PLANETA tecnologia

PLANETA tecnologia Prestação de Serviços em Tecnologia da Informação Manutenção preventiva
Mantemos seus computadores e servidores locais funcionando.

Com um contrato de prestação de serviços mensal, inicialmente efetuamos uma limpeza geral e reinstalação de sistema operacional e softwares. Na sequencia trabalhamos com manutenções preventivas a cada 15 dias e ainda atendimento a chamados por telefone. Servidores Linux e Windows
Instalamos novos servidores dedicados locais. Firewall, Proxy, DNS, DHCP, Domínio, Web, Banco de Dados, Arquivos, entre

outros conforme necessidade para rede local do cliente. Redes Lógicas
Trabalhamos com redes wireless e redes cabeadas, fast e gigabit ethernet. Instalamos novas redes, reconfiguramos e mantemos uma já em funcionamento, configuramos switches e roteadores, conforme necessidade para a rede local do cliente.

30/10/2014

Reconhecimento de voz e formas de pagamento inteligentes estão entre as principais tecnologias para o próximo ano

28/10/2013

DICAS - Segurança de Redes

Mecanismos de proteção
Vários mecanismos de proteção são utilizados atualmente, desde medidas simples, como a criação de cópias de segurança, até ferramentas complexas de detecção e prevenção de intrusão.
Vale ressaltar que, assim como nenhum sistema é totalmente seguro, nenhum mecanismo de segurança é perfeito. É muito importante o balanceamento de vantagens e desvantagens das diferentes abordagens.
Dentre os mecanismos atualmente empregados, a prevenção de incidentes é a área melhor representada. Prevenção e reação, assunto a ser abordado no restante do texto, são áreas com ainda pouco investimento prático nos sistemas atuais. Assim, todos os mecanismos descritos nessa seção, embora possam fornecer subsídios à detecção, são técnicas de prevenção de incidentes de grande aceitação e penetração no contexto atual de segurança.
Um dos mecanismos de segurança mais antigos, utilizado cada vez mais nos dias de hoje, é a criptografia. Surgida há mais de 2000 anos atrás, reapareceu como impulsionadora dos computadores modernos, durante a 2ª Guerra Mundial. Desde então, métodos computacionais eficientes foram desenvolvidos para garantir a privacidade das informações trocadas entre duas entidades (a garantia de que somente as duas partes envolvidas consigam compreender os dados transmitidos) e a autenticidade dessas entidades (a garantia de que as partes envolvidas não terão suas identidades forjadas por uma terceira). Divididos em duas grandes classes, esses algoritmos baseiam-se em operações complexas e em algumas propriedades matemáticas para realizarem a codificação/decodificação das informações disponíveis: algoritmos simétricos (ou de chave única), com um conjunto de dados sigilosos (chave) compartilhado por ambas as partes; e algoritmos assimétricos (ou de chave pública), onde cada parte possui um par de chaves com características distintas - uma chave secreta, sigilosa e de uso individual e outra pública, distribuída para todo interessado em trocar informações com essa entidade.
Outro mecanismo muito importante e difundido é o chamado firewall. Um firewall é um conjunto de componentes colocados entre duas redes e que coletivamente implementam uma barreira de segurança. Seu nome é emprestado das portas corta-fogo que são utilizadas para diminuir a velocidade de propagação de um incêndio, e sua finalidade é exatamente a mesma: retardar os efeitos de um ataque até que medidas administrativas contrárias sejam executadas. Um firewall pode ser considerado um check point, pois todo o tráfego entre as redes interna e externa (Internet) deve passar por ele.
Assim, é um ótimo local para a aplicação de trechos da política de segurança. Por exemplo, se a política de segurança impede o uso de FTP para o exterior, todos os pedidos de conexão com servidores FTP externos serão filtrados pelo firewall e não serão passados para a Internet.
