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Somos uma softwarehouse, uma agencia de criação de sites responsivos, sistemas e aplicativos para dispositivos móveis.

28/04/2026

Tecnologias diferentes, o mesmo objetivo: explorar o espaço 🚀

A Orion spacecraft representa a aposta em missões de longa duração, preparada para enfrentar o calor extremo e as velocidades de retorno vindas do espaço profundo. Já a SpaceX Dragon simboliza a nova era da exploração orbital, com foco em reutilização, eficiência e operações frequentes.

Enquanto a Orion abre caminho para a Lua e além, a Dragon mantém a presença humana constante em órbita.

Duas abordagens, um mesmo destino: expandir as fronteiras da humanidade.

28/04/2026
19/03/2026

Se alguém te disser que dirige bem, mostre este vídeo a ela

23/01/2026

Por décadas, fábricas de automóveis dividiram espaço entre trabalhadores e máquinas: soldagem, pintura e logística já eram fortemente automatizadas, mas a montagem final ainda dependia majoritariamente de operários. Esse equilíbrio está prestes a mudar. A indústria caminha para unidades capazes de produzir um carro completo sem intervenção humana direta.

Esse conceito é conhecido como "dark factory": instalações que funcionam mesmo durante a noite ou com iluminação mínima porque não há pessoas em seu interior. Especialistas ouvidos pelo Automotive News apontam para a possibilidade do primeiro exemplo real antes de 2030, com a China na frente e os Estados Unidos logo atrás.

Das linhas automatizadas à "dark factory"

Para as montadoras, fábricas desse tipo trariam efeitos imediatos: menos paradas, menos falhas, ciclos produtivos mais curtos e uma queda expressiva nos custos de mão de obra.

A Accenture estima que "a automação avançada pode reduzir em até 50% os tempos de desenvolvimento e de chegada ao mercado", um diferencial crucial numa transição acelerada para veículos elétricos e dominada por software.

A China acelera essa transformação em ritmo significativo. Lá, robôs já atuam além das fábricas - regulando o tráfego, patrulhando espaços públicos e coletando dados urbanos 24 horas por dia - e essa familiaridade com robótica avançada está sendo trazida para a indústria automotiva, com plantas concebidas desde o princípio para operar sem pessoas, amparadas por sensores que permitem até funcionamento em ambientes praticamente escuros.

O avanço não se apoia só na robótica, mas na integração com inteligência artificial e sistemas de controle capazes de decisões em tempo real.

Ao mesmo tempo, grandes fabricantes ocidentais também progridem: a Hyundai, entre as mais adiantadas, planeja instalar robôs humanoides da Boston Dynamics em sua fábrica na Geórgia a partir de 2028.

A Tesla aposta numa automação extrema baseada em robôs industriais tradicionais, megacastings e software próprio que orquestra a produção, enquanto desenvolve paralelamente o humanoide Optimus. BMW e Mercedes-Benz têm testado linhas altamente automatizadas em plantas selecionadas, combinando robótica avançada com operadores especializados para tarefas críticas de montagem e controle. A distinção, por ora, é o nível de substituição humana - não a direção da mudança.

O carro também é redesenhado para os robôs

Essa evolução influencia até o design dos veículos.

Componentes complexos, como chicotes de fios - historicamente difíceis de automatizar - estão sendo modularizados ou integrados à estrutura. A sequência de montagem é repensada para braços robóticos, não para ergonomia humana, levando a carros projetados desde o início para serem montados por máquinas.

O outro lado desse avanço é preocupante: menos trabalhadores nas linhas significará perda de empregos, sobretudo em regiões dependentes da indústria automotiva. Especialistas dizem que "muitos postos migrarão para funções técnicas, de manutenção, software ou supervisão", mas a perda líquida de vagas será difícil de absorver sem atritos sindicais e políticos se a indústria não promover uma reorganização rápida.

Em algumas civilizações antigas, o sal era tão valioso quanto ouro. Ele não servia apenas para temperar alimentos, mas e...
02/01/2026

Em algumas civilizações antigas, o sal era tão valioso quanto ouro. Ele não servia apenas para temperar alimentos, mas era essencial para conservar carnes e peixes, algo vital antes da invenção da refrigeração. Quem controlava o sal controlava a sobrevivência.

No Império Romano, soldados recebiam parte de sua remuneração em sal ou em uma quantia destinada à compra dele. Esse pagamento era chamado de salarium, termo que deu origem à palavra “salário”. O sal garantia que os soldados pudessem conservar alimentos durante longas marchas e campanhas militares.

O valor do sal era tão alto que rotas comerciais inteiras surgiram apenas para transportá-lo, e impostos sobre o sal já provocaram revoltas e crises políticas ao longo da história. Em alguns lugares, ele era usado até como moeda de troca.

Hoje o sal é barato e comum, mas por séculos foi símbolo de poder, riqueza e sobrevivência. Toda vez que falamos em “salário”, estamos repetindo um lembrete histórico de quando um simples cristal branco sustentava exércitos e impérios.

01/01/2026

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