Instituto Ponto ID

Instituto Ponto ID Garantir a segurança e diminuir a evasão escolar dos alunos. Manter-se Líder do segmento no Brasil e conquistar o mercado nos Estados Unidos e Europa.

A Ponto iD Technology está focada em produtos e serviços de “inteligência artificial“ e “reconhecimento facial”, integrando processos e soluções num sistema intuitivo de controle de acesso e gestão pública de escolas. MISSÃO

Trabalhar por uma educação mais justa, humana e inclusiva, fornecendo dados e informaçoes que sirvam de coordenadas para construção do conhecimento a partir de múltiplas

perspectivas, fomentando a assertividade na tomada de decisão de gestores públicos. VISÃO

Ser referência no mercado de tecnologia por nosso comprometimento com o cliente e nossa capacidade de inovar em soluções diferenciadas baseadas principalmente na sustentabilidade e na responsabilidade social, e que facilitem a rotina de nossos clientes integrando todo o processo em uma ferramenta com capacidade "holística" mas adaptativa a necessidade local. VALORES

Acreditamos na honestidade, respeito e disciplina , que formam a base ética de nosso trabalho, aliados ao conhecimento, comprometimento, à competência, qualidade e engajamento no idealismo ao acesso universal à educação para oferencendo oportunidades iguais independente da classe social, raça, s**o, etnia ou necessidades especiais físicas ou mentais. FUNDAMENTOS

Desde a sua fundação, em 2005, um grande propósito e fortes valores construíram na Ponto iD um time de pessoas reconhecidas pelo seu trabalho. São eles que definem a nossa existência, as nossas crenças e determinam o nosso comportamento com os públicos com os quais interagimos.

25/01/2022

Mais um case de sucesso na Gestão Pública da PONTO ID EDUCATION .

O que fez  o Professor Pernambucano Paulo Freire (1921/1997) para ser tão amado por uns e odiado por outros? Uma coisa é...
24/01/2022

O que fez o Professor Pernambucano Paulo Freire (1921/1997) para ser tão amado por uns e odiado por outros? Uma coisa é certa, ele nunca buscou ser unanimidade, antes ao contrário, sempre incentivou a pluralidade e diversidade de pensamento. Dessa forma é claro que a oposição as suas ideias 💡 , na direita e na esquerda, fazem parte da sua pedagogia e é até certo ponto benéf**a.
O educador opunha-se a dita “educação bancária”, onde professor detém o conhecimento sendo o aluno apenas seu depositário. Para ensinar Paulo Feire defendia ir buscar o contexto do aprendiz o conhecimento e a experiência que já estaria disposta a priori. Assim não haveria docência sem a discência do mestre nessa questão, pois “quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender” disse ele.

A relação proposta ao aluno não era a usual subordinação ao mestre, tendo este último apenas atribuição coordenativa. Dito isto f**a clarif**ado que ambos os atores tornam-se “sujeitos” do processo de conhecimento, ao invés de um ser objeto do outro. Sabemos que essa visão hoje encontra-se muito difundida em várias organizações capitalistas, em especial no conceito do “Novo Papel das Lideranças” de Daniel Golleman, o neurocientista.

Podemos então postular que Freire via a escola como um espaço de críticas e diálogos constantes de forma permanente e dinâmica, onde mais importante que dar respostas aos alunos, seria lhes ensinar a fazer certas e incômodas perguntas para uma “educação libertadora”.

Curta, compartilhe e deixe um comentário com a sua visão dessa questão.

(2022). Sociólogo

Fonte: O educador: um perfil de Paulo Freire- Livro por Sérgio Haddad


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A horas são raparigas que eu gosto de cantar !
21/01/2022

A horas são raparigas que eu gosto de cantar !

Um manuscrito de um poema inédito de Mario Quintana, datado de 1º de janeiro de 1941, foi adquirido pela Associação de Amigos da Biblioteca Pública do Estado. Em breve, a peça integrará o acervo da Biblioteca Pública do Estado e entrará em exposição. A peça estava dentro da primeira edi....

Como falar o bom português sem ser o de Portugal ? A língua é um “fato social”, conservando as características próprias ...
18/01/2022

Como falar o bom português sem ser o de Portugal ? A língua é um “fato social”, conservando as características próprias da definição de Durkheim. Mas isso não excluiu a atuação do indivíduo sobre a linguagem de forma dinâmica, ao invés de um conjunto de regras estáticas no tempo. A saber nem mais os lusitanos falam e escrevem como Camões em Os Lusíadas…

O R caipira do interior de São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina deve-se ao fato de que os indígenas que aqui moravam não conseguiam falar o R dos portugueses, não havia o som da letra R em muitos dos mais de 1200 idiomas que falavam aqui.

Então na tentativa de se pronunciar o R, acabou-se criando essa jabuticaba brasileira, que não existe em Portugal.

A isso também se deve o fato de muitas pessoas até hoje em dia trocarem L por R, como em farta (falta), frecha (flecha) e firme (filme).