O objetivo básico da implementação de um firewall é defender a organização de ataques externos. Como efeito secundário, ele também pode ser utilizado para regular o uso de recursos externos pelos usuários internos. Entretanto um firewall não pode proteger contra ataques internos ou mesmo contra vírus.
Normalmente um firewall pode ser implementado utilizando dois mecanismos: servidores proxy e filtragem de pacotes.
Servidores proxy são programas que “conversam” com servidores externos em nome dos clientes internos. Clientes proxy conectam-se em servidores proxy que, por sua vez, repassam as requisições aos servidores reais. O servidor proxy recebe resposta do servidor real e a redireciona para o cliente proxy. Servidores proxy geralmente executam em bastion hosts, ou seja, computadores que devem ser altamente seguros porque são expostos à Internet, sendo o ponto de comunicação dos usuários com o mundo externo. Por estarem expostos, são alvos de grande número de ataques.
Filtros de pacote realizam um roteamento seletivo de pacotes. Como roteadores normais, eles redirecionam o pacote analisando o endereço destino. Porém, com base em outros dados (endereço destino, endereço fonte, porta origem, porta destino) eles podem aceitar ou negar um pacote. Caso o pacote seja aceito, o procedimento é o normal. Caso ele seja negado o filtro de pacote simplesmente o descarta. Filtros de pacote são uma maneira barata para se implementar a política de segurança. Geralmente, características que permitem filtragem acompanham os roteadores. Assim, a decisão de se implantar um filtro de pacotes não irá ter custo adicional.
Mecanismos de autenticação são, também, imprescindíveis na segurança de uma organização. Sua função é fornecer formas seguras de identificação, tanto para usuários como para hosts. Soluções como o uso de senhas comuns, senhas não reusáveis (one time passwords), criptografia assimétrica, dentre outras, são exemplos de implementações desses mecanismos.
Ferramentas de verificação, outra classe de mecanismos de segurança atualmente em uso, objetivam a verificação e a auditoria de sistemas computacionais. É importante esclarecer um ponto que acaba gerando muita confusão entre esse tipo de ferramenta e os chamados sistemas de detecção de intrusão (IDS): a distinção entre a auditoria tradicional e a detecção de intrusão. A auditoria é caracterizada por uma análise estática dos recursos de uma organização. Tradicionalmente relacionada à conferência de quantidades e de processos em uma organização, a auditoria de segurança em computadores verifica a correta observação das políticas de senhas, aplicação de atualizações (patches), verificação de serviços em uso e, nos casos em que um incidente foi observado, da busca por provas e pistas que possam elucidar esse problema. Para isso, ferramentas de segurança também conhecidas como system checkers, system scanners, dentre outros, possuem grande similaridade com as funções de um IDS e são anunciadas como tal, causando grandes problemas de conceituação. Tripwire, Satan, Crack e COPS são exemplos clássicos desse tipo de ferramenta.
A principal diferença entre as ferramentas de auditoria e os IDS está no meio de obtenção de segurança: prevenção ou detecção de falhas. Embora o objetivo das ferramentas de auditoria seja descobrir falhas de segurança, essa busca é feita para prevenir possíveis ataques. Mesmo nos casos em que a auditoria serve como técnica para análise de incidentes, essa análise é feita após a evidência de um problema de segurança. Sistemas de detecção de intrusão têm a função de alertar os responsáveis na ocorrência ou na iminência de possíveis ataques, mesmo que sejam ferramentas de análise periódica.

