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Gerenciamento de armazenamento ajuda a organizar os arquivos do WhatsApp.O WhatsApp pode estar ocupando muito mais espaç...
07/07/2026

Gerenciamento de armazenamento ajuda a organizar os arquivos do WhatsApp.

O WhatsApp pode estar ocupando muito mais espaço no celular do que a maioria dos usuários imagina. Fotos, vídeos, áudios e documentos compartilhados ao longo do tempo f**am armazenados no aparelho e, sem uma limpeza periódica, acabam comprometendo a memória disponível. Felizmente, o aplicativo oferece uma ferramenta que funciona como uma espécie de “lixeira”, permitindo identif**ar e apagar arquivos que já não fazem falta.

O recurso está disponível dentro das configurações do próprio WhatsApp. Ao acessar a área de armazenamento e dados e selecionar a opção de gerenciamento de armazenamento, o usuário consegue visualizar quais conversas ocupam mais espaço, além de localizar arquivos grandes e mídias encaminhadas diversas vezes. Dessa forma, é possível excluir apenas o que realmente é desnecessário, sem apagar conversas importantes.

Além da limpeza manual, especialistas recomendam ativar recursos que ajudam a evitar o acúmulo excessivo de arquivos. Uma das principais dicas é desativar o download automático de fotos, vídeos, documentos e áudios, permitindo que apenas os conteúdos desejados sejam salvos no aparelho. Outra opção é impedir que as mídias recebidas sejam adicionadas automaticamente à galeria do celular.
Manter esse controle regularmente pode melhorar o desempenho do smartphone, liberar memória para outros aplicativos e reduzir o risco de travamentos por falta de espaço. Com poucos minutos de organização, é possível eliminar arquivos esquecidos e tornar o uso do WhatsApp muito mais eficiente.
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Saiba como reservar seu nome de usuário no WhatsApp.Na última segunda-feira (29), o WhatsApp anunciou que usuários já po...
01/07/2026

Saiba como reservar seu nome de usuário no WhatsApp.

Na última segunda-feira (29), o WhatsApp anunciou que usuários já podem reservar antecipadamente um username no aplicativo, permitindo o compartilhamento do contato sem a necessidade do número de telefone.
A atualização, além de ser uma das mais estruturais do WhatsApp desde a chegada da criptografia de ponta a ponta, faz parte de uma estratégia mais ampla da Meta em direção à privacidade.
A Meta afirma que o funcionamento do recurso é diferente do sistema de usernames das redes sociais, como o Instagram. Nesse caso, não haverá um diretório público, recomendações de contatos ou páginas de perfil associadas ao nome de usuário. Para localizar alguém, será preciso informar exatamente a nome cadastrado.
Além disso, um dos objetvos é facilitar a comunicação de criadores de conteúdo e empreendedores com clientes, permitindo que usem a mesma identidade de marca das outras redes também no Whatsapp.
Segundo o WhatsApp, a novidade deve chegar a todos os usuários gradualmente ainda neste ano.
Confira abaixo o passo a passo para reservar seu nome de usuário:
• No WhatsApp para Android, clique nos três pontinhos na parte superior direita e clique em Configurações. Em dispositivos iOS, clique em "Você" na parte inferior direita;
• Em seguida, clique em "Conta" e selecione a opção "Nome de Usuário";
• Insira o nome desejado e clique em "Salvar";
Caso o nome escolhido não esteja mais disponível, o WhatsApp indica a MetaAI para ajudar na escolha de novas opções. Para acessá-la, basta clicar na barra superior de pesquisa no aplicativo, informar seu nome e/ou apelido, e pronto.
Vale ressaltar que não é possível repetir usernames já escolhidos por outros usuários, assim como não é permitido usar www. ou .com, para não causar confusão com denominações de sites. As opções devem conter letras de a-z (sem acentos nem Ç), números de 0 a 9 e caracteres especiais como ponto (.) e underline (_). Emojis não são permitidos.
A opção de adicionar o contato penas via username deverá ser desmobilizada ainda este ano, segundo informado pelo WhatsApp. Uma chave de nome de usuário opcional também deverá ser disponibilizada (como uma senha), de forma a controlar quem pode entrar em contato no app usando o nome de usuário.

