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Bahia dando um salto para uma nova realidade..
Vamos debater a regulamentação de uma maneira clara e objetiva

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26/08/2016

SANCIONADA LEI QUE REGULAMENTA OS PLANOS FUNERÁRIOS

LEI Nº 13.261, DE 22 DE MARÇO DE 2016.

Dispõe sobre a normatização, a fiscalização e a comercialização de planos de assistência funerária.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o Esta Lei dispõe sobre a normatização, a fiscalização e a comercialização de planos de intermediação de benefícios, assessoria e prestação de serviço funerário mediante a contratação de empresas administradoras de planos de assistência funerária com pagamentos mensais pela oferta de toda a infraestrutura do atendimento.

Art. 2o A comercialização de planos de assistência funerária será de responsabilidade de empresas administradoras de planos de assistência funerária regularmente constituídas, e a realização do funeral será executada diretamente por elas, quando autorizadas na forma da lei, ou por intermédio de empresas funerárias cadastradas ou contratadas.

Parágrafo único. Considera-se plano ou serviço de assistência funerária o conjunto de serviços contratados a serem prestados ao titular e a seus dependentes na realização das homenagens póstumas.

Art. 3o Somente serão autorizadas a comercializar planos de assistência funerária as empresas que o façam mediante contrato escrito que tenha por objeto exclusivo a prestação de serviço de assistência funerária e que comprovem:

I - manutenção de patrimônio líquido contábil equivalente a 12% (doze por cento) da receita líquida anual obtida ou prevista com a comercialização dos planos de assistência funerária no exercício anterior;

II - capital social mínimo equivalente a 5% (cinco por cento) do total da receita anual; e

III - quitação dos tributos federais, estaduais e municipais incidentes sobre a atividade.

Parágrafo único. São dispensadas da comprovação das exigências constantes dos incisos I a III do caput deste artigo as microempresas definidas nos termos do inciso I do art. 3o da Lei Complementar no 123, de 14 de dezembro de 2006.

Art. 4o Para manutenção da autorização de operação, as empresas comercializadoras de planos de assistência funerária deverão:

I - manter reserva de solvência com bens ativos ou imobilizados de, no mínimo, 10% (dez por cento) do total do faturamento obtido ou previsto com a comercialização dos planos contratados nos últimos 12 (doze) meses; e

II - submeter os balanços anuais da sociedade a auditoria contábil independente, a ser realizada por empresa de contabilidade ou auditores devidamente registrados no conselho profissional competente.

§ 1o Após o primeiro ano de comercialização de planos de assistência funerária, a empresa comercializadora estará obrigada a promover os devidos ajustes contábeis para adequação da reserva de solvência de que trata o inciso I do caput deste artigo.

§ 2o Este artigo não se aplica às microempresas definidas nos termos do inciso I do art. 3o da Lei Complementar no 123, de 14 de dezembro de 2006, que estejam atuando no mercado desde, no mínimo, 1 (um) ano antes da publicação desta Lei.

Art. 5o É assegurado às empresas comercializadoras de planos de assistência funerária até a data de promulgação desta Lei o direito a manter em vigor e a cumprir os contratos já firmados por elas.

Art. 6o As empresas comercializadoras de planos de assistência funerária que não observarem as exigências a que se referem os incisos I e II do art. 3o e os incisos I e II do art. 4o terão suas atividades suspensas até o cumprimento integral dessas exigências, excetuadas as atividades obrigatórias e imprescindíveis para o cumprimento dos contratos já firmados.

Art. 7o A contabilização do faturamento e das receitas obtidos com a comercialização dos planos de assistência funerária e das despesas a cargo da empresa comercializadora deve ser efetuada distintamente da contabilização dos demais ingressos e saídas da empresa.

Art. 8o O contrato de prestação de serviços de assistência funerária deverá conter expressamente:

I - descrição detalhada dos serviços compreendidos no plano de assistência funerária, providos pelo contratado ou a seu encargo, inclusive taxas e emolumentos, tributos incidentes nos serviços, nos bens e nos materiais consumidos ou não na prestação contratada, materiais, equipamentos, materiais de consumo, aluguéis de equipamentos, transporte e alimentação, quando compreendidos no plano de assistência contratado, próprio ou de terceiros;

II - valor e número de parcelas a serem pagas como contraprestação pelos serviços contratados;

III - titular e dependentes dos serviços contratados;

IV - nomeação do titular e seus dependentes e a faculdade de inclusão ou substituição destes;

V - cláusula assecuratória do direito de rescisão contratual a qualquer tempo pelo contratante, mesmo com a utilização dos serviços, e condições de cancelamento ou suspensão;

VI - forma de acionamento e área de abrangência;

VII - carência, restrições e limites; e

VIII - forma e parâmetros para reajuste das parcelas e local para pagamento.

