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A OpenAI começou a testar anúncios no ChatGPT em fevereiro de 2026, nos Estados Unidos. Em maio, a iniciativa chegou a R...
03/09/2026

A OpenAI começou a testar anúncios no ChatGPT em fevereiro de 2026, nos Estados Unidos. Em maio, a iniciativa chegou a Reino Unido, México, Brasil, Japão e Coreia do Sul. No dia 4 de agosto, o piloto foi ativado formalmente no Brasil, um dos três maiores mercados do ChatGPT em usuários ativos semanais.

Os anúncios aparecem apenas nos planos gratuitos e Go, para usuários maiores de 18 anos. Assinantes dos planos Plus, Pro, Business, Enterprise e Education continuam sem anúncios. Segundo a OpenAI, a segmentação considera o tema da conversa, o histórico de interações e o comportamento com anúncios anteriores, mas anunciantes não têm acesso às conversas, ao histórico de chat, às memórias ou a dados pessoais, apenas métricas agregadas. A empresa também afirma restringir anúncios perto de temas sensíveis, como saúde, saúde mental e política.

Esse tipo de política levanta uma pergunta que interessa a qualquer empresa que lida com dado pessoal: a confiança do usuário depende do que a política declara, ou do que pode ser verificado de fato. Segmentar por tema de conversa sem expor o conteúdo da conversa é uma linha fina, e quem opera produtos parecidos vai precisar responder, com clareza, onde exatamente essa linha está.

Mapear essa fronteira entre dado pessoal e uso comercial, dentro dos limites da LGPD, é parte do que a DataHub faz todos os dias com seus clientes.

Como você vê esse equilíbrio entre personalização e privacidade em produtos de IA generativa? Comenta aqui.

Fontes: OpenAI (2026), comunicado oficial "Testing ads in ChatGPT". Propmark (2026), matéria sobre o início do piloto de anúncios no ChatGPT no Brasil, publicada em agosto de 2026.

Poucas empresas medem o custo de um dado desatualizado, o funil continua rodando, o CRM continua cheio, e a métrica que ...
01/09/2026

Poucas empresas medem o custo de um dado desatualizado, o funil continua rodando, o CRM continua cheio, e a métrica que chega no fim do mês é sempre volume:. Quantos leads entraram e quantos foram trabalhados?

Raramente alguém pergunta quantos desses leads tstavam com os dados certos e atualizados, empresa ativa e decisor correto no momento da abordagem.

Esse tipo de custo não aparece em relatório nenhum, porque se espalha em perdas pequenas ao longo do mês, uma ligação que não completa, um follow-up que atrasa um dia, uma reunião que não acontece porque o contato mudou de cargo há três meses.
Auditar a qualidade da base antes de auditar o volume dela costuma mostrar onde o funil trava de verdade.

A DataHub atualiza mais de 40 milhões de CPFs por mês direto na Receita Federal e cruza mais de 600 fontes de dados pra manter essa camada de qualidade sob controle. Quer entender como isso funciona pro seu funil? Fala com a gente.

R$ 385,4 bilhões em crédito pessoal. Esse é o volume que está em disputa direta no Open Finance desde fevereiro de 2026,...
27/08/2026

R$ 385,4 bilhões em crédito pessoal. Esse é o volume que está em disputa direta no Open Finance desde fevereiro de 2026, quando a portabilidade digital entrou em operação.

O prazo regulatório para portabilidade já era de até 5 dias úteis desde 2013, mas na prática o processo chegava a levar 20 ou 25 dias, entre burocracia e troca manual de dados entre instituições. Agora, dentro do Open Finance, o teto cai para 3 dias úteis, podendo ser feito pelo próprio celular.

Para fintechs e IFs, o cenário mudou em duas frentes: o risco de perda de carteira ficou real e imediato, e a janela de retenção ficou mais estreita. Sinais de saída aparecem antes da solicitação formal, quem monitora a própria base com inteligência de dados age antes, já quem espera, reage tarde.

Em novembro de 2026, o consignado público federal entra no mesmo modelo, e assim o cronograma segue avançando.

Salva esse post se você trabalha com crédito, produto ou estratégia em instituições financeiras.

Fontes: Resolução Conjunta nº 15 / CMN nº 5.265, Banco Central do Brasil, nov. 2025 · Finsiders Brasil, fev. 2026

A DataHub esteve presente no FEBRABAN TECH 2026, o maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro da América ...
26/08/2026

A DataHub esteve presente no FEBRABAN TECH 2026, o maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro da América Latina.

Muita troca, conversas estratégicas e discussões sobre o futuro do mercado financeiro.

José Raposo, Robson Rufato e Andrea Pompermayer representando a DataHub onde dados e inovação se encontram. 🤖

Deepfakes chegaram à originação de crédito no Brasil. O prejuízo já é mensurável: R$ 18 milhões em crédito concedido a i...
25/08/2026

Deepfakes chegaram à originação de crédito no Brasil. O prejuízo já é mensurável: R$ 18 milhões em crédito concedido a identidades que nunca existiram, resultado de tentativas de abertura de conta com vídeos de prova de vida manipulados por IA. O Banco Central notificou 14 instituições financeiras sobre essas tentativas coordenadas.

Identidades sintéticas cresceram 126% no Brasil em 2025, e o país responde por cerca de 39% de todos os deepfakes identificados na América Latina, enquanto a fraude de identidade em geral recuou 10% no mesmo período, sinal de que o volume caiu e a sofisticação aumentou. Em pesquisa recente, 63% dos líderes de prevenção a fraude no país identificaram golpes com áudio ou vídeo manipulados por IA nos últimos 12 meses, acima da média global de 50%.

