Rádio Doze de Maio - FM 107,5

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Seu prato está inflamando seu corpo? Entenda com ajuda da imunonutriçãoTodo mundo já ouviu que "comer bem fortalece a im...
07/06/2026

Seu prato está inflamando seu corpo? Entenda com ajuda da imunonutrição

Todo mundo já ouviu que "comer bem fortalece a imunidade". A frase virou clichê – mas a real relação entre prato e sistema imune vai bem além do suco de laranja. E, sinceramente, não é tão simples quanto parece.

Imunonutrição é o estudo de como os nutrientes modulam a resposta imunológica. Traduzindo: seu sistema imune é um dos que mais gastam energia no corpo. Se a matéria-prima não chega, a defesa cai. Simples assim.

Inflamação: boa, ruim e a que vira rotina
Inflamação é uma resposta natural de defesa. O problema é quando ela vira crônica. E a alimentação tem tudo a ver com isso. Dieta cheia de ultraprocessados, açúcar e gordura de baixa qualidade mantém o corpo em um estado inflamatório leve, mas constante. É como um alarme de incêndio que nunca desliga.

Já padrões como a dieta mediterrânea – vegetais, azeite, castanhas, peixes – fazem o oposto: fornecem ao corpo as ferramentas para regular a inflamação. Não é coincidência.

A comida que acende (ou apaga) o fogo das doenças crônicas

Essa inflamação silenciosa está na base de artrite, doenças inflamatórias intestinais, psoríase, obesidade e até alguns tipos de câncer. A comida não "cura" nada disso, mas funciona como modulador silencioso: pode atenuar ou piorar o processo inflamatório de fundo.

Na prática, quem se alimenta melhor tende a ter uma resposta inflamatória mais controlada. E isso muda o rumo da doença.

O intestino é quem manda
Grande parte da conversa entre alimento e imunidade passa pelo intestino. A microbiota – as bactérias que vivem no seu trato digestivo – é influenciada diretamente pelo que você come. Fibras e prebióticos alimentam as bactérias boas, que produzem substâncias que regulam a imunidade.

Um intestino diversificado responde melhor. Um microbioma empobrecido por industrializados, antibióticos e estresse crônico faz o oposto.

O que dá para fazer no dia a dia
Algumas escolhas simples ajudam a manter essa engrenagem funcionando:

Varie os vegetais no prato. Quanto mais cores, mais compostos bioativos diferentes. Folhas escuras, cenoura, tomate, brócolis, cebola, alho – cada um entrega algo único.
Inclua gordura boa todo dia: azeite extravirgem, castanhas, abacate, peixes como sardinha e atum. Gorduras de qualidade são matéria-prima para moléculas que controlam a inflamação.
Invista em fibras: aveia, feijão, lentilha, frutas com casca, chia, linhaça. Elas alimentam as bactérias boas do intestino.
Corte (ou reduza bastante) ultraprocessados e açúcar refinado. Não faz mal de vez em quando, mas, como padrão, vira combustível para a inflamação.
Lembre-se do básico: sono, atividade física e hidratação. Nenhum nutriente isolado compensa um estilo de vida desregulado.

A imunonutrição é um campo em expansão, e o que já se sabe é promissor. Mais do que receitas milagrosas, é a consistência alimentar ao longo do tempo que sustenta um sistema imune equilibrado. É o prato bem-feito, todo dia.

Vale lembrar que cada organismo responde de um jeito. O que funciona em teoria nem sempre é o ideal para o seu caso específico. Por isso, a avaliação individualizada faz diferença – e é aí que o profissional entra. Se você sente que sua alimentação poderia estar mais alinhada com seus objetivos de saúde, vale uma conversa para ajustar o que realmente importa.
*Texto escrito por Dr. Leonardo Anhesini, médico nutrólogo e do esporte (CRM/SP 111027 | RQE 87517 / 142616)

