Convergence Gestão & Tecnologia

Convergence Gestão & Tecnologia A Convergence é uma empresa nacional de consultoria de gestão e serviços de tecnologia. Site: ww

TSUNAMI NA ÁREA DE T.I. Numa sociedade de consumo, há um tsunami vindo pela frente na área de TI e também no dia a dia d...
23/06/2016

TSUNAMI NA ÁREA DE T.I.

Numa sociedade de consumo, há um tsunami vindo pela frente na área de TI e também no dia a dia da sociedade, como a mudança radical no modelo de empregabilidade. No governo, essa mudança também será sentida.

"Já ficou banal ouvir que a TI pública é muito mais lenta do que se pede o mercado. Todo mundo sabe que é preciso revisão de processo. TI é fácil de resolver, mas as mudanças de processos é que são obstáculos a serem superados", destacou o presidente da Dataprev,

O Estado precisa apostar em uma infraestrutura nacional de dados, de forma a possibilitar o acesso de informações públicas pelos brasileiros. Para o presidente da Dataprev, sem isso o país carece de um combustível básico para a sociedade da informação.

“Uma das complexidades é o histórico de sistemas legados, O Brasil foi early adopter de vários processos de governo eletrônico e a partir dai temos décadas de construções não convergentes. O esforço de integração implica em projeto e liderança, o que tem se mostrado um obstáculo”, preconiza Rodrigo Assumpção.

FRACASSO E SUCESSO“Se és homem, ergue os olhos para admirar os que empreenderam coisas grandiosas, ainda que hajam fraca...
09/06/2016

FRACASSO E SUCESSO

“Se és homem, ergue os olhos para admirar os que empreenderam coisas grandiosas, ainda que hajam fracassado.” (Sêneca)
É preciso discernimento para reconhecer o fracasso, coragem para assumi-lo e divulgá-lo e sabedoria para aprender com ele.
Artigo completo em www.convergence.com.br/clinica-de-gestao.

03/06/2016
ERP: MAIS DO QUE SOFTWARE, SERVIÇO DE INTELIGENCIA!A adoção de um software de gestão (ERP, na sigla em inglês) é um pass...
30/05/2016

ERP: MAIS DO QUE SOFTWARE, SERVIÇO DE INTELIGENCIA!

A adoção de um software de gestão (ERP, na sigla em inglês) é um passo crucial para o negócio. Uma empresa profissionaliza, automatiza e otimiza operações ao aderir a esta tecnologia, e isso se traduz em ganhos de produtividade, controle, redução de retrabalho, melhoria na condução de tarefas e equipes, gerenciamento e organização comercial e, por consequência, lucro.

E o principal movimento desta decisão está exatamente em seu marco zero: a escolha do ERP. Pensar que esta opção depende apenas da qualidade do software é um engano. Os recursos oferecidos pelo sistema, sua credibilidade, seu poder de atendimento às demandas da empresa e até mesmo seu preço são diretamente ligados à experiência de uso que ele proporcionará, e neste quesito pesa muito o serviço agregado, a inteligência empregada ao processo, o fator humano na execução do projeto – desde o entendimento das necessidades até a efetiva implantação da solução e a virada da chave para começar a usá-la.

A consultoria deve acompanhar o software, começando pela pré-venda. É neste estágio que a empresa, seja ela fabricante do ERP ou parceiro integrador, entenderá a real demanda da empresa a ser atendida, podendo desenhar uma oferta adequada, destinada a sanar os gargalos do negócio com escopo, prazos e preço satisfatórios.

O entendimento das necessidades da empresa é fundamental para a definição do software a ser implementado – é preciso implantar a solução completa ou apenas módulos específicos para determinadas operações? Qual a urgência da entrada em funcionamento de cada módulo? Quais são os sistemas já existentes na empresa com os quais o ERP terá de “conversar”? Qual é o ambiente de dados do cliente e como o software poderá auxiliar no tratamento e utilização deste conteúdo? Quem serão os usuários do ERP, para que necessitarão dele e de que preparo precisarão?
Estas são algumas das muitas questões com que o consultor terá de lidar na avaliação de um projeto, permitindo-lhe fazer o mapeamento da demanda e desenhar a solução compatível.