Compromisso com privacidade
Além dos recursos básicos de privacidade, que incluem a criptografia de ponta a ponta de mensagens e a proibição de tirar capturas de tela da foto de perfil e de mensagens de visualização única, o WhatsApp adiciona uma camada extra de segurança para jornalistas ou figuras públicas.
A configuração de contas rigorosas oferece nível máximo de restrição em algumas situações, como por exemplo o bloqueio automático de anexos e mídias de pessoas que não estão na lista de contatos.
Além disso, recentemente foi implementada uma linguagem de programação chamada Rust nos bastidores, para ajudar a manter fotos, vídeos e mensagens protegidas contra spyware.
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Por Beatriz Polido

Para que serve o plugue USB na cor roxa?Cores em portas USB não são padrão oficial e podem indicar velocidade ou recarga...
19/06/2026

Para que serve o plugue USB na cor roxa?

Cores em portas USB não são padrão oficial e podem indicar velocidade ou recargas rápidas, mas geram confusão entre usuários e fabricantes.
Em diferentes dispositivos eletrônicos, consumidores têm se deparado com portas e cabos USB em cores pouco convencionais, como o roxo, o que levanta dúvidas sobre seu signif**ado. A prática não segue um padrão único e costuma estar ligada a decisões de fabricantes para indicar velocidade de dados ou capacidade de carregamento.
O fenômeno ganhou destaque ao mostrar que essas indicações visuais podem não garantir compatibilidade entre aparelhos, variando conforme a marca e o ecossistema tecnológico envolvido. O caso mais frequente envolve soluções de carregamento rápido associadas a cores específ**as.
Segundo o Endaget, a ausência de padronização global explica por que o consumidor nem sempre consegue interpretar corretamente o que cada cor representa, especialmente fora de padrões oficiais.

O signif**ado das cores nas portas USB e a falta de padronização.
A organização responsável pelos padrões USB estabelece apenas três cores como referência oficial: branco para versões iniciais, preto para USB 2.0 e azul para conexões USB 3.0 e superiores. Essa padronização busca facilitar a identif**ação de versões mais rápidas.
Cores como roxo, verde, vermelho, amarelo ou laranja não fazem parte de normas oficiais e são adotadas livremente por fabricantes. Isso signif**a que seu signif**ado pode variar conforme a empresa que produz o dispositivo ou o acessório.
O roxo, em especial, aparece em soluções ligadas a sistemas de carregamento rápido, como o SuperCharge da Huawei, aplicado em alguns cabos e portas para indicar maior potência. Em determinados casos, esse tipo de tecnologia alcança potências elevadas e pode coexistir com outros protocolos de carregamento.
Além disso, versões mais recentes da empresa passaram a utilizar também a cor laranja para cabos e conectores com alta capacidade de corrente elétrica, ampliando o conjunto de sinais visuais usados para diferenciar desempenho.
Essa lógica de cores, no entanto, não garante compatibilidade ampla entre dispositivos, já que alguns produtos são projetados para funcionar plenamente apenas dentro do próprio ecossistema do fabricante.
Além do roxo e do laranja, outras cores também aparecem no mercado com funções distintas, embora sem padronização global. Em alguns casos, o vermelho ou o amarelo pode indicar portas sempre ativas ou versões mais rápidas de USB.
Já o verde costuma ser associado a portas com tecnologia de carregamento rápido de determinados fabricantes, além de aparecer em projetos com identidade visual específ**a, como em notebooks de algumas marcas.
Essas variações reforçam que a cor, isoladamente, não deve ser usada como único critério para determinar capacidade de transferência de dados ou potência de carregamento.

