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ITENS ESSENCIAIS PARA SUPERMERCADOS: EQUIPAMENTOS, PRODUTOS E ETC. Empreender no ramo de supermercados é uma tarefa que ...
24/04/2018

ITENS ESSENCIAIS PARA SUPERMERCADOS: EQUIPAMENTOS, PRODUTOS E ETC. Empreender no ramo de supermercados é uma tarefa que requer planejamento de ações, compra de equipamentos e muito mais. Para evitar imprevistos, minimizar os riscos e garantir o bom funcionamento, é fundamental saber quais os itens essenciais para supermercados seja na área de vendas, administrativa ou checkout. Foi pensando nisso que preparamos um conteúdo que vai te ajudar na hora de empreender neste ramo, confira!

Os itens essenciais para supermercados:
1. Equipamentos funcionais
Minimercados são lojas de autosserviço. Ou seja, os consumidores podem entrar e adquirir o que desejarem sem a necessidade do acompanhamento de um vendedor. Esse espaço corresponde à área de vendas.

Mesmo assim, é necessária uma estrutura mínima para receber e processar pagamentos, atender e relacionar-se com os clientes — é aqui que f**a a chamada linha de frente. Para isso, alguns dos itens essenciais para supermercados que você deve considerar na hora de abrir sua empresa.

Estrutura de checkout
A cadeira e o espaço para instalação dos equipamentos necessários à operacionalização da compra — monitor, caixa registradora, maquineta — f**am neste local. A estrutura inteira é vendida em lojas de fornecedores para o varejo. É necessário que o espaço valorize a comodidade do cliente e garanta o conforto do funcionário.

Caixa registradora
Para controlar a entrada de dinheiro na loja e realizar transações rápidas e com credibilidade, a boa e velha caixa registradora é fundamental. Além de organizar e proteger as cédulas, uma máquina dessa natureza pode ter dezenas de outras funções à disposição e pode ser conectada a um software de computador.

Maquineta de cartão de crédito
Embora as operações com cartão de crédito não saiam de graça para os varejistas, este é um dos itens essenciais para supermercados, afinal de contas a opção de aceitar apenas dinheiro vivo nos pagamentos é arriscada. Atualmente, é cada vez mais comum o uso de meios eletrônicos e digitais de pagamentos. Cartões de crédito e débito são onipresentes nas capitais e grandes cidades e reduzem o inconveniente de andar com dinheiro no bolso.

Impressoras (fiscal ou não-fiscal) e emissores de CF-e
As legislações fiscais variam de estado para estado, entretanto, nos últimos anos a maior parte do país passou a aderir o cupom fiscal eletrônico (CF-e) como principal documento fiscal do comercio.

Para gerar um CF-e é necessário ter um emissor de cupom fiscal, como o MFE ou SAT, e uma impressora não fiscal. Estes equipamentos são necessário para emitir e armazenar notas fiscais para que o Fisco possa aferir as suas informações de vendas.

É importante lembrar que o contador é o profissional que irá te orientar a respeito deste assunto e indicará quais equipamentos fiscais vão atender as especif**ações do seu estado.

Softwares

Para controlar todos os processos internos, você precisará de softwares dedicados, para gestão no ponto de vendas. Eles garantem agilidade e confiabilidade às operações.

Adquirir um sistema pode parecer algo caro, entretanto existem que se adequam a necessidade operacionais e financeiras dos pequenos estabelecimentos, além de serem um grande aliado na hora de gerenciar o estabelecimento.

2. Equipamentos de escritório
A área administrativa precisa estar equipada para o trabalho gerencial. Aqui serão realizadas atividades contábeis e administrativas de importância estratégica para o negócio. Nessa hora alguns itens essenciais para supermercados podem auxiliar no seu trabalho:

Computadores e softwares
A maior parte dos programas de escritório exige pouca memória e poder de processamento. Por isso, você não precisa investir fortunas em computadores de ponta. Por outro lado, os softwares precisam ser originais. Acredite: não vale a pena instalar programas pirateados para controlar os processos de sua empresa. Seu sistema f**ará vulnerável e seu negócio, sujeito a prejuízos.

