Técnico profissional de Celulares

Técnico profissional de Celulares Informações sobre manutenção de celulares e a profissão de técnica para esta atividade que cresce a cada dia no país.

Samsung torna-se 1° lugar em vendas e deixa de celulares e Apple f**a com segundo lugar.Mercado de celulares cresce a ca...
23/04/2021

Samsung torna-se 1° lugar em vendas e deixa de celulares e Apple f**a com segundo lugar.

Mercado de celulares cresce a cada dia no Brasil.
Saiba como entrar neste mercado de manutenção e reparo em celulares no link abaixo:
http://manutencaodecelulares.laboratorioprofissional.com/

A Samsung está em primeiro lugar no ranking de remessas globais de celulares, segundo acompanhamento da empresa Strategy Analytics. A Apple também se destaca em segundo lugar e a Xiaomi, que ficou em terceiro. Os resultados se baseiam nas movimentações do primeiro trimestre de 2021.

A classif**ação atual mostra uma mudança signif**ativa dos resultados do segundo trimestre do ano passado, quando Huawei estava no topo do ranking. Em 2019, a fabricante chinesa chegou a ultrapassar a Apple em vendas globais. Agora, na contramão dos anos anteriores, a gigante chinesa não figura no top 5.

A Samsung conquistou um salto expressivo no primeiro trimestre deste ano. Os números da fabricante foram de 58 milhões para 77 milhões de unidades vendidas em comparação com o primeiro trimestre de 2020. A Apple, por sua vez, vai de 39 milhões para 57 milhões. Em terceiro lugar na classif**ação, a Xiaomi eleva seus números de 28 para 49 milhões, um aumento de 5% na participação de mercado.

Houve um aumento de 24% na venda de celulares em geral em 2021, na comparação com mesmo período de 2020. Aplicando em números, isso signif**a uma remessa de 340 milhões de smartphones. Esse é um contraponto signif**ativo à queda nos números em 2020, em especial no começo da pandemia.

CRESCIMENTO EXPRESSIVO DO SETOR DE REPARO EM CELULARES EM TODO PAÍS.A procura por serviços de manutenção de celulares, c...
02/04/2021

CRESCIMENTO EXPRESSIVO DO SETOR DE REPARO EM CELULARES EM TODO PAÍS.

A procura por serviços de manutenção de celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos vem aumentando durante o período de quarentena imposta pela pandemia da Covid-19. Consertos e pequenos reparos estão entre os mais procurados.
Segundo levantamento realizado pelo GetNinjas, aplicativo de contratação de serviços da América Latina, só em junho deste ano, a procura pela contratação desses serviços cresceu 172% em todo o país, se comparado ao mesmo período do ano passado.
Ainda de acordo com a pesquisa, nos últimos três meses a procura pelo reparo de celulares teve um aumento de 104%.

O aparelho, que já se tornou indispensável para muita gente, agora é um dos principais instrumentos de trabalho e também para se comunicar com familiares e amigos.

CRESCIMENTO

Gerente de uma loja de assistência técnica e acessórios para computadores e celulares, no Centro de Araçatuba (SP), Fabiana Farias afirma que o estabelecimento sentiu esse crescimento. Segundo ela, houve aumento de 50% na procura, de maio até agora, se comparado com meses anteriores.
“Essa elevação na demanda pode ser explicada pelo fato de a maioria dos serviços ser de itens indispensáveis para a quarentena”, afirma.
Antes da pandemia, o estabelecimento recebia, em média, 10 equipamentos (entre smartphones, notes, desktops e smarthwatches) por dia para reparo, e hoje, esse número subiu para 15. Ainda, de acordo com a gerente, são dois os principais motivos que levam o consumidor à loja.
“Primeiro, manutenção por conta de desempenho, pois o dispositivo está lento ou travando. E agora eles estão sendo muito mais utilizados tanto para relacionamentos pessoais quanto profissionais.

Depois, conserto mesmo por causa de problemas no cuidado e conversação dos aparelhos, como quedas e uso de álcool na limpeza dos dispositivos, que acaba molhando e oxidando os equipamentos”, explica Fabiana.