Efetivada a venda, a consultoria entra no delicado campo da implantação. Inserir ou substituir um sistema de gestão em uma empresa é um processo complexo, que exige atenção e dedicação. Serão horas de desenho do melhor projeto, mais horas de execução do mesmo e ainda mais horas de análise sobre cada etapa para culminar em um trabalho de resultados positivos, que entregue um software funcionando a 100% de sua capacidade, alinhado às rotinas do cliente e, principalmente, sem gerar qualquer parada ou perda às operações do negócio.

“Virar a chave”, ou iniciar o uso do ERP, é um passo muito importante para qualquer companhia. E a parceria da consultoria neste momento é primordial para garantir uma transição tranquila, funcional, bem sucedida, sem qualquer trauma.

Pode parecer exagero, mas “trauma” é uma palavra adequada a este contexto, pois, caso não possua o acompanhamento adequado, a adoção de um ERP pode trazer sérios problemas à empresa contratante. Um projeto mal desenhado resultará na compra de um sistema pouco adequado às demandas reais, ou em investimento além do necessário, incluindo funções pelas quais o cliente pagará sem utilizar. A implantação não atendida por um bom serviço de consultoria certamente passará por problemas, dificultará o atendimento de prazos e o alcance de metas, culminando em prejuízo à experiência do usuário.

E falando em usuário, a consultoria é também importante no pós-venda, no momento do suporte. O cliente precisa de acompanhamento não apenas no processo de instalação do software, mas também, e principalmente, ao longo de seu uso. Não raro, queixas de usuários quanto ao sistema são, na verdade, falhas na utilização do mesmo, e podem ser solucionadas com a aplicação de treinamento, auxílio no melhor entendimento das funcionalidades, prestação de esclarecimento sobre todas as dúvidas que surgirem.

Capacitar o usuário a operar o software é tão imprescindível quanto implantá-lo de maneira correta. Estar ao seu lado ao longo de sua experiência com a solução é fundamental para garantir que o sistema seja utilizado em toda sua capacidade, sem falhas originadas de mau uso que podem resultar em perda para os dois lados – do cliente e do fabricante ou integrador.

A consultoria é item básico do início ao fim do projeto de um ERP. Por isso, os prestadores deste serviço precisam ser excelentes, o que determina também a importância de o fabricante contar com profissionais qualif**ados para isso. Capacitar, especializar consultores próprios ou recursos de parceiros integradores é ponto básico para que uma estratégia de venda e implantação de sistemas de gestão seja bem sucedida.

O serviço agregado ao produto software de gestão é fundamental. Compreender isso e investir em consultoria no momento da decisão por um ERP pode ser o divisor de águas entre um investimento certeiro, que irá mudar a forma como a empresa administra suas operações desde o backoffice até a frente de caixa, ou um desperdício de tempo e dinheiro em um sistema que não atenderá às expectativas. Ter isso em mente é passo certo na direção do sucesso do projeto.

Daniel Pozza
Adminsitradores S/A

PORQUE VOCÊ TRABALHA?Ainda que a principal preocupação dos brasileiros seja manter o emprego, ter estabilidade, pagar as...
09/05/2016

PORQUE VOCÊ TRABALHA?
Ainda que a principal preocupação dos brasileiros seja manter o emprego, ter estabilidade, pagar as dívidas e sustentar a família, não dá para negar que existe um esforço tremendo para se considerar o ambiente profissional um local onde devemos buscar não só o sustento, mas também a realização. Mas, será que essas são realmente coisas compatíveis?

Artigo completo em www.convergence.com.br/clinica-de-gestao.

O SUCESSO NA VIDA PROFISSIONAL É COMPATÍVEL COM A FELICIDADE PESSOAL? Durante mais de uma década trabalhei embarcado em ...
29/04/2016

O SUCESSO NA VIDA PROFISSIONAL É COMPATÍVEL COM A FELICIDADE PESSOAL?

