Cleiton Avi - Designer de marcas

Cleiton Avi - Designer de marcas Crio design de marcas que revelam a essência da sua empresa ao seu público. Designer catarinense em constante busca pela criatividade.

Independent brand design studio. I create visual identities for brands that are just starting out and lead redesign proj...
16/10/2026

Independent brand design studio.

I create visual identities for brands that are just starting out and lead redesign projects for companies that have moved into a new phase.

A collection of marks developed over time // Uma seleção de marcas desenvolvidas ao longo do tempoby Cleiton Avi | Desig...
15/10/2026

A collection of marks developed over time // Uma seleção de marcas desenvolvidas ao longo do tempo

by Cleiton Avi | Designer de marcas

É o famoso cliente roupa no varal: qualquer vento leva embora.Pensa nas marcas mais caras que você compra.Na maioria das...
15/10/2026

É o famoso cliente roupa no varal: qualquer vento leva embora.

Pensa nas marcas mais caras que você compra.

Na maioria das vezes, você até consegue justif**ar racionalmente: qualidade, durabilidade, atendimento, acabamento, experiência, garantia.

Mas, antes disso, aconteceu uma escolha emocional.Você confiou. Você se identificou. Você acreditou no posicionamento. Você sentiu que aquela marca representa algo que faz sentido para você.

Depois, o racional entra para explicar uma decisão que, muitas vezes, já tinha sido tomada antes.

É assim que marcas fortes seguram preferência. Elas criam vínculo, memória, confiança e pertencimento. E quando isso acontece, o concorrente mais barato não vence tão fácil com o argumento mais simples: preço.

Marca forte não elimina preço, mas muda o peso do preço na decisão.

Se qualquer desconto leva seu cliente embora, talvez o problema não seja o desconto. Talvez sua marca ainda não tenha criado motivos suficientes para ele f**ar.

Toda empresa tem uma razão social.Mas antes dela existir no documento, alguém teve uma razão pessoal.Um incômodo. Uma vo...
14/10/2026

Toda empresa tem uma razão social.

Mas antes dela existir no documento, alguém teve uma razão pessoal.

Um incômodo. Uma vontade. Uma história. Uma oportunidade. Uma habilidade que virou serviço. Um problema que alguém decidiu resolver melhor do que as soluções existentes.

E é por isso que, quando eu crio uma marca, não começo olhando só para o que a empresa vende.

Eu preciso entender o que move aquele negócio, quem está por trás dele, o que ele acredita, o que ele quer construir e como isso precisa ser percebido pelas pessoas.

Porque uma marca coerente realmente nasce quando a parte estratégica encontra algo verdadeiro, o porquê.

A razão social organiza a empresa no papel.

As razões pessoais ajudam a dar sentido para ela existir no mundo. E é aí que moram as empresas com legado.

02/10/2026

O site novo está no ar. Reuni os projetos, o método que uso em cada identidade visual e os artigos em um só lugar, com a mesma linguagem que aplico nas marcas que desenho. Link na bio.

Ajude as pessoas a não gastarem tanta carga cognitiva para entender sua mensagem.Muita gente olha para uma arte com área...
01/10/2026

Ajude as pessoas a não gastarem tanta carga cognitiva para entender sua mensagem.

Muita gente olha para uma arte com áreas vazias e sente que “falta alguma coisa”. A vontade é preencher. Colocar mais texto, mais imagem, mais ícone, mais informação. Como se todo espaço disponível precisasse provar que foi usado.

Mas composição funciona um pouco como uma conversa. Se a pessoa fala sem pausa, mesmo dizendo algo importante, f**a cansativo de acompanhar. O espaço em branco faz esse papel da pausa: ele ajuda o olhar a respirar, entender o que vem primeiro e perceber o que realmente importa.

Também é como entrar em uma loja muito cheia. Quando tudo disputa atenção ao mesmo tempo, você não sabe para onde olhar. Já um ambiente bem organizado conduz o caminho. O produto certo aparece. A informação certa ganha destaque.

No design acontece a mesma coisa.

Um site, uma proposta, um anúncio ou uma apresentação precisam conduzir o olhar. Quando os elementos estão mal distribuídos, a mensagem chega com ruído. A pessoa precisa fazer esforço cognitivo enorme para entender. E, na maioria das vezes, ela simplesmente passa reto.

É por isso que espaço em branco importa tanto.

Ele melhora a leitura, cria hierarquia, valoriza o conteúdo e deixa a comunicação mais clara. Não é uma questão de deixar “minimalista”, mas sim dar utilidade para cada elemento da composição.

