendo em uma sociedade que se caracteriza pelo incentivo ao consumo. A todo momento somos bo...
01/05/2016

Consumo Consciente

Estamos vivendo em uma sociedade que se caracteriza pelo incentivo ao consumo. A todo momento somos bombardeados por mensagens publicitárias que divulgam produtos e serviços capazes de transformar nossas vidas. Consumindo estes produtos ou serviços, podemos garantir mais qualidade de vida para nós e nossas famílias. Muitas pessoas acabam sacrificando sua vida financeira em busca desta felicidade prometida. Muitas vezes, o consumo acaba não trazendo a felicidade esperada, mas sim o desequilíbrio financeiro.

Para evitar esse desequilíbrio e todas as suas consequências negativas como o endividamento, devemos refletir bastante antes de qualquer decisão de consumo. Antes de qualquer compra maior, devemos procurar responder a três perguntas.

A primeira pergunta

A primeira pergunta é se precisamos mesmo daquele produto. Estamos em busca de algo que necessitamos realmente ou por alguma outra influência externa. Será que a motivação para comprar é a opinião de algum parente, amigo ou colega de trabalho? O produto pode se adequar à realidade destas pessoas, mas pode ser totalmente desnecessário para nossos interesses e objetivos. Se seguirmos uma motivação passageira, o arrependimento pode vir rápido. Muitos conhecem a história de alguém que comprou uma esteira de corridas pensando em aproveitá-la como nas propagandas, mas que logo a transformou em um cabide de roupas. Se não temos certeza da necessidade daquele produto ou serviço, não devemos gastar dinheiro em seu consumo.

A segunda pergunta

Mesmo tendo certeza da importância de um produto ou serviço e tendo clareza de todos os benefícios que trará para a nossa vida ou de nossa família, devemos responder uma segunda pergunta. Temos dinheiro para comprar este produto ou serviço? Se não temos, grande parte dos especialistas diria que a única alternativa existente seria o planejamento da compra. Começar a economizar os recursos necessários e assim que tivermos disponível o valor, a compra poderá ser feita.

Hoje, estão disponíveis diversas alternativas de crédito. Com o crédito ofertado, pode-se consumir um produto ou serviço mesmo sem se ter todo o volume de recursos necessários. Primeiro é preciso conhecer as condições do crédito oferecido. A taxa de juros cobrada está dentro da média do mercado? Depois, é necessário verificar se o nosso orçamento comporta as parcelas do financiamento e do aumento das despesas que podem acontecer com o uso do produto. Por exemplo, ao comprar um carro, nosso orçamento mensal deverá prever uma série de novas despesas, como combustível, seguro, impostos e manutenção. Se o impacto dentro do orçamento estiver dentro das nossas possibilidades financeiras, podemos recorrer a um crédito para garantir o consumo de um bem ou serviço que trará qualidade de vida.

Terceira pergunta
Mesmo sabendo que o produto a ser consumido é necessário e que está dentro do nosso orçamento, é preciso responder a outra pergunta antes da sua compra. É o melhor momento para seu consumo? Por exemplo, mesmo que esteja com dinheiro na mão, por conta do recebimento do 13º salário, não se empolgue e compre muito nas semanas que antecedem as festas de Natal. Certamente se deixar para comprar em Janeiro, com as famosas liquidações pósfestas, poderá economizar bastante.

Hoje, a tecnologia nos permite fazer uma comparação de preços entre diversas lojas com um simples clique em um site de busca especializado. Não há necessidade de se fazer uma compra na primeira loja visitada.
Respondendo a estas três perguntas, daremos mais qualidade ao nosso consumo. E o consumo consciente é um aliado importante da nossa vida financeira e uma chave capaz de abrir as portas para a conquista de nossos sonhos.

Texto escrito por Carlos Eduardo Freitas Costa é graduado em Ciências Econômicas pela Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pós-graduado em Administração Mercadológica pela CEPEDERH/UNA e em Finanças Empresarias pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e mestre em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).

E adaptado, em alguns casos por Nilson de Lima Barboza é graduado em Ciências Contábies pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), pós-graduado em Controladoria pela Fundação Escola e Comércio Álvares Penteado (FECAP), detendor do título de Master Business Administration (MBA) em Finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC - INSPER). Atua como auditor e consultor financeiro para empresas de pequeno, médio e grande porte, nacionais e internacionais dos mais variáveis ramos de atividades, com ênfase no setor financeiro.

01/05/2016

A partir de hoje, de forma a deixar a nossa página mais interativa e prestar um serviço social de esclarecimento e considerações importantes para as finanças pessoais, passaremos a publicar alguns artigos para leitura e reflexão dos nossos amigos e seguidores. Caso gostem e acreditem que tais artigos são esclarecedores e queiram compartilhá-los com seus amigos e colegas, fiquem a vontade. O mais importante é que os mesmos possam, de alguma forma, contribuir para o melhor controle de suas finanças pessoais! Vamos lá, boa leitura!

30/04/2016

Você que se vê "fora" do sistema financeiro por possuir restrições, venha conhecer a Servband/JBcred que faça desse relacionamento uma parceria duradora. Temos clientes que já estão na 20 operação e veêm na JBCred, um "porto seguro" onde sempre que precisam, podem procurar. Mantenha suas prestações em dia e tenha certeza da renovação da operação.

30/04/2016

Amigos, seguem a lista das informações básicas que precisaremos para analisar o seu crédito:

(*) a pessoa precisa ter carteira assinada a pelo menos 1 ano;
(**) analisamos o crédito mesmo que a pessoa tenha alguma restrição (Serasa/SPC);

(1) Holeritte dos 3 últimos meses;
(2) Extrato da conta-corrente onde recebe seus proventos, dos últimos 3 meses, extraídos do caixa-eletrônico;
(3) CPF;
(4) RG;
(5) Cópia da carteira profissional (parte da identificação da pessoa e do registro do empregador atual);
(6) 3 referências pessoais (nome e telefone) e
(7) Comprovante de endereço atualizado.

O valor do empréstimo levará em conta o valor atual de seu salário, deduzidos de eventuais dívidas que já tenham sido assumidas no mercado financeiro. O pagamento será efetuado na modalidade DEBITO EM CONTA, em 8 vezes.

30/04/2016

Mesmo você que está distante da nossa loja de Guainazes - Lajeado ou de nossa próxima loja de Monte-Mor, mais esteja precisando de crédito, pedimos-lhe a gentileza de nos contatar que daremos todas as instruções de como nos encaminhar, por e-mail, as informações que precisamos para encaminhar a sua proposta. Estaremos a sua espera no telefone: (11) 2512-2610 ou através do e-mail: [email protected]...

Endereço

Rua João Da Silva Aguiar, 331 Lajeado Guaianases
São Paulo, SP
08452-250

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Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
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Sexta-feira 09:00 - 18:00
Sábado 09:00 - 13:00

Telefone

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