Mesas, organizadores e estantes
Não é preciso investir muito em móveis planejados, mas uma boa estrutura de escritório garante que haverá espaço para a papelada gerada diariamente. Obviamente, não podem faltar papéis, canetas, impressora, organizadores de mesa e outros produtos dessa natureza.

3. Equipamentos da área de vendas
Essa é a área mais importante do negócio por dois motivos: primeiro, porque vai concentrar a maior parte do estoque da sua loja. Segundo, porque é onde seus clientes passarão a maior parte da experiência de compras. A área de vendas precisa ser bem planejada para facilitar a circulação e disponibilizar informações dos produtos — principalmente preços — de forma clara.

Veja os itens que não podem faltar.

Gôndolas
Há vários tipos de gôndolas disponíveis no mercado. Cabe a você escolher a mais apropriada de acordo com a arquitetura da sua loja. As gôndolas são formadas por peças de encaixe, facilmente montáveis, e servem para expor itens que não precisam de refrigeração.

Expositores
Produtos que precisam de refrigeração — como laticínios e carnes — e frutas são organizados nos expositores. Como há a necessidade de manter a temperatura baixa, são itens normalmente mais caros e que consomem energia. Portanto, tenha cuidado com o posicionamento dos expositores na loja, evitando lugares com incidência de luz solar.

Carrinhos e cestas
Indispensáveis para que o consumidor possa fazer suas compras com conforto, carrinhos e cestas contam com vários tamanhos e tipos disponíveis. Procure saber a demanda dos seus clientes — se eles vão à sua loja fazer compras grandes ou apenas reabastecer a despensa — para adquirir a quantidade certa de carrinhos e cestas de compras.

Freezers
Produtos que exigem uma refrigeração completa, como sorvetes e picolés, não podem f**ar em expositores comuns. Para os freezers, vale a mesma dica: não deixe-os em lugares quentes onde bate a luz do sol.

4. Produtos para venda ao consumidor final
Muitos lojistas, especialmente os menos experientes, têm dúvidas quanto aos produtos que devem comercializar no varejo. Algumas perguntas podem ser respondidas com uma breve pesquisa de mercado. Em outras palavras, converse com os seus clientes e descubra os itens essenciais para supermercados que não podem faltar no seu estoque.

A maior vantagem de um mercadinho de vizinhança em relação aos hipermercados é a intimidade com os clientes. Use essa proximidade para saber o que eles querem. Entenda o perfil econômico e social do bairro e trace sua estratégia de compras. Conheça abaixo os tipos de produtos mais comuns nos minimercados.

padaria;
hortifruti;
limpeza do lar;
higiene pessoal;
alimentos perecíveis e não-perecíveis;
bebidas e sucos;
papelaria.
Como despertar o desejo de compra no PDV
Para garantir a melhor experiência possível de compras aos seus clientes e vender o máximo possível, é preciso organizar os itens de forma estratégica para garantir uma boa comunicação visual. É comum que os clientes esqueçam que precisam de algo. Cabe a você fazer com que o ponto de venda esteja repleto de lembretes. Veja algumas dicas!

Tipos de organização das gôndolas
Há quatro tipos de disposição dos produtos nas gôndolas: vertical, horizontal, em blocos e aleatória. Para um minimercado, as mais recomendadas são a vertical e em blocos. Na organização vertical, cada categoria de produtos são disponibilizadas do teto ao chão, favorecendo o campo de visão dos clientes.

Já na organização em blocos, produtos de determinada marca ou categoria ocupa um espaço quadrilátero nas gôndolas. O tipo mais adequado dependerá do tipo e da quantidade de produtos à venda.

Etiquetas de preços e descontos
Um dos componentes mais importantes da comunicação visual no varejo são as etiquetas. Além de informar o valor correto da mercadoria, podem ser utilizadas para comunicar uma promoção ou desconto, atraindo a atenção do consumidor.

Variedade de produtos e marcas
Diferentes consumidores têm preferências distintas. Se você conhece as preferências dos clientes da região onde atua, é mais fácil saber quais marcas e volumes adquirir, o que reduz o desperdício e o risco do negócio. Se não conhece, corra atrás.

