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17/12/2025

Era dia 14 de novembro. Fazia exatamente três anos que o silêncio tinha tomado conta da minha vida. Três anos sem o meu pai.

Eu estava sentada no sofá da sala, no escuro, abraçada com uma camisa velha de flanela que ainda guardava um restinho do cheiro dele — uma mistura de serragem e café. Eu chorava baixo, pedindo a Deus só um sinal. "Pai, se o senhor ainda existe, se o senhor me vê... por favor, me diz alguma coisa."

Eram 23h15 quando o silêncio foi quebrado. O meu celular, que estava jogado na mesinha de centro desde a tarde, começou a vibrar e tocar.

Eu gelei. Quem ligaria naquela hora? Olhei para a tela. Não havia nome. Apenas a mensagem: NÚMERO PRIVADO ou DESCONHECIDO.

Meu coração disparou. Uma intuição estranha me mandou atender. Com a mão trêmula, deslizei o dedo.

— Alô? — minha voz saiu embargada de choro.

Do outro lado, não havia ninguém. Apenas um chiado. Um zumbido branco, elétrico, como um rádio fora de sintonia ou o som do vento num túnel. Frio. Vazio.

Fiquei uns dez segundos ouvindo aquilo, a esperança dando lugar à frustração. "Deve ser trote ou engano", pensei. Eu já estava afastando o celular da orelha para desligar a chamada.

Foi nesse segundo. No exato momento entre o "ouvir" e o "desligar".

No meio daquele chiado horrível, uma voz surgiu. Longe, abafada, como se viesse de dentro de uma caixa d'água, mas nítida como cristal:

— ...não chora, minha Pituca.

E logo em seguida, uma risada curta. Aquela risadinha rouca e rápida que ele dava quando contava uma piada sem graça. A ligação caiu imediatamente.

Eu congelei. O celular escorregou da minha mão e caiu no tapete. "Pituca". Só uma pessoa no universo inteiro me chamava assim. Era o apelido que ele me deu quando eu tinha 5 anos. Ninguém mais usava. Ninguém mais sabia.

Eu comecei a tremer, rindo e chorando ao mesmo tempo, num estado de choque total. Eu precisava ver de onde veio aquela ligação. Peguei o celular do chão desesperadamente.

E foi aí que o meu mundo parou de vez.

Eu apertei o botão para acender a tela. Nada. Tela preta. Apertei de novo. E de novo. O ícone vermelho de bateria vazia piscou na tela por um segundo e apagou.

O celular estava descarregado. Ele estava sem bateria há horas. Ele estava tecnicamente morto. Ele não tinha como tocar. Ele não tinha como receber chamada.

O que eu vivi naquela noite não foi coisa da minha cabeça. Foi um fenômeno chamado Transcomunicação Instrumental (TCI).

O mundo espiritual é feito de energia. E os espíritos, quando têm permissão e uma necessidade muito grande de consolar quem ficou, podem manipular as ondas eletromagnéticas dos nossos aparelhos. Meu pai viu meu desespero. Ele usou a energia residual do ambiente, a minha própria energia emocional, para fazer aquele aparelho "morto" funcionar por 15 segundos.

Ele furou a barreira entre os dois mundos só para me chamar pelo meu apelido. Só para dizer: "Eu tô aqui. Eu ainda sou eu."

A saudade ainda dói. Mas o desespero acabou naquela noite. Porque agora eu sei que a morte não desliga o amor. Ela só muda a frequência da chamada.

Você já recebeu algum sinal eletrônico estranho — mensagem, ligação, rádio ligando sozinho — de alguém que já partiu?

?????
09/12/2025

?????

Poucos dias após a morte da cantora Preta Gil, uma carta psicografada atribuída a ela começou a circular entre grupos espiritualistas e chamou atenção por trazer detalhes considerados assustadores sobre os momentos finais da artista. O conteúdo, divulgado por um médium conhecido por mensagens...

09/12/2025

James Cameron concebeu Avatar ainda na década de 1990, mas manteve o projeto guardado por mais de dez anos, à espera que a tecnologia finalmente alcançasse a grandiosidade visual que ele imaginava para Pandora; só então o épico pôde ser lançado nas telas.

09/12/2025

888 ATIVADO 🍀 🍀 🍀 🍀 🍀 🍀

09/12/2025

Hoje completei 20 anos. E sabe onde quis passar esse dia? Aqui, nesse cantinho do parque onde corri atrás de folhas quando era filhote. Onde espantei pombos, rolei na grama e ouvi risadas do outro lado da guia.
Hoje vim mais devagar, de passo em passo. Mas com o mesmo coração cheio.
A vida foi generosa comigo. Me deu tempo pra viver histórias com vocês que não cabem numa coleira.
Já não vejo tão bem, e o vento agora me dá arrepios… Mas esse cheirinho de terra molhada, essa sombra fresca das árvores… tudo isso me diz: você chegou até aqui.
Se puder, me manda um feliz aniversário. Não porque é um número redondo. Mas porque ainda estou aqui — e isso, pra mim, é tudo. ❤️🌳🐾

Bom dia amigos Facebook
09/12/2025

Bom dia amigos Facebook

Boa noite amigos Facebook. A vida continua...
06/12/2025

Boa noite amigos Facebook.
A vida continua...

