02/09/2026
A estrada florestal é um ativo invisível na contabilidade da empresa mas crítico na operação. O custo da madeira que chega na indústria discrimina colheita, transporte, combustível, manutenção da frota e dificilmente abre uma linha exclusiva para a condição do leito viário. Mesmo assim, é a estrada que define o tempo de ciclo do bitrem, o consumo de diesel por quilômetro rodado, a vida útil do pneu radial e a confiabilidade de entrega.
A malha viária de uma operação regional soma centenas de quilômetros: estradas primárias de escoamento, secundárias entre talhões, terciárias até a frente de colheita, aceiros perimetrais, ramais de inspeção.
Cada uma tem sua geometria própria, tipo de revestimento, sistema de drenagem e nível de tráfego.
O Módulo Estradas do SGIF da ANI cadastra a malha viária por trechos com identif**ação única, classif**ação em categorias com base em critério técnico, registra inspeções periódicas com indicadores de condição de superfície, organiza o histórico de intervenções executadas, calcula o custo de manutenção por trecho e cruza essa informação com o tráfego observado e a produção que depende daquele acesso.
A integração com GIS desenha cada trecho sobre a imagem da fazenda, oferecendo contexto espacial para a análise.
A decisão de onde aplicar o recurso disponível passa a ser fundamentada em dados operacionais e técnicos. O orçamento de manutenção rodoviária ganha visibilidade, o planejamento se baseia em fatos registrados e a frota alcança seu potencial real de capacidade.
Conheça o Módulo Estradas do SGIF da ANI, acesse o site da ANI pelo link na bio e solicite sua demonstração!