DBC Company

DBC Company Empresa de TI com Sede em Porto Alegre/RS. Interessados nos serviços da DBC podem entrar em contato através de [email protected].

Linhas de negócio: Desenvolvimento de Sistemas, Business Analytics, Outsourcing, Gestão e Suporte de Aplicações e Integrações. Interessados em fazer parte da equipe DBC, podem encaminhar currículo para [email protected]. As vagas abertas encontram-se em nosso site: www.dbccompany.com.br/oportunidades

Nossos perfis de indicação premiada foram atualizados!Arraste para o lado e confira!Faça sua indicação pelo link da bio!...
01/06/2026

Nossos perfis de indicação premiada foram atualizados!
Arraste para o lado e confira!

Faça sua indicação pelo link da bio!

O caos não começa quando a empresa cresce.Ele começa quando cada sistema decide falar de um jeito diferente. Se o ERP re...
29/05/2026

O caos não começa quando a empresa cresce.
Ele começa quando cada sistema decide falar de um jeito diferente.

Se o ERP registra uma coisa, o CRM outra e os fluxos manuais outra, o resultado é previsível: retrabalho, falhas de integração, dados inconsistentes e uma experiência fragmentada para o cliente.

Em nosso Blog Tech Update de hoje, a ideia é olhar para esse cenário com mais profundidade: não basta ter várias APIs, é preciso ter coerência, governança e padrão. Sem isso, a arquitetura vira um conjunto de ilhas que até funcionam, mas não se conectam de verdade. É esse cenário que chamamos de API Sprawl.

Acesse o link na bio e confira o conteúdo completo!

Quando a conversa sai do “o que a IA pode fazer?” e vai para “o que ela entrega de resultado?”, o foco muda completament...
28/05/2026

Quando a conversa sai do “o que a IA pode fazer?” e vai para “o que ela entrega de resultado?”, o foco muda completamente. A IA gera valor real quando reduz tempo, erro e custo operacional; quando ajuda times a tomar decisão com mais rapidez; e quando transforma dados espalhados em ação concreta no negócio.
 
Na prática, isso aparece em três frentes.
 
➡️ A primeira é produtividade: tarefas repetitivas passam a consumir menos horas humanas. 
➡️ A segunda é qualidade: processos f**am mais consistentes, com menos retrabalho e menos dependência de execução manual. 
➡️ A terceira é escala: o que antes exigia crescer time, sistemas e esforço operacional pode ser ampliado com mais inteligência.
 
Esse valor não é teoria. Segundo a McKinsey, em 2024, organizações já relatavam benefícios materiais com IA generativa, incluindo redução de custos e aumento de receita nas unidades que a aplicavam. A Gartner também apontou que estimar e demonstrar valor de negócio é hoje uma das principais barreiras para adoção de IA, o que mostra que o desafio não é só implementar, é provar impacto.
 
Por isso, a pergunta certa não é “a IA substitui pessoas?”. É: onde ela elimina gargalos, acelera decisões e melhora a experiência do cliente sem criar complexidade desnecessária?
 
Em empresas maduras, o ganho aparece quando a IA é aplicada com critério: atendimento, análise de dados, automação de rotinas, previsão de demanda, prevenção de fraudes, personalização e apoio à decisão.
 
No fim, IA vale menos pelo brilho da tecnologia e mais pela capacidade de produzir resultado mensurável. Quando ela reduz fricção, libera tempo e melhora performance, deixa de ser promessa e vira vantagem competitiva.
 
Se fizer sentido para o seu cenário, a DBC pode ajudar a transformar o hype da IA em aplicação prática.
Conheça nossas soluções de Consultoria de IA!
 

27/05/2026

Monitoramento contínuo é o que mantém a segurança cibernética da sua empresa sempre um passo à frente. Em um cenário de ameaças cada vez mais dinâmicas, acompanhar, revisar e agir com agilidade faz toda a diferença para proteger dados, reduzir riscos e fortalecer a confiança.

É por esse motivo que o monitoramento contínuo é uma das práticas estabelecidas pelo ISO 27001, a certif**ação de Segurança da Informação mais reconhecida do mundo.

Na DBC, segurança da informação não é só uma prática, é compromisso. Somos certif**ados ISO 27001 e seguimos com foco total em prevenção, controle e melhoria contínua.