Hora do reparo
Dados da Confederação Nacional do Comércio apontam que a adesão ao trabalho remoto no país cresceu cerca de 30% devido a pandemia e isso também influencia no aumento na demanda da procura dos consertos de aparelhos eletrônicos e itens de informática.

“As pessoas estão utilizando ainda mais os celulares, computadores, notebooks e smarthwatches neste momento, então, algo que há muito tempo precisava ser feito, e por conta da correria do dia-a-dia não dava certo, agora as pessoas procuram consertar”, diz Fabiana.

Ela acredita que, mesmo após a pandemia, essa demanda continuará, ainda que em menor intensidade. “Acredito que muitas empresas vão aderir ao trabalho home office como uma medida longa e, com isso, provavelmente a assistência técnica de computadores e notebooks continuará sendo uma necessidade sem prazo para terminar”, finaliza a gerente, fazendo uma análise do mercado pós-pandemia.

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18/03/2021

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05/03/2021

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Um profissional qualif**ado em manutenção e reparos de celulares não deixam um serviço simples se tornar um transtorno para sua assistência e seus clientes.

01/03/2021

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Como fazer uso saudável do celular em crianças.1. Tente evitar a exposição passiva para crianças com menos de 2 anosMas ...
21/02/2021

Como fazer uso saudável do celular em crianças.

1. Tente evitar a exposição passiva para crianças com menos de 2 anos
Mas o que é exposição passiva?
É quando o adulto coloca um celular na frente da criança para que ela fique atenta ao conteúdo e consiga comer ou pegar no sono, por exemplo. E, contraditoriamente, essas são exatamente as ocasiões nas quais elas mais deveriam ser evitadas durante a refeição e 1-2 horas antes de dormir.
Fique atento para que isso não ocorra com frequência, pois há estudos que mostram a semelhança no funcionamento neurológico da dependência química com a dependência de telas!

2. Aprendizado que estão perdendo
Enquanto está olhando para o celular, a criança perde a oportunidade de aprender questões essenciais, como a discriminação atenta dos sabores, do paladar, de como é uma refeição feita em família, do que pode ou não conversar nesse momento etc.
Para avaliar se o uso de telas nas refeições ou antes de dormir estão muito constantes na sua casa, vale a reflexão não só da quantidade de horas, mas sim do que você entende que os seus pequenos estão perdendo com isso.

3. Limitação das horas
Tente limitar o tempo de exposição ao celular para no máximo de 1h por dia para crianças de 2 a 5 anos de idade.
Durante a quarentena, é comum e, muitas vezes, necessário que as crianças utilizem tecnologias digitais para fazer tarefas ou mesmo exercícios físicos. Portanto, avalie a qualidade do conteúdo que a criança assiste e faça com que ela intercale o celular e as telas com uma rotina de atividades ao ar livre.

4. Tabela
Uma tabela com figuras e desenhos pode auxiliar na elaboração dessa rotina para que a criança também tenha um entendimento mais fácil. Na tabela, é essencial colocar horários para telas digitais, refeições, atividades físicas, tarefas da escola, brincadeiras livres, momentos de ócio etc.
Se for preciso, altere essa tabela a cada semana junto com a criança. Ela pode desenhar as refeições e ajudar a elaborar brincadeiras, por exemplo.

5. Celular e computador no quarto
Tente evitar que crianças entre 0 a 10 anos usem televisão, computadores ou celulares em seus próprios quartos, principalmente sem a mediação da família ou de adultos. O uso, principalmente frequente, desses aparelhos dentro do ambiente utilizado para dormir pode prejudicar as horas de sono necessárias para as crianças, o que acarreta em outros prejuízos (na atenção e no apetite, por exemplo).

6. Jogos digitais
Se as crianças da sua família já pedem ou usam jogos digitais, fique atento! Segundo o Manual de Orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria:
“crianças menores de 6 anos precisam ser mais protegidas da violência virtual, pois não conseguem separar a fantasia da realidade.”
De acordo com o Manual, esses jogos não são apropriados para qualquer idade, pois utilizam da violência como forma de resolver conflitos, contribuem para o aumento da cultura do ódio e intolerância.