E isso é algo que muito design amador [e muito design gerado por IA] ainda erra bastante: vai jogando informação na tela, mas não sabe organizar peso, distância, respiro e prioridade.

Um bom design sabe o que precisa aparecer, o que pode f**ar em segundo plano e onde o olhar precisa descansar para a mensagem funcionar.

E essa atenção aos detalhes muda a forma como uma marca é percebida, sem precisar dizer nada.

O cliente quase sempre chega com a solução que ele conhece.Ele fala que precisa de um logo, que quer algo mais moderno, ...
25/09/2026

O cliente quase sempre chega com a solução que ele conhece.

Ele fala que precisa de um logo, que quer algo mais moderno, que a marca não parece profissional ou que gostaria de cobrar melhor.

Mas, muitas vezes, esse pedido é só a parte mais fácil de nomear.

Quando você começa a perguntar melhor, o problema vai mudando de lugar.

Às vezes não era só o logo. Era o site que não passava segurança, a proposta que não sustentava o preço, o Instagram que confundia, os materiais que pareciam de empresas diferentes.

E é por isso que precisamos saber fazer boas perguntas.

Saber cavar.

Pergunta por pergunta, até f**ar claro o que realmente precisa ser organizado e resolvido, de fato.

Porque o cliente pode até chegar pedindo um logo. Um site. Uma identidade visual.

Mas, em muitos casos, o que ele precisa é de uma solução que ajude a empresa a ser entendida com mais clareza, confiança e consistência.

Cave mais.

Nada se cria, tudo se copia.iaA frase é uma provocação, claro.Mas tem uma verdade ali.A gente nunca cria completamente d...
24/09/2026

Nada se cria, tudo se copia.ia

A frase é uma provocação, claro.

Mas tem uma verdade ali.

A gente nunca cria completamente do zero. A criatividade humana sempre partiu de alguma matéria-prima: uma lembrança, uma conversa, uma imagem, uma referência, uma música, uma experiência, um problema mal resolvido.

A gente pega uma coisa, junta com outra, distorce, adapta, erra, insiste, muda o contexto… e, em algum momento, uma terceira coisa aparece.

A IA também faz isso.

Ela combina informações, padrões, estilos, imagens, textos e estruturas que já existem.

Só que existe uma diferença importante.

A IA combina sem ter vivido.

Ela não carrega repertório com memória afetiva.
Não lembra de um cliente difícil.
Não entende o peso de uma decisão tomada depois de anos de prática.
Não sente quando uma ideia parece certa, mas ainda está vazia.
Não tem bom senso construído por tentativa, erro e consequência.

Ela responde rápido.

Às vezes, rápido até demais.

E talvez esse seja o ponto.

Criar nunca foi SÓ juntar referências.

Criar também é escolher o que merece continuar, o que precisa ser descartado e o que ainda não está pronto. Criatividade é intuição, e intuição é coisa de humano.

A IA pode acelerar muita coisa.

Mas a curadoria ainda precisa de alguém que saiba o que está procurando.

Uma identidade visual forte precisa aguentar mais do que uma boa apresentação.Ela precisa funcionar quando sai do arquiv...
23/09/2026

Uma identidade visual forte precisa aguentar mais do que uma boa apresentação.

Ela precisa funcionar quando sai do arquivo no seu computador e começa a viver no mundo real.

No site.
No Instagram.
Na proposta.
Na embalagem.
Na campanha.
No produto.
No dia a dia da empresa.
Até naquela plaquinha de “Cuidado” que você vai colar na parede da firma.

Por isso, eu gosto de olhar para uma identidade visual por alguns critérios simples:

Ela faz sentido para a marca e para o público?
Consegue ser reconhecida entre os concorrentes?
Mantém uma linguagem consistente?
Funciona em formatos diferentes?
Tem estrutura para continuar relevante com o tempo?

Essas perguntas ajudam a separar um visual interessante de uma identidade visual realmente forte.

Porque uma marca não precisa só chamar atenção no primeiro contato.

Ela precisa continuar funcionando depois dele.

Diante dos fatos apresentados, resta evidente que todo designer já precisou sustentar oralmente um layout perante a part...
21/09/2026

Diante dos fatos apresentados, resta evidente que todo designer já precisou sustentar oralmente um layout perante a parte interessada.

Algumas objeções procedem.

Outras carecem de fundamentação mínima.

E há aquelas que deveriam ser arquivadas por atentarem contra a dignidade dos princípios da constituição do design.

F**a o registro.

Endereço

Rio Do Sul, SC
89160-000

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