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A RedFeet é a mais nova empresa de tecnologia da informação do mercado brasileiro fundada em 2010, focada em diversas soluções tecnológicas nas nuvens para pequenas, médias e grandes empresas. Possuímos uma equipe altamente especializada e elevado nível de know-how na implementação de soluções para customização do gerenciamento de informações.

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21/07/2015

A RedFeet, que já é referência em soluções para e-commerce, agora trabalha com o maior datacenter do planeta, o Google Cloud.

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10 DIFERENÇAS ENTRE UMA PLATAFORMA DE E-COMMERCE B2B E B2CO assunto e-Commerce B2B como um todo é novo para muita gente,...
20/07/2015

10 DIFERENÇAS ENTRE UMA PLATAFORMA DE E-COMMERCE B2B E B2C

O assunto e-Commerce B2B como um todo é novo para muita gente, e invariavelmente surge a dúvida do que é uma plataforma de e-Commerce B2B.

O primeiro grande erro que as pessoas tendem a cometer é achar que pode ser feito um “puxadinho” em uma plataforma B2C que ela vai passar a atender uma operação B2B. Em alguns casos específicos isto até pode ser verdade, porém quando falamos em projetos sérios e de grande porte, a coisa muda de figura.

Normalmente operações de e-Commerce B2B exigem funcionalidades e modelos de negócio que afetam diretamente o núcleo do sistema. Por isso normalmente não funciona fazer adaptações em uma loja virtual de varejo para atender B2B.

Para f**ar mais fácil o entendimento, vamos listar abaixo 10 características de uma operação B2B que precisam estar presentes na plataforma B2B:

1 – Perfis de Cliente

Esta é talvez a principal característica de um B2B, e que vai se desdobrar em outros pontos. Mas o principal é entender que clientes B2B precisam ser tratados de forma diferente. Quando falamos em perfis de clientes B2C é mais com um foco no comportamento dele. Se é homem, mulher, se costuma comprar produtos do tipo X, ou Y, o que está procurando, etc. Mas quando falamos em B2B, os clientes devem ser necessariamente tratados de forma diferente.

Cada perfil de cliente compra determinados produtos, com níveis diferentes de preços, impostos, condições e formas de pagmento, etc. Então eles precisam ser classif**ados de forma diferente para que o sistema saiba como se comportar para atender cada um destes clientes.

2 – Tabelas de Preços

O primeiro ponto ao diferenciar os clientes é determinar qual seu relacionamento com a empresa. Numa regra bastante simplória, quanto melhor a relação comercial do cliente, melhor serão os preços que ele terá acesso.

Uma plataforma de e-Commerce B2B precisa mapear as condições de preços que a empresa já possui com seus clientes. Isto signif**a normalmente trabalhar com várias tabelas de preços ou níveis de descontos, que são então vinculados aos perfis de clientes.

Normalmente, num site B2B não tem preços exibidos de forma aberta, por um simples motivo, não se sabe qual preço exibir. Como a tabela de preço é associada ao cliente, precisamos primeiro saber quem é este cliente para saber qual tabela de preço carregar.

3 – Condições de Pagamento

Da mesma forma que preço, as condições de pagamento em modelos B2B mudam bastante dos modelos B2C, e além disto, ainda costumam ser diferentes para cada cliente.

Compras B2B normalmente são faturadas, ou seja, o cliente faz o pedido e a empresa irá emitir os boletos para ele pagar. Em modelos B2C, o cliente precisa primeiro pagar o boleto, o dinheiro cair na conta para então a empresa mandar o produto. Em B2B temos normalmente modelos de pagamento faturado, com liberação de crédito e pagamento posterior. Além de ter várias configurações possíveis de pagamento, elas também podem mudar por cliente. Da mesma forma que bons clientes tem acesso à melhores tabelas de preço, também acabam tendo acesso a condições de pagamentos melhores, com mais prazos, menos juros, etc.

4 – Regras de Pedido Mínimo

Em um site B2C, se você entrar e quiser comprar apenas um produto, é o modelo mais comum que existe. Porém em B2B, algumas empresas acabam tendo regras de pedidos mínimos, seja de valor ou de quantidades de itens. Empresas que operam em atacado, acabam tendo uma gestão logística e modelos de processamento internos que são focados em atendimento a pedidos maiores. E deixam pedidos mais “picados” para redes de varejo e distribuidores.