7. Exercícios e interação ao ar livre
Incentive a prática de exercícios físicos, brincadeiras ao ar livre ou em contato com a natureza, se possível. Criar jogos dentro de casa, utilizando fitas adesivas no chão, jogos de tabuleiro e blocos de montar podem ser alternativas ricas para a criança não utilizar apenas jogos digitais e ainda interagir com a família.

8. Família atenta
A família tem um papel essencial na fiscalização dos jogos ou outras atividades que as crianças fazem no mundo digital, principalmente em atividades de interação on-line.
Fique sempre de olho nos conteúdos e converse sobre o que eles fazem nesse universo: peça, frequentemente, e em conversa franca, para que eles mostrem os jogos ou as conversas que tiveram on-line; oriente a não compartilhar fotos, senhas e informações como nome, idade, endereço e nome dos familiares; fale para não se exporem por we**am e explique os riscos dessas atitudes.
A dica maior aqui é: Converse! Informe sobre os riscos do uso da internet, tanto com jogos quanto com redes sociais. Oriente sobre o que a criança pode ou não fazer e os motivos para isso.

9. Cyberbullying
Atitudes violentas são comuns no universo digital – é o famoso cyberbullying – e crianças e adolescentes são vítimas constantes. Por isso, aprenda e ensine as crianças a bloquearem mensagens e vídeos ofensivos e inapropriados (com conteúdos se***is e violentos, por exemplo) e peça para que elas informem os responsáveis da família se forem insultadas ou ofendidas.
Leia também: Segurança digital: como proteger seus filhos dos perigos da internet?

10. Sendo exemplo
Por fim, famílias, lembrem-se que os adultos responsáveis pelas crianças são exemplos fortes para elas. Dê atenção ao seu próprio uso de telas, principalmente quando está com as crianças.
Assim como o incentivo à leitura e aos estudos dos filhos é impulsionado com a prática de leitura e estudos dos pais, por exemplo, o incentivo ao uso frequente ou não de telas digitais também é. Então, dê o exemplo!

Se a sua família está buscando informações sobre o uso do celular e telas por crianças, isso é um ótimo sinal, pois signif**a que vocês querem aprimorar suas relações e estão preocupados, cuidando uns dos outros.

Mas, não se esqueça: a busca pela atenção ao seu próprio uso de aparelhos eletrônicos é essencial para que as crianças tenham modelos saudáveis também.
Portanto, continue buscando informações sobre esse tema e lembre-se que: o universo da interação humana, principalmente das crianças e adolescentes com a família, também é enorme, complexo e precisa sempre de aprimoramento.
Reinventar-se no cuidado com os pequenos é sempre algo bem-vindo para a educação deles.

Fonte:
https://escoladainteligencia.com.br/

21/02/2021

Como fazer uso saudável do celular em crianças.

1. Tente evitar a exposição passiva para crianças com menos de 2 anos

Mas o que é exposição passiva?
É quando o adulto coloca um celular na frente da criança para que ela fique atenta ao conteúdo e consiga comer ou pegar no sono, por exemplo. E, contraditoriamente, essas são exatamente as ocasiões nas quais elas mais deveriam ser evitadas durante a refeição e 1-2 horas antes de dormir.

Fique atento para que isso não ocorra com frequência, pois há estudos que mostram a semelhança no funcionamento neurológico da dependência química com a dependência de telas!

2. Aprendizado que estão perdendo
Enquanto está olhando para o celular, a criança perde a oportunidade de aprender questões essenciais, como a discriminação atenta dos sabores, do paladar, de como é uma refeição feita em família, do que pode ou não conversar nesse momento etc.
Para avaliar se o uso de telas nas refeições ou antes de dormir estão muito constantes na sua casa, vale a reflexão não só da quantidade de horas, mas sim do que você entende que os seus pequenos estão perdendo com isso.