27/05/2026
Sistema legado não é o problema. O problema é tudo o que ele impede a empresa de fazer. Na prática, o impacto nunca f**a...
25/05/2026

Sistema legado não é o problema. O problema é tudo o que ele impede a empresa de fazer.
 
Na prática, o impacto nunca f**a restrito à tecnologia. Ele aparece no tempo de resposta ao mercado, no custo para sustentar processos, na dificuldade de integrar dados e na limitação para criar novas jornadas, produtos e modelos operacionais. Enquanto a discussão f**a presa ao “funciona ou não funciona”, o negócio continua pagando a conta invisível de operar abaixo do seu potencial.
 
Um sistema legado pode até seguir de pé por anos, mas isso não signif**a que ele sustenta a estratégia. Muitas vezes, ele obriga a empresa a adiar melhorias, conviver com retrabalho, depender de processos paralelos e aceitar um nível de lentidão que já não cabe no contexto atual. O problema real não é a idade da tecnologia. É o quanto ela reduz a capacidade de adaptação.
 
No dia a dia, esse bloqueio costuma aparecer assim: 
 
1️⃣ Mudanças simples viram projetos longos e caros; 
2️⃣ Integrações com novas soluções exigem esforço excessivo; 
3️⃣ Áreas operam com baixa visibilidade e dados fragmentados; 
4️⃣ A experiência do cliente perde consistência entre canais; 
5️⃣ A operação cresce, mas a eficiência não acompanha.
 
O efeito disso vai além da TI. A liderança demora mais para decidir, a operação perde produtividade, o financeiro absorve custos que poderiam ser evitados, o time comercial encontra barreiras para acelerar e a experiência do cliente sofre com processos que não conversam entre si. Quando isso acontece, a empresa deixa de competir pelo que poderia construir e passa a trabalhar apenas para sustentar limitações antigas.
 
Por isso, olhar para legado de forma estratégica é entender onde ele impede escala, integração, eficiência e inovação. O risco não está só em manter o que é antigo. Está em continuar aceitando tudo o que isso trava no presente e no futuro.
 
A DBC pode apoiar essa transformação com uma visão de negócio, arquitetura e evolução tecnológica orientada a resultado. Conheça nossas Soluções Digitais e de IA para Migração de Legado!
 

A corrida pela competitividade industrial está cada vez mais ligada à capacidade de transformar Inteligência Artificial ...
22/05/2026

A corrida pela competitividade industrial está cada vez mais ligada à capacidade de transformar Inteligência Artificial em resultado de negócios.

Uma pesquisa da KPMG mostra que a maioria dos líderes do setor já enxerga a IA como peça-chave para impulsionar crescimento, eficiência e geração de valor. Segundo o estudo, 87% dos executivos acreditam que tecnologias avançadas, como IA, ampliaram a vantagem competitiva de suas organizações. O levantamento ouviu 258 executivos de mercados industriais em diferentes países, incluindo o Brasil.

A percepção sobre o potencial da tecnologia também aparece nos investimentos: 80% dos entrevistados acreditam que a IA pode aumentar o valor gerado pelos investimentos, demonstrando expectativa crescente de retorno prático. Ao mesmo tempo, 59% afirmam que os KPIs tradicionais já não serão suficientes para medir os resultados da IA, apontando a necessidade de novos indicadores para acompanhar produtividade e automação.

A governança também entra no radar. O estudo revela que 87% defendem colaboração multidisciplinar para estruturar e governar a IA, enquanto 70% acreditam que a liderança da implementação deve f**ar com a área de TI. Além disso, 68% das empresas esperam implementar IA em escala nos próximos 12 meses, sinalizando uma forte aceleração no uso corporativo da tecnologia.

Mas o avanço não vem sem desafios. 76% dos líderes apontam dados não confiáveis como o principal risco da IA, tornando a qualidade dos dados prioridade estratégica. Em paralelo, 48% das organizações pretendem ampliar signif**ativamente os investimentos em cibersegurança no próximo ano, reforçando a preocupação com proteção e governança.

O recado do mercado industrial é claro: IA deixou de ser experimento. O diferencial competitivo estará na capacidade de escalar a tecnologia com dados confiáveis, governança robusta e segurança desde a base.

Diga acompanhando a DBC para saber mais sobre IA que transforma negócios.