Durante mais de uma década trabalhei embarcado em diversas embarcações localizadas na costa brasileira. Neste período fiz grandes amizades e entre elas me lembro de um bom amigo, especialista em manutenção de grande maquinas industriais offshore.

Ele era estrangeiro e veio para o Brasil representar uma empresa europeia que fabricava este tipo de equipamento. Mudou-se com sua família para o Brasil, aprendeu nosso idioma, os nossos costumes e se tornou um importante executivo da empresa na América do Sul.

Devido ao seu trabalho e dedicação, sua empresa alavancou muito negócios em nosso país. Foi a união perfeita entre um fornecedor procurando novos mercados, um executivo bem posicionado e um país em forte crescimento industrial. Tudo estava dando certo. Ele era um cara inteligente, dinâmico, alegre e bom amigo.

Porém, esta trajetória foi interrompida por uma tragédia. Certo dia, antes de embarcar em uma das embarcações, ele teve um desentendimento com uma de suas filhas. Coisa do cotidiano, nada muito sério, mas que foi potencializado pela necessidade iminente de embarcar. Sua filha ficou aborrecida com ele e ele aborrecido com ela. Não houve o tempo hábil e necessário aos dois para reconciliação.

Ele viajou para trabalhar com aquela situação mal resolvida. Durante os primeiros dias de embarque ele falou muito sobre esta situação. Várias vezes disse que saiu sem se despedir da sua filha e isto o estava incomodando muito. Sua mente ficou tomada por aquele assunto. Toda a sua energia emocional estava focada naquilo. Ele amava sua família.

Durante uma inspeção em um determinado equipamento, fez-se necessário a desmontagem de parte da estrutura de carenagem deste mesmo equipamento. Para isso, ele montou um guindaste e fixou a peça no mesmo. Esta atividade geralmente era feita por dois profissionais especializados, mas, não se sabe o porquê, ele resolveu fazer sozinho. Era uma peça grande e muito pesada, portanto sua desmontagem exigia a observância de muitos procedimentos de segurança. Ele, após a fixação da peça no guindaste, iniciou o desenrosque dos parafusos. Provavelmente, devido a sua preocupação com o ocorrido em casa, ele não prestou a devida atenção na fixação da peça no guindaste. Este erro lhe seria fatal. A medida que os parafusos foram sendo desenroscados, o peso da peça foi sendo suportado pelo guindaste. Em um determinado momento, quando já estava totalmente livre dos parafusos, a peça se soltou e caiu em cima do meu amigo.

Uma tragédia indescritível!

Ele sobreviveu ainda por quase uma hora, apesar de boa parte do seu corpo ter sido esmagada pelo peso da peça.

Antes de morrer ele lamentou o seu erro e lembrou-se de sua filha dizendo: ___ O mais triste de tudo é que vou morrer e sai de casa sem me despedir do amor da minha vida, minha filhinha querida!

Este episódio me marcou profundamente. Fiz e refiz a seguintes perguntas:

Por que ele deixou que alguma divergência o levasse a comprometer, ainda que momentaneamente, o relacionamento com sua filha?

O conflito familiar poderia ter sido resolvido na origem de forma imediata.

Por que ele deixou que a divergência permanecesse e não resolveu logo, antes de viajar a serviço?

O conflito familiar poderia ter sido resolvido antes que ganhasse maiores proporções. Pequenos problemas, quando ruminados, se transformam em grandes problemas.

Por que ele, estando embarcado, não entrou em contato com a família e resolveu o problema, achando que quando desembarcasse haveria oportunidade para fazê-lo?

A solução do conflito não deve ser postergada; não somos donos de nosso destino e não sabemos o que vai acontecer no próximo instante.

Por que ele deixou que este conflito ocupasse tanto a sua mente, a ponto de perder a noção dos riscos inerentes as atividades que estava fazendo?

Todo conflito mexe com o nosso emocional e deve ser tratado sob a ótica da inteligência emocional. É impossível evitar os conflitos, mas é totalmente possível aprender a lidar com eles.

