Jhon Freitas

Jhon Freitas 🥇Embaixador
📈Sócio BigDream |
💰40

15/09/2026

Terminou agora a sessão da plenária do STF, para decidir se o Alexandre de Moraes será investigado. Fiz um resumo. O que vc acha que vai acontecer?

14/09/2026

Hoje participei de um evento do Esfera Brasil e acompanhei um painel com André Esteves, chairman do BTG Pactual e, na minha opinião, um dos maiores banqueiros do Brasil.

A visão dele para o país me chamou atenção pelo otimismo.

Sobre a eleição presidencial, André acredita que teremos uma disputa extremamente apertada: algo próximo de 49% a 51%, podendo pender tanto para Lula quanto para Flávio Bolsonaro.

Mas o ponto mais interessante veio depois.

Na visão dele, independentemente de quem vencer a eleição, o Brasil começa a ganhar velocidade para decolar.

A lógica é econômica: com a expectativa de queda dos juros, o custo do dinheiro diminui, o crédito volta a circular, investimentos são destravados e a atividade econômica tende a ganhar força.

Ele também chamou atenção para a resiliência do mercado brasileiro. Mesmo diante de um mês carregado de notícias e incertezas, a Bolsa praticamente não sentiu grandes impactos.

É uma visão bastante otimista.

E é justamente aí que f**a minha dúvida.

Quando olhamos para o outro lado da equação, encontramos um Brasil com enorme pressão fiscal, crescimento dos gastos públicos e, até agora, poucas respostas convincentes sobre como equilibrar as contas no longo prazo.

Juros podem cair. A economia pode acelerar. O mercado pode antecipar um novo ciclo.

Mas a pergunta é: conseguimos decolar sem resolver o problema fiscal?

André Esteves acredita que o Brasil está entrando em um novo ciclo de crescimento.

Quero saber a sua opinião:

O Brasil está realmente pronto para decolar ou estamos sendo otimistas demais?

08/09/2026

No Brasil, política é tratada como time de futebol: escolhe-se um lado e passa-se a defendê-lo a qualquer custo.

E isso diz muito sobre a forma como o brasileiro pensa e toma decisões em todas as áreas, inclusive nos negócios.

07/09/2026

Todo ditador tem seus dias contados. Ou é traído por pessoas próximas a sua volta, ou, tem um povo que se rebela, pode demorar, mas uma hora a conta chega. Eu acredito que em meio a tantas notícias ruins, a balança da justiça voltará a brilhar no Brasil 🇧🇷

04/09/2026

É o poste mijando no cachorro 😂

Festival de interlagos, acelerando nas pistas com super carros. Dia 1: 911, M4 e Corvette. Dia 2: Ferrari e McLaren 🏎️Ob...
29/08/2026

Festival de interlagos, acelerando nas pistas com super carros. Dia 1: 911, M4 e Corvette. Dia 2: Ferrari e McLaren 🏎️

Obrigado pela experiência Rogério Teixeira Bizerra NANI SOUND OFICIAL 🙌🏼

Ps. Na minha volta rápida com a Portofino, eu vi 240 km/h, mas o instrutor disse que cravei 270 km/h, por isso as pernas desceram bambas 😂😂 talvez foi apoio emocional kkkkkkkk

Quem sabe corrida, não vira meu novo hobbie… já que a Nancy Serapião e o André Celeghin me fizeram tirar minha CNH hehehe

19/08/2026

“Nunca esqueçam o que acontece quando uma empresa para de inovar” - Mark Zuckerberg. Esse é o fundamento por trás da placa da Meta, que no verso ainda permanece a logo da Sun Microsystems, que na bolha da internet era líder de mercado, inclusive, sendo a empresa que criou o “JAVA”, linguagem de programação usada universalmente. Parafraseando, difícil não é chegar no topo, mas permanecer. Oq vc acha? 👇🏼👇🏼👇🏼

18/08/2026

A discussão sobre IA não é mais sobre o futuro. Já está acontecendo.

A IKEA automatizou parte relevante do atendimento ao cliente com IA e, em vez de simplesmente cortar milhares de pessoas, decidiu retreinar funcionários para funções onde o humano ainda conseguia gerar mais valor, como consultoria e design de interiores.

E é aqui que está o ponto que mais me chamou atenção.

A IA não serviu apenas para reduzir custo. Ela abriu espaço para a empresa colocar pessoas em atividades que poderiam gerar novas receitas.

A Klarna seguiu um caminho diferente e ficou conhecida por reduzir fortemente sua operação de atendimento com o avanço da IA.

São duas formas diferentes de enxergar a mesma transformação.

Mas existe uma pergunta que, para mim, ainda não tem resposta:

Estamos entrando em uma era onde a IA vai assumir os trabalhos operacionais e os humanos vão migrar para funções mais qualif**adas?

Ou isso é apenas uma fase?