Com a chegada de mais de 1,5 milhão de italianos à capital de São Paulo o sotaque do paulistano incorporou o R vibrante atrás dos dentes, porta como "porita", e em alguns casos até incorporando mais Rs do que existem: carro como "caRRRo", se quem fala for de Mooca, Brás e Bexiga, bairros paulistanos com bastante influência italiana.

O R falado no Rio de Janeiro deve-se ao fato de que quando a corte portuguesa pisou aqui, a moda era falar o R como dos franceses, saindo do fundo da garganta, como em roquêfoRRRRt, paRRRRRi.

A elite carioca tratou de copiar a nobreza, e assim, na contramão do R caipira e 100% brasileiro, o Rio importou seu som de R dos franceses.

Do mesmo modo a corte portuguesa trouxe o S chiado dos cariocas, sendo hoje o Rio o lugar que mais se chia no Brasil, 97% dos cariocas chiam no meio das palavras e 94% chiam no final.

Belém do Pará ocupa o segundo lugar e Florianópolis em terceiro.

As regiões Norte e Sul receberam a partir do século 17 imigrantes dos Açores e ilha da Madeira, lugares onde o S também vira SH. Viviam mais de 15 mil portugueses no Pará, quarta maior população portuguesa no Brasil à época, o que fez os paraenses também incorporarem o S chiado.

Já Porto Alegre misturava indígenas, portugueses, espanhois e depois alemães e italianos, toda essa mistura resultou num sotaque sem chiamento.

Curitiba recebeu muitos ucranianos e poloneses, a falta de vogais nos idiomas desses povos acabou estimulando uma pronúncia mais pausada de vogais como o E, para que se fizessem entender, dando origem ao folclórico "leitE quentE".

Em Cuiabá e outras cidades do interior do Mato Grosso preservou-se o sotaque de Cabral, não sendo incomum os moradores falando de um "djeito diferentE". Os portugueses que se instalaram ali vieram do norte de Portugal e inseriam T antes de CH e D antes de J. E até "hodje os cuiabanos tchamam feijão de fedjão".

Junto com os 800 mil escravos também foram trazidos seus falares, e sua influência que perdura até hoje em se comer o R no final das palavras: Salvadô, amô, calô e a destruição de vogal em ditongos: lavôra, chêro, bêjo, pôco, que aparece em muitos dialetos africanos.

A falta de plurais, o uso do gerúndio sem falar o D (andano, fazeno), a ligação de fonemas em som de z (ozóio, foi simbora) e a simplif**ação da terceira pessoa do plural (disséro, cantaro) também são heranças africanas.

do livro "Mapa Linguístico do Brasil" de Renato Mendonça e da Superinteressante desse mês.
O livro abaixo, boa referência para contextualizar essa nossa mania de norma culta. Via : Nadina Nascimento

E você tem alguma curiosidade linguística do seu país ou região, faça um comentário nessa publicação.

Massachusetts Institute of Technology (MIT) Instituto Geofísico EPN - Ecuador Instituto Nacional de Bellas Artes Ministério da Educação - MEC Secretaria da Educação do Ceará - SEDUC Seduc AmazonasSecretaria de Estado da Educação de Goiás - SEDUC Max Barreto

Índio quer apito ?
16/01/2022

Índio quer apito ?

A tribo Huni Kuin (ou Kaxinawá) desenvolveu um jogo eletrônico, possibilitando uma experiência de intercâmbio de conhecimentos e memórias indígenas.

“ O QUE É UMA ESCOLA JUSTA ?”A partir do pensamento do sociólogo francês François Dubet, ex-diretor de estudos da École ...
16/01/2022

“ O QUE É UMA ESCOLA JUSTA ?”
A partir do pensamento do sociólogo francês François Dubet, ex-diretor de estudos da École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), podemos considerar como perspectiva válidas de justiça escolar caminhos paradoxos que podem ser a direção para uma educação justa. Esses objetivos mesclam valores e atributos de visões distintas para buscar um equilíbrio. O sociólogo e educador pauta abaixo caminhos possíveis para uma “ Escola Justa” :

1- meritocracia plena, a prover competição justa com igualdade de oportunidades.

2-Medidas de discriminação positiva, para equalizar as desigualdades sociais do ambiente externo.

3-Dispor no currículo conhecimentos e competências mínimas.

4-integrar os alunos no mercado de trabalho através de formação técnica adequada.

5-Neutralizar influências da desigualdade escolar que perpetuam desigualdades sociais.

6- Valorizar talentos e características de cada aluno, independente do desempenho escolar.

“A escola cria suas próprias desigualdades, a economia cria suas próprias desigualdades, a cultura cria suas desigualdades, a política cria suas desigualdades… Mas há desigualdade e injustiça novas quando as desigualdades produzidas por uma esfera de justiça provocam automaticamente desigualdades em outra esfera. Assim, desigualdades de renda causam desigualdades na esfera da escola, da cultura, da política, da saúde e também da beleza.” (2022)
Fonte : (DUBET, 2004, p.549)
“O que é uma escola justa?”
.educacao .de.educacao.guarara

14/01/2022

O Programa Conecta Educação ( Da PONTO ID TECNOLOGIA) foi instalado nas unidades de ensino de Goiânia. O software conta também com registro de frequência facial, controle de temperatura, merenda, prestação de contas e outras funções, como a modulação administrativas e pedagógicas e mais 22 módulos.