Fonte: CNN Brasil
Foto: rawpixel.com/Magnific

Por que porto na Espanha virou estratégia de indústrias de SC para driblar novos tarifaços dos EUAUm porto localizado em...
07/06/2026

Por que porto na Espanha virou estratégia de indústrias de SC para driblar novos tarifaços dos EUA

Um porto localizado em uma cidade da Espanha virou a mais nova aposta de rota estratégica para indústrias de Santa Catarina lidarem com os novos tarifaços impostos pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) fez nesta semana uma reunião virtual com representantes da Autoridade Portuária de Las Palmas, na Espanha. Localizado em uma ilha no Atlântico, entre a Europa, a África e a América, o complexo portuário é considerado um polo importante de abastecimento e que poderia servir de aliado a produtores catarinenses para o escoamento de produção no atual momento de sanções norte-americanas.

O presidente da Fiesc, Gilberto Seleme, afirmou que a nova taxação anunciada pelos Estados Unidos nesta semana deu relevância ainda maior ao encontro e às conversas com o porto de Las Palmas. Na terça-feira (2), o Escritório Comercial dos Estados Unidos (USTR) informou a intenção de impor uma tarifa de 25% sobre as importações vindas do Brasil, amparada na chamada Seção 301 da Lei Comercial americana, em razão de supostas “práticas comerciais desleais” do governo brasileiro.

— Há um potencial enorme de expansão de negócios com o acordo Mercosul–União Europeia. A Espanha se torna uma parceira estratégica para a indústria catarinense, como porta de acesso à Europa e à África. A perspectiva para o setor é bastante positiva, com interesse em investimentos em setores-chave como manufatura, agroindústria, energia e tecnologia — avaliou Seleme.

Assim que os termos do acordo bilateral entre Mercosul e União Europeia entraram em vigor este ano, as primeiras autorizações para exportação do país foram obtidas por empresas catarinenses. O fato foi recordado pela presidente do Conselho de Comércio Exterior da Fiesc, Maitê Bustamante.

O evento desta semana teve a participação do diretor-geral da Autoridade Portuária de Las Palmas, Francisco Javier Trujillo Ramírez, e teve apoio da Câmara de Comércio Brasil-Espanha.

Missão empresarial à Espanha estreitou laços
Para estreitar os laços com esse mercado, a Fiesc liderou recentemente uma missão empresarial multissetorial à Espanha, com foco no setor de máquinas e equipamentos, com agendas em Madri e em Las Palmas, nas Ilhas Canárias.

Em 2025, Santa Catarina exportou 98,7 milhões de dólares para a Espanha. Os principais produtos foram carnes de aves, motores elétricos, madeira serrada e compensada, além de móveis.

Em contrapartida, as importações catarinenses somaram 322 milhões de dólares e foram impulsionadas pela compra de pigmentos, azeite de oliva, cosméticos e medicamentos.

Em meio às negociações, a Fiesc também vem oferecendo apoio técnico às indústrias para lidar com os impactos da taxação norte-americana.

Fonte: NSC Total
Foto: AdobeStock

Seu cachorro te entende mais do que você imagina — e a ciência provouA interação diária entre tutores e cachorros freque...
07/06/2026

Seu cachorro te entende mais do que você imagina — e a ciência provou

A interação diária entre tutores e cachorros frequentemente levanta a hipótese de que os animais compreendem exatamente o que está sendo dito. O que antes era tratado apenas como percepção afetiva, hoje possui comprovação neurológica definitiva.

Pesquisas recentes baseadas em ressonância magnética funcional e te**es cognitivos rigorosos atestam que o cérebro canino processa a linguagem humana de maneira complexa, superando o simples condicionamento sonoro.

A ciência comportamental e a neurociência veterinária abandonaram a premissa de que os cães reagem exclusivamente ao tom de voz do tutor. Estudos conduzidos por instituições de referência em cognição animal, como a Universidade Eötvös Loránd, na Hungria, demonstraram que cachorros possuem a capacidade neurológica de separar o vocabulário (o que é dito) da entonação (como é dito).