Porque hoje podemos dizer que criatividade, estratégia, relacionamento e capacidade de tomar decisões complexas ainda precisam muito do humano.

Mas e quando a IA também fizer isso melhor do que nós?

Talvez a maior oportunidade dos próximos anos seja entender onde o humano ainda é indispensável e como usar a IA para multiplicar sua capacidade.

Porque uma coisa já ficou clara:

não é mais humano contra máquina. É humano + máquina contra quem ainda não entendeu essa mudança.

Na sua opinião, a IA vai criar mais oportunidades ou, com o tempo, substituir a maioria das funções que conhecemos hoje?

Quero ler sua opinião nos comentários.

18/08/2026

A Inteligência Artificial não vai mudar o mundo. Ela já está mudando. E os humanoides serão o próximo grande salto.

Nos próximos anos, veremos máquinas assumindo tarefas que hoje dependem de milhares ou milhões de pessoas. Trabalhos repetitivos, operacionais e até intelectuais serão automatizados. Empresas produzirão mais, em menos tempo, com menos intervenção humana.

E isso levanta uma pergunta desconfortável: qual será o papel do ser humano nesse novo mundo?

Existe, sim, um lado preocupante. Quanto mais poder entregamos a softwares e máquinas autônomas, mais precisamos discutir segurança, controle e limites. Um mundo povoado por robôs controlados por sistemas de IA deixa de ser roteiro de ficção científ**a e passa a exigir responsabilidade real.

Mas existe outro lado dessa história.

Na Revolução Industrial, máquinas também foram vistas como uma ameaça aos trabalhadores. Profissões desapareceram, outras nasceram e a produtividade transformou a economia e a sociedade.

Agora estamos entrando em uma nova revolução.

IA + robótica + humanoides vão eliminar funções, mas também criar mercados, empresas e profissões que hoje talvez nem tenham nome.

Por isso, acredito que a maior transformação precisa acontecer na educação.

Não podemos continuar preparando nossos filhos apenas para executar tarefas que uma máquina fará melhor. Precisamos ensiná-los a pensar, criar, questionar, resolver problemas, tomar decisões e aprender continuamente.

O mesmo vale para o empreendedor.

Enquanto alguns olharão para a IA pensando: “isso vai acabar com o meu negócio”, outros perguntarão: “que negócio posso construir com isso?”

Toda grande transformação tecnológica destrói modelos antigos e cria novas oportunidades.

O futuro é incerto. Mas uma coisa já é certa:

IA e humanoides não são mais ficção científ**a. São realidade.

E talvez a grande vantagem competitiva do futuro não seja saber mais.

Será aprender mais rápido, se adaptar e enxergar oportunidade onde todo mundo só consegue enxergar ameaça.

17/08/2026

[LEIA A LEGENDA] O motoboy vai ser substituído por isso? 🤖📦

Esse é o Coco, um robô de entrega que já circula pelas ruas dos EUA levando comida e produtos até a casa dos clientes.

E ele representa algo muito maior: o mundo já se tornou híbrido.

Inteligência artificial deixou de existir apenas dentro do computador. Agora ela dirige carros, opera máquinas, conversa com clientes e começa a ganhar corpo através da robótica.

A Coco Robotics, fundada em 2020, já realizou mais de 500 mil entregas e levantou mais de US$ 110 milhões desde sua criação. Entre os investidores estão Sam Altman, Max Altman, Founders Fund, Pelion, SNR, Offline Ventures e Ryan Graves, ex-executivo da Uber. Só um dos anúncios de financiamento, em 2025, envolveu US$ 80 milhões.

E existe uma razão para tanto dinheiro entrando nesse setor.

Estimativas variam conforme a definição do mercado, mas uma projeção coloca os robôs de entrega saindo de cerca de US$ 800 milhões em 2025 para US$ 3,2 bilhões em 2030, crescimento médio de 32,4% ao ano.

O impacto econômico pode ser gigantesco.

Na entrega tradicional, mão de obra pode representar aproximadamente 75% do custo da operação. Com robôs autônomos, essa participação pode cair para 20%–25%.

Isso signif**a entregas potencialmente mais baratas, operação 24/7, menos dependência de mão de obra, eletrif**ação da última milha e uma transformação profunda do mercado de trabalho.

Vai acabar o motoboy amanhã? Não.

Mas o trabalho repetitivo de simplesmente transportar algo do ponto A ao ponto B está entrando na mira da automação.

Waymo está fazendo isso com carros.
Robôs estão fazendo isso nas calçadas.
IA está fazendo isso no trabalho intelectual.

IA + robótica + veículos autônomos estão transformando software em mão de obra.

A próxima grande revolução não será apenas digital.

Ela vai andar pelas nossas ruas. 🤖🌎

E a pergunta não é mais se algumas profissões serão transformadas.

É quão rápido isso vai acontecer.

Endereço

São Paulo, SP

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