O impacto vai além do prejuízo direto: crédito aprovado com verificação comprometida distorce provisões e abre passivo regulatório junto ao Banco Central, que já estrutura 16 iniciativas voltadas a fraude, cibersegurança e IA. Enriquecimento de CPF em tempo real e cruzamento de fontes diversas ajudam a detectar a identidade sintética antes que ela vire crédito aprovado.

A sua esteira de originação já tem essas camadas? Conta pra gente nos comentários.

Tem fraude que não usa documento falso nenhum. Usa dados reais, combinados com informações fictícias, até montar uma ide...
21/08/2026

Tem fraude que não usa documento falso nenhum. Usa dados reais, combinados com informações fictícias, até montar uma identidade que passa em qualquer verificação básica.

Isso é identidade sintética, e é por isso que ela é mais difícil de detectar do que o roubo de dados comum. O fraudador não tem pressa, não deixa rastro óbvio e constrói exatamente o histórico que os modelos de crédito querem ver.

A detecção só acontece quando dados de fontes diferentes são cruzados com contexto suficiente, e é nesse cruzamento que a DataHub trabalha.

Nenhuma funcionalidade da DataHub nasce pronta, antes de chegar até você, cada entrega passa por um processo estruturado...
17/08/2026

Nenhuma funcionalidade da DataHub nasce pronta, antes de chegar até você, cada entrega passa por um processo estruturado, que começa bem antes do lançamento.

Tudo parte da identificação da demanda: comportamento do mercado, escuta ativa dos clientes e mudanças regulatórias ajudam a direcionar onde vale a pena investir. A pergunta que guia tudo é sempre a mesma, essa entrega resolve uma necessidade real?

Validada a oportunidade, a construção segue em etapas: análise de mercado, validação com clientes, priorização no backlog e uma versão beta testada antes do lançamento.
A inteligência artificial acelerou esse processo por aqui e tapas que exigiam mais tempo de análise ganharam velocidade, e esse tempo recuperado vai direto para decisões estratégicas e qualidade das entregas.

O sucesso de uma funcionalidade só se confirma no uso real, quando ela resolve uma necessidade e gera valor no dia a dia de quem usa.

Esse é o processo por trás de cada entrega da DataHub: dados, produto e tecnologia com um único critério de aprovação, gerar valor para quem decide com base neles.

Conte nos comentários o que você gostaria de saber sobre como construímos nossas soluções?

Cinco anos depois do início do Open Finance no Brasil, a infraestrutura está consolidada: 154 milhões de consentimentos ...
12/08/2026

Cinco anos depois do início do Open Finance no Brasil, a infraestrutura está consolidada: 154 milhões de consentimentos ativos, 100 milhões de contas conectadas e mais de 102 bilhões de comunicações semanais entre instituições.

O que ainda não acompanhou esse crescimento foi o aproveitamento real desses dados em decisões de crédito e precificação de risco. Estudo da EY aponta que apenas 3% das empresas brasileiras estão conectadas ao ecossistema, enquanto 20% no Reino Unido.

Os dados existem, estão acessíveis e aguardam a camada de inteligência que os transforma em decisão.

A DataHub estrutura essa camada.
Sua operação já usa dados do Open Finance em análise de risco? Comenta aqui.

A maioria das operações de crédito tem um ponto cego que não aparece nos relatórios de risco: o intervalo entre a coleta...
11/08/2026

A maioria das operações de crédito tem um ponto cego que não aparece nos relatórios de risco: o intervalo entre a coleta do dado e o momento da decisão.

Nesse intervalo, clientes perdem emprego, contraem novas dívidas, encerram vínculos, registram restrições. A esteira não sabe porque o dado que chegou não carrega o que aconteceu depois.

Dado em tempo real não resolve todos os problemas de uma política de crédito, mas elimina o erro mais evitável: decidir com informação que já não representa o cliente que está na frente da operação.

A DataHub conecta sua operação ao dado do momento da decisão. Link na bio.

A cibersegurança mudou de protagonista em 2026.O Global Cybersecurity Outlook 2026, do Fórum Econômico Mundial em parcer...
06/08/2026

A cibersegurança mudou de protagonista em 2026.
O Global Cybersecurity Outlook 2026, do Fórum Econômico Mundial em parceria com a Accenture, ouviu 804 líderes em 92 países e chegou a um dado que reorganiza prioridades: pela primeira vez, fraude cibernética superou ransomware como principal preocupação de segurança digital entre CEOs e CISOs.

94% desses líderes apontam a inteligência artificial como a maior força de transformação da cibersegurança neste ano, e 87% relataram aumento de vulnerabilidades ligadas a IA no último ano. A explicação está no custo: deepfakes, engenharia social automatizada e phishing gerado por modelos de linguagem tornaram a fraude mais barata de executar e mais difícil de identificar, o que ajuda a entender por que o relatório estima o impacto econômico global em US$ 1,1 trrilhão ao ano, cerca de 3% do PIB mundial.

Para fintechs e instituições financeiras, esse cenário chega direto nos pontos mais sensíveis da operação: onboarding digital, concessão de crédito e autenticação remota são os alvos preferidos de ataques baseados em IA. Ainda assim, apenas 64% das organizações têm hoje processos formais para avaliar a segurança das ferramentas de IA que utilizam, contra 37% no ano anterior. A governança avança, mas em ritmo mais lento que a tecnologia que deveria supervisionar.

Com isso, dados se tornam parte da própria defesa: validação de identidade, cruzamento de fontes diversas e monitoramento comportamental contínuo ajudam a reduzir a superfície de ataque antes que a fraude chegue à decisão de crédito.

No seu dia a dia, a cibersegurança já é tratada como uma questão de dado, ou ainda como um tema exclusivo de tecnologia? Conta pra gente aqui nos comentários.

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