Riscos e recomendações para o consumidor.
A interpretação equivocada das cores pode levar usuários a acreditar que estão adquirindo cabos ou carregadores mais rápidos do que realmente são. Isso pode gerar frustração e até problemas de compatibilidade.
Especialistas do setor apontam que o caminho mais seguro é verif**ar certif**ações oficiais de padrões USB, que indicam capacidade real de energia e velocidade de dados. Entre essas certif**ações estão versões que suportam diferentes níveis de potência e transferência. As velocidades de dados variam de padrões mais antigos, com capacidade limitada, até versões mais recentes que alcançam taxas muito superiores. Por isso, a recomendação é priorizar especif**ações técnicas em vez de sinais visuais.
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Olá amigos estamos com uma nova pagina no Instagram seria ótimo ter vcs conosco lá também. Desafionet.informatica
19/06/2026

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Vazamento expõe 24 bilhões de senhas e acende alerta global de segurança.A descoberta de vazamento de um banco de dados ...
17/06/2026

Vazamento expõe 24 bilhões de senhas e acende alerta global de segurança.

A descoberta de vazamento de um banco de dados com cerca de 24 bilhões de registros surpreendeu até especialistas em segurança digital. O material reúne credenciais de acesso e outras informações sensíveis obtidas a partir de diferentes fontes.
Segundo a Cybernews, a maior parte do conteúdo parece ter origem em malwares especializados em roubo de dados. O número impressiona até para os padrões atuais da segurança digital e pode representar risco para bilhões de contas online.

O mega vazamento descoberto pela Cybernews

Vazamentos envolvendo milhões de registros já se tornaram relativamente comuns. O que faz este caso se destacar é a escala: os responsáveis pela investigação afirmam ter encontrado cerca de 24 bilhões de registros armazenados em um único conjunto de dados.
Os dados estavam armazenados em um cluster Elasticsearch acessível publicamente — uma descoberta que chamou atenção pelo volume incomum de informações reunidas em um só local. De acordo com a investigação, quase todo o material era composto por logs de infostealers, programas maliciosos criados para capturar informações confidenciais diretamente dos dispositivos das vítimas.
Entre as informações identif**adas estavam:
• Endereços de e-mail;
• Nomes de usuário;
• Senhas em texto simples;
• URLs de login associadas às credenciais;
• Dados sobre a origem dos registros.
A equipe da Cybernews destacou que a exposição preocupa não apenas pela quantidade de informações reunidas, mas também pelo potencial de reutilização dessas credenciais por criminosos.
“O vazamento de dados de credenciais é perigoso simplesmente por causa de seu tamanho enorme. Como os dados vazaram online, bilhões de contas afetadas correm sério risco de serem invadidas, especialmente se não estiverem protegidas com autenticação multifatorial”, explicaram os pesquisadores.

De onde vieram tantos dados?

Ao rastrear a origem das informações, a equipe chegou a 36 fontes distintas. A maioria delas estaria ligada a canais do Telegram voltados ao compartilhamento de credenciais roubadas e dados obtidos em violações de segurança.
Além desses canais, os especialistas encontraram conjuntos identif**ados como “coleções”, que podem reunir informações vazadas anteriormente ou agrupadas de acordo com determinados serviços.
Entre os materiais identif**ados havia desde despejos de bancos de dados até registros associados a infostealers já conhecidos:
• Despejos de bancos de dados locais;
• Compilações de violações anteriores;
• Logs de infostealers conhecidos;
• Conjuntos organizados por tipos específicos de contas.
Pouco depois da descoberta, o acesso ao cluster foi interrompido. Com isso, os especialistas perderam a oportunidade de aprofundar a análise sobre a origem completa e a composição detalhada do conteúdo armazenado.

As perguntas que ainda não têm resposta

Nem tudo sobre o caso foi esclarecido. Os responsáveis pela investigação não conseguiram identif**ar quem era o proprietário do banco de dados nem qual seria o objetivo por trás do armazenamento de uma quantidade tão expressiva de informações.
Também permanece incerta a dimensão real do impacto. Não foi possível determinar quantos registros estavam duplicados nem quantas pessoas diferentes podem ter sido afetadas pela exposição.
Há ainda uma questão importante: a idade dos dados. Embora parte do material contenha referências a incidentes recentes de segurança cibernética, não existem elementos suficientes para determinar exatamente quando todas as informações foram coletadas.
“Empresas podem coletar esses dados para serviços de monitoramento ou verif**ação de segurança, e agentes maliciosos podem estar coletando esses dados para descobrir novas vulnerabilidades e, assim, facilitar violações de dados”, afirmaram os pesquisadores.
O caso impressiona não apenas pelo tamanho do banco de dados encontrado, mas também por mostrar como enormes volumes de informações continuam circulando fora de ambientes protegidos. Mesmo sem respostas para todas as perguntas, a descoberta já figura entre os maiores episódios desse tipo identif**ados por especialistas em segurança digital.
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17/06/2026

