Contexto Digital

Contexto Digital Um grupo de professores, profissionais e empresas de vários segmentos da comunicação, design e te

Contexto Digital é uma empresa que prima pela qualidade e inovação na produção de conteúdos digitais. Somos um grupo de profissionais, professores e empresas parceiras de vários segmentos da comunicação, design, educação e tecnologia que uniram forças para criar soluções em tecnologia educacional, produção de conteúdos digitais educacionais, gestão de projetos de Ead/E-learning, além de organizar

cursos de especialização e capacitação em mídia e tecnologia. Cada área é atendida por uma equipe multidisciplinar e os projetos são desenvolvidos de forma integrada.

01/07/2017
23/02/2017

Doutor em Medicina aposta na mudança das metodologias, mas recomenda cautela na aplicação da neurociência à educação

03/12/2016

Prezado(a) autor(a): gostaria de convidá-lo(a) para compartilhar seus dados em nosso banco de talentos, com a finalidade de participar de projetos de autoria para materiais de educação a distância. Seus dados serão usados exclusivamente com esta finalidade. Simone Dias, Consultora de RH Contexto Dig...

Como prosperar com educaçãoPara prosperar em um mundo cuja economia é impulsionada pela inovação, os futuros trabalhador...
30/11/2016

Como prosperar com educação
Para prosperar em um mundo cuja economia é impulsionada pela inovação, os futuros trabalhadores (os jovens de hoje) vão precisar desenvolver uma combinação de habilidades bem diferentes das defendidas pelas universidades atuais.
De acordo com um recente estudo realizado pelo Fórum Econômico Mundial, chamado de Nova visão para a Educação: desbloqueando o potencial da tecnologia, além das habilidades fundamentais como alfabetização, letramento e matemática, as crianças precisam urgentemente desenvolver competências como colaboração, trabalho em equipe, criatividade na resolução de problemas e qualidades de caráter como persistência, curiosidade e iniciativa.
As mudanças no mercado de trabalho aumentaram a necessidade de todos os indivíduos, e não apenas alguns, desenvolverem essas habilidades. Em países de todo o mundo, as economias vão precisar de criatividade, inovação e colaboração. E os jovens vão precisar se centrar na resolução de problemas não estruturados.
Contudo, a educação atual está centrada na solução de problemas estruturados, que são problemas conhecidos e que já possuem soluções também conhecidas, além disso, a educação desenvolve habilidades individuais e dá pouca importância para o trabalho em equipe.
Além disso, a tecnologia está substituindo o trabalho manual e também os trabalhos baseados em ensinamentos cognitivos. Para citar um exemplo que acaba servindo para o mundo, ao longo dos últimos 50 anos, a economia dos EUA testemunhou um declínio significativo de postos de trabalho que envolvem habilidades cognitivas, enquanto, por outro lado, experimenta um aumento de empregos que exigem análises não-rotineiras e as habilidades interpessoais.
Muitas forças contribuíram para estas tendências, incluindo a aceleração da automação e a digitalização de trabalhos de rotina. A mudança na procura de competências revelou um problema na oferta de competências: mais de um terço das empresas globais relatam dificuldades para preencher posições abertas em 2014, em virtude da escassez de pessoas com essas competências-chave.
Outro exemplo, nos 24 países incluídos no Programa de Avaliação Internacional de Competências de Adultos (PIAAC), uma média de 16% dos adultos tinham uma baixa proficiência na língua materna e 19% tinham uma baixa proficiência em matemática. Apenas uma média de 6% dos adultos tinham alto nível de proficiência na "resolução de problemas em ambientes dotados de tecnologia".
Visando descobrir as habilidades que atendem as necessidades do mercado do século XXI, foi realizado uma meta-análise da pesquisa sobre habilidades do século 21 no ensino primário e secundário. Destilamos o investigação em 16 competências em três grandes categorias:

https://cesuscmultimidia.wordpress.com/o-curso-2/
30/06/2016

https://cesuscmultimidia.wordpress.com/o-curso-2/

O Curso Superior Tecnológico em Produção Multimídia conta com uma equipe de professores com experiência de mercado e também com experiência acadêmica. O curso foi pensado para atender quem deseja a…

Durante muitos anos de ensino fundamental e médio, para obter os resultados que pais e professores esperam dos alunos, e...
17/09/2015

Durante muitos anos de ensino fundamental e médio, para obter os resultados que pais e professores esperam dos alunos, estes acabam encenando um personagem, o "aluno profissional".