22/10/2013

DICAS - Segurança de Redes

Engenharia Social

Os Administradores de Sistemas e Analistas de Segurança tem a tarefa de garantir que a rede e os sistemas estejam disponíveis, operacionais e íntegros. Eles utilizam as últimas ferramentas e tecnologias disponíveis para atingir esses objetivos. Infelizmente não importa quanto dinheiro em equipamentos ou programas forem investidos na segurança, sempre haverá um elemento desprezado: O elemento humano. Muitos atacantes com conhecimentos medíocres de programação podem vencer ou ultrapassar a maioria das defesas utilizando uma técnica designada como Engenharia Social.
A Engenharia Social é a aquisição de alguma informação ou privilégios de acesso inapropriado por alguém do lado de fora, baseado na construção de relações de confiança inapropriadas com as pessoas de dentro de uma organização. Ou seja, é a arte de manipular pessoas a fazer ações que elas normalmente não fazem. O objetivo da Engenharia Social, como técnica de ataque à segurança, é enganar alguma pessoa para que ela diretamente forneça informações, ou facilite o acesso a essas informações. Essa técnica é baseada nas qualidades da natureza humana, como a vontade de ajudar, a tendência em confiar nas pessoas e o medo de “se meter em problemas”. O resultado de uma ação de Engenharia Social bem sucedida é o fornecimento de informações ou acesso a invasores sem deixar nenhuma suspeita do que eles estão fazendo.
A Engenharia Social é um problema sério. Uma organização deve pregar uma política que possa protegê-la contra essa ameaça, sendo que essa política deve ser repassada para toda a organização. Não adianta implementar as mais modernas ferramentas de segurança se os funcionários fornecem “a chave da porta” para todos que pedirem.

Pragas virtuais - Malware
Virus, Trojans, Worms. Batizadas genericamente de Malware, as pragas virtuais têm ganhado terreno nos últimos anos no que diz respeito aos prejuízos encarados por empresas. Como se defender com eficiência contra as pragas é a pergunta que povoa a mente de administradores, gestores de segurança e empresários, cada vez mais preocupados com as perdas que enfrentam ao ingressar nesse admirável mundo novo chamado Internet. Se houvesse apenas uma resposta para essa dúvida, de como aproveitar todos os recursos trazidos pela rede sem sofrer com os riscos, estariam todos satisfeitos. Mas, infelizmente, a experiência mostra que lidar com ameaças virtuais exige uma série de cuidados que não se restringe ao uso de antivírus.
• Vírus
Os vírus são programas espúrios inseridos em computadores contra vontade do usuário e desempenham funções indesejadas.
Alguns vírus têm a capacidade de se reproduzir e infectar outros dispositivos por toda a rede. Já outros não se reproduzem, mas são distribuídos em falsos programas na rede ou em pendrives.
A cada dia surgem centenas de vírus e o combate a esse tipo de invasão é uma tarefa constante.
As principais contra-medidas são a instalação de programas antivírus atualizados em todos as estações de trabalho e servidores. É recomendável deixar programas antivírus residentes na memória para proteção em tempo real de qualquer infecção possível.
Também se deve restringir as permissões de acesso especialmente a programas executáveis, impedindo que sejam alterados. Deve-se restringir acesso a pastas e diretórios críticos especialmente em servidores.
Os usuários devem ser alertados dos riscos que correm ao instalar programas suspeitos ou não autorizados em suas estações de trabalho.
• Trojans – Cavalos de Tróia
O nome foi baseado na clássica peça da mitologia grega onde os soldados do país conseguem se infiltrar na cidade de Tróia escondidos dentro de um imenso cavalo de madeira.
