12/11/2019
É verdade que o RPA serve primordialmente para automatizar tarefas repetitivas, mas é preciso destacar que ele é diferente de um projeto de automação convencional. No tópico anterior, já demos algumas dicas dos motivos para isso, mas vamos ver com mais detalhes agora.
A principal diferença reside na tecnologia utilizada. O RPA é um software tipo robô, que navega pelo sistema web, “lendo” e gravando o que é feito, sendo capaz de reproduzir essas tarefas repetitivas — por isso, não precisa de desenvolvimento.
Já os projetos de automação tradicionais contam com uma tecnologia mais complexa, com um grande número de componentes tecnológicos — como o Business Analytics —, que servem para garantir mais eficiência aos procedimentos.
Uma consequência disso é que o esforço de implementação para o RPA é baixo. Não é preciso nem interromper os trabalhos para isso: ele não exige programação e nem requer um treinamento intenso.
Os projetos de automação, por outro lado, têm uma implantação mais complexa e a exigência de recursos técnicos depende muito da complexidade das integrações.
Assim, o RPA é ideal para atividades manuais repetitivas, baseadas em regras, que não requeiram decisões mais aprofundadas. Enquanto isso, os projetos de automação têm um impacto mais vasto, pois fazem toda uma reengenharia de processos, eliminam obstáculos, melhoram a fluidez, integram sistemas e, assim, conseguem melhorar a produtividade como um todo.
Por outro lado, o RPA causa um impacto imediato na empresa devido à facilidade da sua implementação a um custo comparativamente mais baixo. Os projetos de automação, por sua vez, apresentam impactos significativos para a organização, mas requerem mais tempo e recursos.
, , , , , , , , , ,