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Por que o mundo começa a banir redes para adolescentes – e o que o Brasil está fazendo.O governo do Reino Unido anunciou...
16/06/2026

Por que o mundo começa a banir redes para adolescentes – e o que o Brasil está fazendo.

O governo do Reino Unido anunciou, nesta segunda-feira (15), que vai proibir menores de 16 anos de acessarem redes sociais. Entre as plataformas barradas, estão: TikTok, Instagram, X/Twitter e YouTube. Além disso, os jovens não poderão fazer transmissões ao vivo (lives) nem conversar com estranhos em aplicativos de jogos.
O Reino Unido não é o primeiro país a anunciar esse tipo de proibição. Em dezembro de 2025, a Austrália se tornou o primeiro país a barrar o uso de aplicativos de redes sociais para menores de 16 anos. De lá para cá, outros governos anunciaram medidas parecidas (ou ao menos planos parecidos) – por exemplo: Áustria, Malásia e o próprio Brasil.
Em entrevista, Claudia Costin, especialista em políticas educacionais, aponta diversos riscos e danos associados ao uso de redes sociais por crianças e adolescentes. Segundo ela, muitas vezes, eles estão mais expostos a perigos dentro de casa do que na rua.
Além da exposição a riscos, Costin alertou para impactos na saúde mental e autoestima. "A criança f**a exposta […] a pornografia infantil, a assédio de vários tipos, à possibilidade de ter sua autoestima completamente destruída."

Confira abaixo como países têm abordado essa questão:

Reino Unido
O governo britânico anunciou uma proibição ao fornecimento de serviços de redes sociais para menores de 16 anos, com previsão de entrada em vigor em 2027. Baseada no modelo adotado pela Austrália, a medida abrangerá plataformas baseadas em algoritmos e compartilhamento de conteúdo.
Em comunicado, o governo britânico garantiu o aporte de fundos necessários para que a entidade execute as novas obrigações de segurança digital.
“O Brasil deveria caminhar nessa direção também”, disse a especialista em políticas educacionais. Ela também é ex-diretora global de Educação do Banco Mundial e presidente do Instituto Salto. “A sociedade tem que se organizar para proteger a nossa infância e adolescência.”

União Europeia
• Áustria: Em março, o país anunciou planos para proibir o uso de redes sociais por crianças menores de 14 anos;
• Dinamarca: O país anunciou, em novembro de 2025, um plano para proibir o uso de certas redes sociais por menores de 15 anos. Os pais poderão autorizar o uso das redes sociais por crianças a partir de 13 anos;
• Espanha: O primeiro-ministro, Pedro Sánchez, anunciou, em fevereiro de 2026, planos para uma proibição semelhante que exigiria que as plataformas implementassem sistemas ef**azes de verif**ação de idade. A medida precisaria de aprovação parlamentar para se tornar lei;
• França: Uma proibição do uso de redes sociais por crianças menores de 15 anos poderá entrar em vigor no início do ano letivo, em setembro. O plano é popular em todo o espectro político. E o presidente Emmanuel Macron tem sido um defensor declarado;
• Grécia: O primeiro-ministro, Kyriakos Mitsotakis, afirmou, em abril de 2026, que a legislação para proibir o uso de redes sociais por crianças menores de 15 anos entraria em vigor em 1º de janeiro de 2027.