**Eu juro que não acreditei quando a gata que eu havia enterrado… voltou para me guiar até o amor da minha vida.**

Eu sempre fui aquela pessoa que diz: *“Minha vida amorosa morreu faz tempo.”*
Casa vazia, rotina pesada, zero esperança.

Até que, numa noite de chuva, encontrei uma gatinha tremendo atrás do meu prédio.
Magrela. Assustada. Com o olhar mais triste que já vi.
Levei pra casa sem pensar. Dei comida, cobri com uma manta…
E ela ronronava como se já me conhecesse há séculos.

Dois dias depois, ela piorou. Fiz de tudo. Corri pra veterinária.
Nada adiantou.
Ela morreu no meu colo — olhando nos meus olhos como se pedisse desculpa.

Eu chorei como se tivesse perdido alguém da família.

Enterrei a gatinha no jardim do condomínio e segui a vida.
Ou pelo menos tentei.

Porque naquela mesma noite… ela voltou.
Nos meus sonhos.
Mas não era mais frágil, nem sofrida.
Era radiante. Forte. Caminhava na luz com o rabo erguido, como quem sabe exatamente pra onde ir.

E ela falava comigo.
Não com palavras — mas com uma certeza que atravessava o peito:

**“Vem comigo. Você precisa encontrá-lo.”**

Acordei assustada.
Três noites seguidas, o mesmo sonho.
A mesma gata.
O mesmo chamado.

Até que, na quarta noite, apareceu outra presença.
Um mentor espiritual, sereno, pairando atrás dela.
E ele me disse, com uma voz firme e suave:

**“Essa pequena te conhece de outras vidas. E está tentando reparar um erro antigo.”**

Eu acordei chorando.
Mas obedeci.

No dia seguinte, ao sair para caminhar — sem rumo — olhei para a esquina e tive a sensação absurda de que a gatinha estava lá. Invisível, mas presente. Guiando meus passos.

E foi ali… exatamente ali…
que eu esbarrei nele.

Literalmente.
Um homem com um café na mão e um sorriso tímido, como se também estivesse sendo conduzido para aquele encontro.

Quando nossos olhos se encontraram, veio um choque.
Não de paixão imediata — mas de **reconhecimento**.

Como se eu já tivesse amado aquele rosto em algum lugar que minha memória não alcança.

Conversamos por horas.
A conexão foi tão natural que dava medo.

Dias depois, decidi procurar um centro espírita, ainda confusa com tudo.
E durante a reunião mediúnica, veio a confirmação que destruiu minhas defesas:

> “O animal que acolheu estava resgatando um débito espiritual antigo.
> Em outra vida, você e esse homem se perderam por causa de escolhas impensadas.
> Hoje, a espiritualidade reuniu vocês novamente.
> O amor não ficou no passado. Ele apenas esperou.”

O médium descreveu **a gata**.
A forma como ela morreu.
E como ela havia sido uma protetora minha em outras passagens.

Eu desabei.

Saí dali com uma certeza que nunca tive na vida.

E hoje… meses depois…
eu durmo todas as noites com a sensação de que a gatinha ainda está aqui.
Não como um fantasma triste.
Mas como uma guardiã feliz por cumprir sua missão.

E com ele — o homem da esquina — eu aprendi algo que sempre esqueço:

**O amor nunca se perde. Ele só espera a gente estar pronto.**

Boa tarde amigos Facebook
05/12/2025

Boa tarde amigos Facebook

Meu cachorro morreu há 10 anos… até que ele voltou do além pra salvar minha filha de 6 anos de um obsessor que queria levá-la.
A Mel, minha vira-latinha preta e branca morreu em 2014. Minha filha Laura nem tinha nascido ainda, mas cresceu ouvindo histórias dela e dormindo com a foto da Mel no criado-mudo.
Tudo começou quando Laura fez 6 anos. Ela acordava gritando à noite, dizendo que “um homem de chapéu preto f**ava no pé da cama olhando pra ela. Eu achava pesadelo, levava pro pediatra, dava calmante natural… nada funcionava. Ela emagreceu, ficou com olheiras, parou de brincar.
Uma noite eu ouvi ela conversando sozinha no quarto:
“Mel, f**a aqui comigo… ele tá vindo de novo.”
Entrei correndo e ela apontou pro canto vazio:
“Mamãe, a Mel tá aqui! Ela latiu pro moço de preto e ele saiu!”
Eu gelei. Como ela sabia o nome da Mel? Nunca mostrei vídeo dela latindo.
Naquela mesma noite, Laura desenhou no papel: um cachorro preto e branco mordendo a perna de um homem de chapéu preto. No canto do desenho escreveu: “Mel me protege”.
Eu não aguentei mais. Levei ela num centro espírita que uma amiga indicou. Lá, na primeira sessão, a médium olhou pra Laura e disse:
“Tem um obsessor muito forte aqui. Ele quer a energia da criança. Mas tem um espírito animal muito fiel impedindo ele de chegar perto.”
E descreveu a Mel perfeitamente: mancha branca no peito, rabo cortado, até a coleira vermelha que ela usava.
A médium continuou:
“Esse obsessor foi alguém que, em outra vida, fez muito mal pra sua família. Ele tá preso na raiva e quer vingança. Mas o espírito da Mel se ofereceu pra ser guardiã da Laura nessa encarnação. Ela voltou só pra isso.”
Fizeram o trabalho espiritual. Eu vi minha filha relaxar pela primeira vez em meses. O “homem de preto” nunca mais apareceu.
Hoje Laura tem 18 anos. Ela ainda conversa com a Mel todo dia. Às vezes eu chego no quarto e vejo o cobertor mexendo sozinho, como se um cachorro invisível estivesse deitado ali.
E toda noite, antes de dormir, ela fala:
“Obrigada por voltar pra me proteger, Mel.”