Essa descoberta reposiciona o entendimento sobre a domesticação. Ao longo de milhares de anos de convivência com a espécie humana, os cachorros desenvolveram uma arquitetura cerebral adaptada para decodificar a comunicação entre espécies com uma precisão que não é observada em nenhum outro animal, nem mesmo em primatas geneticamente mais próximos do homem.

O processamento bilateral da linguagem

O marco científico sobre a cognição canina ocorreu quando pesquisadores conseguiram treinar cães para permanecerem imóveis dentro de aparelhos de ressonância magnética. O monitoramento da atividade cerebral em tempo real revelou um padrão de processamento de informações incrivelmente semelhante ao do cérebro humano.

Os exames comprovaram que os cães utilizam o hemisfério esquerdo do cérebro para processar o significado das palavras, identificando o vocabulário conhecido independentemente da forma como é pronunciado. Simultaneamente, o hemisfério direito é acionado para analisar a entonação e a carga emocional da frase.

A recompensa neurológica (a ativação do centro de prazer no cérebro do animal) atinge seu pico máximo apenas quando as duas informações se alinham. Ou seja, o cérebro do cachorro só registra uma recompensa completa quando ouve uma palavra de aprovação verdadeira, dita com um tom de voz genuinamente positivo. O animal não se deixa enganar por palavras de repreensão ditas em um tom alegre, evidenciando uma capacidade analítica avançada.

A leitura corporal

A compreensão dos cachorros não se limita à decodificação de comandos vocais. A ciência comprova que a inteligência social dos cães abrange a leitura precisa de expressões faciais, posturas corporais e, fundamentalmente, o rastreamento do olhar humano.

Te**es comparativos de laboratório mostram que os cães superam os chimpanzés na compreensão de gestos de apontar. Se um humano aponta para um recipiente escondendo comida, o cão compreende instintivamente a intenção referencial do gesto e segue a direção indicada. Essa habilidade exige uma teoria da mente básica: a capacidade de entender que o outro indivíduo possui uma intenção ou informação que ele próprio não tem.

Além disso, estudos sobre o rastreamento ocular e leitura de expressões faciais indicam que os cães observam a assimetria do rosto humano para identificar alterações de humor. Eles conseguem diferenciar expressões de alegria, raiva e neutralidade com altas taxas de precisão, adaptando o próprio comportamento antes mesmo que o humano emita qualquer som ou comando direto.

O papel da ocitocina na comunicação

A base biológica dessa conexão profunda é reforçada pelo sistema endócrino. O contato visual prolongado entre um cão e seu tutor dispara a liberação mútua de ocitocina, hormônio diretamente ligado à formação de vínculos sociais e empatia. Esse é o mesmo mecanismo fisiológico que atua no fortalecimento do laço entre mães e recém-nascidos.

Essa retroalimentação hormonal comprova que a atenção do cachorro ao humano não é motivada exclusivamente pela expectativa de alimento ou recompensa material. Existe um imperativo biológico voltado para a conexão e para a compreensão da estrutura social na qual o animal está inserido.

O acúmulo de evidências científicas encerra o debate sobre a superficialidade da comunicação canina. O cachorro não apenas memoriza sons associados a rotinas, mas interpreta ativamente a intenção por trás da linguagem humana.

Fonte: CNN Brasil
Foto: Freepik

HOJE, a Rádio DOZE FM 107,5 FM lembra que é dia de conscientização e cuidado com a saúde.Neste 07 de junho, comemora-se ...
07/06/2026

HOJE, a Rádio DOZE FM 107,5 FM lembra que é dia de conscientização e cuidado com a saúde.
Neste 07 de junho, comemora-se o Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, uma data promovida pela ONU e pela Organização Mundial da Saúde para reforçar a importância da qualidade e da segurança dos alimentos consumidos pela população.

A data destaca a responsabilidade compartilhada entre produtores, comerciantes, órgãos de fiscalização e consumidores para garantir alimentos seguros e saudáveis.