Austrália
A proibição na Austrália, em vigor desde dezembro de 2025, exige a idade mínima de 16 anos para o acesso a contas no Snapchat, TikTok, Facebook e outras redes sociais. Em janeiro, o órgão regulador do país anunciou que as empresas haviam removido cerca de 4,7 milhões de contas de menores de 16 anos.
No entanto, seis meses após a implementação da lei, muitos adolescentes continuam ativos nas plataformas: dados oficiais de março de 2026 apontam que sete em cada dez pais afirmam que seus filhos sob restrição de idade ainda têm acesso a pelo menos uma das redes sociais barradas.
“Alguns dizem que ninguém vai conseguir [barrar o acesso a redes sociais], que eles [os jovens] vão contornar essa regra”, disse a especialista em políticas educacionais. “Existem menores de 18 anos que tomam bebidas alcoólicas, por exemplo. Mas a proibição do acesso ao álcool surtiu grande efeito”, afirmou Costin. “Nós temos que ter uma legislação séria e sólida. E as famílias têm que ter uma participação muito grande na prevenção de exposição de crianças a risco no meio digital.”

Estados Unidos
A Lei de Proteção da Privacidade Online das Crianças (COPPA) impede que empresas coletem dados pessoais de usuários menores de 13 anos. Uma proibição total do uso de redes sociais por crianças seria difícil de implementar. Em parte, porque cada estado possui suas próprias leis.

China
Quando o assunto é uso de internet, o cerco na China é um dos mais apertados no mundo. Para você ter ideia, o país asiático bloqueia plataformas ocidentais e as autoridades impuseram limites ao tempo que crianças podem passar em redes sociais nacionais.

Malásia
Em junho, a Malásia começou a aplicar regras que proíbem crianças menores de 16 anos de terem contas em redes sociais. O governo havia anunciado esses planos em novembro de 2025. As autoridades disseram que a verif**ação de idade para usuários já cadastrados será implementada ao longo dos próximos seis meses.

Indonésia
Em março de 2026, a Indonésia determinou uma nova regulamentação que proíbe jovens menores de 16 anos de usar o que chamou de "plataformas de alto risco". Entre as plataformas mencionadas pelo comunicado da Polícia Federal deles, estavam TikTok, YouTube, Facebook, Instagram e Roblox.

Entenda o que é e como funciona o ECA Digital no Brasil
O Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), criado pela Lei nº 15.211/2025, entrou em vigor no Brasil em 17 de março de 2026. Seu objetivo é melhorar a proteção de crianças e adolescentes na internet, transferindo a responsabilidade para as empresas de tecnologia. Essas empresas devem implementar verif**ação de idade e sistemas de supervisão familiar.
Ao contrário da Austrália, onde há proibição de acesso para jovens a redes sociais, o ECA Digital facilita a supervisão parental. Perfis de usuários com menos de 16 anos devem estar conectados às contas dos responsáveis. O uso de "autodeclaração" de idade é proibido, assim como loot boxes em jogos e monetização de conteúdos que erotizam menores.
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) será responsável pela fiscalização e aplicação de multas de até R$ 50 milhões para empresas infratoras.
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Está usando IA errado? Veja os erros que destroem a qualidade das respostas.Chatbots se tornaram parte do novo normal da...
02/06/2026

Está usando IA errado? Veja os erros que destroem a qualidade das respostas.

Chatbots se tornaram parte do novo normal da vida na internet e, atualmente, é difícil encontrar alguém cronicamente online que não utilize ChatGPT, Gemini ou Claude. Mas, embora essas ferramentas sejam de fácil utilização, é importante saber que muito da qualidade das respostas que você obtém da IA tem uma influência direta dos prompts enviados.
Ou seja, redigir comandos com furos de raciocínio pode abrir uma brecha para a inteligência artificial cometer erros bobos ou lapsos de julgamento. Separamos 5 dos erros mais comuns ao usar a IA para você saber como melhorar as respostas que recebe dela.

