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21/05/2024

ENCHENTES NO RIO GRANDE DO SUL EM 2012 E 2024
As enchentes no Rio Grande do Sul em 2012 ocorreram principalmente entre os meses de julho e setembro. Diversas regiões do estado foram afetadas por fortes chuvas que resultaram em enchentes e deslizamentos de terra. Em julho de 2012, chuvas intensas causaram o transbordamento de rios e inundações em várias cidades. Em setembro, novas chuvas intensas voltaram a provocar enchentes, agravando a situação em áreas já afetadas anteriormente.
As enchentes causaram significativos prejuízos materiais, danos à infraestrutura e a agricultura, além de deixarem milhares de pessoas desabrigadas. As cidades de São Lourenço do Sul, Rio Grande, e Santa Maria foram algumas das mais afetadas durante esses eventos.
Esses episódios de enchentes no Rio Grande do Sul em 2012 são lembrados pela gravidade dos danos e pela necessidade de ações emergenciais para ajudar as populações afetadas e reconstruir as áreas devastadas.

O governo federal aprovou um programa específico para combater enchentes no Rio Grande do Sul no dia 21 de setembro de 2012. O anúncio foi feito pela então presidente Dilma Rousseff, durante uma visita ao estado. Esse programa incluiu medidas para a prevenção de enchentes, recuperação de áreas atingidas e auxílio às vítimas das enchentes que ocorreram no estado ao longo daquele ano.
O plano consistia em investimentos em obras de infraestrutura, como a construção de diques, melhorias em sistemas de drenagem e saneamento, além de ações para a recuperação de áreas degradadas e reassentamento de famílias que viviam em áreas de risco.
Este programa poderia ter minimizado os impactos desta nova enchente ocorrida em maio de 2024, mas, infelizmente nada foi feito!
O mais interessante é que as duas grandes enchentes, tanto a de 2012 como a atual de 2024, coincidiram com os picos dos ciclos das atividades solares nestes respectivos anos, portanto totalmente previsíveis.

OS CICLOS SOLARES E SEUS EFEITOS SOBRE EVENTOS CLIMÁTICOS NO PLANETA TERRAOs ciclos de atividade solar tem uma duração a...
09/05/2024

OS CICLOS SOLARES E SEUS EFEITOS SOBRE EVENTOS CLIMÁTICOS NO PLANETA TERRA
Os ciclos de atividade solar tem uma duração aproximada de 11 anos e vão desde o chamado mínimo de atividade até o máximo de atividade retornando ao mínimo. Esta atividade é registrada pelas erupções e tempestades solares que afetam a temperatura da atmosfera terrestre e provocam fenômenos climáticos tais como secas, ciclones e fortes tempestades.
No ano de 2023 tivemos diversos problemas meteorológicos inclusive 3 cheias no Rio Grande do Sul, em menores proporções que as cheias deste ano. Uma das razões destes eventos foi a aproximação do máximo solar que segundo os astrônomos, se antecipou para o inicio de 2024 devendo durar, segundo as previsões, até o mês de outubro de 2024.
Portanto era previsível já no início de 2024 que iriam ocorrer eventos climáticos mais acentuados neste ano o que infelizmente acabou se concretizando com as tempestades e cheias no sul do Brasil.
Os países precisam estar preparados com medidas preventivas para este ano porque há uma forte possibilidade de novas catástrofes ambientais ainda ocorrerem até o final do ano, quando o ciclo de explosões solares deverá começar a diminuir.
É claro que o efeito estufa agrava estas catástrofes, mas a atividade solar não pode ser evitada. Segue anexo um gráfico que mostra a evolução das explosões solares onde pode se verificar que no pico do ciclo anterior coincidentemente ocorreu a grande catástrofe nas cidades serranas do estado do Rio.
Em tempo: em dezembro de 2023 o INMET (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alerta geral para todo o pais sobre a probabilidade muito elevada de ocorrerem em 2024 enchentes ainda maiores que as de 2023 devido ao fenomeno El Ninho. Não foi por falta de aviso!

