Presence Tecnologia e Aplicativos

Presence Tecnologia e Aplicativos Empresa de desenvolvimento de software e sistemas ERP de Gestão Empresarial. A história da Presence tem mais de duas décadas.

No início de sua trajetória, a corporação notou que as empresas deveriam transformar suas informações em vantagem competitiva, gerenciando-as através da tecnologia. Com este foco, a Presence elaborou uma SOLUÇÃO DE INTELIGÊNCIA que oferece automação comercial e sistemas de gestão completa para lojas de diferentes segmentos. Em constante crescimento, a Presence destaca-se frente aos concorrentes e

investe intensamente em pesquisa, desenvolvimento, tecnologia e capital humano. Hoje, seu compromisso está em capacitar empresas a atingirem o máximo POTENCIAL DE GESTÃO através de uma SOLUÇÃO DE NEGÓCIO inteligente e diferenciada.

20/01/2026

A próxima fronteira da experiência não é toque. É gesto.

Na NRF, uma das interações mais interessantes veio do uso de vídeo com leitura gestual em tempo real. O cliente não toca na tela, não digita nada e não navega por menus. Ele simplesmente se posiciona, faz um gesto simples e o sistema entende a intenção.

A partir daí, a tecnologia começa a trabalhar. Reconhece estilo, analisa o que a pessoa está vestindo, cruza referências visuais e devolve recomendações coerentes com aquele perfil. Não é um vendedor digital genérico. É uma curadoria automatizada baseada em contexto.

O mais relevante não é o efeito visual. É o fluxo. Interação, recomendação e entrega de informação acontecem sem fricção. No final, o cliente ainda recebe um resumo com as sugestões alinhadas ao estilo identificado, algo que pode seguir com ele depois da visita à loja.

Para o varejo, isso abre um caminho poderoso. Atendimento escalável, experiência personalizada e dados estruturados sobre preferências reais. Tudo sem exigir treinamento complexo da equipe ou esforço adicional do consumidor.

A loja física começa a aprender olhando. Quem entender como usar esse tipo de interação vai transformar curiosidade em engajamento e engajamento em inteligência comercial.

20/01/2026

O checkout invisível já começou a redesenhar a operação de loja.

Na NRF, ficou muito claro como integração deixou de ser discurso e virou prática. O processo acontece quase sem o cliente perceber. Um papel entra em cena apenas como apoio, a leitura do código acontece, a recomendação aparece no sistema e a venda já nasce contextualizada.

O ponto central não é o POS. É a orquestração. Atendimento, recomendação de produto, operação de venda e envio de recibo acontecem dentro do mesmo fluxo. Sem quebra. Sem retrabalho. Sem dependência de múltiplos sistemas desconectados.

Quando a recomendação de gift já aparece no momento do checkout, o varejo deixa de ser reativo e passa a ser orientado por dados em tempo real. A venda não é só concluída. Ela é potencializada ali, no último metro da jornada.

Do ponto de vista de gestão, isso significa mais conversão, mais ticket médio e menos fricção operacional. Tudo registrado, integrado e disponível para análise imediata.

O varejo do futuro não é só rápido. Ele é conectado. Quem ainda trata checkout como um fim de processo vai perder a chance de transformá-lo em um dos pontos mais estratégicos da operação.

19/01/2026

A vitrine deixou de ser cenário. Ela virou mídia.

Na NRF, ficou impossível ignorar o protagonismo das vitrines digitais. Não como tela bonita, mas como ponto ativo de interação entre marca, produto e consumidor, mesmo quando a loja está fechada.

As vitrines transparentes levam isso a outro nível. O produto continua lá, físico, real, visível. Ao mesmo tempo, camadas digitais entram em cena com informações, variações, atributos, campanhas e chamadas dinâmicas. O cliente não olha mais a vitrine. Ele interage com ela.

Isso muda a lógica do varejo físico. A vitrine deixa de ser estática, passa a se adaptar ao horário, ao público, ao contexto e até ao estoque. É comunicação em tempo real aplicada ao ponto mais nobre da loja.

Do ponto de vista de gestão, o ganho é claro. Uma única estrutura concentra exposição de produto, storytelling, campanhas e te**es de comunicação. Sem trocar layout físico, sem refazer cenografia, sem depender de ciclos longos de produção.