Art. 9o (VETADO).

Art. 10. As empresas administradoras de planos de assistência funerária que descumprirem as exigências desta Lei estarão sujeitas às seguintes sanções:

I - advertência escrita e fixação de prazos para o seu cumprimento;

II - multa, fixada em regulamento;

III - suspensão da atividade até o cumprimento das exigências legais;

IV - interdição do estabelecimento, em caso de reincidência.

Art. 11. (VETADO).

Art. 12. Esta Lei entra em vigor após decorridos 180 (cento e oitenta) dias de sua publicação oficial.

Brasília, 22 de março de 2016; 195o da Independência e 128o da República.

DILMA ROUSSEFF
Eugênio José Guilherme de Aragão
Nelson Barbosa

CINCO RECOMENDAÇÕES PARA MELHORAR A VISUALIZAÇÃO DE DADOSA visualização de dados tem a capacidade de alterar por complet...
01/12/2014

CINCO RECOMENDAÇÕES PARA MELHORAR A VISUALIZAÇÃO DE DADOS
A visualização de dados tem a capacidade de alterar por completo a forma como a sua empresa usa a informação – e dela se beneficia. Mas apenas e só quando utilizada da forma mais eficiente
Diz-se frequentemente que uma imagem vale por mil palavras e nenhum ditado é mais verdadeiro no mundo do Business Intelligence e da Visualização de Dados. Usada corretamente, a visualização de linhas de informação através de gráficos e de tabelas pode ser um método eficiente de extração de dados relevantes e, desta forma, críticos para o sucesso do negócio.
Este fato é cada vez mais importante, na medida em que as empresas tentam encontrar informação real e essencial nos seus dados e procuram perspetivas de formas superiores para melhorarem as operações nos seus negócios.
As boas notícias? As tecnologias de visualização melhoraram para corresponder a outras tendências de uso de grandes volumes de dados.
Os gráficos são usados por empresas há décadas, mas “atirar” dados para um gráfico não é suficiente para conseguir obter verdadeiras perspetivas do negócio. Em vez disso, as organizações estão recorrendo a gráficos mais detalhados e interativos, o que significa que os usuários podem identificar valores discrepantes, padrões, tendências e até correlações em dados complexos de uma forma que até hoje não era possível.
No entanto, consideramos que, para uma organização poder realmente colher os frutos desta forma de visualização de dados, há cinco pontos nos quais elas devem se focar se quiserem assegurar-se de que estas plataformas terão o máximo impacto nos seus negócios.
1 - Seja seletivo face ao que quer atingir
Muitas vezes, o primeiro erro das equipes de visualização de dados é que estas definem uma rede com malha muito fina. Querem que os seus gráficos mostrem muita informação e, como resultado, a visualização torna-se confusa.
Uma boa visualização representa um baixo número de medições – preferencialmente não mais que sete a nove, e é isso que os usuários conseguem assimilar.
Da mesma forma, seja específico no número de KPIs (“key performance indicators”) que serão representadas no “dashboard”. Mais uma vez, o valor deverá ser nove ou menos. Ao fim de contas, demasiados indicadores distraem o usuário. Mantenha a visualização simples. Quanto menos houver para interpretar, mais fácil de compreender. Se vir que existe complexidade visual, experimente um formato diferente. O formato mais “limpo” é geralmente o melhor.
Outro princípio é certificar-se de que o formato da informação é apropriado para o cenário de utilização e para o usuário. Os formatos de gráficos, por exemplo, são disponibilizados em vários tipos e são a escolha de usuários profissionais. Edward Tufte, um reconhecido acadêmico, fala muito de “lixo nos gráficos”, referindo-se à complexidade que as pessoas colocam algumas vezes na visualização e que pode esconder a informação realmente relevante.
