14/05/2026
Quando se fala em continuidade de negócios, muitos ainda reduzem o conceito a backup. No entanto, continuidade não significa apenas salvar dados, mas garantir que a operação permaneça ativa.
Grande parte das falhas não surge da tecnologia em si, mas da ausência de definição clara do que sustenta a operação. O primeiro passo é reconhecer quais processos precisam permanecer ativos em qualquer circunstância.
É nesse ponto que a Análise de Impacto no Negócio se torna essencial. Ela define quais operações sustentam a empresa e quanto tempo cada uma pode permanecer indisponível sem gerar prejuízos irreversíveis.
A partir daí, entram os dois indicadores que sustentam qualquer plano consistente: o tempo máximo de indisponibilidade e o volume de dados que pode ser perdido sem comprometer a operação.
O passo seguinte é estruturar a base que sustenta essa estratégia.
Quem responde quando algo falha? O sistema reage sozinho? É nesse ponto que o SLA deixa de ser número e passa a ser compromisso operacional.
Segundo a ISO 22301, referência global em continuidade de negócios, resiliência não significa ausência de falhas, mas a capacidade de responder a elas sem comprometer a operação.
Na OPEN, essa lógica é incorporada desde a infraestrutura. Os ambientes são projetados para suportar falhas, responder em tempo definido e manter operações críticas ativas sem depender de improviso.