03/01/2026
O ranking revela uma dinâmica interessante de desenvolvimento do setor primário brasileiro.
O pódio do crescimento: Mato Grosso do Sul (17,9%) é seguido de perto por Tocantins (16,4%) e Paraná (16,1%), indicando que tanto a fronteira agrícola consolidada quanto regiões em expansão apresentam forte dinamismo.
Estados do Centro-Oeste dominam: Além de MS na liderança, Mato Grosso aparece em 5º (15,1%) e Goiás fecha o top 10 com 10,7%. A região reafirma seu papel de motor do agronegócio nacional, impulsionada por grandes safras de grãos e pecuária de escala.
Sul e Sudeste mantêm relevância: Paraná (3º -> 16,1%), Espírito Santo (4º -> 16,0%), Santa Catarina (6º -> 15,1%) mostram que o crescimento não se restringe ao Centro-Oeste. O Sul historicamente forte em grãos, suínos e aves continua expandindo, enquanto o ES avança em café e fruticultura.
Norte emerge com força: Tocantins (2º -> 16,4%), Roraima (7º -> 14,6%) e Rondônia (8º -> 12,9%) sinalizam a expansão da fronteira agrícola para o Norte do país, processo que combina oportunidades econômicas com desafios ambientais e sociais.
Maranhão (9º -> 11,5%) representa a força do MATOPIBA, região formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, que se tornou uma das principais áreas de expansão da soja brasileira.
Contexto importante: todos os estados no ranking apresentam crescimento de dois dígitos, evidenciando que 2025 deve ser um ano excepcionalmente positivo para o agronegócio brasileiro, provavelmente impulsionado por safras recordes, preços internacionais favoráveis e investimentos em tecnologia.
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