Assim, quando criar gráficos, use o mínimo possível de cores ou de pixels para maximizar os dados.
2 - Escolha o tipo de gráfico mais apropriado aos dados
Tenha cuidado com o tipo de gráfico que deve usar e com a escolha dos formatos que melhor mostram a informação e melhor se adequam à audiência a que se destinam. Estamos todos familiarizados com gráficos de linhas, de área e em anel, mas nem sempre são apropriados a determinadas visualizações.
Os gráficos em anel, por exemplo, são um formato comum de exibição de informação mas são controversos no mundo da visualização. É extremamente difícil comparar um gráfico de anel a outro e, no entanto, são vulgarmente usados. Use-os, mas de forma apropriada, e apenas para mostrar uma pequena quantidade de dados.
Familiarize-se com o amplo conjunto de ferramentas visuais que está à sua disposição e depois faça uma escolha ponderada, baseando-se no objetivo final.
3 - Use cores e perceção
A utilização de cor e de perceção é muito importante na visualização e muitas organizações não usam estes argumentos convenientemente.
A apropriada utilização de cor pode melhorar e clarificar um gráfico para que os usuários possam compreender a informação geral presente nos dados. Usada de forma inadequada, a cor irá confundir o usuário e “esconder” essa informação. Por exemplo, use a cor para realçar os pontos positivos ou negativos ou para revelar alterações de dados em um período de tempo ou com outras variáveis.
No entanto, lembre-se, quando estiver usando cores, que a análise deverá ser sempre a prioridade. Muitas empresas caem na tentação de usar as suas cores institucionais nas visualizações, mas nem sempre é a melhor opção.
As empresas devem levar em consideração que mensagens e percepções estão sendo transmitidas com a aplicação de cores e, a partir daí, fazerem a escolha apropriada, e não irem atrás do que o departamento de “branding” diz.
Por fim, considere o daltonismo. Não afaste os daltônicos do grupo de usuários. Não confie apenas na cor para transmitir informações. Use formas e cores apropriadas, que todos consigam distinguir.
4 - Escolha cuidadosamente os conjuntos de dados
As boas visualizações começam com bons dados e são tão úteis quanto a qualidade de dados que representam.
Por vezes, quando as equipes recebem resultados não esperados das suas visualizações, não conseguem perceber porquê… Nesse caso, as suas ferramentas de BI podem acabar por arcar com a culpa. No entanto, não deverá acontecer neste caso.
As ferramentas de visualização devem ser usadas para ajudar a verificar estes problemas cedo, para que eles possam ser corrigidos a tempo de não afetarem o projeto. Esta abordagem pode ser reforçada, do ponto de vista do usuário final, com a possibilidade de identificação da diferença entre uma descoberta inesperada e um problema com os dados.
5 - Experimente
Por fim, experimente. Deixe que os seus usuários interajam com as representações visuais quando houver necessidade, como por exemplo em um departamento com requisitos geográficos.
No geral, a visualização de dados tem a capacidade de alterar por completo a forma como a sua empresa usa a informação – e dela se beneficia. Mas apenas e só quando utilizada da forma mais eficiente.
Napoleão estava certo: uma imagem vale mil palavras – mas apenas se a imagem for mostrada para que todos percebamos a situação e possamos agir de acordo com a avaliação correta.

Fonte: http://cio.com.br/tecnologia/2014/11/21/cinco-recomendacoes-para-melhorar-a-visualizacao-de-dados/

OS 3 ESTÁGIOS DA RESISTÊNCIA À NUVEMO medo de tudo que é novo é uma defesa natural e implícita do ser humano. Aliás e...
26/11/2014