Abrir um mercado de vizinhança pode ser uma excelente oportunidade de negócios, apesar de não ser isenta de riscos. Por isso, vale a pena informar-se sobre técnicas de gestão de negócios, marketing e tecnologia. Esperamos que esta lista de produtos para minimercado tenha sido útil para você!

Solicite uma visita e conheça mais a nossa solução para sua empresa. Sergio (16) 3721-8636
15/12/2017

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ENTÃO É NATAL… E QUE TAL ORGANIZAR SEU PDV PARA O FIM DE ANO?É oficial, 2017 está terminando e com o fim do ano chega um...
15/12/2017

ENTÃO É NATAL… E QUE TAL ORGANIZAR SEU PDV PARA O FIM DE ANO?
É oficial, 2017 está terminando e com o fim do ano chega um dos momentos mais agitados do varejo: o natal e o ano novo. Neste período os corredores dos supermercados costumam f**ar lotados com pessoas preparando suas ceias e comprando artigos natalinos em geral, mas para alcançar um bom resultado de vendas é necessário pensar bem na organização do seu PDV para o fim de ano e garantir bons resultados!

Abastecer o estoque é fundamental!
Normalmente, são nos momentos de maior demanda que os problemas de estoque costumam vir a tona, dentre eles a ruptura.

Para organizar o PDV para o fim de ano e evitar que os clientes saiam do seu supermercado com as “mãos abanando” por conta da falta de produtos, mantenha as prateleiras abastecidas das mercadorias mais vendidas no período natalino.

Aproveite este período para negociar melhores preços com seus fornecedores e realize os pedidos com o máximo de antecedência possível.

Mas cuidado, é necessário avaliar o volume de procura dos anos anteriores para não f**ar com produtos encalhados após o período natalino.

Se você quer se aprofundar sobre o assunto de fornecedores e entender melhor as causas da ruptura de estoque, separei alguns materiais gratuitos que podem te ajudar:

Conheça os 05 grandes vilões da ruptura de estoque.
Como escolher os melhores fornecedores em apenas 5 passos.
Planilha gratuita para controle de estoque.
Facilite a vida do seu cliente!
Sejamos sinceros, preparar uma ceia de natal ou ano novo é bastante trabalhoso não é mesmo?

Pensando nisso, uma boa oportunidade para organizar seu PDV para o fim de ano e aumentar o faturamento do seu supermercado e atender aos consumidores que não querem passar horas na cozinha é oferecer a encomenda de receitas prontas ou até ceias completas para as festas de fim de ano.

Além da venda das receitas tradicionais desta época do ano, seu estabelecimento também pode oferecer kits e cestas temáticas com produtos que são consumidos nas festas de fim de ano, aumentando o faturamento do seu estabelecimento.

Decore e organize seu PDV para o fim de ano!
Pode parecer besteira, mas um dos motivos que fará o consumidor entrar no seu supermercado ou no do concorrente é a decoração de natal!

Além de trazer o clima de fim de ano para o seu estabelecimento e estimular a venda dos produtos ligados a data, os enfeites natalinos são responsáveis por encantar e atrair os clientes, mostrando que o seu supermercado está pronto para recebê-lo.

Procure utilizar a decoração de forma estratégica, chamando atenção para as mercadorias com maior apelo de venda e estimulando o percurso do cliente dentro do estabelecimento.

Para aumentar o ticket médio, você também pode aproximar produtos que se complementam como por exemplo: vinho e taças.

Se você quer saber como melhorar a disponibilização de produtos nas suas gôndolas, confira o material gratuito que preparamos clicando aqui e aumente suas vendas.

Não esqueça que o som do ambiente também interfere na percepção dos clientes e compõe a atmosfera natalina do seu supermercado. Faça uma seleção de músicas próprias que fuja dos “clichês natalinos”, mas sejam alegres e remetam ao fim de ano.

E por fim, tome cuidado com os exageros pois dentro de um supermercado, tudo que não faz vender atrapalha as vendas!

Invista em promoções!
Pesquisar preços tem se tornado lei entre os consumidores e para atraí-los neste fim de ano é necessário investir em promoções.

Seja o tradicional desconto, o compre x leve y ou a redução de valores para mercadorias compradas em volume. O que interessa neste momento é oferecer preços competitivos.