Os cavalos-de-tróia são como programas projetados para assumir controle de um servidor ou estação de trabalho de maneira furtiva, sem que o administrador de rede ou usuário se dê conta.
Para que o invasor descubra quem possui a parte servidor do software ele faz uma varredura de endereços na Internet. Quem estiver infectado pelo cavalo-de-tróia responderá à varredura.
Os trojans são códigos maliciosos, geralmente camuflados como programas inofensivos que, uma vez instalados no computador da vítima, podem permitir que o criador da praga obtenha o controle completo sobre a máquina infectada, que passa a ser chamada de "zumbi".
Alguns tipos de trojans conhecidos, como o BO e o Netbus, permitem acesso ao computador, deixando vulneráveis arquivos do sistema e senhas gravadas no disco e na memória. Neste caso, um usuário de Internet Banking infectado pela praga pode estar fornecendo sem saber o passaporte para a sua conta corrente.
Para evitar a infecção por cavalos-de-tróia, muitos sites visados pelos invasores disponibilizam arquivos para download com esquemas de verificação de integridade como verificação de soma, PGP, entre outros.
É sempre bom certificar-se da origem de programas baixados pela Internet.
• Worms
São trojans ou vírus que fazem cópias do seu próprio código e as enviam para outros computadores, seja por e-mail ou via programas de bate-papo, dentre outras formas de propagação pela rede. Eles têm se tornado cada vez mais comuns e perigosos porque o seu poder de propagação é muito grande.
Do lado dos servidores, os worms mais recentes exploram vulnerabilidades dos serviços ou programas instalados no servidor para se infiltrar e fornecer acesso ao atacante. Além disso, uma vez instalados eles começam a procurar novos endereços vulneráveis para atacar.
Já do lado das estações, os worms mais comuns exploram vulnerabilidades dos programas de recebimento de e-mail para se infiltrarem e se propagarem para todas os endereços cadastrados no cliente de e-mail, além de se anexarem automaticamente em todas as mensagens enviadas.
Os worms são uma das pragas mais perigosas atualmente, eles unem o conceito de vírus e trojans utilizando a Internet para se propagarem automaticamente.
• Port Scanning
Port Scaning é o processo de verificação de quais serviços estão ativos em um determinado host. As ferramentas de Port Scanning podem verificar redes inteiras, apontando quais hosts estão ativos e quais são os seus serviços de rede em funcionamento. Além disso, as ferramentas mais modernas inclusive podem informar qual é o sistema operacional do host verificado.
Essa é geralmente a primeira técnica utilizada por hackers para se obter informações sobre o seu alvo. Sabendo quais são os serviços disponíveis e qual o sistema operacional, eles podem buscar por vulnerabilidades nesses sistemas. Para realizar um trabalho obscuro, muitas das ferramentas de Port Scanning utilizam técnicas como Spoofing para ocultar origem da sua ação. Além disso, elas também possuem um tipo de scanning chamado “Stealth”, que dificilmente pode ser detectado.
A técnica de Port Scanning também pode ser utilizada pelos administradores de sistemas para realizar uma auditoria nos serviços ativos da rede. Dessa maneira, pode-se identificar e eliminar quaisquer serviços que estejam rodando sem necessidade, auxiliando na manutenção da segurança.
O Port Scanning é muito útil, tanto para os administradores de sistemas quanto para os Hackers. Atualmente existem ferramentas que podem identificar e reagir contra essa técnica, elas devem ser utilizadas com precaução, pois os invasores podem estar utilizando endereços falsos, dessa maneira uma reação poderia estar sendo realizada contra o host errado.