OS 3 ESTÁGIOS DA RESISTÊNCIA À NUVEM
O medo de tudo que é novo é uma defesa natural e implícita do ser humano. Aliás esse fator colaborou para que a humanidade não desaparecesse da face da Terra durante a evolução das espécies. Mário Sérgio Cortella, em um de seus livros assume que o ser humano racional possui Medo, mas que é preciso compreendê-lo e enfrentá-lo.
Voltando nossos olhos para o mundo da tecnologia da informação, podemos encontrar o medo no momento de assimilação da tecnologia denominada "Nuvem". O termo é uma abreviação de Computação em Nuvem, ou Cloud Computing e se refere ao acesso de conteúdos e aplicativos diretamente da rede sem necessidade de download ou instalações.
Quando a nuvem se aproxima de uma empresa, é comum ver seus gerentes e a própria administração da empresa adotarem 3 perfis diferentes. São eles: fingir que não existe, proibir e finalmente permitir.
Resistência à nuvem: conheça os 3 estágios da compreensão do cloud computing
Fase 1 - Fingir que não existe
É o estágio em que o gerente de TI, descrente com a chegada da utilização das nuvens por seus funcionários em seu domínio de TI, finge que nada está acontecendo e até ignora o fato de alguns funcionários já transferir documentos via armazenadores e compartilhadores na rede.
Seria algo semelhante à frase "O que os olhos não veem, o coração não sente". No entanto é nessa fase que o uso descontrolado da cloud computing geralmente causa dor de cabeça para o gerente de TI e que geralmente o desperta para a segunda fase, a “Proibir”.
Fase 2 - Proibir
Pior fase tanto para funcionários quanto para a empresa, nesta fase o gerente de TI, ao se deparar com algumas dores de cabeça que a nuvem proporcionou, se torna um verdadeiro ditador, com direito a sansões e punições para quem utilizar qualquer tipo de tecnologia nas nuvens não autorizada.
Diga-se de passagem, esta é a fase onde a corporação mais perde em desenvolvimento e ganho de tempo, e período onde os funcionários mais se estressam.
Fase 3 - Permissão
Fase onde tudo começa a se acertar na empresa. Nela o gerente, agora mais tranquilo, começa a enxergar que nem tudo no cloud computing é "Caos e Destruição". Deste momento em diante, a empresa começa a prosperar e o uso da nuvem se incorpora como ações cotidianas da empresa. Neste momento erros e problemas ainda acontecem, no entanto, o gerente de TI já é capaz de pesar os problemas ante os benefícios e sempre consegue encontrar a melhor solução.
Os 3 estágios da resistência à nuvem ilustram bem o processo de adesão do cloud computing dentro de uma corporação. Na verdade, pode-se adiantar o processo se desde o início o gerente de TI compreender que essa tecnologia é uma tendência que veio para ficar. Um avanço tecnológico que pode ser benéfico para sua empresa, se utilizado para encurtar prazos e diminuir gastos. E a sua empresa, em que estágio se encontra em relação ao cloud computing? Conte para a gente na seção de comentários abaixo!

Fonte: http://blog.skyinone.com.br/os-3-estagios-da-resistencia-a-nuvem?utm_campaign=Nutri%C3%A7%C3%A3o+Topo+SoftwareHouse&utm_source=hs_automation&utm_medium=email&utm_content=14536913&_hsenc=p2ANqtz-_ez6k6HjeB_mNvRCzWimDMVBIy0qDYU4rJ55fMhOhremPwSM-y8S-uGatif5CgIzs9aQPEKnLbsaxyw4FCSZgRF2-tLpMEpp7joNcabKjfF91gNq8&_hsmi=14599114

Algumas empresas tem dificuldades de aceitar novas tecnologias, e a resistência à nuvem também passa por esse processo. Veja em nosso post os 3 estágios da resistência à nuvem.

VOCÊ JÁ PAROU PARA PENSAR NO VALOR DOS DADOS?Hoje geramos dados a todo instante e em praticamente todas as nossas ações ...
11/11/2014

VOCÊ JÁ PAROU PARA PENSAR NO VALOR DOS DADOS?

Hoje geramos dados a todo instante e em praticamente todas as nossas ações do dia a dia: quando fazemos compras nos supermercados, quando postamos no Facebook, quando usamos nosso smartphone, quando ativamos o GPS no carro, e assim por diante. Claramente, dados têm muito valor, mas ainda não conseguimos avaliar esse valor corretamente.

Alguns estudos apontam valores elevadíssimos. Um levantamento recente do Federal Reserve, nos EUA, estima que o total de dados e outros ativos intangíveis das empresas, como patentes, marcas registradas e direitos autorais, podem valer mais de US$ 8 trilhões, que é um valor quase igual ao PIB somado de Alemanha, França e Itália. Esses ativos intangíveis estão se tornando parte cada vez mais importante da economia global. As patentes, por exemplo, vêm sendo um dos principais motivadores de aquisições de empresas, como a compra da Motorola pelo Google, por mais de US$ 11 bilhões em 2011. Outro exemplo é o valor de ações de empresas como Facebook, eBay e Google. Se subtrairmos suas dívidas, vemos que elas possuem um total de US$ 125 bilhões em ativos, mas o valor combinado de suas ações é de US$ 660 bilhões. A diferença reflete a percepção do mercado que os ativos mais valiosos dessas empresas são seus algoritmos, patentes e um enorme volume de informações sobre usuários e clientes. Esse valor não aparece nos balanços, e é um desafio valorizar dados.

