23/04/2026
Da árvore ao pátio, o que aconteceu no meio?
O forwarder chegou com as toras. O volume foi estimado. O talhão foi fechado.
Mas o harvester sabia exatamente quanto foi colhido, volume por árvore, produtividade por hora de corte, consumo de combustível por metro cúbico. Esse dado estava na máquina durante toda a operação.
O problema não é que o dado não existe. É que ele não saiu de lá.
Em municípios rurais no Brasil, a disponibilidade de sinal 4G chega a apenas 41%, menos da metade da disponibilidade urbana, segundo a Opensignal. Em áreas de colheita florestal, esse número é ainda menor. Sem integração direta com o computador de bordo, o dado chega ao gestor por USB, horas depois ou não chega.
A diferença entre o volume estimado e o volume real por talhão pode chegar a 15%. Em contratos de fornecimento com a indústria de celulose, essa diferença tem custo direto no fechamento.
Publicamos um artigo explicando por que esse gap existe, quais tecnologias resolvem o problema em áreas sem cobertura,satélite, rádio mesh, sincronização via forwarder — e o que o gestor passa a enxergar quando o dado da máquina chega ao painel em tempo real.
Leia o artigo completo
https://www.simova.com.br/post/o-harvester-registra-mas-o-sistema-n%C3%A3o-enxerga