Enfim, perguntas que f**arão sem respostas...

As consequências de sua morte foram as piores possíveis:

Perdemos um grande amigo;

Uma família ficou sem seu pai;

A empresa perdeu sua posição no mercado. Não conseguiu um profissional com as características dele, que fazia a mediação perfeita entre ela na Europa e os clientes no Brasil.

A falta de aplicação da inteligência emocional e o consequente desequilíbrio emocional, pode levar-nos a amargar prejuízos irreparáveis!

Jemoel Oliveira
Adminsitradores S/A

CAPACITY PLANNING NA GESTÃO DE CAMPOEste é o processo que define a infraestrutura e os recursos necessários para uma emp...
19/04/2016

CAPACITY PLANNING NA GESTÃO DE CAMPO

Este é o processo que define a infraestrutura e os recursos necessários para uma empresa responder adequadamente a novas demandas, que podem ser desde o desenvolvimento de novos produtos, ampliação de uma unidade de negócio até a execução de tarefas em campo.

Portanto, o conceito de capacity planning busca definir quantos projetos a empresa ou a equipe em campo pode executar paralelamente ou em períodos próximos, criando assim, um cronograma mais inteligente, preciso e factível. Neste sentido, trata-se de uma metodologia essencial para a previsão de demanda, priorização de tarefas, gestão estratégica de pessoas e equipes em campo e controle do forecast.

Principais aspectos do capacity planning

O capacity planning ou planejamento de capacidades deve avaliar diversos elementos, como administração do tempo, redução de custos e performance diferenciada das equipes. Por isso, é fundamental considerar questões como a otimização do capital humano, financeiro e tecnológico disponíveis; critérios para a priorização de tarefas; alocação eficiente dos recursos; estratégia de contingência, para casos que envolvam atrasos ou imprevistos; e dimensionamento das tarefas simultâneas a serem executadas, sem risco aos prazos e a excelência das entregas.

A implantação das práticas de capacity planning em gerenciamento de atividades em campo possui um impacto bastante positivo em aspectos relacionados à gestão, em especial, no tempo, custo e qualidade da execução e finalização das tarefas. Estas práticas reforçam ainda o desempenho da empresa, da equipe e dos gerentes, aumentando consideravelmente os índices de produtividade corporativa.

O planejamento contra a ineficiência da gestão

É preciso lembrar que a diferença entre a capacidade de atendimento de uma empresa e as demandas de seus clientes, internos ou externos, demonstra a ineficiência dos processos e principalmente da gestão. Sem organização e um planejamento adequado, os recursos humanos são subutilizados, os compromissos não são cumpridos e a insatisfação toma conta dos clientes, impactando diretamente na imagem e na reputação da companhia no mercado, além de aumentar os custos e diminuir a rentabilidade no negócio.

Os benefícios trazidos pelo capacity planning

O capacity planning deve ser encarado como um grande aliado dos gestores que buscam uma administração mais estratégica e eficiente orientada a resultados. Com essa prática, é possível encontrar o equilíbrio entre investimentos e recursos, propiciando condições para o crescimento do negócio de maneira sustentável. Atualmente, o universo corporativo tem traduzido seu capital em tarefas ou projetos executados, por isso, a importância de priorizá-los e gerenciá-los com transparência e eficiência.

Com esse planejamento torna-se mais fácil eliminar as principais causas da gestão de campo falha e malsucedida como, por exemplo, falta de critérios estratégicos na priorização de tarefas; escolha equivocada por tarefas de baixo valor; perda de foco que pode atrapalhar a decisão sobre o abandono ou continuação de uma tarefa; acúmulo de demandas; definições com base em preferências ou opiniões pessoais; falhas na gestão estratégica de pessoas e no gerenciamento de equipes em campo; desatenção ao forecast e previsão de demanda futura; despesas adicionais associadas a múltiplas visitas para resolução da mesma tarefa; e a falta de informações técnicas para fomentar os julgamentos e as ações.

