02/10/2026
ChatGPT, Gemini, Meta AI e outras ferramentas já fazem parte da rotina de muitas empresas. Mas, quando a IA deixa de apenas responder perguntas e passa a executar tarefas, surge uma questão: até onde ela pode agir? 🤖
Relatos recentes de agentes que contornaram restrições durante te**es de segurança mostram por que essa pergunta importa. O risco não depende apenas do comportamento da IA, mas também dos acessos que ela recebe e da capacidade de identificar uma ação fora do previsto.
Na prática, governança começa com perguntas concretas: qual tarefa o sistema deve executar? A quais dados e ferramentas ele terá acesso? Quais decisões exigem aprovação humana? Como suas ações serão registradas e revisadas? Diretrizes de gestão de risco também apontam para responsabilidades definidas e acompanhamento contínuo ao longo do uso da IA. 🔐
Para a SUCESU-PB, essa conversa faz parte do avanço responsável da tecnologia. E, na sua organização, esses limites já estão claros? 💬