Requebrada

Requebrada Pense e reconstrua.

17/04/2020

Requebrada continues its series of experiences on Covid-19. And today we will meet Rino. A trans man who is 29 and lives in Ouagadougou -Burkina Faso. At the moment he is unemployed, and reports that confirmed cases of covid-19 increase day after day in his country, until the date of the interview the country had about 114 confirmed cases, with 7 people cured and 4 deaths.
Rino reports that he and his family wash their hands every time they touch an exposed object. And who put a silencer when they want to cough or when they receive visitors. Ouagadougou city has also adopted a containment policy, and many families in the city are confined to the security of social life.
Requebrada adopts safety first and seeks to show that even with cultural differences, human beings must cherish peace, empathy, love and care above all.
Refrain your being and transform your doing and get in touch with new cultures.

17/04/2020

A Requebrada continua sua série de vivências sobre o Covid-19. E hoje conheceremos Rino. Um homem trans, que tem 29 anos e mora em Ouagadougou -Burkina Faso. No momento o mesmo encontra-se desempregado, e relata que os casos confirmados de covid-19 aumentam dia após dia no seu país, até na data da entrevista o país tinha cerca de 114 casos confirmados, com 7 pessoas curadas e 4 mortes.
Rino relata que o mesmo e sua família lavam as mãos toda vez que tocam em um objeto exposto. E que colocam um silenciador quando querem tossir ou quando se recebem visitantes. A cidade Ouagadougou também adotou a política de confinamento, e muitas famílias na cidade se encontram confinadas para a segurança do convívio social.
A Requebrada adota a segurança em primeiro lugar e procura mostrar que mesmo com as diferenças culturais, os seres humanos devem prezar a paz, empatia, amor e cuidado acima de tudo.
Requebre teu ser e transforme o seu fazer e entre em contato com novas culturas.

A Requebrada tem o imenso prazer de apresentar a Brazil Zullu.  A mesma é uma marca criada por Paulo Porto que mistura  ...
16/04/2020

A Requebrada tem o imenso prazer de apresentar a Brazil Zullu. A mesma é uma marca criada por Paulo Porto que mistura movimento, moda e liberdade. O afroempreendedor busca trazer a praticidade, beleza e variedade de tamanhos em seus modelos, tecidos e estampas para mostrar que a moda é para todos os corpos. A pluralidade da moda pode e deve ser para todas as pessoas. E desde 2015 estamos crescendo, transformando e elevando a auto-estima de nossos consumidores. Vista atitude e viva com liberdade!
*Entregas no Rio de Janeiro!

09/04/2020

A Requebrada começa a partir de hoje uma série de entrevistas sobre como as pessoas estão reagindo pelo mundo ao covid-19. Para começarmos falaremos com Líria Castro que tem 27 anos, é Angolana e ativista social. Ela nos conta que está aproveitando a quarentena para ler livros que sempre desejou como Angela Davis entre outros. A mesma procura se transformar através de leitura, dança e escrita criativa. Líria nos mostra como é importante temos a alegria e paciência para enfrentarmos este momento de confinamento. Com amor, alegria e criatividade poderemos passar por este momento e crescer com o mesmo. Portanto, requebre teu ser e transforme o seu fazer e entre em contato com novas culturas.

09/04/2020

Requebrada starts today a series of interviews about how people are reacting around the world to covid-19. To begin, we will talk to Líria Castro who is 27 years old, Angolan and social activist. She tells us that she is taking advantage of the quarantine to read books that she has always wanted like Angela Davis among others. It seeks to transform itself through reading, dancing and creative writing. Líria shows us how important we have the joy and patience to face this moment of confinement. With love, joy and creativity we can go through this moment and grow with it. Therefore, requebrate your being and transform your doing and get in touch with new cultures.

Cultural exchange.In July 2019, the Global Feminist LBQ Women's Conference 2019 took place in South Africa. And entering...
02/04/2020

Cultural exchange.