Um outro tipo de promoção interessante para o fim de ano é a criação de sorteios que estimulem a venda. Você pode, por exemplo, escolher um prêmio bem bacana e sortear entre os clientes que realizarem compras acima de um valor x.

Gostou das nossas dicas? Então coloque a mão na massa e prepare o seu supermercado para um fim de ano cheio de clientes! Aproveite para assinar nossa newsletter preenchendo o formulário abaixo e não se preocupe, nós também não gostamos de SPAM!

BOAS VENDAS!

Lanchonete Tigas (Faculdades FACEF) e SysFran uma parceria de anos de sucesso! Tigas mais uma vez sai na frente com o si...
08/07/2017

Lanchonete Tigas (Faculdades FACEF) e SysFran uma parceria de anos de sucesso! Tigas mais uma vez sai na frente com o sistema de autoatendimento do Easy@ssist. O Empreendedor Tiago Martins inova no mercado de lanchonete de Franca ao ser o primeiro a implantar o sistema de autoatendimento para seus clientes. E todos adoraram a novidade. Agilidade, praticidade e facilidade aumentaram a velocidade do atendimento e a satisfação dos alunos, professores e amigos que frequentam a lanchonete do Tigas. E agora ele trás mais uma novidades para todos, Tigas também está servindo refeições deliciosas com preços incríveis!

LEI DA GORJETA EM VIGOR: DEVO COBRAR OS 10% OU EMBUTIR NO PREÇO?Quem é dono de bar ou de restaurante sabe que um dos mai...
30/05/2017

LEI DA GORJETA EM VIGOR: DEVO COBRAR OS 10% OU EMBUTIR NO PREÇO?
Quem é dono de bar ou de restaurante sabe que um dos maiores problemas em relação à gestão do pessoal são as gorjetas ou a taxa de serviço. Uma insegurança que podia deixar muitos empresários em “maus lençóis” com a justiça. Porém, a partir de maio deste ano, esse cenário poderá mudar com a Lei da Gorjeta.

Aprovada e sancionada em março, a Lei 13.419/2017 deverá modif**ar a forma como os empregadores fazem o rateio dos 10% da taxa de serviço ou da gorjeta dada aos garçons pelos consumidores.

Para não ir contra o que prega a legislação, o melhor é conhecer o que muda a partir de agora, não é mesmo? Então, confira as informações importantes que trouxemos!

O que diz a Lei da Gorjeta?
A lei número 13.410/2017 (apelidada como “Lei da Gorjeta”) regulamenta a cobrança e a distribuição das gorjetas e da taxa de serviço em restaurantes, bares, motéis, hotéis e estabelecimentos similares.

O intuito é disciplinar e regulamentar a prática da cobrança que é comum nesses estabelecimentos. Pelo entendimento da nova legislação, esse valor “extra” dado pelo consumidor não é receita dos empregadores e deverá ser destinado aos colaboradores.

Porém, a lei também prevê que os donos dos estabelecimentos fiquem com uma parte desse percentual (que pode variar de acordo com o regime de tributação), para o custeio de encargos trabalhistas, sociais e previdenciários. A lei, contudo, não obriga que o pagamento da gorjeta ou da taxa de serviço seja feita pelo cliente; ele permanece sendo opcional.

Outro ponto destacado é que a nova legislação altera a CLT no sentido de entendimento do que é gorjeta, que passa agora a ser considerada, além da quantia que o cliente dá ao empregado de maneira espontânea, também o valor cobrado pela empresa já discriminado na cobrança. É o caso da taxa de serviço, serviço adicional ou demais nomenclaturas — que deverá ser distribuída aos funcionários.

O que muda a partir da Lei da Gorjeta?
Com todas essas alterações, os proprietários desses tipos de estabelecimento precisam de atenção, uma vez que alguns cuidados devem ser tomados. Veja as principais alterações!

Carteira de Trabalho
A partir de agora, será obrigatório anotar na Carteira de Trabalho e também no contracheque do funcionário o valor do salário fixo e a porcentagem da gorjeta. Também será preciso informar a média das quantias referentes à gorjeta dos últimos 12 meses, que contará para fins de aposentadoria.

