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3 tendências de tecnologia para o agronegócio que você precisa conhecerOs negócios no campo formam o setor mais promisso...
27/06/2017

3 tendências de tecnologia para o agronegócio que você precisa conhecer

Os negócios no campo formam o setor mais promissor do Brasil já há algumas décadas. Em 2016, ano que ficará na história como o epicentro de uma das maiores crises econômicas pelas quais o país passou, o agronegócio foi o responsável por manter o crescimento do PIB: cresceu 23% em relação a 2015, e o governo espera uma subida de mais dois pontos percentuais em 2017.
O Agronegócio brasileiro é forte há algumas décadas, está sempre no topo dos setores que mais geram empregos e renda. O desafio, contudo, é driblar a crise e seguir crescendo.
Uma das apostas dos empresários do ramo é a tecnologia. Com ferramentas tecnológicas desenvolvidas para o trabalho no campo, as empresas e profissionais que nele atuam podem obter diversas vantagens e escalar a produtividade e a lucratividade.
3 projeções de tecnologia para o agronegócio para prestar atenção
Pensando nisso, resolvemos trazer hoje três grandes projeções que são apontadas por diversos especialistas em tecnologia para o agronegócio. Acompanhe!

1. Big Data: Dados eficientes mostram que gestores do agronegócio, podem tomar decisões certas.
O conceito de Big Data remete à utilização de quantidades exponenciais de dados para tomar decisões mais inteligentes. A partir dele, uma série de ferramentas (que vão desde Business Intelligence até equipamentos com aprendizado autônomo, passando por diversos tipos de dashboards e sensores) já está sendo empregada no agronegócio.
A ideia central desta tendência é capturar dados e interpretá-los com rapidez e eficiência para facilitar planejamentos estratégicos no dia a dia no campo, ganhar competitividade e lucratividade.
A chamada “agricultura de precisão”, que é, em suma, a utilização de métodos e ferramentas tecnológicas para analisar variabilidade de solo e clima, entre outras coisas, também ganha reforço com o Big Data.
Na prática, com soluções robustas é possível, por exemplo, captar dados de centros de meteorologia, organizações governamentais e outras, cruzá-los e agir com antecipação para dimensionar a dosagem de adubos e agrotóxicos, por exemplo. Com sensores altamente modernos, é possível controlar o rebanho no campo, entre outras aplicações possíveis.

2. Robótica e dirigíveis: escalada da produtividade sem contato humano
Há algum tempo o uso de robôs e máquinas automatizadas no lugar dos seres humanos, para processar informações e realizar tarefas, deixou de ser ficção científica.
Robótica, é bom lembrar, é mais do que um robô com características humanas trabalhando em uma linha de montagem. A própria utilização de softwares de reconhecimento de voz é robótica.
Já há casos no agronegócio em que um “gerente virtual” toma decisões que um gestor humano normalmente faria, especialmente quando se trata de processar grandes quantidades de dados. Assim, o “robô” gera alertas, aciona comandos remotos (por meio da tecnologia chamada Telemática, por exemplo) etc. sem que alguém precise acioná-lo.
Veículos dirigíveis, os famosos drones, também já fazem as vezes de capatazes (conduzem rebanhos), pulverizam aditivos, fazem plantações, entre outras funções.

3. Biotecnologia: nutrição animal mais inteligente e efetiva
Cada vez mais, também o uso da biotecnologia está sendo empregada no mercado de nutrição animal.
Um estudo da Faculdade de Ciências Agrárias e Ambientais da Universidade Bahir Dar, na Etiópia, aponta o uso de o uso de fungos não tóxicos para melhorar os alimentos fibrosos, como a palha, aumentando a qualidade do que é servido para os animais.
Os esforços de uso da biotecnologia para a nutrição animal incluem componentes que podem reduzir a metanogênese, aumentar a produção de ácido propiônico, melhorar a degradação proteica e síntese de proteína microbiana e maximizar a formação de protozoários favorecendo o equilíbrio no ecossistema ruminal.
O que você achou dessas tendências de tecnologia para o agronegócio? Você está fazendo certo? Nos da Nutratta ração animal, estamos nas redes sociais. Siga-nos também no Facebook e no YouTube e fique por dentro das novidades para o agronegócio!