Aliás, o Gartner, a partir de 2012, começou a propor um novo modelo econômico para mensurar o valor dos dados, que ele batizou de infonomics. Infonomics é a disciplina de mensurar e avaliar a significância econômica dos dados e as informações que uma empresa possui, de modo que essas informações possam ser valorizadas monetária e contabilmente. Recomendo ler um artigo sobre o assunto, publicado na Forbes.

É curioso observar que os dados, apesar de todos os discursos sobre seu valor competitivo, não são valorizados monetariamente. Por exemplo, se um data center pegar fogo, as seguradoras cobrem o prejuízo sofrido pelas instalações e pelo maquinário, de geradores a servidores, mas não cobrem o conteúdo dos dados que foram perdidos. De maneira geral, uma empresa com boa governança de TI mantém uma política de backup eficiente e consegue recuperar todos ou quase todos os seus dados e informações. Mas caso não consiga, ela não obterá da seguradora a reparação pelo valor dos dados perdidos, pois estes não são valorizados monetária e contabilmente.

Vivemos hoje na sociedade da informação, e informação é um produto por si mesmo, além de ser o combustível que impulsiona os negócios da maioria das empresas. A consequência desse fato é o surgimento, ao longo das ultimas décadas, de tecnologias de bancos de dados, data warehouses e mais recentemente o próprio conceito de Big Data.

Se analisarmos a informação, vemos que ela se encaixa perfeitamente nas características de um bem econômico intangível, que são:

Custo relativamente alto para sua criação. A produção da informação custa muito mais que as cópias geradas, que têm custo marginal.
Escalabilidade. Custos marginais para produzir duas ou duas centenas de cópias. Atualmente, com armazenamento e cópias inteiramente digitais, elimina-se também o custo de produção das cópias impressas.
Economias de escala em termos de produção. No caso da informação impressa, como em livros, quanto maior a edição, menores os custos individuais devido à economia de escala. Nos meios digitais, como e-books, tais custos inexistem.
Pode ser usada por mais de uma pessoa a cada momento. Diferente de um bem tangível como um carro, que se eu estiver dirigindo ninguém mais poderá dirigi-lo ao mesmo tempo.
Substituição imperfeita. Uma cópia reduzida em conteúdo ou fragmentada não pode substituir a informação completa, original.
Efeito de rede, cujo valor cresce à medida que mais pessoas a utilizam.
O modelo proposto pelo Gartner Infonomics propõe valorizar a informação. Isso significa quantificar de forma tangível a informação, de modo que possamos dizer que determinada informação vale R$ 350 mil e outra, R$ 500 mil. Isso quer dizer que ela poderá ser incluída nas análises contábeis e fazer parte do valor de uma empresa. Uma empresa que usar mais inteligentemente suas informações que outras será mais bem avaliada em termos de valor de mercado.

Uma comparação simples com empresas da sociedade industrial, como uma companhia de petróleo. O valor desta é estimado pelos repositórios de petróleo de que ela dispõe (suas reservas), bem como pela sua capacidade de extrair e refinar esse petróleo. Levando para o conceito do Infonomics, uma empresa será valorizada pelo valor dos dados e informações que contém e pela sua capacidade de explorá-los adequadamente. Esse é um ponto interessante. Dados, mesmo que não sejam usados, têm seu valor. Assim como uma mercadoria em centro de distribuição tem seu valor (valor do estoque) antes mesmo de ser vendida, os dados têm valor, mesmo antes de ser tratados por tecnologias de análise de dados. Podemos começar a medir seu valor potencial.

Um beneficio dessa valorização é que torna mais simples a proposição de projetos que envolvam os conceitos de manuseio de informação, como Big Data. Será possível, com Infonomics, conseguir mostrar que determinado projeto valorizará em 100% o valor de determinada informação, facilitando gerar as estimativas de ROI (Retorno sobre investimento) desses projetos.

Fonte: http://imasters.com.br/tecnologia/voce-ja-parou-para-pensar-no-valor-dos-dados/?utm_source=iMasters+List&utm_campaign=5442d6ab9c-News_semanal_2014_11_11&utm_medium=email&utm_term=0_c1528e6ab3-5442d6ab9c-359322973

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