04/12/2025

Samuel, de 68 anos, viúvo, tinha um ritual solitário. Todos os sábados, pescava num riacho esquecido, de água marrom e margens sujas, onde a solidão doía menos do que dentro de sua casa vazia. Seu único acompanhante era o sobrinho Lucas, que insistia em filmar tudo, sonhando com viralizar na internet.

Foi num desses sábados cinzentos que o barulho de uma picape parando na ponte acima quebrou a rotina. Um homem de boné desceu. Samuel viu, primeiro com irritação, o sujeito carregar um bloco de concreto até o parapeito. Depois, viu a corrente. E, finalmente, viu o que estava preso nela: um pitbull magro, de costelas aparentes e olhar submisso.

O grito de Samuel veio tarde. O homem empurrou o bloco, e o cão foi arrastado pela corrente, desaparecendo na água escura com um baque surdo.

Sem pensar, Samuel se atirou no riacho gelado. A água cortava como faca, a corrente puxava o animal para o fundo lamacento. Com uma força que nem ele sabia ter, lutou contra o peso, a corrente e o frio. Quando finalmente trouxe o cão à superfície, ofegante e trêmulo, o animal, quase sem vida, lambeu seu rosto.

Ele o levou para casa. Chamou-o de Guardião. O cão se recuperou, ganhou peso, e um olhar de lealdade feroz substituiu o medo. Samuel ganhou não um animal de estimação, mas uma sombra grata que dormia ao pé de sua cama.

O que o velho pescador não sabia é que a picape pertencia a uma quadrilha. Guardião era um cão "defeituoso" do ponto de vista dos criminosos: recusava-se a atacar e, pior, protegia crianças. Por isso, foi condenado a uma morte silenciosa no riacho. E o homem do boné havia anotado a placa do carro de Samuel.

Três meses depois, no silêncio da madrugada, Samuel foi acordado por um rosnado baixo e contínuo. Guardião estava diante da porta da frente, o pelo eriçado. Lá fora, na rua deserta, estacionava a mesma picape. Dois homens desciam. O do boné e outro maior. "A gente vai ensinar a lição pro velho metido a herói", ouviu-se dizer.

Eles não vieram preparados para o que encontraram. Guardião, o cão que se recusara a ser cruel, defendeu seu salvador com uma fúria territorial ancestral. O ataque foi rápido, selvagem e ef**az. Os latidos e os gritos preencheram a noite, trazendo luzes nas janelas dos vizinhos e, logo depois, as sirenes da polícia.

Na delegacia, a história desmoronou. Os homens, encurralados, confessaram uma série de afogamentos de cães "inúteis" naquele mesmo riacho. A cicatriz no ombro de Guardião? Era de um tiro que ele levou ao se interpor entre um traf**ante e uma criança durante uma batida policial meses antes. O cão era, sem que ninguém soubesse, um herói à espera de um lar.

A história se espalhou. A imagem do velho Samuel e do pitbull resgatado encheu as telas. Uma nova legislação de proteção animal ganhou força, carregando informalmente o nome do cão.

Mas a reviravolta final foi reservada para Lucas, o sobrinho youtuber. Ao editar as filmagens antigas do riacho, ele aumentou o áudio. E reconheceu, com um nó gelado no estômago, a voz do homem do boné. Era a mesma voz dos poucos e confusos vídeos caseiros que sua mãe guardava. Era a voz do pai que o abandonara ainda bebê, vinte anos atrás.

Samuel, ao pular naquelas águas geladas para salvar uma vida, não salvou apenas um cão. Ele inadvertidamente poupou o próprio sobrinho de descobrir, anos depois, que seu pai biológico era um homem capaz de afogar animais vivos. E deu a um cão rejeitado a chance de cumprir seu verdadeiro destino: não de lutar, mas de proteger.

Agora, aos sábados, ainda há dois vão ao riacho. Um velho, um jovem e um cachorro. Eles não pescam mais. Apenas sentam na margem, olhando a água que um dia tentou levar uma vida, mas que, no fim, trouxe uma família de volta à tona.

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