O 7 de junho nos lembra que a segurança alimentar é fundamental para a saúde e a qualidade de vida.

Final de semana é pior momento para compensar o sono? EntendaTentar recuperar as horas de sono perdidas durante a semana...
07/06/2026

Final de semana é pior momento para compensar o sono? Entenda

Tentar recuperar as horas de sono perdidas durante a semana esticando o descanso no sábado e no domingo é um sinal de alerta grave para a saúde. O hábito, impulsionado por rotinas exaustivas e classificado pela medicina como "jet lag social", mascara uma privação crônica capaz de aumentar os riscos de doenças cardiovasculares, obesidade e depressão.

Para entender os impactos dessa privação diária e se o final de semana é realmente o momento ideal para correr atrás do prejuízo, a CNN Brasil conversou com o professor Geraldo Lorenzi Filho, diretor do Laboratório do Sono do Instituto do Coração (InCor). O especialista traça um panorama preocupante: as pessoas estão dormindo cada vez menos, ignorando os sinais de exaustão do próprio corpo.

A quantidade ideal de descanso varia de acordo com a faixa etária, mas a privação severa cobra um preço biológico alto na fase adulta. "Na média, os estudos epidemiológicos sugerem que entre 7 e 8 horas é o período mais adequado de sono", explica o diretor do InCor.

No entanto, para quem já está com a dívida acumulada, o descanso tardio ainda funciona como uma estratégia de redução de danos. Não há indícios de que dormir a mais nesses dias piore a situação.

"Recuperar o sono significa que você está dormindo pouco. Isso é ruim. "Mas, entre os que dormem pouco, recuperar no final de semana é menos pior do que quem não recupera", tranquiliza o especialista. "Dormir mais é menos ruim do que seguir não dormindo muito".

Os sinais de alerta
O corpo humano não possui um medidor visível de "bateria fraca", exigindo que o indivíduo preste atenção às mudanças sutis de comportamento. "A pessoa precisa estar atenta a ela mesma, observar como está o desempenho dela, como está o humor, se ela está com sonolência", sugere o médico.

Os impactos neurológicos da falta de sono são imediatos e severos. O descanso noturno é o momento em que o cérebro processa e arquiva os aprendizados do dia. "Privação de sono é péssima para memória, concentração, humor e produtividade, já que o sono é um momento de fixação da memória", explica o especialista.

Quando não há sono regular, a cascata de problemas se estende para a saúde mental. "A gente tem a tendência a ficar mais ansioso, maior risco de depressão e piora da qualidade de vida".

A importância da higiene do sono
Reverter esse quadro exige disciplina e a construção de um ambiente propício para o desligamento cerebral. O especialista recomenda que a variação máxima do horário de ir para a cama, mesmo nos dias de folga, não ultrapasse uma hora. "Tem que ter rotina, é necessário colocar o sono como prioridade da vida".

A preparação deve começar muito antes de deitar a cabeça no travesseiro. O excesso de estímulos luminosos e químicos bloqueia a produção de melatonina, o hormônio indutor do sono.

"Se a pessoa está dormindo pouco, ela tem que fazer a higiene do sono. Duas horas antes de dormir, desligar o celular, programar-se para dormir sempre no mesmo horário, evitando ao máximo cafeína e televisão à noite", finaliza o médico.

Fonte: CNN Brasil
Foto: pvproductions/magnific

Ciclones extratropicais podem ter empurrado peixes para SC em “Supersafra” da Tainha, aponta especialistaCiclones extrat...
07/06/2026

Ciclones extratropicais podem ter empurrado peixes para SC em “Supersafra” da Tainha, aponta especialista

Ciclones extratropicais formados na Argentina podem estar por trás da boa safra da tainha em Santa Catarina. Caio Magnotti, doutor em Aquicultura e engenheiro do Laboratório de Piscicultura Marinha da Universidade Federal de Santa Catarina (Lapmar/UFSC), afirma que o fenômeno pode ter favorecido a movimentação do peixe em direção ao litoral do Estado.