3. Limitação das horas
Tente limitar o tempo de exposição ao celular para no máximo de 1h por dia para crianças de 2 a 5 anos de idade.
Durante a quarentena, é comum e, muitas vezes, necessário que as crianças utilizem tecnologias digitais para fazer tarefas ou mesmo exercícios físicos. Portanto, avalie a qualidade do conteúdo que a criança assiste e faça com que ela intercale o celular e as telas com uma rotina de atividades ao ar livre.

4. Tabela
Uma tabela com figuras e desenhos pode auxiliar na elaboração dessa rotina para que a criança também tenha um entendimento mais fácil. Na tabela, é essencial colocar horários para telas digitais, refeições, atividades físicas, tarefas da escola, brincadeiras livres, momentos de ócio etc.
Se for preciso, altere essa tabela a cada semana junto com a criança. Ela pode desenhar as refeições e ajudar a elaborar brincadeiras, por exemplo.

5. Celular e computador no quarto
Tente evitar que crianças entre 0 a 10 anos usem televisão, computadores ou celulares em seus próprios quartos, principalmente sem a mediação da família ou de adultos. O uso, principalmente frequente, desses aparelhos dentro do ambiente utilizado para dormir pode prejudicar as horas de sono necessárias para as crianças, o que acarreta em outros prejuízos (na atenção e no apetite, por exemplo).

6. Jogos digitais
Se as crianças da sua família já pedem ou usam jogos digitais, fique atento! Segundo o Manual de Orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria:
“crianças menores de 6 anos precisam ser mais protegidas da violência virtual, pois não conseguem separar a fantasia da realidade.”
De acordo com o Manual, esses jogos não são apropriados para qualquer idade, pois utilizam da violência como forma de resolver conflitos, contribuem para o aumento da cultura do ódio e intolerância.

7. Exercícios e interação ao ar livre
Incentive a prática de exercícios físicos, brincadeiras ao ar livre ou em contato com a natureza, se possível. Criar jogos dentro de casa, utilizando fitas adesivas no chão, jogos de tabuleiro e blocos de montar podem ser alternativas ricas para a criança não utilizar apenas jogos digitais e ainda interagir com a família.

8. Família atenta
A família tem um papel essencial na fiscalização dos jogos ou outras atividades que as crianças fazem no mundo digital, principalmente em atividades de interação on-line.
Fique sempre de olho nos conteúdos e converse sobre o que eles fazem nesse universo: peça, frequentemente, e em conversa franca, para que eles mostrem os jogos ou as conversas que tiveram on-line; oriente a não compartilhar fotos, senhas e informações como nome, idade, endereço e nome dos familiares; fale para não se exporem por we**am e explique os riscos dessas atitudes.
A dica maior aqui é: Converse! Informe sobre os riscos do uso da internet, tanto com jogos quanto com redes sociais. Oriente sobre o que a criança pode ou não fazer e os motivos para isso.

9. Cyberbullying
Atitudes violentas são comuns no universo digital – é o famoso cyberbullying – e crianças e adolescentes são vítimas constantes. Por isso, aprenda e ensine as crianças a bloquearem mensagens e vídeos ofensivos e inapropriados (com conteúdos se***is e violentos, por exemplo) e peça para que elas informem os responsáveis da família se forem insultadas ou ofendidas.
Leia também: Segurança digital: como proteger seus filhos dos perigos da internet?

10. Sendo exemplo
Por fim, famílias, lembrem-se que os adultos responsáveis pelas crianças são exemplos fortes para elas. Dê atenção ao seu próprio uso de telas, principalmente quando está com as crianças.
Assim como o incentivo à leitura e aos estudos dos filhos é impulsionado com a prática de leitura e estudos dos pais, por exemplo, o incentivo ao uso frequente ou não de telas digitais também é. Então, dê o exemplo!
Se a sua família está buscando informações sobre o uso do celular e telas por crianças, isso é um ótimo sinal, pois signif**a que vocês querem aprimorar suas relações e estão preocupados, cuidando uns dos outros.
Mas, não se esqueça: a busca pela atenção ao seu próprio uso de aparelhos eletrônicos é essencial para que as crianças tenham modelos saudáveis também.

