Phygitall Segurança que potencializa. Engenharia brasileira em IoT industrial • 10 anos de campo.
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PHYGITALL - Segurança que potencializa

27/10/2026

Existe um número que a indústria brasileira não pode mais ignorar. 🇧🇷
A participação da indústria de transformação no PIB caiu de mais de 25% nos anos 80 para algo perto de 10% a 11% hoje. São quase três décadas de desindustrialização, e isso tem causa, não acaso.

Ao longo de dez anos ao lado das grandes indústrias do país, a Phygitall viu de perto o peso do Custo Brasil sobre o setor: energia entre as mais caras do mundo, carga tributária que recai com força sobre a manufatura e baixa produtividade que estagnou. Hoje o Brasil ocupa a 94ª posição em produtividade do trabalhador industrial, segundo a Organização Internacional do Trabalho.

Por isso a Phygitall se posiciona. O trabalhador conectado deixou de ser conceito e virou caminho: dar uma resposta prática e tecnológica para as duas dores que mais custam à indústria, a segurança e a produtividade.

De hoje em diante, as nossas ações estão voltadas para mexer o ponteiro do PIB industrial do Brasil, com inteligência artificial e tecnologia de ponta, feita por engenheiros brasileiros para a indústria nacional. 🚀

Este é o nosso compromisso com a indústria brasileira para os próximos anos.
Assista ao manifesto completo no YouTube, link nos stories!

No TIPLAM, em Santos, o maior terminal de fertilizantes do país, existe um desafio que não aparece de imediato: são 1,8 ...
20/10/2026

No TIPLAM, em Santos, o maior terminal de fertilizantes do país, existe um desafio que não aparece de imediato: são 1,8 milhão de metros quadrados e cerca de 600 pessoas circulando por dia. Em uma área desse tamanho, o cuidado com o trabalhador esbarra em um problema prático, que é encontrar rápido quem precisa de ajuda. Antes, socorrer alguém em uma emergência podia levar até três horas.

Foi esse ponto que a VLI trouxe para a Phygitall resolver. Com o PHYLL SmartBadge, cada trabalhador passou a ser localizável dentro da planta, e o botão de pânico encurtou a distância entre a pessoa e o socorro. O tempo de resposta caiu de até três horas para três minutos, e essa diferença, em uma operação de risco, é a que decide o desfecho.

O projeto ainda carrega um marco que orgulha a engenharia brasileira: o SmartBadge é o primeiro e único dispositivo IoT do Brasil com certif**ação Ex, o que permite operar com segurança até em ambientes com risco de explosão. Proteger quem move a indústria, no fim, começa por algo simples de dizer e difícil de fazer, que é enxergar cada pessoa, em tempo real.

O que uma resposta de três minutos mudaria na sua operação?

19/10/2026

O maior polo de processamento de gás natural do Brasil tem áreas extensas, operações críticas e milhares de pessoas trabalhando ao mesmo tempo. Em um ambiente desse porte, enxergar cada trabalhador deixa de ser conforto e vira condição de segurança.

Este é o décimo e último episódio de Nos Ombros dos Gigantes, a série dos 10 anos da Phygitall, onde nosso founder Lúcio () conta os bastidores reais de como a tecnologia foi construída ao lado dos gigantes da indústria brasileira. E faz sentido que ela termine no Complexo de Energias Boaventura, da Petrobras, em Itaboraí.

Ali, a Phygitall conecta cerca de cinco mil trabalhadores e reúne praticamente todo o seu portfólio em um só ambiente, dos trackers que começaram com Embraer e Marcopolo ao crachá inteligente com certif**ação Ex, seguro para atuar em atmosfera explosiva, como pediu a VLI. É a nossa visão de anos atrás virando realidade: o trabalhador no centro da operação, integrado, protegido e parte das decisões.

Dez anos depois, encerramos essa história prontos para o próximo desafio, que é impactar a indústria nacional na era da inteligência artificial.

Obrigado a quem acompanhou a série do começo ao fim.

16/10/2026

O Brasil é o 4º país do mundo em número de acidentes de trabalho.

Só em 2024 foram mais de 742 mil registros. É um problema estrutural que cobra da saúde de quem se acidenta e da capacidade produtiva de quem opera a planta.

Neste corte, nosso founder Lúcio () explica por que a conta do acidente vai muito além do afastamento: ela atinge a produtividade da indústria e o emocional de quem trabalha ao lado de quem se feriu.

Proteger a vida vem primeiro, sempre. E quando a prevenção entra antes do acidente, ela sustenta também o resultado da operação.

Liberar a equipe para a atividade vira rotina, e é justamente por virar rotina que o risco se esconde ali. Basta um trei...
15/10/2026

Liberar a equipe para a atividade vira rotina, e é justamente por virar rotina que o risco se esconde ali. Basta um treinamento vencido passar despercebido para alguém entrar em uma área de risco sem estar apto.

Quem coordena a segurança conhece esse peso, porque a responsabilidade por esse momento é dela. Conferir documento por documento no aperto do turno abre espaço para o erro, e é esse espaço que a gestão digital fecha. Com o Presença Digitall, a aptidão do trabalhador é verif**ada na hora da liberação, pela matrícula, pelo CPF ou pelo crachá, e quem está com uma pendência não é liberado até regularizar.

Na prática, o supervisor reúne o time, confere cada um pelo celular e mobiliza só quem está em dia. A decisão para de depender da memória de uma pessoa e passa a se apoiar em dado auditável, do jeito que as NRs pedem. É a tecnologia trabalhando para que o trabalhador certo esteja no lugar certo, protegido.

Como a sua operação garante hoje que só entra quem está apto?