— Tivemos dois ciclones extratropicais na Argentina, exatamente onde os cardumes se adensam, na região da Lagoa dos Patos e na saída do Rio da Prata. Então, provavelmente, esses ciclones podem ter empurrado de forma mais violenta e rápida esses cardumes que batem aqui em Santa Catarina — detalhou ao NSC Total.

Os ciclones mencionados apresentaram intensidade para impactar na movimentação dos peixes e também coincidiram com local e data de migração. O pesquisador considera essa uma possibilidade, mas ressalta que a movimentação das tainhas é complexa e envolve “condições climáticas, de vento, das correntes e da maturação dos peixes”.

O especialista da UFSC destacou que, para que os cardumes se movimentem, a água deve estar entre 19 °C e 21 °C, temperaturas que estão sendo observadas no litoral catarinense nos últimos dias.

— Passamos praticamente maio inteiro nesse intervalo de temperaturas. É a água ideal para esses peixes. Enquanto essa água não esfriar e não houver vento sul predominante por mais tempo, é possível que esses peixes fiquem mais tempo aqui na costa e tenham oportunidade de serem pescados — disse Magnotti.

A modalidade arrasto de praia, tradicional em Santa Catarina e conhecida pelos grandes lanços, já ultrapassou 50% da cota prevista para 2026, segundo o PesqBrasil – Monitoramento, do Ministério da Pesca e Aquicultura.

O que explica a vinda de tainhas para Santa Catarina?
Mignotti afirmou que uma série de fatores impacta a movimentação das tainhas. Entre eles, as questões climáticas, como correnteza e ventos, por exemplo.

— Os mais antigos dizem que, quando temos uns três dias de vento sul, ele traz os cardumes para a costa e, quando entra o vento nordeste, esses peixes encostam na praia. Há uma série de questões, na verdade. As tainhas viajam nas margens das praias, mas a maior parte dos cardumes passa a até 60 metros de profundidade. O peixe que vemos não é tudo que passa — relatou.

Safra da tainha é considerada positiva em Santa Catarina, mas pescador relata baixo preço pago pela indústria (Foto: Divulgação)
A Secretaria Executiva da Aquicultura e Pesca de Santa Catarina, por sua vez, destacou que os volumes expressivos de captura de tainha no litoral são resultado de “condições ambientais, oceanográficas e climáticas favoráveis que contribuíram para a forte presença de cardumes no Estado em um curto período de tempo”.

El Niño não deve impactar safra da tainha em 2026, afirma especialista
Caio Mignotti descartou uma possível influência do El Niño na safra da tainha de 2026. O fenômeno está previsto para o segundo semestre deste ano e a safra da tainha encerra em 31 de julho.

— Há um indício da formação do El Niño, com aquecimento do mar na região do Pacífico, mas provavelmente vai influenciar a partir de agosto. Para o ano que vem é possível que afete. Se a previsão se concretizar, é possível que exista alguma modificação nesses padrões de migração. Não podemos descartar 100%, mas não acredito que tenha impacto já nessa safra — afirmou.

O especialista também avalia que o fenômeno pode vir a alterar a “estocagem de juvenis”, os pequenos peixes que circulam no mar.

— A influência de chuvas, de temperatura e de mudança climática, talvez afete muito mais o crescimento desses juvenis e a sobrevivência deles nas lagoas, como a Lagoa dos Patos e o Rio da Prata — concluiu.

Santa Catarina registra “supersafra” da tainha
Laurentino Benedito Neves, subsecretário de pesca, maricultura e agricultura de Florianópolis e que comanda o Rancho Saragaço, na Barra da Lagoa, classifica o período de pesca em 2025 como uma “supersafra”.

— Está sendo uma supersafra, com a pesca bem adiantada, na verdade. A venda está sendo feita na praia mesmo, para a comunidade e pequenas pescarias. Mas, quando se trata de grande quantidade, precisamos vender para a indústria, que paga um preço bem baixo, dificultando para os pescadores — relatou Laurentino ao NSC Total.