Portanto, continue buscando informações sobre esse tema e lembre-se que: o universo da interação humana, principalmente das crianças e adolescentes com a família, também é enorme, complexo e precisa sempre de aprimoramento.
Reinventar-se no cuidado com os pequenos é sempre algo bem-vindo para a educação deles.

Fonte:
https://escoladainteligencia.com.br/

Informações sobre manutenção de celulares e a profissão de técnica para esta atividade que cresce a cada dia no país.

Celular é usado por 82% das crianças e adolescentes para acessar internet.Conheça um dos cursos de manutenção em celular...
19/02/2021

Celular é usado por 82% das crianças e adolescentes para acessar internet.

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O celular superou os computadores de mesa e passou a ser o aparelho mais usado por crianças e adolescentes para acessar a internet. Pesquisa divulgada hoje (28) pelo Comitê Gestor da Internet revela que 82% dos jovens entram na rede por telefones móveis, enquanto 56% navegam em dispositivos fixos. Os dados foram coletados em 2014, a partir de 2,1 mil entrevistas domiciliares com jovens de 9 a 17 anos.
Em 2013, o percentual de crianças e adolescentes que acessavam a internet pelo celular era 53% e pelo computador, 71%. Também cresceu signif**ativamente o índice de jovens que acessam a rede por tablets, de 16%, em 2013, para 32%, em 2014. A pesquisa mostrou ainda que 81% da população dentro da faixa etária analisada acessa a internet todos os dias. Em 2013, o percentual era 63%.

A maior motivação dos jovens para usar a rede é entrar nas redes sociais (73%), buscar informações para trabalhos escolares (68%) e pesquisas de interesse pessoal (67%). Outro uso importante é o de aplicativos de mensagens instantâneas (64%). Em seguida vêm atividades recreativas como ouvir música (50%) e assistir a vídeos (48%).
Apesar do aumento da navegação, as habilidades relacionadas ao uso da rede não cresceram na mesma proporção. Na faixa de 11 a 17 anos, 64% disseram que sabem bloquear as mensagens enviadas por pessoas indesejadas. Em 2013, o índice era 55%. O percentual de jovens que sabem mudar as configurações de privacidade nos perfis das redes sociais, escolhendo que informações deixar públicas, caiu de 58% para 56%. O número de adolescentes que sabem comparar informações de páginas diferentes para checar a veracidade dos dados subiu de 42% para 46%.

A migração para o acesso por outros dispositivos indica também mudanças de hábito, como explica a oficial do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) Gabriela Mora. “Os adolescentes estão usando a internet de uma forma cada vez mais individualizada. E uma das características também é essa busca por autonomia. É importante respeitar isso”, destacou.
Junto com a pesquisa, o Unicef lançou a campanha Internet Sem Vacilo, que busca conscientizar sobre os riscos e comportamentos problemáticos na internet. “Então, a campanha provoca muito mais no sentido de estabelecer diálogos do que controle. Mais do que trabalhar com uma supervisão ou restringir o que o adolescente acessa”, acrescenta Gabriela sobre as peças publicitárias estreladas por apresentadores de canais com apelo entre o público jovem no YouTube.

A busca por privacidade e independência é, na avaliação de Gabriela, uma característica normal da idade. “Isso faz parte da própria constituição do sujeito que está ali construindo a sua identidade, criando laços com pessoas que estão fora do círculo familiar. A adolescência é isso, essencialmente.”
Por isso, é importante que os pais e as escolas discutam a relação dos jovens com a rede, ressalta o pesquisador do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic) Fábio Senne. Segundo ele, os estudos têm mostrado que uma visão mais participativa tem sido mais efetiva do que impedir o acesso das crianças. As crianças devem acessar a internet, exercer a sua liberdade de expressão e seus pontos de vista na rede, no seu entender, mas a conversa e a mediação sobre o uso que está sendo feito são fundamentais.

Fonte:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-07/celular-e-usado-por-82-das-criancas-e-adolescentes-para-acessar-internet

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