Falta de contexto gera respostas superficiais
Um dos problemas mais comuns ocorre quando o usuário faz solicitações vagas demais. Pedidos genéricos como “escreva um e-mail profissional” ou “dê ideias de conteúdo” oferecem pouca direção para a IA compreender o objetivo real da tarefa. Como esses sistemas funcionam a partir de padrões estatísticos e probabilidades, informações insuficientes inevitavelmente levam a respostas amplas, rasas e pouco úteis.
A clareza do comando influencia diretamente a qualidade da entrega: quanto mais detalhes forem fornecidos — como finalidade, público-alvo, tom desejado, formato da resposta e cenário específico — maior será a precisão do conteúdo produzido.
Outro ponto importante é entender que a IA não possui consciência contextual semelhante à humana. Ela não “acompanha” acontecimentos em tempo real da maneira como muitos imaginam. Dependendo da ferramenta utilizada, fatos recentes podem ser misturados com dados antigos ou até mesmo inferências incorretas apresentadas como verdade.
Por isso, usuários mais experientes tratam a inteligência artificial como um mecanismo de apoio à organização e aceleração do pensamento, não como uma fonte autônoma de conhecimento absoluto.

Confiar cegamente no conteúdo produzido é um risco
A fluidez textual das inteligências artificiais cria uma sensação enganosa de autoridade. Mesmo quando a informação está errada, a resposta costuma ser apresentada com extrema segurança, sem sinais claros de dúvida ou incerteza.
Esse comportamento aumenta o risco de pessoas copiarem conteúdos automaticamente sem qualquer verif**ação prévia. O problema se torna ainda mais grave em áreas que exigem precisão técnica, como medicina, finanças, legislação e educação.
Erros factuais, números inventados, referências inexistentes e interpretações distorcidas fazem parte das chamadas “alucinações” da IA — fenômeno em que o sistema produz informações plausíveis, porém falsas.
Por essa razão, o indicado é tratar todo material gerado como um primeiro rascunho. Antes de utilizar qualquer resposta publicamente ou em decisões importantes, é essencial revisar dados, validar fontes e confirmar se as informações fazem sentido no contexto real.
A responsabilidade final pelo conteúdo continua sendo humana, independentemente de quem o escreveu inicialmente.

Existem situações em que a IA não deve substituir profissionais.
Apesar da enorme capacidade dessas plataformas, há limites importantes que não podem ser ignorados. Um erro recorrente é utilizar IA para substituir orientação profissional em contextos críticos.
Na área da saúde, por exemplo, recorrer à inteligência artificial para interpretar exames, modif**ar tratamentos, sugerir medicamentos ou identif**ar doenças pode gerar consequências sérias. Sistemas automatizados não possuem compreensão integral do histórico clínico, das particularidades biológicas nem da complexidade individual de cada paciente.
O mesmo cuidado vale para decisões jurídicas, financeiras ou estratégicas de grande impacto.
De forma geral, o uso mais seguro e produtivo da IA está em tarefas operacionais e de apoio, como organizar informações, resumir conteúdos, estruturar documentos, automatizar processos repetitivos e auxiliar na geração inicial de ideias.
Já decisões sensíveis continuam exigindo supervisão humana qualif**ada.

Pedidos excessivamente complexos reduzem a qualidade.
Outro hábito que compromete os resultados é concentrar várias tarefas em um único comando. Muitos usuários tentam fazer a IA resumir documentos, criar estratégias, analisar dados, redigir campanhas e produzir roteiros simultaneamente.
Quando a ferramenta recebe múltiplas demandas ao mesmo tempo, tende a responder de maneira superficial em todas elas. O resultado geralmente é um conteúdo genérico, pouco aprofundado e sem refinamento.
A recomendação mais eficiente é dividir o processo em etapas menores. Seguindo o exemplo citado acima, primeiro você deve solicitar um resumo e só depois de receber o resultado do comando anterior é que você deve enviar próximo; e assim por diante. Trabalhar progressivamente permite ajustar o direcionamento ao longo da conversa e melhora signif**ativamente a qualidade final.
Especialistas afirmam que o verdadeiro ganho no uso da IA não está em obter uma resposta perfeita imediatamente, mas em construir a solução gradualmente por meio de refinamentos sucessivos.