Quando se fala em indústria digital, é comum pensar primeiro em sensor, em hardware, em automação. Mas existe um passo q...
13/10/2026

Quando se fala em indústria digital, é comum pensar primeiro em sensor, em hardware, em automação.

Mas existe um passo que vem antes de tudo isso, e que costuma ser pulado: digitalizar a força de trabalho, ou seja, saber quem está na operação, se está apto e o que acontece com a segurança dela no dia a dia.

É esse passo que o Presença Digitall resolve, digitalizando 100% da força de trabalho e reunindo na plataforma a Gestão Digital de Mão de Obra (para próprios e terceiros), e a Gestão de Processos Digitais de SST.

Na prática, a documentação do trabalhador, a liberação para a atividade, o registro de ocorrência e os indicadores de segurança saem do papel e passam a viver em um lugar com dado auditável e visível em tempo real.

O Presença Digitall é o primeiro plano da linha SAFELINE, o ponto de partida.

Conforme a operação amadurece, essa base se soma à brigada digital e, depois, à camada de inteligência artificial da Phygitall. Começar pela gestão é o que dá chão para tudo o que vem depois.

A sua indústria já deu esse primeiro passo, ou a força de trabalho ainda vive no papel?

Em uma operação do porte da Raízen, existe um tipo de risco que escapa mesmo de quem cuida bem da segurança: o comportam...
07/10/2026

Em uma operação do porte da Raízen, existe um tipo de risco que escapa mesmo de quem cuida bem da segurança: o comportamento inseguro que acontece longe da vista, em uma planta grande, com muita gente circulando ao mesmo tempo. A supervisão presencial faz o seu trabalho, mas tem um limite físico de onde consegue estar.

Foi nesse ponto que a Raízen trouxe a Phygitall. Com a geolocalização de pessoas dentro e fora dos galpões, a operação passou a identif**ar atos inseguros e comportamentos de risco a partir da localização de cada trabalhador, ganhando visibilidade sobre o que antes f**ava no ponto cego.

Quando a operação enxerga onde o risco está, ela consegue direcionar a resposta para o lugar certo, no momento em que ainda dá para agir. Para uma indústria grande, essa visibilidade é o que transforma segurança em algo que se acompanha de perto, mesmo à distância. É esse trabalho que a Phygitall leva para o chão de fábrica.

Na sua operação, dá para saber onde o risco está acontecendo agora?

06/10/2026

Há plantas industriais em que o risco não f**a parado em um único ponto. Ele muda de lugar ao longo do turno, acompanha uma atividade em espaço confinado, aparece no trabalho em altura e circula pelos galpões onde as empilhadeiras passam o dia inteiro.

Esse é um episódio extra da série Nos Ombros dos Gigantes, antes de fecharmos essa série com o último episódio, onde nosso founder Lúcio () conta os bastidores reais de como a Phygitall construiu suas soluções ao lado dos gigantes da indústria brasileira. Desta vez, na unidade de lubrif**antes da Raízen, na Ilha do Governador.

Em uma operação desse porte, proteger o trabalhador exige acompanhar o risco onde ele se concentra. Foi ali que o conceito de Connected Worker ganhou novas camadas: com o crachá inteligente, a Phygitall avançou na validação da tecnologia em espaço confinado e trabalho em altura, cenários regulados pelas NR-33 e NR-35, além do controle de acesso a áreas críticas e da convivência entre trabalhadores e empilhadeiras nos galpões.

Mais do que um projeto, esse case fez a Phygitall incorporar de forma prática as exigências das normas de segurança à solução de Connected Worker. E deixou uma pergunta no ar: depois de conectar o trabalhador ao ambiente, o que acontece quando a própria operação começa a antecipar o risco antes de ele chegar à pessoa?

Dá o play e acompanhe a nossa série.

Boa parte das decisões de segurança ainda começa com "eu acho". E quando o risco é real, o achismo cobra caro.A percepçã...
02/10/2026

Boa parte das decisões de segurança ainda começa com "eu acho". E quando o risco é real, o achismo cobra caro.

A percepção de quem vive a operação é valiosa, mas enxerga sobretudo o óbvio: o risco visível, aquele que já virou hábito de olhar. O que se repete em silêncio, a área que concentra quase-acidentes, o horário mais crítico do turno, tudo isso costuma escapar de quem depende só do olhar.

O dado enxerga o que a percepção sozinha não alcança. Quando a segurança passa a se apoiar em informação clara sobre onde o risco realmente mora, a operação deixa de apagar incêndio e passa a agir com antecedência. É esse trabalho que a Phygitall faz há dez anos, transformando o que acontece no chão de fábrica em dado que orienta a decisão.

A segurança da sua operação hoje se apoia mais em percepção ou em dado?

Segurança sem dado é risco disfarçado. A frase é do nosso founder e resume por que medir é o ponto de partida de qualque...
30/09/2026

Segurança sem dado é risco disfarçado. A frase é do nosso founder e resume por que medir é o ponto de partida de qualquer operação mais segura.

Boa parte das plantas acompanha a taxa de frequência e a de gravidade, porque a auditoria pede. Mas os indicadores que mais previnem costumam f**ar de fora: os quase-acidentes reportados, que apontam o risco antes de virar ocorrência, e o tempo de resposta a uma emergência, que decide o desfecho quando algo dá errado.

O gestor que acompanha esses quatro números para de reagir ao acidente e passa a antecipá-lo. E quando esses dados chegam em tempo real, e não só no relatório do mês seguinte, a decisão de segurança ganha outra velocidade. É isso que a tecnologia da Phygitall entrega.

Quais desses indicadores a sua operação acompanha hoje? 🎯

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