O varejo que se destaca não é o que tem a vitrine mais bonita. É o que usa a vitrine como extensão da estratégia comercial. Quem continuar tratando vitrine como decoração vai competir com quem já entendeu que ela virou canal de conversão.

19/01/2026

Mais algumas novidades bem legais que trouxe da NRF e ficou evidente que algumas das chamadas “novidades” já não são mais futuras. Elas estão operando, entregando eficiência e resolvendo problemas básicos da operação. E isso diz muito sobre o estágio de maturidade que estamos entrando.

Robôs de limpeza autônomos são um bom exemplo. Eles percorrem áreas enormes, operam com água e controle de percurso, funcionam por horas e já fazem parte da rotina de aeroportos e grandes espaços. Não é conceito. É produtividade aplicada a tarefas repetitivas, com previsibilidade de custo e padronização de resultado.

Mas o ponto mais interessante não é o robô em si. É o que ele representa. Sensores, navegação inteligente, tomada de decisão em tempo real e integração com outros sistemas. A mesma lógica que começa na limpeza avança para segurança, inventário, monitoramento de ambiente e apoio operacional dentro das lojas.

Para o gestor, a pergunta não é se isso vai chegar. É onde faz sentido aplicar. Robotização não substitui estratégia, nem resolve operação desorganizada. Ela potencializa processos bem definidos e libera pessoas para atividades de maior valor.

O varejo que está se desenhando não é o mais tecnológico. É o mais eficiente. E eficiência, cada vez mais, passa por saber onde a automação entra, onde ela não entra e como tudo isso se conecta à gestão.

17/01/2026

A próxima grande ruptura do varejo não passa pelo caixa. Passa pelo acesso.

Na NRF ficou claro que estamos entrando em uma nova fase da relação entre cliente, loja e tecnologia. Não é mais sobre pagar mais rápido. É sobre eliminar atrito antes mesmo da compra acontecer.

Soluções de acesso por biometria de palma da mão mostram isso com clareza. O cliente não precisa de telefone, carteira ou display. Ele chega, é identificado e o sistema reconhece quem ele é, qual meio de pagamento está associado e quais permissões ele possui. O acesso acontece de forma quase invisível.

Isso muda completamente a lógica de controle, experiência e gestão. Estamos falando de um único ponto tecnológico servindo para acesso físico, identificação de cliente, autorização de serviços e integração com meios de pagamento. Tudo conectado. Tudo rastreável. Tudo simples para quem usa.

Do ponto de vista do gestor, o impacto é ainda maior. Controle de acesso em tempo real, dados de comportamento, integração com sistemas de gestão e a possibilidade de desenhar jornadas muito mais fluidas. Seja para lojas, eventos, áreas restritas ou programas de relacionamento.

O varejo sempre correu atrás de reduzir fila. Agora começa a eliminar portas. Quem entender isso antes vai operar com menos fricção, mais dados e uma experiência muito mais consistente.

16/01/2026

Toda vez que passo por Nova York, a Louis Vuitton reforça um ponto que muitos varejistas ainda subestimam.

Qualidade de marca não está no produto isolado. Está na experiência completa, do primeiro olhar ao último detalhe.

A fachada chama atenção exatamente por ser diferente. Geométrica, conceitual, construída para provocar curiosidade. À medida que você se movimenta, a vitrine se revela e a loja inteira passa a se apresentar. Nada é aleatório. É design pensado como narrativa.

Isso não é sobre luxo. É sobre gestão.

Marcas maduras usam a loja como um ativo estratégico. Fachada, vitrine e layout funcionam como mídia própria, comunicando posicionamento sem precisar explicar nada. Cada elemento visual carrega intenção, coerência e consistência.

No varejo, ainda vejo muita energia concentrada só em preço, produto e campanha. Quem evoluiu entendeu que a loja física é um canal de comunicação poderoso quando está alinhada com a estratégia da marca.

O insight é direto. Marca forte nasce quando conceito, operação e execução caminham juntos. Quando isso acontece, a experiência fala sozinha e o cliente entende exatamente onde está.

16/01/2026

Na NRF 2026 ficou claro que a vitrine virou interface de venda.

Há dois anos o holograma chamava atenção pela forma. Agora ele gera valor porque conversa, entende e responde. Não é mais imagem flutuando. É interação real, mediada por inteligência artificial, voz e dados.