Este personagem está mais interessado em passar na disciplina do que aprender. É aquele aluno que se acha esperto ao conseguir colar, que pergunta pro professor se o trabalho escolar "era isso que o professor queria". Ou mesmo aquele aluno que entra em equipes para fazer algum trabalho, mas acaba indo na onda dos colegas e não faz nada. É um teatro de faz-de-conta. Uns fingem que aprendem, outros fingem que ensinam.

Muito dos vícios do aluno profissional decorrem do modelo de ensino-aprendizagem utilizado na maioria das escolas. São métodos conteudistas, que transformam o aluno em um agente passivo, que só obedece e tem que cumprir atividades que ele muitas vezes não vê sentido algum. Assim, encarnam um personagem capaz de lidar com situações não estimulantes do dia-a-dia escolar.

No ambiente do ensino superior, percebemos que os calouros estão ainda com essa visão do estudo, que basta encenar o papel de aluno tradicional para poder passar de semestre. Ledo engano. No ensino superior é altamente desejável a autonomia do estudante, que ele seja capaz de pesquisar e estudar fora dos horários de aula. Mas a maioria demora para perceber essa realidade. Portanto, é urgente que os alunos percebam que estudar não é somente ir para a aula, e que não se trata mais de passar de ano e sim aprender uma profissão. Pense nisso!

Ir a todas as aulas não é mais que sua obrigação. Sabe o que vai fazer a diferença? O tempo que você dedica aos estudos ...
14/09/2015

Ir a todas as aulas não é mais que sua obrigação. Sabe o que vai fazer a diferença? O tempo que você dedica aos estudos fora da aula. Você vai precisar fazer durante o seu curso superior pelo menos 100 horas de atividades extras. O que isso significa? Que você deve ir a palestras, congressos, eventos e atividades ligadas ao seu curso. Porque fazer só 100 horas? Vejo muitos alunos se formando e sem nenhuma hora de atividades extra. O que fizeram os anos todos de faculdade?

Se as instituições de ensino superior cobram de você um número de horas de atividades extra-curriculares é porque de fato seu engajamento e participação fora da sala de aula é muito importante. Essas atividades podem ampliar seu network, abrir as portas do mercado, ou seja, podem aproximar você de seu futuro emprego ou de sua própria empresa.

Se você é estudante universitário, compre pelo menos 1 livro sobre sua profissão a cada 3 meses. E leia-o, fazendo ele p...
09/09/2015

Se você é estudante universitário, compre pelo menos 1 livro sobre sua profissão a cada 3 meses. E leia-o, fazendo ele parte ou não de alguma matéria que você esteja estudando. Ler é muito importante. Somente 5% dos universitários no Brasil tem o hábito de ler. Imagine que triste se formar e não ter uma biblioteca sobre sua profissão! Ler livros da sua área é tão importante quanto ir à aula.

A leitura favorece a articulação de pensamentos e ideias, abre as portas para novos conhecimentos e faz com que você raciocine mais sobre as diversas áreas de sua futura atuação profissional. Aumenta seu vocabulário, aguça a imaginação e amplia sua visão de mundo. Ler não tem contra-indicação!

Estudar é, antes de mais nada, saber pesquisar. Quem sabe pesquisar aprende em um dia coisas que um professor pode levar...
03/09/2015

Estudar é, antes de mais nada, saber pesquisar. Quem sabe pesquisar aprende em um dia coisas que um professor pode levar semanas para ensinar! Saiba pescar o peixe, não espere que o professor vá te ensinar “tudo” - ninguém sabe tudo.

Estude Metodologia da Pesquisa, saiba como consultar livros, periódicos e outras fontes de informação. Mas não esqueça que pesquisar não significa somente ler livros. Use e abuse da internet, pois há inúmeros canais, comunidades, slides, vídeos, documentários, filmes e outros recursos bem legais para você aprofundar o que está aprendendo em sala de aula.

Portanto, não se limite nem se conforme em receber informações apenas do professor. Seja um garimpeiro da informação, e use sua curiosidade para aprender a buscar por si só as informações e conhecimentos que precisa para sua formação profissional. Tenha a certeza que essa proatividade de correr atrás de respostas, ideias, soluções e dicas fará de você um profissional com habilidade para resolver problemas e encontrar soluções inovadoras.

O Contexto Digital inaugura uma nova série de posts com dicas para os estudantes, especialmente os universitários. Vida ...
01/09/2015

O Contexto Digital inaugura uma nova série de posts com dicas para os estudantes, especialmente os universitários. Vida de estudante não é fácil, mas já que aceitou o desafio, por que não fazer a coisa certa? Nesse post inicial quebramos o velho paradigma do "passar de ano" ou "passar na disciplina".