5 – Aprovação de Cadastro e Limites de Crédito

No B2B, temos modelos de pagamentos faturados, ou seja, para que um cliente passa fazer pedidos neste modelo, ele precisa necessariamente ter passado por um processo de aprovação de cadastro e de crédito. Este processo é onde a empresa “confia” nos clientes e libera o envio dos produtos antes do pagamento. Neste processo, o cliente também tem um limite de crédito definido, ou seja, enquanto estiver dentro do seu limite de crédito, ele pode colocar pedidos a faturar. Após passar o limite, podemos ter vários cenários como aprovação manual do pedido ou permitir apenas modos com pagamento antecipado.

6 – Impostos

Compras B2C são muito mais simples porque o preço que está no produto é o preço que será pago. Quando falamos em vendas B2B, temos que considerar a parte fiscal, com impostos envolvidos como IPI, ST (Substituição Tributária), ICM e DIFAL (Diferença de Alíquotas).

Para cada estado, para tipo de empresa (contribuinte, não contribuinto, MEI) e para cada classif**ação fiscal de produto, os impostos e cálculos variam e mudam o total a ser pago. Com isso a plataforma de e-Commerce B2B precisa necessariamente fazer todo este cálculo e apresentar para o cliente. Caso este cálculo não seja feito corretamente, com certeza irão ocorrer problemas na integração dele com o ERP da empresa e/ou no momento de gerar a Nota Fiscal com os sistemas de emissão de NFe do governo.

7 – Multi-CD

Por conta do tamanho das operações e também do problema fiscal, as empresas acabam tendo vários CDs. A escolha de qual CD vai atender qual cliente pode ser uma definição tanto logística (onde está o estoque do produto, custo de entrega e prazo) quanto fiscal (despachar um produto de um CD ou outro pode mudar consideravelmente o custo de impostos).

8 – Frete CIF/FOB

Este é outro ponto que muda bastante uma operação B2B. No varejo quando se compra um produto, tem um custo de frete, que dependendo de onde o cliente esteja, é até dado como grátis por conta de concorrência.

No B2B temos dois tipos de frete, o CIF (Cost, Insurance and Freight) é um modelo similar ao do B2C, que a empresa vendendo arca com todos os custos de transporte e seguro, sendo responsável por embarcar o produto em um operador logístico e entregar ele até o cliente. No outro modelo, o FOB (Free On Board) o frete é totalmente por conta do cliente que está comprando. Ele faz o pedido e gerencia com uma empresa logística para ir buscar os produtos no vendedor. Neste caso, quando o cliente está comprando, ao invés de colocar seu CEP e esperar um custo e um prazo, ele não tem custo de frete, mas precisa informar qual será a empresa logística que vai mandar buscar seus produtos.

9 – Multi-Catálogo

Em diferentes negociações com clientes, pode ser necessário que clientes diferentes vejam produtos diferentes. A empresa pode ter produtos que só podem ser vendidos a determinados clientes, seja por serem de venda exclusiva, seja por contratos de fornecimento, etc. Então atrelado ao perfil do cliente, pode ser necessário a informação de quais produtos este cliente terá acesso de visualizar e comprar ao se logar no sistema.

10 – Vendedores e Representantes Comerciais

Além dos clientes, os vendedores da empresa e os representantes comerciais também interagem com a plataforma de e-Commerce B2B. Eles precisam ter acesso aos clientes que atendem, colocar pedidos, fazer acompanhamento e ter suas comissões computadas. Normalmente os vendedores e representantes tem limites de atuação e devem seguir as regras comerciais de preços e condições de pagamento para cada cliente.

Fonte: E-Commerce News

CHAT ONLINE É A MELHOR FORMA DE COMUNICAÇÃO COM O CLIENTE, SUGERE PESQUISA.Apostar em atendimento via chat online pode s...
06/07/2015

CHAT ONLINE É A MELHOR FORMA DE COMUNICAÇÃO COM O CLIENTE, SUGERE PESQUISA.

Apostar em atendimento via chat online pode ser a melhor forma das lojas virtuais se comunicarem com seus clientes. É o que aponta um levantamento da Zendesk, empresa especializada no fornecimento de software em nuvem para atendimento ao consumidor e gerenciamento de chamados, realizada no primeiro trimestre de 2015. Segundo a pesquisa, 92% dos consumidores enxergam o chat uma boa forma de comunicação, à frente de e-mails e formulários da web (ambos com 85% de popularidade).

Em média, as companhias costumam receber 62 chamados via chat, mensalmente, respondendo-os em 1min e 36seg. Conforme indica o estudo da Zendesk, as empresas que implantam serviços de atendimento através de respostas instantâneas percebem um declínio em seus outros canais de contato.