15/10/2013

DICAS - Segurança de Redes

Sniffers (Farejadores)
Por padrão, os computadores (pertencentes à mesma rede) escutam e respondem somente pacotes endereçados a eles. Entretanto, é possível utilizar um software que coloca a interface num estado chamado de modo promíscuo. Nessa condição o computador pode monitorar e capturar os dados trafegados através da rede, não importando o seu destino legítimo.
Os programas responsáveis por capturar os pacotes de rede são chamados Sniffers, Farejadores ou ainda Capturadores de Pacote. Eles exploram o fato do tráfego dos pacotes das aplicações TCP/IP não utilizar nenhum tipo de cifragem nos dados. Dessa maneira um sniffer pode obter nomes de usuários, senhas ou qualquer outra informação transmitida que não esteja criptografada.
A dificuldade no uso de um sniffer é que o atacante precisa instalar o programa em algum ponto estratégico da rede, como entre duas máquinas, (com o tráfego entre elas passando pela máquina com o farejador) ou em uma rede local com a interface de rede em modo promíscuo.

Spoofing (Falsificação de Endereço)
Define-se spoofing como sendo uma técnica utilizada por invasores para conseguirem se autenticar a serviços, ou outras máquinas, falsificando o seu endereço de origem. Ou seja, é uma técnica de ataque contra a autenticidade, uma forma de personificação que consiste em um usuário externo assumir a identidade de um usuário ou computador interno, atuando no seu lugar legítimo.
A técnica de spoofing pode ser utilizada para acessar serviços que são controlados apenas pelo endereço de rede de origem da entidade que irá acessar o recurso específico, como também para evitar que o endereço real de um atacante seja reconhecido durante uma tentativa da invasão.
Essa técnica é utilizada constantemente pelos hackers, sendo que existem várias ferramentas que facilitam o processo de geração de pacotes de rede com endereços falsos.

DoS - Denial-of-Service
Ter as informações acessíveis e prontas para uso representa um objetivo crítico para muitas empresas. No entanto, existem ataques de negação de serviços (DoS – Denial-of-Service Attack), onde o acesso a um sistema/aplicação é interrompido ou impedido, deixando de estar disponível; ou uma aplicação, cujo tempo de execução é crítico, é atrasada ou abortada.
Esse tipo de ataque é um dos mais fáceis de implementar e dos mais difíceis de se evitar. Geralmente usam spoofing para esconder o endereço de origem do ataque. O objetivo é incapacitar um servidor, uma estação ou algum sistema de fornecer os seus serviços para os usuários legítimos. Normalmente o ataque DoS não permite o acesso ou modificação de dados. Usualmente o atacante somente quer inabilitar o uso de um serviço, não corrompê-lo.
Podemos destacar algumas das formas para realização de ataques de negação de serviço:
• Flooding – O atacante envia muitos pacotes de rede em curto período de tempo, de forma que a máquina vítima fique sobrecarregada e comece a descartar pacotes (negar serviços).
• Buffer Overflow – Uma máquina pode negar serviços se algum software ou sistema operacional tiver alguma falha com o processo de alocação de memória e com o limitado tamanho dos buffers usados. Existem ataques que exploram estes problemas de implementação para, inclusive, rodar código executável remotamente na máquina vítima.
• Pacotes Anormais – Algumas implementações do protocolo TCP/IP não consideram o recebimento de pacotes com formato dos seus dados de maneira incorreta, dessa maneira muitas vezes é possível até travar completamente uma máquina ou equipamento remoto enviando pacotes com dados inválidos.
Apesar de geralmente não causarem a perda ou roubo de informações, os ataques DoS são extremamente graves. Um sistema indisponível, quando um usuário autorizado necessita dele, pode resultar em perdas tão graves quanto às causadas pela remoção das informações daquele sistema. Ele ataca diretamente o conceito de disponibilidade, ou seja, significa realizar ações que visem a negação do acesso a um serviço ou informação.