É normal verificar que as primeiras turmas de um curso superior ainda trazem velhos hábitos do ensino fundamental e médio. Um deles é achar que estudar é somente ir às aulas, e que o objetivo do aluno é passar na matéria. É preciso romper com esse teatro de faz-de-conta. Cada conhecimento adquirido no ensino superior não diz mais respeito à simples decoreba para a prova. Você vai precisar desses conhecimentos para ser um profissional competente.

Portanto, pare de se enganar, seu objetivo não é só passar de semestre, e sim aprender técnicas, recursos, competências, habilidades e conhecimentos de sua profissão. É isso que vai te capacitar para o futuro.

Reveja seus conceitos e tome uma atitude: estude para aprender, e passar será uma consequência.

O Dicionário de Valores, de autoria do educador José Pacheco (um dos fundadores da Escola da Ponte), é um guia indispens...
31/08/2015

O Dicionário de Valores, de autoria do educador José Pacheco (um dos fundadores da Escola da Ponte), é um guia indispensável para que os educadores reflitam sobre suas práticas.

Nesta série que o Contexto Digital destacou eu suas redes sociais, cada letra foi alvo de um post, exaltando as principais ideias de José Pacheco. Para o Contexto Digital, é preciso reinventar a educação, e o dicionário de valores foi e continua sendo uma importante fonte de informações e de referências para uma nova educação.

"O professor José Francisco Pacheco, nascido em 10 de maio de 1951, é um educador português que hoje, aposentado, tem sua residência no Brasil. Ele é considerado um peregrino da Educação, levando suas falas de esperança e solidariedade a todos os recantos do nosso país. Especialista em Música e em Leitura e Escrita, é mestre em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da
Universidade do Porto. Coordenou, desde 1976, a Escola da Ponte, da qual é idealizador, instituição que se notabilizou pelo projeto educativo inovador, baseado na autonomia dos estudantes. É autor de livros e de diversos artigos sobre Educação. Em 8 de maio de 2004 foi condecorado pelo Presidente da República de Portugal, Jorge Sampaio, com a Ordem da Instrução Pública."

"O objetivo do dicionário de valores não é, com certeza, ser um tratado sobre valores. Para isto, há muitas obras publicadas. O conjunto de valores aqui trabalhados é limitado. E justamente neste fato está o seu valor, a sua riqueza. Valores, temos muitos. Quais assumir? Quais tomar como referência? As reflexões aqui partilhadas pelo professor José Pacheco expressam, antes de tudo, uma prática, uma vivência concreta no âmbito da escola. Tais reflexões e experiências nos inspiram a desejar e a buscar transformação: primeiramente em nós mesmos e, por consequência, em nosso fazer pedagógico."

O Contexto Digital disponibiliza este dicionário em www.contextodigital.com.br/Dicionario_de_Valores.pdf

O Dicionário de Valores, de autoria do educador José Pacheco (um dos fundadores da Escola da Ponte), é um guia indispens...
28/08/2015

O Dicionário de Valores, de autoria do educador José Pacheco (um dos fundadores da Escola da Ponte), é um guia indispensável para que os educadores reflitam sobre suas práticas.

Chegamos à última letra do dicionário, a letra Z, de Zero em comportamento ou nota dez. Pacheco resgata a visão da formação do caráter do estudante. "Diz-nos o dicionário que valor é preceito ou princípio moral passível de orientar a ação humana. Mas, se a Escola foi criada para reorientar a ação humana, para ser um berço de igualdade social, um modelo de escola obsoleto e hegemônico transformou-a num obstáculo ao desenvolvimento humano. Hoje são visíveis sinais de que a velha escola está prestes a parir uma nova escola. E de que, neste processo, os educadores mais sensíveis sentem com mais intensidade as dores do parto(...) Sabemos que a transmissão de valores se dá pela convivência, pelo exemplo, pelo contágio emocional(...) A vivência dos valores enforma o caráter, projeta-se nas atitudes. Os educadores que nela operam felizes transformações desenvolvem uma “ética universal do ser humano”, como diria o saudoso Paulo. A coerência, que nela se
opera entre teoria e prática, reorienta a ação humana e vai dando bons frutos."

Assim encerramos esta série dedicada ao Dicionário de valores, que percorreu todo o alfabeto para ilustrar situações e conceitos ligados a novas formas de ver e praticar a educação.

O Contexto Digital disponibiliza este dicionário em www.contextodigital.com.br/Dicionario_de_Valores.pdf

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Rua Antônio José Duarte, 260/302
Florianópolis, SC
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