Abordando estas causas é possível adotar uma gestão mais assertiva, evitando sobrecargas desnecessárias, estresse e conflitos internos. Por meio de soluções de gestão da força de trabalho e serviços em campo é possível otimizar os cronogramas de trabalho e tarefas automaticamente, considerando o planejamento estratégico da empresa, departamento ou equipe. Organização e planejamento serão sempre políticas essenciais para um ambiente de trabalho produtivo, capazes de manter as equipes mais motivadas e engajadas aos objetivos da empresa.

Administradores S/A

GOVERNANÇA DE T.I. E SUA IMPORTANCIA PARA AS EMPRESAS.Atualmente a tecnologia está presente em todos os setores de uma e...
06/04/2016

GOVERNANÇA DE T.I. E SUA IMPORTANCIA PARA AS EMPRESAS.

Atualmente a tecnologia está presente em todos os setores de uma empresa, servindo como base em todas operações e setores, ao mesmo tempo contribui na gestão, métricas e avaliação de desempenho, gestão financeira e planejamento estratégico do negócio, por isso é necessário uma visão ampla da TI em relação ao negócio.

Artigo completo em www.convergence.com.br/clinica-de-gestao.

CONSULTORIA PARA QUEM PRECISA DE CONSULTORIASerá que todas as empresas ou organizações, em algum momento, precisarão da ...
29/03/2016

CONSULTORIA PARA QUEM PRECISA DE CONSULTORIA

Será que todas as empresas ou organizações, em algum momento, precisarão da ajuda de uma Consultoria? E neste momento, o que um Consultor poderá fazer pela empresa? Estas duas perguntas são cruciais para as organizações que participam do mercado atual. São questões que cada vez mais estão presentes entre proprietários, diretores, gerentes, acionistas e controladores das empresas, principalmente porque os “olhos internos enxergam quase tudo, mas os olhos externos possuem os olhares críticos”, que são muito importantes para o desenvolvimento do negócio.

Escolher o momento de utilizar a ajuda de uma consultoria, para vislumbrar problemas, interpretar ações internas ou externas, avaliar equipes ou projetos e ainda, melhorar processos, torna-se imprescindível para as organizações. Este momento é o divisor de águas da empresa, para que se torne eficiente, organizada, transparente e rentável.

Depois de escolher o momento certo, a empresa passa para a escolha da Consultoria, que pode ser de pequeno porte, focalizada em áreas ou grande, com ramif**ações e equipes de atendimento exclusivo. Esta decisão passa pela experiência dos profissionais, resultados anteriores, valores dos serviços, tempo de atuação e resultados propostos, que nem sempre podem ser previstos em sua totalidade.

Quando a consultoria inicia o trabalho, começa a disponibilidade de dados e informações, por parte da empresa. Então aparecem erros de processos, falhas nas responsabilidades e desvios de função, assim como, qualidades das equipes, nem sempre percebidas pelos seus líderes. Cabe a Consultoria, demonstrar as oportunidades de melhorias, os erros no planejamento, as decisões equivocadas e as ações de sucesso, sempre com a independência e profissionalismo, que uma equipe de consultores tem que ter.

Começam as sugestões de mudanças, as propostas de nova organização interna e externa, as iniciativas de ações frente ao mercado, os desafios de mudar e trocar projetos com prioridades definidas, e as ações de curto prazo, que identif**am a mudança de rumo da organização. É neste momento, que os líderes do projeto são importantes. Precisam ter apoio da gestão, tem que estar certos de suas interferências e convictos das alterações no quadro profissional e nos projetos prioritários. È a fase crítica.

Depois da implantação das mudanças, começam as expectativas de melhora nos resultados. “Pessoas diferentes, avaliam resultados diferentes”, dizem os consultores de empresas, que atuam sobre o foco da mudança. É função do consultor neste momento, mostrar os avanços, as atividades que estão com melhor fluxo interno, com agilidade no mercado e com estabilidade no processo empresarial. Torna-se o momento de avaliar as mudanças, a Consultoria, os processos e os resultados obtidos. Começam as dúvidas e as certezas dos profissionais, porque implantar é mudar com decisão.