Inteligência artificial funciona melhor como processo contínuo.
Muitas pessoas ainda utilizam IA da mesma forma que usam mecanismos de busca: fazem uma pergunta, recebem uma resposta e encerram a interação. Essa abordagem limita drasticamente o potencial da ferramenta.
Os melhores resultados costumam surgir quando existe diálogo contínuo. Ajustar instruções, corrigir interpretações, pedir reformulações, mudar o tom do texto e aprofundar determinados pontos faz parte do processo ideal de uso.
Além disso, definir claramente o formato desejado também é decisivo. Sem instruções específ**as, a IA escolhe sozinha como estruturar a resposta — e isso nem sempre corresponde à necessidade do usuário.
Determinar elementos como extensão, estilo, linguagem, organização e objetivo do material ajuda a tornar a entrega muito mais alinhada ao esperado.
Em vez de enxergar a primeira resposta como algo definitivo, o recomendado é tratá-la apenas como ponto de partida para um refinamento contínuo.
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02/06/2026
Microsoft prepara novidades em IA, superapp do Copilot e melhorias no Windows 11 durante a conferência Build 2026.A Micr...
02/06/2026

Microsoft prepara novidades em IA, superapp do Copilot e melhorias no Windows 11 durante a conferência Build 2026.

A Microsoft deve aproveitar a conferência Build desta semana para mostrar até onde pretende levar sua aposta em inteligência artificial. Entre as novidades esperadas estão novos modelos de IA, mudanças importantes no Windows 11 e uma reformulação do Copilot.
O evento acontece em São Francisco em um momento sensível para a empresa, que tenta recuperar a confiança de desenvolvedores após problemas recentes envolvendo Windows e GitHub.

Windows com foco em desenvolvedores
A Microsoft deve apresentar uma experiência otimizada do Windows 11 para desenvolvedores, com ambiente sem distrações, aplicativos pré-instalados, ferramentas e scripts. Detalhando seus esforços para reescrever partes do Windows 11 com o objetivo de melhorar desempenho e experiência geral.
Haverá ainda anúncios sobre como o Windows está se adaptando a novos chips, como o RTX Spark, da Nvidia. Fontes indicam que o evento terá foco maior em modelos de IA rodando localmente no Windows, permitindo que desenvolvedores usem capacidade de processamento local.
Durante a keynote, o CEO Satya Nadella deve discutir o anúncio do RTX Spark ao lado do CEO da Nvidia, Jensen Huang. A Qualcomm também deve marcar presença para falar sobre seu trabalho contínuo com a Microsoft no crescimento do Windows em processadores Arm. PCs compactos com RTX Spark da Microsoft e da HP estiveram notavelmente ausentes na lista de fabricantes exibida durante a keynote da Nvidia na Computex.

Novo modelo de raciocínio e outros lançamentos de IA
Mustafa Suleyman, chefe da Microsoft AI, deve apresentar o MAI-Thinking-1, descrito como o primeiro modelo de raciocínio da empresa. De acordo com as fontes, a Microsoft não utilizou destilação para criar esse modelo — ou seja, ele não foi treinado a partir dos resultados de outro modelo de IA. O MAI-Thinking-1 deve ser direcionado principalmente para uso corporativo.

Super app do Copilot ainda em desenvolvimento
A Microsoft também deve apresentar seu “super app” do Copilot no evento. A Fortune foi a primeira a reportar o projeto, descrevendo-o como um aplicativo que reúne os diferentes assistentes de IA do Copilot em uma única interface. Fontes confirmam que o desenvolvimento está em andamento, mas indicam que o screenshot vazado na sexta-feira anterior ao evento é apenas um mockup preparado para as demonstrações do Build.
O super app do Copilot não estará disponível durante o Build. A previsão é que ele chegue em prévia somente no final do verão no hemisfério norte.

GitHub sob pressão
O GitHub também deve ser tema no Build. A plataforma enfrenta uma série de problemas: onda de saídas, instabilidades e incidentes de segurança, com desenvolvedores de alto perfil passando a levantar alertas sobre a situação.

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Magé, RJ
25935-654

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:30 - 18:00
Terça-feira 08:30 - 18:00
Quarta-feira 08:30 - 18:00
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