O levantamento também mostrou que existe uma relação direta em disponibilizar serviços de resposta instantânea e a necessidade do cliente de ter seus problemas resolvidos no momento e local desejados: quanto mais demorada for a primeira resposta ao usuário, maior a insatisfação do cliente. Entretanto, os consumidores não se incomodam com a espera, desde que a resposta seja atenciosa. Para Clayton da Silva, country manager da Zendesk no Brasil, o conceito é simples: se a resposta foi demorada e houver insatisfação, a melhor forma de contornar isso é dar a atenção necessária ao cliente a partir de então, da melhor, mais personalizada e cuidadosa forma possível. “Desta maneira, um atendimento razoável pode se transformar em um episódio positivo para a imagem da empresa”, acrescenta.

Ao analisar o suporte tradicional ou em tempo real, a regra será sempre a mesma: quanto maior for a carga de trabalho do setor de serviço de atendimento, maior será o desafio que a empresa enfrentará para trazer uma boa experiência ao consumidor. A satisfação do consumidor permanece acima de 90% quando o número de chats por agente não ultrapassa 50 ao mês, enquanto que desce para pouco menos de 86% quando o número de mensagens aumenta para 300.

Brasil aparece em 18º em ranking global

Comparando o atendimento prestado no Brasil com o de outros países, a nação verde-amarela aparece na 18ª posição em termos de satisfação, com 92,2% dos clientes considerando o atendimento eficiente e prestativo. Dentre os países com melhor índice de satisfação no quesito aparecem nações como Nova Zelândia, Bélgica e Canadá, todas com mais 96%.

Quando o assunto é quantidade de chats realizados por atendente, o Brasil f**a em segundo lugar. Hoje, cada funcionário realiza 28 atendimentos online por mês, atrás apenas do México, com 29 para cada trabalhador. Essa maior demanda coloca o Brasil com um tempo de resposta de 96,7 segundos para cada demanda, bem atrás da líder Dinamarca (69,9 segundos).

Os brasileiros também demoram mais para resolver os problemas nos chats. Cada conversa dura em média 752 segundos, menos apenas que no México, com 828 segundos. No topo da lista e com praticamente a metade do tempo gasto aparecem Dinamarca (470 segundos), Suécia (549) e Reino Unido (560). Assim como o tempo gasto, o número de mensagens trocadas nos chats brasileiros é de 12,7, somente à frente da Itália (12,8). Na outra ponta, os dinamarqueses resolvem os problemas com apenas 7,7 mensagens enquanto os franceses têm média de 7,8.

Fonte: E-Commerce News

E-COMMERCE TRAZ ALÍVIO PARA VAREJOAs vendas online foram um dos poucos pontos positivos no varejo brasileiro durante o ú...
16/06/2015

E-COMMERCE TRAZ ALÍVIO PARA VAREJO

As vendas online foram um dos poucos pontos positivos no varejo brasileiro durante o último mês de maio. O e-commerce cresceu 7,4% sobre o mesmo mês no ano passado. O Spending Pulse, relatório mensal sobre o varejo da MasterCard apontou ainda, que em contraste a esse cenário, as vendas totais do varejo (excluindo automóveis e materiais de construção) caíram 4.6% em relação a 2014.
O que puxou a média dos últimos três meses para uma queda de 0,9%. Percentual abaixo do primeiro trimestre deste ano, que foi de -0,1%. “Mesmo com o Dia das Mães, que é a segunda data comercial mais importante do Brasil, as vendas não conseguiram sair do seu atual ritmo de queda”, afirma Kamalesh Rao, diretor de pesquisa econômica da MasterCard Advisors.
O relatório ainda mostrou que quatro dos sete setores tiveram um desempenho acima do indicador de vendas totais: produtos farmacêuticos, artigos pessoais e domésticos, materiais de construção e vestuário. Combustíveis, supermercados e móveis e eletrônicos apresentaram desempenho abaixo das vendas totais. Enquanto isso, as vendas online de móveis e vestuário cresceram acima das vendas totais de e-commerce. Enquanto eletrônicos, produtos farmacêuticos e hobby & livraria mostraram um crescimento inferior ao registrado pelo setor.
Rao acrescentou que “a fraca confiança do consumidor, somada ao crescimento da taxa de desemprego, inflação alta e o aumento do comprometimento da renda das famílias apontam para um ambiente hostil para as vendas no Brasil. Sem uma melhora do ambiente econômico, será difícil a retomada nas vendas do varejo num futuro próximo”, analisa.

Fonte: Clientes S/A

MULHERES DEVEM RECEBER MAIS PRESENTES QUE OS HOMENS NESTE DIA DOS NAMORADOSAs mulheres podem comemorar: o Dia dos Namora...
10/06/2015

MULHERES DEVEM RECEBER MAIS PRESENTES QUE OS HOMENS NESTE DIA DOS NAMORADOS

As mulheres podem comemorar: o Dia dos Namorados é delas. Conforme indica um levantamento produzido pela Flores Online, e-commerce de flores e presentes, o público feminino corresponde a 74% do volume de presentados, contra apenas 26% dos homens.