Finalmente, contratar os serviços de consultores, parece uma tarefa fácil, mas não é. A empresa ou organização f**a sensível á questões de ordem interna, ás interpretações de estranhos aos projetos da empresa e aos questionamentos de outros profissionais, com visões diferentes, perfis acostumados com mudanças e novas metas. Assim, a contratação de uma consultoria, para empresas dos mais variados tamanhos, é uma responsabilidade muito grande por parte dos gestores, mas com certeza a responsabilidade dos consultores, parece maior ainda.

Diniz
ADMINISTRADORES S/A
Profissional formado em Publicidade e Propaganda, com Pós-Graduação em Administração/Marketing e Mestrando em Administração.

ANALISTA DE NEGÓCIOS: POR ONDE COMEÇAR.Então você quer ser um analista de negócios? Mas não sabe por onde começar, né?Be...
22/03/2016

ANALISTA DE NEGÓCIOS: POR ONDE COMEÇAR.

Então você quer ser um analista de negócios? Mas não sabe por onde começar, né?

Bem, leia esse artigo até o fim que eu vou te ajudar com dois caminhos pra você começar hoje mesmo na profissão.
Mais do que falar sobre esses dois caminhos, eu vou te mostrar algumas disciplinas que você precisa conhecer e o que está envolvido em ser um analista de negócios.
O profissional analista de negócios tem uma amplitude e diversif**ação de atuação bem grande.
Mas, o que isso signif**a?

Diferentes Contextos
O profissional de análise de negócios pode trabalhar em diferentes contextos da empresa.
Quando digo diferentes diferentes contextos da empresa me refiro ao profissional analista de negócios fazer análise de negócios no nível operacional, tático e estratégico.
O analista de negócios pode, por exemplo, trabalhar com o time de desenvolvimento de software auxiliando o time a entregar os resultados de negócio que a organização espera.
O analista de negócios pode trabalhar com a alta direção facilitando a comunicação do plano estratégico para todos os colaboradores.
Tem muita coisa pra aprender!
E pra desempenhar bem seu papel o analista de negócios precisa conhecer várias disciplinas.
Uma dessas disciplinas é arquitetura corporativa. Esta cria uma visão global da empresa ligando a missão, estratégia e processos de negócio.

A TI – Tecnologia da Informação é outra dessas disciplinas. O analista de negócios não é a catraca (sic!!) da TI. Ele não é a ponte entre a TI e o negócio. TI é o negócio e a atuação do analista de negócios tem outra conotação.
Temos diversas outras disciplinas que são importantíssimas para o analista de negócios. Processos de negócios, planejamento estratégico, produção enxuta, desenvolvimento de software e por aí vai…

Por onde começar na profissão de analista de negócios?
Antes de falar quais são esses dois caminhos, talvez você esteja se perguntando:
Mas porque esses dois caminhos? Só existem dois caminhos?
Vamos as respostas… Eu escolhi esses dois caminhos baseado em dois argumentos:
1. O caminho que oferece a maior quantidade de oportunidades.
2. O caminho mais fácil de entrar para o mercado.
Do que adianta eu te apresentar um caminho com poucas chances de você aproveitar. Portanto, o caminho com a maior quantidade de oportunidades no mercado é trabalhar com desenvolvimento de software.
E, como analista de negócios, você obviamente não vai programar. Mas vai trabalhar com requisitos. Basicamente você vai auxiliar o time de desenvolvedores a construir a solução que o cliente e o negócio precisam.
Já o caminho mais rápido é aquele que no menor espaço de tempo você vai aprender teoria, técnicas e ferramentas e já vai poder trabalhar com análise de negócios.
Esse segundo caminho é trabalhar com processos de negócios. Esse segundo caminho parece um pouco vago, já que trabalhar com processos de negócios envolve várias atividades.
Mais a frente eu explico.
E, é claro que não! Não existem somente esses dois caminhos. Existem vários outros.

