12/08/2019
A Pantone hoje é mais do que um simples idioma de cores. A marca tem códigos e nomes para todos os tons que você imaginar, e também para as que você nunca pensou que pudessem existir. Foi em 1963 que a Pantone começou como um sistema de padrões gráficos para profissionais e designers. No início do ano 2000, a marca ganhou força global, após várias iniciativas de marketing. Hoje não se trata apenas de vender paletas específicas . A elaborada rede representa estratégia e posicionamento firme, e foi isso que fez a marca se tornar a linguagem universal das cores mais famosa do mundo – sinônimo no design. No início dos anos 60, a empresa nascia como uma companhia de impressão em Carltadt, Nova Jersey, especializada em tabelas de cores para cosméticos, moda e indústrias medicinais. Lawrence Herbert se juntou à corporação em 1956 quando percebeu como era difícil para os designers, agências de publicidade e tipógrafos se comunicarem – identificarem as cores exatas por seus nomes durante um trabalho. Por exemplo, ele sabia que havia os roxos avermelhados e os roxos azulados, matizes ou sombras quentes e frias, tons claros e escuros. Mas erros aconteciam quando apareciam tonalidades insuficientes para serem reeditadas ou reimpressas. Herbert batia na tecla de que deveria haver uma maneira melhor de fazer esse tipo de coisa. É importante saber que a Pantone não foi a primeira linguagem padronizada de cores mas é, sem dúvida alguma, a mais famosa até hoje. Competidores como RAL ou Munsell System acabaram ficando desconhecidos pela maioria das pessoas. Hoje, todos encontram a marca da Pantone através da estratégia de Herbert, que estabeleceu um sistema de combinações como padrão internacional definitivo. Por volta de 1970, a Pantone já havia vendido mais de 100.000 catálogo de cores. Atualmente, a companhia estima um total de impressos que chega aos milhões. O controle dos gráficos industriais é altíssimo, e a marca padronizada é a mais usada em todos os países, com exceção do Japão.