Quando surge a necessidade de automatizar processos críticos, muita empresa trava na mesma dúvida: para ganhar eficiênci...
21/05/2026

Quando surge a necessidade de automatizar processos críticos, muita empresa trava na mesma dúvida: para ganhar eficiência, vou precisar mexer no core system? A resposta é não. E esse é justamente um dos caminhos mais inteligentes para acelerar a operação sem criar um novo problema tecnológico.

Na prática, a automação não precisa signif**ar uma intervenção pesada no ERP ou no sistema central. Ela pode atuar como uma camada complementar, conectando etapas, organizando fluxos, executando regras e reduzindo esforço manual sem comprometer a estabilidade da operação. Em vez de transformar cada melhoria em um projeto longo de desenvolvimento no core, a empresa cria um modelo mais flexível para evoluir processos com mais velocidade.

Isso faz diferença principalmente em áreas fiscais e financeiras, onde o volume operacional é alto, as regras mudam rápido e o risco de erro custa caro. Quando tudo depende de customização no sistema central, qualquer ajuste tende a ser mais demorado, mais caro e mais sensível. Já com automação bem desenhada, é possível extrair dados em tempo real, aplicar regras parametrizáveis, reconciliar informações, monitorar exceções e acionar tratativas sem sobrecarregar o ambiente principal.

O ganho não está só em produtividade. Está em preservar aquilo que sustenta a operação enquanto a empresa constrói uma camada de adaptação mais ágil ao redor dele. Isso reduz a dependência de longos ciclos de TI, diminui gargalos entre áreas e cria espaço para responder mais rápido a mudanças regulatórias, novas demandas do negócio e necessidades de escala.

No fim, a discussão não deveria ser “automatizar ou proteger o core”. A discussão certa é como automatizar de um jeito que proteja o core, mantenha a operação fluindo e aumente a capacidade de resposta do negócio. Quando a arquitetura é pensada com esse equilíbrio, automação deixa de ser risco e passa a ser vantagem competitiva.

É nesse tipo de jornada que a DBC apoia empresas a estruturar automações com RPA + IA de forma segura, escalável e conectada à realidade da operação.

Toda empresa fala sobre eficiência, mas o prejuízo da lentidão decisória nem sempre aparece de forma óbvia no primeiro m...
19/05/2026

Toda empresa fala sobre eficiência, mas o prejuízo da lentidão decisória nem sempre aparece de forma óbvia no primeiro momento. Ele surge quando a área comercial espera números para ajustar uma oferta, quando o financeiro depende de planilhas e aprovações em sequência para fechar uma análise, quando a liderança perde tempo conciliando versões diferentes do mesmo indicador e, principalmente, quando o mercado já mudou antes de a empresa conseguir responder.

Decisões lentas viram prejuízo porque o tempo, hoje, é variável de resultado. Se os dados estão dispersos entre sistemas, planilhas, e-mails e times, a operação desacelera. E quando a operação desacelera, o impacto vai além do atraso: a empresa perde margem, aumenta retrabalho, aprova com menos contexto, corrige erro depois que ele já virou custo e compromete a capacidade de priorizar o que realmente importa.

Na prática, isso acontece de várias formas. Um fechamento gerencial demora mais do que deveria. Uma aprovação interna trava uma renegociação importante. Um desvio de performance é identif**ado tarde demais. Um movimento do cliente ou do concorrente não é percebido no tempo certo. O resultado é uma soma silenciosa de perdas: oportunidade desperdiçada, resposta reativa, esforço operacional maior e menor previsibilidade para crescer.

Por isso, falar de dados não é apenas falar de armazenamento ou visualização. É falar de acesso confiável, governança clara e fluidez para transformar informação em ação. Dado disperso não atrasa só relatórios, atrasa decisões estratégicas. E quando a empresa decide depois, quase sempre paga mais para corrigir, recuperar ou competir.

Velocidade de decisão não signif**a agir sem critério. Signif**a reduzir fricção entre informação, análise e execução. Empresas mais preparadas são aquelas que conectam dados, organizam fluxos e criam condições para decidir com segurança, consistência e timing.

A DBC ajuda organizações a estruturar dados, governança e processos para acelerar decisões com mais inteligência. Conheça nossas soluções de Dados & Analytics!

19/05/2026

Confira o que os nossos colaboradores compartilharam conosco nos últimos meses!

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