Retenção dos proprietários
As empresas que optam por regimes tributários especiais, como o Simples Nacional, podem reter até 20% do valor total para custeio de encargos, enquanto os demais empreendimentos poderão reter 33% — o restante deve ser dos funcionários.

Suspensão da cobrança
No caso das empresas que já realizavam a cobrança da taxa de serviço por um período igual ou superior a um ano e resolveram parar de fazê-la, é preciso calcular uma média da quantia recebida nos últimos 12 meses e adicionar esse valor ao pagamento mensal dos seus funcionários.

Comissões fiscalizadoras
Os estabelecimentos com mais de 60 funcionários deverão possuir uma comissão especial para fiscalizar a cobrança, o recebimento e o pagamento da gorjeta para os funcionários.

Formas de divisão
A distribuição do montante recebido entre os funcionários poderá variar, já que os critérios de divisão serão definidos por convenção ou acordo coletivo de trabalho.

Quais as vantagens para o empregador e para o empregado?
Para os empresários do setor, a lei da gorjeta está sendo encarada de maneira positiva, já que muitos acreditam que deixar as regras mais claras trará vantagens, como:

diminuição da insegurança jurídica em relação ao pagamento, já que não havia um entendimento único sobre o assunto pelos tribunais, o que poderia ocasionar processos trabalhistas;
segurança aos empregadores em relação à porcentagem que pode ser retida pela empresa sem desrespeitar a lei (já que esse valor costumava variar de acordo com as convenções coletivas) e assim facilitar o pagamento dos encargos trabalhistas, que tendem a subir com o valor da gorjeta sendo lançado no contracheque;
funcionários mais motivados buscando a satisfação do cliente e, com isso, melhorando a referência do estabelecimento comercial.
Para os funcionários, a lei da gorjeta também traz vantagens, como:

garantia do recebimento do valor da gorjeta;
possibilidade de incluir esse valor no cálculo da aposentadoria e também do Fundo de Garantia;
mais motivação para prestar um atendimento melhor aos clientes e assim poder receber a gorjeta.
E quem descumprir a lei?
Para quem não se adequar à nova lei, também estão previstas penalidades, como o pagamento de multa que deve ser paga ao trabalhador prejudicado no valor de 1/30 da média da gorjeta por dia de atraso, sendo o limite o piso da categoria.

Mas se o empregador for reincidente, ou seja, se descumprir a lei por mais de 60 dias, a limitação poderá ser triplicada.

Como posso fazer a cobrança da gorjeta?
Uma dúvida muito comum dos proprietários é se devem ou não incluir a cobrança dos 10% na conta do consumidor. Entenda que, mesmo com a nova lei, o pagamento desse (ou de qualquer outro) valor de gorjeta por parte do consumidor é facultativo.

Ou seja, se o seu cliente achar que não recebeu um bom serviço ou que não foi atendido corretamente, ele poderá se recusar a fazer o pagamento, mesmo que essa taxa já esteja lançada na conta.

E quando a cobrança dos 10% é comum na casa, é preciso que o estabelecimento deixe claro que realiza esse recolhimento, seja informando no seu cardápio, seja discriminando o valor na conta. Caso isso não esteja claro o suficiente, o consumidor pode reclamar o pagamento.

Embora os 10% seja o mais habitual, saiba que a lei não estipula essa porcentagem, portanto é importante f**ar atento ao que diz as convenções trabalhistas e as leis municipais.

Outro ponto que a lei discrimina é em relação às gorjetas que são pagas diretamente aos garçons ou a outros funcionários. Nesse caso em específico, a forma de retenção do valor referente à empresa deverá ser definida na convenção coletiva de trabalho.

Caso você resolva suspender essa cobrança devido à nova lei, lembre-se que, se a taxa já vinha sendo cobrada no seu estabelecimento por um período igual ou superior a um ano, será preciso pagar aos funcionários a média obtida com as gorjetas ou a taxa de serviço nos últimos 12 meses.