DDoS – Distributed Denial-of-Services
Neste novo enfoque, os ataques não são baseados no uso de um único computador para iniciar um ataque, no lugar são utilizados centenas ou até milhares de computadores desprotegidos e ligados na Internet para lançar coordenadamente o ataque. A tecnologia distribuída não é completamente nova, no entanto, vem amadurecendo e se sofisticando de tal forma que até mesmo vândalos curiosos e sem muito conhecimento técnico podem causar danos sérios.
Seguindo na mesma linha de raciocínio, os ataques Distributed Denial of Service, nada mais são do que o resultado de se conjugar os dois conceitos: negação de serviço e intrusão distribuída. Os ataques DDoS podem ser definidos como ataques DoS diferentes partindo de várias origens, disparados simultânea e coordenadamente sobre um ou mais alvos. De uma maneira simples, são ataques DoS em larga escala.
Os primeiros ataques DDoS documentados surgiram em agosto de 1999, no entanto, esta categoria se firmou como a mais nova ameaça na Internet na semana de 7 a 11 de Fevereiro de 2000, quando vândalos cibernéticos deixaram inoperantes por algumas horas sites como o Yahoo, EBay, Amazon e CNN. Uma semana depois, teve-se notícia de ataques DDoS contra sites brasileiros, tais como: UOL, Globo On e IG, causando com isto uma certa apreensão generalizada.
Para realização de um ataque DDoS são envolvidos os seguintes personagens:
• Atacante: Quem efetivamente coordena o ataque.
• Master: Máquina que recebe os parâmetros para o ataque e comanda os agentes.
• Agente: Máquina que efetivamente concretiza o ataque DoS contra uma ou mais vítimas, conforme for especificado pelo atacante. Geralmente um grande número de máquinas que foram invadidas para ser instalado o programa cliente.
• Vítima: Alvo do ataque. Máquina que é "inundada" por um volume enorme de pacotes, ocasionando um extremo congestionamento da rede e resultando na paralisação dos serviços oferecidos por ela.
Vale ressaltar que, além destes, existem outros dois personagens atuando nos bastidores:
• Daemon: Processo que roda no agente, responsável por receber e executar os comandos enviados pelo cliente.
• Cliente: Aplicação que reside no master e que efetivamente controla os ataques enviando comandos aos daemons.
Os ataques DDoS amplificam o poder de ação dos ataques DoS utilizando computadores comprometidos, os agentes, onde os daemons foram instalados indevidamente devido a vulnerabilidades exploradas pelos atacantes. A partir do momento que o master envia o comando de início para os agentes, o ataque à vítima se inicia em grande escala. Esse tipo de ataque mostra como a segurança de qualquer equipamento à Internet é importante, qualquer host vulnerável pode ser utilizado como recurso para um ataque.

Ataque de Senhas
A utilização de senhas seguras é um dos pontos fundamentais para uma estratégia efetiva de segurança. As senhas garantem que somente as pessoas autorizadas terão acesso a um sistema ou à rede. Infelizmente isso nem sempre é realidade. As senhas geralmente são criadas e implementadas pelos próprios usuários que utilizam os sistemas ou a rede. Palavras, símbolos ou datas fazem com que as senhas tenham algum significado para os usuários, permitindo que eles possam facilmente lembrá-las. Neste ponto é que existe o problema, pois muitos usuários priorizam a conveniência ao invés da segurança. Como resultado, eles escolhem senhas que são relativamente simples. Enquanto isso permite que possam lembrar facilmente das senhas, também facilita o trabalho de quebra dessas senhas por hackers. Em virtude disso, invasores em potencial estão sempre testando as redes e sistemas em busca de falhas para entrar. O modo mais notório e fácil a ser explorado é a utilização de senhas inseguras. A primeira linha de defesa, a utilização de senhas, pode se tornar um dos pontos mais falhos.
Parte da responsabilidade dos administradores de sistemas é garantir que os usuários estejam cientes da necessidade de utilizar senhas seguras. Isto leva a dois objetivos a serem alcançados: primeiro, educar os usuários sobre a importância do uso de senhas seguras; e segundo, implementar medidas que garantam que as senhas escolhidas pelos usuários são efetivamente adequadas. Para alcançar o primeiro objetivo, a educação do usuário é o ponto chave. Já para alcançar o segundo objetivo, é necessário que o administrador de sistemas esteja um passo à frente, descobrindo senhas inseguras antes dos atacantes. Para fazer isso é necessária a utilização das mesmas ferramentas utilizadas pelos atacantes.
Abaixo duas das principais técnicas de ataque a senhas:
• Ataque de Dicionário: Nesse tipo de ataque são utilizadas combinações de palavras, frases, letras, números, símbolos, ou qualquer outro tipo de combinação geralmente que possa ser utilizada na criação das senhas pelos usuários. Os programas responsáveis por realizar essa tarefa trabalham com diversas permutações e combinações sobre essas palavras. Quando alguma dessas combinações se referir à senha, ela é considerada como quebrada (Cracked). Geralmente as senhas estão armazenadas criptografadas utilizando um sistema de criptografia HASH. Dessa maneira os programas utilizam o mesmo algoritmo de criptografia para comparar as combinações com as senhas armazenadas. Em outras palavras, eles adotam a mesma configuração de criptografia das senhas, e então criptografam as palavras do dicionário e comparam com senha.
• Força-Bruta: Enquanto as listas de palavras, ou dicionários, dão ênfase a velocidade, o segundo método de quebra de senhas se baseia simplesmente na repetição. Força-Bruta é uma forma de se descobrir senhas que compara cada combinação e permutação possível de caracteres até achar a senha. Este é um método muito poderoso para descoberta de senhas, no entanto é extremamente lento porque cada combinação consecutiva de caracteres é comparada. Ex: aaa, aab, aac ..... aaA, aaB, aaC... aa0, aa1, aa2, aa3... aba, aca, ada...