30/04/2024

AUTOMÓVEL NÃO POLUENTE COM
CUSTO DE COMBUSTIVEL ZERO
Parece uma utopia, mas já é uma realidade.
Isto não é uma “pegadinha” nem tampouco “fake news”.
Como isto pode se tornar uma realidade:
1. Você precisa fazer dois tipos de investimentos:
O primeiro deles é comprar um automóvel totalmente elétrico, de qualquer marca ou modelo dependendo das suas necessidades e das suas condições financeiras.
2. O segundo é investir na produção doméstica de energia elétrica. Isto é feito através da instalação de painéis fotovoltaicos no seu telhado bem como nos conversores e baterias para armazenar a energia elétrica gerada pelas células fotovoltaicas durante o período diurno.
A economia gerada na conta de luz paga o investimento na instalação em aproximadamente dois anos.
Para poder dimensionar a capacidade do seu sistema de geração de energia você precisa calcular quanto de energia você pretende usar por dia para recarregar durante a noite as baterias do seu automóvel elétrico.
Seu sistema de geração de energia não poluente fornecerá a recarga das baterias do seu automóvel a custo zero. Como seu carro elétrico é 100% não poluente você terá um sistema que se retroalimenta a custo zero sem poluir o meio-ambiente.
Embora existam muitas “fake news” no mercado tentando denegrir o automóvel elétrico, eu posso afirmar que hoje as baterias têm duração de oito anos e que todos os fabricantes dão garantia de cinco anos para as baterias.
Já estão em fase de te**es novas baterias ainda mais leves, com duração de pelo menos doze anos e a tecnologia do carro elétrico está evoluindo a passos acelerados, tanto que ela já está sendo usada em ônibus, caminhões, carretas, vans, motos e bicicletas.
Existem ainda tecnologias alternativas como veículos híbridos, veículos movidos a células de hidrogênio, veículos alimentados por etanol que possuem conversores internos transformando o etanol em hidrogênio, gasolina extraída da amônia (e-fuel) entre outras.
Mas você precisa ter em mente duas coisas;
A primeira é que o motor a combustão é uma tecnologia totalmente obsoleta, de baixa eficiência, que só interessa aos países exportadores de petróleo. Por isso mesmo, todas as novas alternativas tecnológicas se baseiam nos motores elétricos para dar tração nas rodas. O motor elétrico tem uma eficiência muito superior a do motor a combustão e um torque linear o que dispensa a obsoleta caixa de marchas. Sua capacidade de aceleração é muito superior e, além disso, sua produção é muito mais barata.
Em segundo, os custos de fabricação e de manutenção de um carro elétrico são muito menores do que o de um carro com motor a combustão. No momento eles ainda estão um pouco mais caros porque as fábricas estão amortizando os pesados investimentos feitos nestas novas tecnologias, mas brevemente eles serão mais baratos que os carros com motores a gasolina.
Arnaldo Simões é graduado em Economia pela Universidade Mackenzie, pós-graduado em Administração de Empresas pela FGV.

REDUÇÃO DE CUSTOS VIA COGERAÇÃO DE ENERGIAEm tempos de depressão econômica (como a que estamos vivendo agora) e que aind...
02/05/2016

REDUÇÃO DE CUSTOS VIA COGERAÇÃO DE ENERGIA

Em tempos de depressão econômica (como a que estamos vivendo agora) e que ainda deve durar pelo menos mais um ano ou dois, as empresas e as pessoas tem que fazer um grande esforço para reduzir seus custos se quiserem sobreviver.
Não é uma tarefa fácil, mas o avanço da tecnologia está permitindo a utilização de uma alternativa muito eficaz para redução de custos sem diminuir a capacidade de produção ou qualidade de vida.

Trata-se da cogeração de energia elétrica, que já vem sendo aplicada em larga escala pelos países mais desenvolvidos onde a liderança mundial está na Alemanha.

Tentando explicar de forma simplificada, a cogeração consiste na utilização de painéis fotovoltaicos (conhecidos como painéis solares) instalados nas coberturas e telhados de fábricas ou residências, com o objetivo de converter a luz do sol em energia elétrica. Estes painéis são conectados a equipamentos inversores que convertem a corrente contínua de baixa voltagem, gerada pelos painéis solares, em corrente alternada de 110 v ou 220 v para uso residencial e/ou industrial. A saída dos inversores é ligada diretamente na rede de distribuição de energia, próxima ao relógio de luz.
A energia gerada substitui a energia fornecida pela rede elétrica e isso faz com que o relógio de luz reduza sua velocidade ou até gire ao contrário, quando a energia gerada for maior que a energia consumida no momento.
Na prática, seu consumo de luz registrado pelo relógio se reduz e sua conta de luz tende a cair ou até zerar.

Mas você vai me questionar, e o investimento que precisa ser feito na compra e instalação dos equipamentos?
Podemos dizer que o valor dispendido se paga através da economia acumulada na conta de luz em aproximadamente sete anos. Leve em conta que o equipamento instalado tem uma vida útil de 25 anos e a partir do oitavo ano você já estará fazendo uma grande economia.
Para este tipo de investimento você consegue obter financiamentos a juros subsidiados e em longo prazo (dez anos ou mais) o que permitirá que já a partir do primeiro mês de utilização do equipamento a economia gerada na conta de luz será maior do que a prestação que você deverá pagar pelo financiamento. Muitas empresas e residências no Brasil já estão utilizando com sucesso a cogeração.
É importante ressaltar que nós só fizemos até agora uma análise pessimista dos benefícios financeiros. Mas deveríamos levar em conta outros fatores e benefícios:
1. O valor do quilowatt/hora cobrado pelas concessionárias de energia elétrica deve aumentar bastante já em 2017 quando o Governo autorizou a repassar para as contas de luz as perdas ocorridas nos anos anteriores.
2. A partir da retomada do crescimento, que esperamos ocorra a partir de 2018, há uma grande probabilidade de termos racionamento de energia, pois as concessionárias já estão trabalhando a plena capacidade e o Governo não fez nenhum investimento que permita ampliar a capacidade de fornecimento nos próximos cinco anos.
3. A utilização da cogeração tem uma contribuição ecológica fundamental, pois permite a redução da poluição ambiental causada pelas usinas termoelétricas e também a economia de água das represas geradoras, um recurso que a cada ano se torna mais escasso.
Para finalizar: de toda a área continental do planeta Terra, pelo menos 25% da área banhada pelo sol se encontra em território brasileiro, o que nos coloca a possibilidade de sermos o país líder na geração de energia elétrica via energia solar. É uma pena que a miopia e ignorância de nossos governantes não conseguem enxergar este potencial. Nesse caso, a iniciativa privada tem de fazer a sua parte.

Arnaldo Simões é consultor de gestão de negócios e tecnologia.

22/04/2016
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19/12/2015

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