O pescador afirmou que, mesmo com 30 toneladas de tainhas pescadas em seu rancho até o momento, os peixes não foram descartados. Ele declarou que os pescadores “não vão deixar isso acontecer”.

A Secretaria Executiva da Aquicultura e Pesca reconheceu que o cenário tem gerado desafios para a absorção da produção pelo mercado.

— Diante desse cenário, a Secretaria mantém diálogo permanente com representantes do setor pesqueiro, colônias de pescadores e demais órgãos envolvidos, buscando apoiar os profissionais da pesca — destacou em nota ao NSC Total.

Fonte: NSC Total
Foto: Divulgação

06/06/2026

Santa Missa dia 06 de junho de 2026

Brasil segue fora de lista europeia para exportações pecuáriasA Comissão Europeia publicou nesta quinta-feira (5) uma at...
06/06/2026

Brasil segue fora de lista europeia para exportações pecuárias

A Comissão Europeia publicou nesta quinta-feira (5) uma atualização da regulamentação que altera as condições para a importação de animais e produtos de origem animal destinados ao consumo humano no bloco. O Brasil permanece fora da lista de países considerados aptos a atender às novas exigências europeias relacionadas ao uso de antimicrobianos na produção animal.

Segundo o texto, a decisão foi tomada porque a Comissão Europeia afirma não ter recebido informações suficientes que garantam que o Brasil implementará, até 3 de setembro de 2026, as medidas necessárias para cumprir as exigências previstas na legislação europeia.

As regras proíbem o uso de determinados antibióticos considerados essenciais para a saúde humana e restringem a utilização de medicamentos antimicrobianos para promoção de crescimento ou aumento de produtividade em animais destinados à produção de alimentos.

A exclusão afeta categorias relevantes para as exportações brasileiras ao mercado europeu, incluindo bovinos, equinos, aves, produtos de aquicultura, mel e tripas animais. Até então, o Brasil figurava na lista de países autorizados para esses segmentos.

A medida faz parte de um esforço mais amplo da União Europeia para combater a resistência antimicrobiana, considerada uma das principais ameaças globais à saúde pública. Bruxelas vem endurecendo as exigências para países terceiros que exportam alimentos de origem animal ao bloco, exigindo garantias de que práticas proibidas dentro da UE também não sejam utilizadas na produção destinada ao mercado europeu.

A nova regulamentação também amplia a lista de países autorizados a exportar determinados produtos para a União Europeia. Nações como Índia, Indonésia, Quênia, Nigéria, Sérvia, Tunísia, Tanzânia e Uganda passaram a integrar a relação após apresentarem documentação considerada suficiente pelas autoridades europeias.

Apesar da retirada do Brasil da lista, a regulamentação não representa um embargo imediato às exportações. O texto estabelece que as novas disposições entrarão em vigor a partir de 3 de setembro de 2026. Até lá, autoridades brasileiras e europeias ainda podem manter negociações e apresentar informações adicionais para demonstrar conformidade com as exigências sanitárias do bloco.

Negociações continuam

Nas últimas semanas, representantes do governo brasileiro intensificaram as negociações com Bruxelas em busca de uma solução. O principal foco das discussões tem sido a carne bovina, embora também existam preocupações envolvendo aves, aquicultura e mel.

Como parte dessa estratégia, o Ministério da Agricultura apresentou recentemente um protocolo privado de certificação para bovinos livres de antimicrobianos. O sistema prevê o acompanhamento dos animais desde o nascimento até o abate, com o objetivo de comprovar que não houve utilização dos medicamentos proibidos pela legislação europeia.

O governo brasileiro também buscou negociar um período de adaptação que permitisse comprovar inicialmente o não uso dos medicamentos apenas nos meses finais da vida dos animais, avançando gradualmente para um sistema integral de rastreabilidade. A proposta, porém, não encontrou apoio entre os europeus.