OS 6 MAIORES DESAFIOS PARA EMPREENDER NO RAMO DE SUPERMERCADOSDeixar um trabalho com carteira assinada ou desistir do fu...
08/05/2017

OS 6 MAIORES DESAFIOS PARA EMPREENDER NO RAMO DE SUPERMERCADOS
Deixar um trabalho com carteira assinada ou desistir do funcionalismo público para embarcar no próprio empreendimento é uma escolha gratif**ante, mas que também envolve inúmeros riscos e desafios. Fazer seu horário de serviço e se tornar o próprio chefe é o sonho de muitos brasileiros — contudo, não se deve esquecer as dificuldades da profissão. Qualquer empreendimento demanda esforços para se estabilizar e crescer no mercado. No ramo de supermercados não é diferente!

As adversidades estão presentes nesse tipo de empresa e, para contorná-las, conhecimento e proatividade são requisitos fundamentais. Que tal conhecer os principais desafios e maneiras de superá-los?

1. A competitividade no ramo de supermercados
De acordo com a pesquisa realizada pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM) em 2015, a cada dez brasileiros, quatro participaram na criação de um negócio. Nos últimos 14 anos, essa é a maior taxa de investidores que o Brasil já teve.

Nesse quesito nosso país já passou à frente dos Estados Unidos e da China, se considerados os empreendimentos jovens, com menos de quatro anos no mercado. Ao contrário do que pode parecer, a crise financeira colaborou para a expansão desses números.

Além do empreendedorismo de oportunidade, quando o investidor escolhe abrir seu negócio por várias razões, há o empreendedorismo por necessidade, que aumenta quando há muitas pessoas desempregadas ou que têm dificuldade para conseguir renda.

A crise financeira afeta especialmente essa segunda categoria. Com os altos índices de desemprego, mais gente vê a abertura de uma empresa como solução para se manter ativo e conseguir faturar.

Se você pretende apostar no ramo de supermercados, não deixe que a competitividade do mercado adie seus planos! Ao contrário do que pensam os gestores menos experientes, a competição entre empresas não é de todo ruim para os negócios.

A competitividade força as empresas a se manter em constante atualização, buscando alinhar sua oferta à demanda do cliente. Isso garante que seu negócio não fique obsoleto e seja esquecido pelo consumidor.

Além disso, se há muitos empreendedores investindo em determinado ramo, este é um indicador de que o segmento é rentável e tem atraído atenção. Um ramo competitivo geralmente é, também, um ramo que tem público-alvo.

2. O controle dos estoques
Engane-se o empreendedor que acha que o estoque é um simples depósito de mercadorias. É preciso dar a devida importância a esse setor do supermercado, afinal, todas as atividades dependem de um bom controle da estocagem.

No estoque do mercado é que estão armazenados todos os itens que serão necessários para a prestação de serviços ao consumidor. Qualquer venda ou troca dependerá dos produtos que estão guardados. Se o controle não for bem-feito, toda a transação f**a comprometida.

Você ainda duvida da importância de se dedicar ao controle dos estoques? Então imagine só: um comprador entra buscando um produto específico, mas você não o tem estocado. Frustrado, o consumidor vai embora e encontra o que procura na concorrência. Situação chata, não é mesmo?

A já falada competitividade do ramo de supermercados não deixa espaço para esse tipo de erro, que pode defasar definitivamente a sua relação com o cliente. E mais: se, por outro lado, sobrarem itens no depósito, você f**a sujeito a perder dinheiro caso as mercadorias passem do prazo de validade. A solução, então, é controlar suas compras.

2.1. Registre as entradas e as saídas
O primeiro passo para manter o controle de seu inventário é documentar toda entrada e saída de produtos. Observando o fluxo da sua mercadoria, f**a mais fácil organizar as futuras compras de estoque. Para comprar bem, é preciso entender a demanda da clientela.

Não adianta ter no estoque do supermercado grandes quantidades de produtos que têm pouca saída. Por outro lado, também não se pode deixar faltar os itens que seus consumidores mais buscam.

Portanto, a solução é conhecer o fluxo de consumo no seu supermercado para, então, fazer uma reposição de estoques adequada. Não deixe de registrar nenhuma entrada ou saída e, de preferência, automatize essa atividade com o auxílio de um software.