http://www.nutratta.com.br/tendencias-de-tecnologia-para-o-agronegocio

14/06/2017

Queda de rentabilidade reduz margem de erro de produção

Os ganhos obtidos foram revertidos em aquisição de terra, em modernização de máquinas e implementos, em construção, em adequações das benfeitorias à Norma Regulamentadora 31 (NR-31), em regularização ambiental do imóvel rural e em outros investimentos para se manter na atividade de forma legal e competitiva.
Nas últimas três safras (2014/15 a 2016/17), no entanto, a rentabilidade vem recuando significativamente nas principais regiões produtoras do Brasil. Nas temporadas 2014/15 e 2015/16, mesmo com o recuo dos preços médios das commodities no mercado internacional, a rentabilidade foi positiva para regiões do Centro-Sul do Brasil, já que a desvalorização do Real favoreceu o preço da soja no mercado doméstico.
Por outro lado, as regiões do Mapitoba registraram saldo próximo de zero ou negativo, por conta da quebra de safra na temporada de 2014/15, tendo ainda a pior situação na temporada 2015/16, devido aos efeitos do El Niño – quem conseguiu colher naquela safra, teve rentabilidade negativa um pouco menor.
Outro fator que tem provocado a redução da rentabilidade da soja e do milho é o aumento no preço dos principais componentes que compõem o custo de produção dessas culturas, tais como sementes, inseticidas, fungicidas e arrendamento.
No caso das sementes, a introdução de tecnologia transgênica tem elevado os gastos por tonelada de grão, sendo que parte desse aumento é compensado por menor uso de inseticidas. Mas, as condições climáticas e sistema de produção estimulam o ataque de outras pragas, que não são controladas pela transgenia, reduzindo, dessa forma, parte das vantagens agronômicas oferecidas pela nova tecnologia.
Assim, produtores rurais têm reportado que os gastos com inseticidas aumentaram nestas últimas temporadas, devido à presença de percevejos e, em safras de clima mais seco, ao ataque de lagarta (falsa medideira e Helicoverpa sp.). Além disso, os valores dos produtos químicos ficaram mais caros com a desvalorização do Real frente ao dólar, uma vez que a maioria dos ingredientes ativos aplicados no campo brasileiro é importada.
O arrendamento de terra também encareceu nas últimas temporadas, visto que a demanda por novas áreas aumentou com a valorização da commodities, forçando produtores a serem mais eficientes na produção e no gerenciamento de seus recursos financeiros.
A safra 2016/17 fechou com um rendimento médio por hectare acima da expectativa. O clima favoreceu o desenvolvimento das lavouras de soja e milho de verão, sendo que as estimativas da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) apontam para uma colheita acima de 110 milhões de toneladas de soja e de 29,8 milhões de milho. Por outro lado, as rentabilidades da soja e do milho seguem em queda para a temporada, devido à redução no preço dos grãos no mercado doméstico. Essa condição preocupa, especialmente os produtores do Mapitoba, que precisam saldar parte dos débitos de custeio prorrogados da safra 2015/16 para a temporada atual.
As quedas de rentabilidades da soja e do milho preocupam no momento de planejar a safra 2017/18. Isso porque o poder de compra do produtor diminuiu para adquirir a mesma quantidade de insumo da safra passada com os níveis de preços observados em abril de 2017. Esse cenário sinaliza cautela, visto que a margem de erro para a produção se reduziu.
Mauro Osaki - Pesquisador da área de Custos Agrícolas do Cepea - [email protected]

Data de Publicação: 09/05/2017 às 10:35hs
Fonte: CEPEA

Equipe da GSB participa da Embarcadero Conference.Buscando novas idéias para o futuro.
26/10/2016

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Buscando novas idéias para o futuro.

31/01/2014
Bom dia!!! Mudamos nossa Marca....
25/04/2013

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Bom final de semana.....
31/08/2012

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