In July 2019, the Global Feminist LBQ Women's Conference 2019 took place in South Africa. And entering the African culture and visiting places like Johannesburg Park Station, which was the main bus station in the city, and the organized super subways, bars and properties, I noticed different ethnicities and shapes of human beings. I realized that racism happens in a structural way and that it is differentiated according to ethnic differences. And very strong problems like xenophobia also show us the conflict when cultures come into contact. In South Africa there are more than 19 languages ​​spoken, which mix and share between the colonizer 's language, English and mother tongues such as Xhosa, Zulu and Tsonga.
The diversity of languages ​​happens in a plural way and everyone lives together day by day with all the wonders and conflicts of love and hate that occur between them. Sisters and Brothers are easily acclaimed when someone wants to show affection or offer a service. Through this experience I was able to understand how cultural exchange is a way of elevating being. Mix with other cultures and experience new people makes us think about how we are different beings and that each modifies culture VERY how to think of the human being and makes what the socio-cultural and geographic policies happen fluidly according to the people ethnic. It is necessary to democratize exchange, to be able to include all types of people, increases cognitive capacity and develops society as a whole. The exchange makes professionals more qualified and expansive to realize different capacities of resilience and also know how to deal with daily life and professionalism in a more coherent and cohesive way.
Financially poor people must and need to demand the creation of cultural projects where the exchange can be guaranteed by the state. It is extremely important to know other countries and really analyze what it is like to cross borders. That after the pandemic, new horizons are contemplated in an honest and dignified way for all people. The exchange must be open and requested by federal, state, municipal and private institutions for their students and low-income employees to have access to culture.
Remember, requebr your being and transform your doing and get in touch with new cultures.
* Requebrada financed the trip of the young Brazilian Mila Neves on her trip to the Global Feminist LBQ Women's Conference 2019

01/04/2020

Intercâmbio cultural.

Em julho de 2019 aconteceu o Global Feminist LBQ Women's Conference 2019 na África do Sul. E ao adentrar na cultura Africana e visitar lugares como Johannesburg Park Station que era a principal rodoviária da cidade, e os super metrôs organizados, bares e propriedades percebi diversas etnias e formas de seres humanos. Percebi que o racismo acontece de forma estrutural e que é diferenciado de acordo com as diferenças étnicas. E problemas muito fortes como a xenofobia também nos mostra o conflito quando as culturas entrem em contato. Na África do sul são mais de 19 línguas faladas, que se misturam e compartilham entre a língua do colonizador, o inglês e as as línguas maternas como Xhosa, Zulu e Tsonga.
A diversidade de línguas acontecem de forma plural e todos convivem dia-a-dia com todas as maravilhas e conflitos do amor e ódio que ocorrem entre as mesmas. Sisters e Brothers são facilmente aclamados quando alguém quer mostrar carinho ou oferecer um serviço. Através deste experiência pude perceber como o intercâmbio cultural é uma forma de elevar o ser. Se misturar com outras culturas e com novas pessoas nos faz pensar como somos seres diferentes e que cada cultura modifica M U I T O a forma de pensar do ser humano e faz com o que as políticas sócio-culturais e geográficas aconteçam de forma fluida de acordo com o povo étnico. É necessário democratizar o intercâmbio, poder incluir todos os tipos de pessoas amplia a capacidade cognitiva e desenvolve a sociedade como um todo. O intercâmbio torna os profissionais mais capacitados e expansivos para realizarem capacidades diferentes de resiliências e também saberem lidar com o cotidiano e profissionalismo de forma mais coerente e coesa.
As pessoas pobres financeiramente devem e precisam reivindicar a criação de projetos culturais onde o intercâmbio possa ser garantido pelo estado. É de extrema importância conhecer outros países e analisar de fato como é ultrapassar fronteiras. Que após a pandemia novos horizontes sejam contemplados de forma honesta e digna para todas as pessoas. O intercâmbio deve ser aberto e solicitado pelas instituições federais, estaduais, municipais e privadas para seus alunos e funcionários baixa renda poderem ter o acesso à cultura.
Lembre-se requebre teu ser e transforme o seu fazer e entre em contato com novas culturas.
* A Requebrada financiou a ida da jovem brasileira Mila Neves em sua ida para o Global Feminist LBQ Women's Conference 2019

Mila Neves, Mãe, Antropóloga, Afrolatina , foi uma das classificadas para representar o Brasil no, First Global Feminist...
18/06/2019

Mila Neves, Mãe, Antropóloga, Afrolatina , foi uma das classificadas para representar o Brasil no, First Global Feminist Women's* Conference (Primeira Conferência Mundial Feminista Feminina) que acontecerá do dia 6 a 9 de Julho em Cape Town, Cabo do Sul na Africa do Sul.

Mila Neves, Mãe, Antropóloga, Afrolatina , foi uma das classificadas para representar o Brasil no, First Global Feminist Women's* Conference (Primeira Conferência Mundial Feminista Feminina) que acontecerá do dia 6 a 9 de Julho em Cape Town, Cabo do Sul na Africa do Sul.

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