2.2. Integre os departamentos
Por mais que alguns departamentos do seu supermercado pareçam independentes, todos eles estão interligados de alguma forma. Quando as informações estão descentralizadas, a comunicação entre os departamentos pode f**ar lenta, deixando o controle de estoques sujeito a erros.

Quando se oferece um serviço de entrega de mercadorias, por exemplo, o estoque precisa ser notif**ado do que foi retirado pelo setor logístico para a entrega. Para garantir que a integração seja eficiente, é importante reunir todos os dados numa mesma plataforma. Vale apostar em um software de gestão!

3. A organização
Quando entramos em uma loja, precisamos de um padrão organizacional que nos permita encontrar os produtos que buscamos nas prateleiras. Sem uma exposição adequada da mercadoria, o cliente perde tempo procurando os itens de que necessita e, por consequência, o supermercado perde vendas e compromete a sua credibilidade.

Para criar um ambiente de compras agradável e contornar os problemas com organização, você deve implementar a verticalização de produtos. O conceito é simples: fazer a exposição nas prateleiras de acordo com o movimento habitual de leitura ocidental, que vai da esquerda para a direita.

3.1. O que é verticalização de produtos?
A verticalização é uma técnica de exposição das mercadorias que ajuda os compradores do supermercado a encontrarem exatamente o que desejam nas prateleiras. Ela não para por aí: a verticalização ainda atrai o olhar do cliente, que, vendo o ambiente organizado, se interessa pelos produtos, encontra novas opções e acaba levando mais itens.

A verticalização é uma medida aplicável a qualquer categoria de produtos: limpeza e higiene, mantimentos e até mesmo aos alimentícios. As regras de distribuição também são as mesmas, independentemente da categoria.

3.2. Como fazer a verticalização?
Como no comércio o giro do inventário é constante, padronizar a organização dos produtos pode ser um desafio para o empreendedor. É difícil manter um local único para cada produto, já que os itens dispostos nas prateleiras estão em constante mudança devido ao fluxo de compras. Para contornar a situação, busque um padrão de organização.

A verticalização aposta sempre na orientação da leitura ocidental. Pense bem: como você lê um livro, uma página da Internet ou até mesmo um anúncio? Sempre da esquerda para a direita e de cima para baixo, certo?

O que você deve fazer é aplicar essa mesma lógica ao seu negócio. Suas prateleiras serão “lidas” pelo comprador da mesma maneira como ele lê um livro ou uma revista.

Há várias maneiras de fazer a verticalização dos produtos no ramo de supermercados. Você pode verticalizar os produtos de acordo com o tipo, com cores ou com seus tamanhos — a forma mais eficiente deverá ser decidida por você após experimentações.

3.3. Quais as vantagens da verticalização?
Se o ambiente de compras está bem organizado, o cliente percebe desde o primeiro contato com a loja. Quando os produtos estão separados de maneira adequada, o consumidor não perde tempo e encontra exatamente o que precisa sem dificuldade, conseguindo identif**ar sozinho os itens que precisa.

Além disso, na verticalização você pode aproximar produtos que se complementam e induzir o cliente a levar mais do que ele planejava comprar. Se em uma prateleira você tem macarrão e outras massas, por exemplo, ao lado é interessante ter queijo ralado e molho de tomate.

Com isso, você lembra o consumidor de algum produto que ele poderia se esquecer de adquirir e o leva a comprar além do planejado. Isso aumenta seu volume de vendas e ainda transmite credibilidade.

4. A burocracia
O ramo de supermercados é uma excelente aposta para quem quer investir e ter um bom lucro, especialmente se escolhido um local estratégico para o comércio, que careça de ofertas no ramo alimentício. No entanto, como em qualquer negócio, a parte burocrática pode atrasar a abertura do comércio. Especialmente quando falamos em super e não só em mercado.

