Inglês no videogame, nos filmes, livros. Gostava das aulas de inglês (coisa rara em qualquer idade), de fazer a tarefa de casa, ver as palavras novas que aprendia em filmes e livros. Entrei no antigo e finado CCAA quando tinha 12 anos com uma bolsa que ganhei em um sorteio na escola, e assim a paixão foi crescendo. Gostava e me esforçava tanto que consegui pular umas turmas e me formar antes do te
mpo. Sempre era o cara que traduzia as coisas para os amigos, fazia a tarefa do coleguinha, passava cola e até já troquei de prova pra passar um amigo de ano (jamais citarei nomes :D). Traduzia músicas, fazia até legendas para filmes e séries (tempo livre ainda existia). Já traduzi históricos escolares pra pelo menos uns 4 amigos intercambistas, simplesmente por gostar e ser bom nisso. Inclusive, só decidi fazer intercâmbio porque percebi o quão boa era a nota que tinha tirado no exame da língua, e que seria uma bobeira da minha parte não investir nisso. Até que passei, fui, e voltei. Tudo o que falei até agora é pra mostrar o quanto isso influenciou a minha vida. A conversão de uma língua, uma cultura, em outra totalmente distante e desconectada fisicamente, é algo que me fascina muito. Muito mais do que simplesmente colocar no Google, o importante é o leitor inglês ter a mesma impressão, ou o mesmo sentimento que o autor, um estrangeiro, “planejou” para ele – isso é chamado por alguns de localização. E é a partir de agora que vou esboçar uma profissão em cima desse fascínio. Por que confiar em mim?
1) Bom, já tenho alguma experiência na área, tenho algumas traduções de artigos, históricos etc. que servem como um portfólio pra quem quiser comprovar meu trabalho.
2) Estudei um ano fora em uma das faculdades mais privilegiadas dos Estados Unidos, e acredite: mesmo para arquitetura, eles pedem muitos trabalhos escritos.
3) A profissão não é regularizada pelo Ministério de Trabalho, então em teoria qualquer um poderia fazer traduções, o que difere cada um são as credenciais que tem e a experiência na língua, e isso eu acredito possuir. Anuncio, então, que estou começando oficialmente a fazer traduções (seguindo o exemplo de trabalho autônomo que meu pai sempre exerceu e ainda exerce). Deixo nas imagens meu contato e ofereço meus serviços: qualquer trabalho, resumo, histórico, currículo que qualquer um precisar traduzido para o ingrês do Tio Sam ou da Rainha Lisa, pode me chamar ;)
Mateus Foca, dono da página.