Inove em município com a Revolução 4.0 da gestão de secretária de educação.
Fonte: https://www.goiania.go.gov.br/lancado-sistema-de-reconhecimento-facial-na-rede-municipal-de-educacao/

A Prefeitura de Goiânia lançou na manhã desta quarta-feira (27/10) o Programa Conecta Educação, que implanta reconhecimento facial de alunos e servidores em todas as unidades de ensino municipais da Capital.

A cerimônia de lançamento foi realizada pela Secretaria Municipal de Educação (SME) na Escola Municipal Professora Lousinha e contou com reconhecimento facial simbólico do prefeito Rogério Cruz, secretário municipal de Educação Wellington Bessa e alguns alunos da instituição.

A partir das questões que Bauman (2001) levanta,  podemos sustentar que a educação contemporânea passa por uma crise que...
14/01/2022

A partir das questões que Bauman (2001) levanta, podemos sustentar que a educação contemporânea passa por uma crise que está ligada diretamente ao modelo líquido e em constante mudança da sociedade que vivemos. Assim as pessoas tem que ressignif**ar coercitivamente os vários tipos de mundo que vão aparecendo durante a vida , quando não simultaneamente. Por exemplo as carreiras foram objetif**as e ganharam cunho de “projetos” temporários com a mesma lógica obsolescente do consumo, ou seja: durante a vida as pessoas passam a exercer no quadro profissional várias funções, com necessidade de constate requalif**ação e aprendizados.
Dessa forma “ O homem da modernidade líquida” não tem mais prescrições de papéis a serem seguidas durante a vida, mas apenas coordenadas que mudam constantemente conforme o tempo e o local que atua, sendo assim finito e marcado o fim dos padrões, da segurança, e estabilidade. Está inaugurado o reino da precariedade e do “mito empreendedoristico”, dos “ Contratos por Projetos”, “Você S.A.”E outros relativismos, “numa cultura de afundar ou nadar sozinho”.

A falta de definições de “planos de vida” o medo, a insegurança com a lógica relativista acaba impactando em direto a educação. Desintegra-se o modelo universal e surge em consonância um modelo amorfo, imediatista e que se modif**a velozmente de acordo com as vicissitudes de última hora a partir de demandas urgentes e alienantes. Um modelo, segundo Bauman que: “ nos afoga em informação e, ao mesmo tempo, deixa-nos famintos por sabedoria".

Autor : Citar Prof. (2022)

Fontes: Sobre educação e juventude: conversas com Riccardo Mazzeo
Zygmunt Bauman
Editora Schwarcz-Companhia das Letras, 2013

https://www.fronteiras.com/entrevistas/zygmunt-bauman-a-educacao-deve-ser-pensada-durante-a-vida-inteira

O Filósofo espanhol José Ortega y Gasset 1.883/1955, no ensaio de 1921 “Biologia y Pedagogia”, explica-nos que a missão ...
14/01/2022

O Filósofo espanhol José Ortega y Gasset 1.883/1955, no ensaio de 1921 “Biologia y Pedagogia”, explica-nos que a missão da escola é capacitar o ser humano para a vida. Dito de outra forma ele tem por princípio educar o homem capacitando-o a enfrentar os desafios do seu tempo, e não repetir técnicas autonomamente , superando o “Homem-massa” e a “ crise de cultura” que estaria afligindo o ocidente na sociedade industrial dos anos 20, bem contextualizada em filmes como “Metropolis” de Fritz Lang e “ Tempos Modernos” de Charles Chaplin.
Seu postulado e de que apenas uma uma educação holística e humanista seria ef**az na capacitação dos pubescentes rumo ao por vir na maturidade. Dessa forma o filósofo propôs enfrentar o tecnicismo exacerbado da educação que levam os jovens a “especializações bárbaras” distantes da cultura e do humanismo.

O filósofo esperava combater: a tecnologia separada da tradição humanista do ocidente e a especialização bárbara, entendida como a formação do especialista distanciada da visão ampla da cultura, questões já mais clarif**adas em “ A Mediação da Técnica “ de 1939.

Ele já alerta nesses escritos que os educadores pensam, erradamente, que os jovens educandos vivem no mesmo tipo de mundo que eles, numa visão pronta, acabada de mundo definitivo, aos invés da pluralidade de construções sociais da realidade em constante fluxo. O que pode ser uma pista e enunciando do que viria a ser bem mais tarde o conceito de “Múltiplas Modernidades” de S.N. Eisenstadt (1999) e de “ Modernidade Líquida” de Zygmunt Bauman (1997).

Por antecipar questões tão atuais a respeito das tecnologias e suas implicações socioemocionais numa época tão remota, defendemos aqui que Gasset acabou por fundar uma matriz de pensamento epistemológico incrível, até para nossa própria época.

E você como perspectiva as questões que José Ortega y Gasset, levanta ?

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