4.1. Mercado e supermercado
Se o objetivo do empreendedor é atuar nesse ramo, é preciso antecipar em qual tipo de empreendimento ele deseja investir. Assim, poderá identif**ar o estilo de sua clientela e traçar estratégias para satisfazer a esses compradores, adiantando a resolução das burocracias. São cinco os tipos de varejo em que se pode apostar:

mercearia: atende à vizinhança, oferecendo produtos que supram a urgência no estoque de mercadorias dos moradores locais;
minimercado: em relação à mercearia, dispõe de mais opções, cerca de cinco vezes mais produtos;
loja de conveniência: são espécies de minimercados repensados, oferecendo mais alternativas de produtos e serviço diferenciado;
supermercado: é bem maior do que o minimercado e possui grande variedade de itens;
hipermercado: são grandes organizações comerciais, quase shoppings centers, que vendem também roupas, acessórios, produtos de decoração, tecnologia e até artigos para animais de estimação.
4.2. Atenção à burocracia
Cuidar da burocracia não costuma ser uma tarefa fácil ou prazerosa, mas é inegavelmente necessária. É preciso encontrar o melhor local para a abertura de uma empresa no ramo de supermercados, chamar a vistoria da Vigilância Sanitária e providenciar todos os alvarás necessários.

O processo pode ser demorado e demandar muita mobilização do empreendedor. Por isso, o ideal é dar entrada na papelada o mais cedo possível. Preferencialmente, conte com a ajuda de um contador.

4.3. Trace seu plano de negócios
Após cuidar da parte burocrática, é hora de definir um plano de negócios antes de iniciar as vendas. No plano constarão informações como o montante que você pretende investir no negócio, suas expectativas de faturamento, o local onde o supermercado será aberto e a disposição da sua equipe.

O plano de negócios mostrará a viabilidade do seu negócio, evitando fracasso nos primeiros passos do investimento. O plano é essencial para acompanhar o desenvolvimento do supermercado, criar um parâmetro de comparação e para embasar as tomadas de decisão.

5. A automação
No ramo de supermercados, o cliente dispõe de uma vasta gama de produtos. Para conseguir abarcar todas essas opções no mesmo espaço, é preciso dar conta de organizar os setores e contar com uma equipe que seja capaz de gerir o espaço.

Contudo, considerando-se o porte dos supermercados, fazer o controle de estoque ou financeiro pelos meios tradicionais é humanamente impossível. Por sorte, a tecnologia já aprimorou essas ferramentas e hoje a automação está ao alcance do empreendedor. No ramo, automatizar as atividades é imprescindível.

O ideal é contar com um software para fazer o controle financeiro e a emissão de notas nos caixas e também a gestão das entradas e saídas do estoque. Assim, do seu computador ou até nos dispositivos móveis, como celulares e tablets, você poderá acompanhar o andamento dos processos internos e controlar melhor as atividades da empresa.

Isso garante que todas as ações serão bem executadas e que seu cliente sairá satisfeito do supermercado, o que é essencial para a fidelização!

6. O conhecimento do cliente
Antes de abrir uma empresa no ramo de supermercados, o empreendedor tem o dever de identif**ar qual o público o seu varejo pretende atingir. Os clientes desse tipo de estabelecimento estão atrás de qualidade e variedade de produtos, preços justos, agilidade no atendimento e facilidade para encontrar o que necessita nas prateleiras.

Quando propõe um supermercado, o empreendedor deve pensar em realizar uma pesquisa com uma amostra dos moradores da região, a fim de identif**ar as necessidades do público local e o interesse da região por esse tipo de empreendimento.

Quando decidido o porte do supermercado e o que será vendido, é hora de pensar se a localidade comporta demanda suficiente para a oferta. Um local que já está abastecido por muitas redes de comércio, por exemplo, pode não ter necessidade de um supermercado, deixando pouco espaço para empresas desse setor.

É interessante optar por um local com grande circulação de pessoas, onde se encontrem seus potenciais clientes. Dê preferência para as proximidades de residências e empresas.

Em qualquer negócio existem dificuldades, especialmente para os empreendedores de primeira viagem. Não seria diferente no ramo de supermercados. No entanto, com esforço e proatividade, é possível vencer os obstáculos e se estabilizar no mercado.

Endereço

Rua Jamil Abdalla, 402
Franca, SP
14405442

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 17:30
Terça-feira 08:00 - 17:30
Quarta-feira 08:00 - 17:30
Quinta-feira 08:00 - 17:30
Sexta-feira 08:00 - 17:30
Sábado 08:00 - 12:00

Telefone

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