03/02/2019
A escola mulçumana Al-Hijrah possui uma nova regra para seus alunos: as meninas não podem comer antes que todos os meninos terminem sua refeição.
Onde f**a essa escola? Na Síria? No Irã?
Não. F**a em Birmingham, no Reino Unido, uma nação historicamente cristã que vem sendo destruída pelo multiculturalismo. Costumes amplamente rejeitados e longamente combatidos por nossa Civilização Ocidental devem, agora, ser aceitos como normais porque, afinal, "é a cultura deles".
A mesma escola muçulmana continha livros e materiais que ensinavam violência doméstica contra mulheres.
Enquanto isso, as feministas brasileiras dizem que é a Igreja Católica que oprime as mulheres e o então deputado Jean Wyllys (que vai se auto-exilar do Brasil dizendo-se ameaçado) fez campanha por um projeto de Lei para implantar o ensino da cultura árabe e da tradição islâmica na grade curricular das escolas.
É óbvio que essa gente não defende liberdade alguma. Ou as feministas ignoram a discriminação às mulheres em lugares como a escola Al-Hijrah? E Jean Wyllys ignora que é nos países islâmicos que mais ocorre perseguição e morte aos homossexuais, enquanto que no Brasil cristão ele pode livremente continuar falando que são os cristãos que o ameaçam?
Ao mesmo tempo que vão invertendo os valores e destruindo as tradições de nossa Civilização, culturas estranhas ao que sempre defendemos vão se infiltrando e, como no livro de Houellebecq, nos submetendo.
Queremos uma escola Al-Hijrah no Brasil, como já existe em Birmingham?
E o grande problema do país nessa matéria, contudo, foi uma mera figura de linguagem sobre meninos de azul e meninas de rosa, proferida pela Ministra Damares. Haja paciência!
--
Siga-me também no Instagram e mande perguntas: