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Em 1950, Curt Richter, um professor universitário, conduziu uma experiência assustadora com ratos para estudar quanto te...
02/10/2025

Em 1950, Curt Richter, um professor universitário, conduziu uma experiência assustadora com ratos para estudar quanto tempo eles sobreviviam antes de se afogar.

Primeiro ele pegou uma dúzia de ratos, colocou-os em frascos de vidro, encheu-os com água e observou como se afogavam.

Os jarros eram grandes para que eles não pudessem agarrar-se, ou pular fora.

Em média, eles paravam de resistir após cerca de 15 minutos.

Mas então Richter deu uma volta na sua experiência.

Logo antes de morrerem de cansaço, os pesquisadores tiravam os ratos dos frascos, secavam e deixavam-nos descansar alguns minutos antes de colocá-los novamente para uma segunda volta.

Quanto tempo você acha que os ratos duraram?

Mais 15 minutos? 10 minutos? 5?

Não, 60 horas.

Acredite, os ratos nadaram por 60 horas.

Os resultados mostraram que depois de “salvar” os ratos antes de se afogarem, fez com que estes nadassem aproximadamente 240 vezes mais quando os pesquisadores os colocava de volta no frasco.

Houve um rato que nadou por 81 horas.

A conclusão é que os ratos acreditaram que iriam ser resgatados, e por isso continuaram a nadar a um nível que previamente se achou impossível.

Essa história costuma ser explicada em psicologia positiva como exemplo da importância da “esperança e otimismo”.

Ela mostra que a maioria das pessoas pode fazer muito mais quando recebem ânimos ou estímulos, e desistir ou abandonar algo quando não têm esperança ou valor suficiente.

Euzinho!
19/09/2025

Euzinho!

LAMENTAÇÕESPor Rozane Alves (*)Frequentemente nos deparamos com pessoas que gostam de lamentar ou reclamar, ou nos pegam...
18/09/2025

LAMENTAÇÕES
Por Rozane Alves (*)

Frequentemente nos deparamos com pessoas que gostam de lamentar ou reclamar, ou nos pegamos fazendo isso.

A lamentação nos coloca numa posição de vítimas. O vitimismo paralisa, impede de agir. A lamentação e o vitimismo nos levam a pensar que somos injustiçados por algo ou por alguém e nos colocam numa espiral de descida rumo ao abismo.

O hábito ou vício de lamentar tira as nossas forças, nos tornamos fracos, carentes e dependentes da pena, ou dó do outro, ou de nós mesmos por nós mesmos. Olhar para o outro com pena significa dizer eu sou superior a você e você é inferior a mim, assim tiro do outro a capacidade de realizar as mudanças necessárias em sua vida. Se olho para mim e sinto pena de mim pelos fatos que me ocorreram fico prisioneiro, refém de mim mesmo e do meu passado.

Sair do terreno da lamentação e ir para o campo da gratidão exige de nós um desprendimento, um desapego de crenças antigas, de conceitos e preconceitos, de julgamentos, ou seja, um modo novo de ver o passado e de ver o presente. Implica em aprender a reconhecer que as experiências do passado me ensinaram muitas coisas sobre mim, sobre relacionamentos e sobre o outro. Implica em olhar para meus sentimentos e para suas transformações, abrir mão, soltar o velho e ir para o novo sem titubear. Implica em assumir a responsabilidade pela minha felicidade e bem estar na vida, dizer sim para mim e para tudo que foi como foi e a partir daí poder mudar o que for necessário.

"Dizer sim para o que foi dá forças para mudar o que precisa ser mudado no presente."

(*) Rozane Alves – terapeuta sistêmica e facilitadora de constelação sistêmica (Luz da Vida - Espaço Terapêutico) - Contato (43) 99821-0169.

Complicado.
10/03/2025

Complicado.

Entre 1890 e 1920, o marceneiro e afinador de pianos H.O. Studley, nascido em 1838 em Lowell, Massachusetts, criou uma d...
02/01/2025

Entre 1890 e 1920, o marceneiro e afinador de pianos H.O. Studley, nascido em 1838 em Lowell, Massachusetts, criou uma das peças mais extraordinárias de artesanato funcional já vistas: a famosa Caixa de Ferramentas Studley. Essa obra-prima combina precisão, criatividade e utilidade, demonstrando um nível de habilidade e atenção aos detalhes que transcende sua função prática.

Quando fechada, a caixa mede 20×40 polegadas, mas, ao ser aberta, revela impressionantes 40×40 polegadas de pura organização. Dentro de sua estrutura meticulosamente trabalhada, há espaço para 300 ferramentas, todas cuidadosamente encaixadas em compartimentos projetados com precisão. A caixa é feita de mogno, ébano e madrepérola, materiais que não apenas ressaltam sua beleza, mas também simbolizam o requinte e a durabilidade que Studley buscava em suas criações.

Além de ser um marceneiro e afinador de pianos, Studley era membro da maçonaria, o que possivelmente influenciou sua busca por perfeição e ordem em seu trabalho. A Caixa de Ferramentas Studley não é apenas um objeto funcional, mas também um tributo ao design meticuloso e à estética funcional, refletindo o ethos da era industrial americana.

Hoje, a caixa é reverenciada como uma das maiores maravilhas do artesanato, um testemunho da engenhosidade humana e da capacidade de transformar o utilitário em arte. Ela é frequentemente exibida em museus e publicações sobre design e carpintaria, sendo objeto de fascínio tanto para profissionais quanto para entusiastas.

AS PAUSAS NA NOSSA VIDA"Na pausa não há música, mas a pausa ajuda a fazer a música". Na melodia da nossa vida a música é...
29/09/2024

AS PAUSAS NA NOSSA VIDA

"Na pausa não há música, mas a pausa ajuda a fazer a música".

Na melodia da nossa vida a música é interrompida aqui e ali por pausas... E nós, sem refletirmos, pensamos que a melodia terminou.

Deus nos envia, às vezes, um tempo de parada forçada. E faz uma pausa repentina no coral de nossa vida. Pode ser uma provação, planos fracassados, ou esforços frustrados. Mas na verdade é preciso fazer uma pausa.

Mas como é que o maestro lê a pausa? Ele continua a marcar o compasso com a mesma precisão e toma a nota seguinte com firmeza, como se não tivesse havido interrupção alguma.

Deus segue um plano ao escrever a música de nossa vida. Elas não estão ali para serem passadas por alto ou serem omitidas, nem para atrapalhar a melodia ou alterar o tom. E sim para aprimorar a nossa parte deve ser aprender a melodia e não desmaiar nas pausas.

Se olharmos para cima, Deus mesmo marcará o compasso para nós. Com os olhos Nele, vamos aferir a próxima nota com toda a clareza sem murmurarmos tristemente: "Na pausa não há música". Não nos esqueçamos, contudo, de que "ela ajuda a fazer a música".

Compor a música da nossa vida é geralmente um processo lento e trabalhoso. Com paciência, Deus trabalha para nos ensinar! E quanto tempo Ele espera até que aprendamos a lição!

Lembre-se, a pausa não dura muito, é apenas um tempo suficiente para que você se renove e continue... Ela apenas serve para continuar a música!!!

Olhe melhor a sua volta... Viva a Vida! Pare! E aceite a pausa, você merece ser mais amado e amar, sonhar, sorrir, cantar e ser feliz, muito mais feliz!!!

Não vejo a hora!...
20/09/2024

Não vejo a hora!...

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