Trabalhar com Desenvolvimento de Software
Talvez, você esteja se perguntando o que faz um analista de negócios nocontexto do desenvolvimento de software.
Bem, vamos a explicação. Um dos maiores desafios para o time que está desenvolvendo software é criar uma solução que resolva o problema do cliente.
E descobrir o que realmente precisa ser feito não é a tarefa mais fácil. Entender o que precisa ser feito exige que as pessoas envolvidas nessa questão conheçam a empresa, seus processos, sua estratégia e assim por diante.
Somente após conhecer o problema e as dores que esse problema causa nas pessoas e na organização é que o analista de negócios poderá recomendar soluções para amenizar ou resolver de vez o problema. Percebeu?

Então no contexto do desenvolvimento de software o analista de negócios pode executar algumas das seguintes atividades:

• Descobrir as reais necessidades
• Elicitar requisitos
• Documentar requisitos
• Lembrar os desenvolvedores sobre as reais necessidades
• Sentar com o cliente e validar a solução que está sendo construída
• Facilitar conflitos entre as partes interessadas
• Identif**a necessidades das partes interessadas
e assim por diante. Tem bastante trabalho por aqui!
Agora vamos falar do que você precisa aprender “pra ontem” pra trabalhar com análise de negócios no contexto do desenvolvimento de software.
Veja abaixo alguns dos assuntos mais importantes:
• Requisitos de Software
• Requisitos de Software em Contexto Ágil
• Noções de desenvolvimento de software
• Frameworks de desenvolvimento de software (Por exemplo: SCRUM)

Trabalhar com Processos de Negócio

A segunda porta de entrada que indico para você iniciar no profissão de analista de negócios é trabalhar com processos de negócios.
Pra conhecer melhor o trabalho com processo de negócios recomendo que você pesquisa mais sobre o assunto Gerenciamento de Processos de Negócios. Faz isso mais tarde! Acaba de ler esse artigo.
Empresas maduras tem preocupações com seus processos de negócios. Pois é com esses processos que elas executam sua estratégia.

Pense no seguinte exemplo: o que diferencia empresas como Oi, Vivo, Nextel, Claro e Tim? Bem, todas elas tem a mesma proposta de vender telefonia, ou seja, serviço de voz, SMS (Ainda existe??!?!?!) e dados (WhatsApp, Lembra?).
Mas a forma, ou a estratégia, que cada empresa adota pra vender seus serviços é diferenciada. Uma empresa pode vender seus serviços em um combo, talvez a outra utilize a estratégia de vender seus serviços individualmente. Não importa! O ponto aqui é que a estratégia que cada empresa adota está apoiada em seusprocessos de negócio.

E é por isso que organizações maduras perceberam há muito tempo a importância de melhorar seus processos. Trabalhar com processos de negócios é uma forma de fazer análise de negócios com foco em processos.
E melhorar processos envolve várias atividades.
• Descobrir processos
• Mapear processos
• Desenhar processos
• Apontar melhorias
• Identif**ar gargalos

e por aí vai.

Talvez você esteja se perguntando o que é necessário aprender pra começar a trabalhar com processos de negócios. Bem, eu gostaria de apontar dois assuntos fundamentais.
• Modelagem de processos
• Notação BPMN

Com esses dois assuntos você começa em pouco tempo a trabalhar na área.

É claro! Tem muito mais coisa pela frente! Essa é só a ponta do iceberg. Bem… se Deus fez o mundo em 6 dias, quem somos nós pra querermos aprender tudo sobre processos de negócios em 1 dia? Faz sentido pra você?

Marcelo Neves
Administradores S/A

GESTÃO DE CONFLITOSA cultura brasileira sempre viu e ainda vê a questão do conflito como algo muito negativo. Normalment...
10/03/2016

GESTÃO DE CONFLITOS
A cultura brasileira sempre viu e ainda vê a questão do conflito como algo muito negativo. Normalmente as pessoas tendem a levar tudo para o lado pessoal e a resolução do conflito acaba sendo muito desgastante emocionalmente.Artigo completo em www.convergence.com.br/clinica-de-gestao.

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