A pesquisa também elucidou que, em se tratando da data, os e-consumidores brasileiros costumam deixar as compras para a última hora: “As vendas para a data já começam um mês antes, porém o volume é muito baixo. Em 2014, até o dia 9 de junho, três dias antes do Dia dos Namorados, só tinham sido vendidos 32% dos pedidos totais para entrega na data”, comenta Carlos Miranda, CEO da empresa.

Enquanto a lista de itens mais procurados em 2014 incluía o buquê de rosas colombianas vermelhas, acompanhado de chocolate, para este ano, a Flores Online aposta em cestas de produtos com bebidas importadas como Whisky Johnnie Walker e espumantes Chandon, especialmente para promover as vendas junto ao público masculino: “A preferência do consumidor é por comprar produtos que contenham flores e presentes como pelúcia, vinhos e chocolates. Já as mulheres costumam escolher cestas com cervejas, petiscos e itens gourmets para presentear os amados”, acrescenta.

Além dos kits temáticos para a data, concebidos em parcerias com marcas como a joalheria dinamarquesa Pandora e a grife francesa de bebidas Perrier Jouët, a Flores Online está com uma promoção especial, em parceria com a Be Happy Viagens, para presentear o casal mais criativo com uma viagem à África do Sul.

Miranda mostra-se entusiasmado com o potencial do Dia dos Namorados, e explica que, para 2015, a Flores Online também mira vendas no segmento corporativo: “Para isso, temos duas áreas de negócios chamadas Vendas Corporativas e AdSales. Juntas elas deverão representar 40% do seu faturamento em 2015”, conclui. Em 2014 a Flores Online faturou 40 milhões de reais.

Fonte: E-Commerce News

SMARTPHONES E TABLETS SÃO PRESENTES MAIS DESEJADOS PELAS MÃES EM 2015.O Dia das Mães de 2015 deverá ser repleto de table...
08/05/2015

SMARTPHONES E TABLETS SÃO PRESENTES MAIS DESEJADOS PELAS MÃES EM 2015.

O Dia das Mães de 2015 deverá ser repleto de tablets, smartphones e computadores, é o que aponta a pesquisa do MercadoLivre aplicada pela empresa de pesquisas NetQuest com 515 usuários de internet. A maioria delas (76%) respondeu que gostaria de ganhar um dos três produtos. Já os filhos, ao responderem qual presente planejam dar às mães, optam por artigos de moda (22%) e cosméticos (18%). Smartphones aparecem como terceira opção (17%), seguidos por flores (14,5%). Além de presentearem suas mães, 69% dos filhos disseram que darão presentes para suas avós na data.

Desde 2012, as mães apontam smartphones e tablets como os presentes mais desejados na data, com exceção da pesquisa do ano passado, em que elas se colocaram mais dispostas a receber roupas e acessórios de Moda. Sobre o estilo com o qual elas se definem, 32% disseram ser modernas, 27% tecnológicas, 18% Fashion, 18% clássicas e 5% esportivas.

Apesar de apontarem o que desejam ganhar, as mães preferem ser surpreendidas pelos filhos na hora de receber o presente (65%). As formas de comemoração da data preferidas são almoço ou jantar com a família (38%) e viagem com a família (25%).

Investimento e forma de pagamento

O valor médio a ser gasto pela maioria dos filhos (59%) é de R$ 150; seguido por R$ 625 para (36%). Os mais generosos, que pagarão mais de mil reais, são a minoria (5%).

A forma de pagamento preferida ao comprar pela internet é cartão de crédito ou boleto bancário (96% e 66% respectivamente), utilizando MercadoPago, sistema de pagamento do MercadoLivre. 60% farão o pagamento à vista e o restante parcelado, em sua maioria em 3 vezes (25%). Apenas 7% farão em mais de 10 parcelas. Foi possível escolher mais de uma opção.

Metade dos entrevistados conta que já comprou o presente de Dia das Mães pela internet em outros anos. A maioria (97%) afirma que comprará o presente da sua mãe pela internet neste ano.

A pesquisa foi realizada pela NetQuest e ouviu 515 mães de todo o Brasil durante a segunda quinzena do mês de abril de 2015. Entre os respondentes, 49% têm menos de 30 anos; e 28% de 30 a 39 anos.

Fonte: ECOMMERCE BRASIL http://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/smartphones-e-tablets-sao-presentes-mais-desejados-pelas-maes-em-2015/

14/04/2015
Novo post em nosso blog. Confira!
09/04/2015

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09/04/2015

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06/04/2015

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