Fonte: CNN Brasil
Foto: eprodução/Canal Rural

Prefeitura de São Bernardino intensifica melhorias em estradas do interior e realiza britagem em acesso à Sede CharutoA ...
06/06/2026

Prefeitura de São Bernardino intensifica melhorias em estradas do interior e realiza britagem em acesso à Sede Charuto

A Prefeitura de São Bernardino, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura, segue avançando com os trabalhos de manutenção e melhorias nas estradas vicinais do município. Na manhã deste sábado, as equipes estiveram mobilizadas na realização do serviço de britagem na via de acesso à comunidade de Sede Charuto.

A ação tem como objetivo proporcionar melhores condições de trafegabilidade, garantindo mais segurança e conforto para moradores, produtores rurais e demais usuários que utilizam o trecho diariamente. As melhorias também contribuem para o escoamento da produção agrícola e para a mobilidade das comunidades do interior.

Mesmo durante o fim de semana, as equipes da Secretaria de Infraestrutura permanecem em campo, demonstrando o compromisso da Administração Municipal com o desenvolvimento de São Bernardino e com a qualidade dos serviços prestados à população.

De acordo com a Prefeitura, os investimentos em infraestrutura rural são fundamentais para fortalecer o setor produtivo, facilitar o deslocamento das famílias e promover mais qualidade de vida para quem vive no campo.

Os trabalhos de recuperação e manutenção das estradas seguem sendo realizados em diferentes pontos do município, reforçando o compromisso da gestão em construir caminhos que impulsionem o crescimento e o progresso de São Bernardino.

Com planejamento e dedicação, a Administração Municipal continua investindo em ações que geram benefícios diretos para a população e contribuem para o desenvolvimento sustentável do município.

Fonte e fotos: Assessoria de Imprensa

Município de Novo Horizonte

Enem: prazo de inscrição é prorrogado até dia 12 de junhoO Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudo...
06/06/2026

Enem: prazo de inscrição é prorrogado até dia 12 de junho

O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogaram o prazo de inscrição para o Enem 2026 até o dia 12 de junho, próxima sexta-feira. Com isso, os interessados ganham uma semana a mais para se inscrever na principal porta de entrada do ensino superior gratuito do Brasil.

Para se inscrever, basta acessar a Página do Participante do Enem na internet e preencher as informações solicitadas. Para os estudantes não isentos, o prazo para pagar a taxa de inscrição vai até o dia 17 de junho.

A prorrogação não altera as datas de aplicação do exame, que permanece marcado para os dias 8 e 15 de novembro, em todo o país.

Isenção

Têm direito à isenção da taxa de R$ 85 para inscrição do Enem os estudantes do 3º ano do ensino médio da rede pública de ensino; os estudantes que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda igual ou inferior a um salário-mínimo e meio; e pessoas de famílias de baixa renda inscrita no Cadastro Único do governo federal (CadÚnico).

Os participantes do programa Pé-de-Meia do governo federal também se enquadram nos requisitos para isenção da taxa de inscrição. Independentemente de ser isento, o candidato deve fazer a inscrição no Enem.

O estudante do Pé-de-Meia que concluiu o ensino médio em 2026 e participar dos dois dias de prova do Enem receberão um incentivo adicional de R$200.

Todos os detalhes do Enem 2026 estão no edital da prova com informações sobre atendimento especializado para pessoas com deficiência, gestantes, lactantes, diabéticos, idosos ou com outra condição específica.

O Inep ainda preparou uma seção de perguntas e respostas para tirar as dúvidas mais comuns dos participantes. Confira aqui.

Cronograma

Inscrições: de 25 de maio a 12 de junho;
Pagamento da taxa de inscrição: até 17 de junho;
Solicitação de atendimento especializado e nome social: de 25 de maio a 12 de junho;
Resultado do atendimento especializado: 26 de junho;
Recurso do atendimento especializado: de 29 de junho a 3 de julho;
Resultado do recurso: 10 de julho;
Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro.

Fonte: Agência Brasil
Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil

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