25/09/2026
Quando alguém fala em impressora térmica, quase sempre está falando de dois processos completamente diferentes que compartilham o mesmo nome.
Impressão térmica direta: o cabeçote aquece diretamente o substrato. Sem ribbon. Mais simples, mais barato, mas sensível a calor, luz e atrito. Para etiquetas de ciclo curto que não precisam durar mais do que alguns dias.
Transferência térmica: o cabeçote aquece o ribbon, que transfere o pigmento para a etiqueta. Mais durável, mais resistente, compatível com substratos plásticos e ambientes agressivos. Para etiquetas que precisam resistir à cadeia inteira.
A escolha entre os dois não depende da impressora. Depende do que a etiqueta vai enfrentar depois que sair da linha. Usar a tecnologia errada para o ambiente certo gera exatamente esses três problemas: etiqueta que descola, código que não lê e reimpressão que vira rotina sem causa aparente.
Publicamos um guia completo sobre quando usar cada tecnologia no blog: https://www.fcmoutsourcing.com.br/o-que-e-outsourcing-de-impressao-termica-guia-completo-para-industrias/