O ponto central não é o efeito visual. É o que acontece quando você coloca todo o catálogo de produtos, atributos técnicos, cores, variações e disponibilidade dentro de um único ponto de contato. Um totem que escuta o cliente, responde por voz, recomenda e registra intenção de compra. Isso é um salto direto na experiência de loja e também na eficiência operacional.

Quando tecnologias antes isoladas se juntam, imagem gerada por IA, reconhecimento de voz e inteligência conversacional, o varejo começa a simplificar algo que sempre foi complexo. Atendimento consistente, informação correta e escala. O cliente não navega em telas. Ele conversa.

Para redes de lojas e franquias, o impacto é ainda maior. O mesmo padrão de discurso, o mesmo portfólio e a mesma inteligência em qualquer ponto físico. Sem depender exclusivamente de treinamento humano para cada detalhe do produto.

A provocação é simples. O futuro da loja não está em telas maiores ou mais sensores. Está em interfaces que entendem gente, falam com gente e operam conectadas ao core do negócio.

Quem tratar isso como entretenimento vai perder tempo. Quem enxergar como canal de venda, dados e padronização vai sair na frente.

15/01/2026

As vezes a tecnologia traz umas coisas que você pode falar não são muito práticas, mas traz uma certa diversão para pro dia a dia.

E é exatamente isso que a Samsung está mostrando aqui na NRF.

Um painel digital para grafite. Olha que coisa legal.

Os caras criaram um painel de LED por trás. É LED mesmo, não é tinta, embora pareça muito. E aí entram uns displays que ficam na mão das pessoas. A pessoa pega o spray, escolhe a paleta de cores no menu e começa a grafitar direto no painel.

É um grafite digital. Muito, muito legal. A qualidade impressiona. Você vê o menu na tela, escolhe as cores e começa a desenhar ali na hora. Tudo conectado, tudo fluindo de um jeito simples e divertido.

É aquele tipo de tecnologia que não vem para resolver um problema gigantesco, mas vem para dar um pouco mais de brilho no dia a dia. E isso também faz parte da inovação.

14/01/2026

Na NRF, vi um robô conversando, mudando de voz, interpretando o ambiente, descrevendo pessoas ao redor e interagindo em tempo real com o público. Impressiona. Diverte. Vira atração imediata para fotos e vídeos.

Mas o ponto relevante não é o robô.

Por trás dele estão redes de baixa latência, IoT, inteligência artificial, mobilidade e infraestrutura confiável. Tudo isso trabalhando junto para que a experiência aconteça sem atraso, sem falha e sem fricção. É exatamente esse conjunto invisível que permite ao varejo testar novas experiências sem colocar a operação em risco.

O robô é apenas a interface. O valor real está na capacidade de operar em tempo real, integrar dados, responder ao contexto e escalar essa inteligência para centenas ou milhares de lojas com previsibilidade.

No varejo, inovação não é encantar por alguns minutos. É funcionar todos os dias. É melhorar operação, reduzir atrito e elevar a experiência do cliente sem aumentar a complexidade da gestão.

A NRF reforça uma verdade que poucos gostam de encarar. Tecnologia boa não é a que aparece no vídeo. É a que sustenta tudo isso funcionando quando o show acaba e a loja continua aberta.

14/01/2026

A tecnologia mais estratégica do varejo é justamente a que quase ninguém vê.

Na NRF, nosso CEO esteve diante de um holograma que resume bem o momento do setor. A fala era direta. “Isso é o que eu pareço como holograma. Muito high tech e muito indisponível. Quem me colocou nessa caixa foi a Walker. Eles constroem a tecnologia por trás do varejo. Aquela que você só percebe quando quebra.”

Essa frase diz mais sobre operação do que muitos painéis da feira.

Segurança, redes, automação, inteligência artificial. Nada disso aparece para o cliente final quando funciona bem. Mas tudo isso define se a loja abre, vende, entrega experiência e escala com controle. O varejo moderno não é sustentado por telas bonitas na ponta. Ele depende de uma infraestrutura invisível, resiliente e integrada.

Como empresa de software para redes de lojas e franquias, essa visão nos acompanha há décadas. A inovação real não está em impressionar. Está em garantir que a operação funcione todos os dias, em todas as lojas, com dados confiáveis e decisões consistentes.

A NRF deixa um recado claro. O futuro do varejo pertence a quem domina o invisível. Quem constrói base sólida, simplifica a gestão e libera as pessoas para fazer o que nenhuma tecnologia substitui. Atender melhor, decidir melhor e crescer com previsibilidade.

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