14/09/2013

Dicas - Segurança da Informação

ASPECTOS JURÍDICOS

Vivemos na “Era da Informação”, segundo a enciclopédia livre Wikipédia, “Era da Informação (também conhecida como Era Digital) é o nome dado ao período que vem após a Era Industrial, mais especificamente após a década de 1980 embora suas bases tenham começado no princípio do século XX e, particularmente, na década de 1970, com invenções tais como o microprocessador, a rede de computadores, a fibra óptica e o computador pessoal.”
Hoje temos nas empresas como ativo mais valioso a informação gerada e movimentada internamente. Esta informação é um ativo imensurável, só se sabe o valor que esta informação tem quando se perde-a.
Porém, o que pode ser caracterizado como informação? Segundo a enciclopédia livre Wikipédia, “Informação é o resultado do processamento, manipulação e organização de dados, de tal forma que represente uma modificação (quantitativa ou qualitativa) no conhecimento do sistema (pessoa, animal ou máquina) que a recebe. Informação enquanto conceito, carrega uma diversidade de significados, do uso cotidiano ao técnico. Genericamente, o conceito de informação está intimamente ligado às noções de restrição, comunicação, controle, dados, forma, instrução, conhecimento, significado, estímulo, padrão, percepção e representação de conhecimento.”
Em geral, uma ou mais informações são salvas em computadores de empresas ou pessoas físicas em forma de arquivos de texto, planilhas, vídeos, fotos, etc. Estas informações têm que ser armazenada em local seguro, com garantia de acessibilidade, disponibilidade e confidencialidade. Para isto existem métodos e ou maneiras de garantias de segurança dessas informações, porém nenhuma é totalmente segura. Normalmente são tomadas diferentes medidas tentando evitar estas falhas, principalmente replicações das informações em diferentes locais.
Porém quem determina leis para movimentação e armazenamento dessas informações? Quem é proprietário dessa informação?
Existem hoje algumas leis aplicadas a diferentes partes do processo de movimentação e armazenamento dessas informações. Um ótimo exemplo de leis aplicadas à movimentação dessas informações é o e-mail corporativo, que existem muitos materiais publicados em defesa e contra as empresas que monitoram estes e-mails. Uma conta de e-mail corporativo é utilizada para trocar informações com fornecedores, funcionários ou ainda com outras empresas, onde essas informações passam por atualizações e modificações gerando novas informações. Por este e por outros motivos que as empresas monitoram seus e-mails corporativos, na tentativa de manter a integridade e confidencialidade destas informações.
Toda informação gerada é armazenada em algum local, ou em banco de dados, ou em servidores de arquivos, na nuvem, em CDs, DVDs, Pendrives, etc., existem diferentes maneiras de se armazenar uma informação. Para garantir a segurança dessas informações, existem leis que a protegem, como por exemplo, toda informação gerada ou modificada dentro de uma empresa é de total direito de posse da mesma.
Uma empresa que procura manter suas informações sigilosas, em geral, possui uma Política de Segurança interna, onde ela determina as leis internas de como estas informações devem ser mantidas, movimentadas e arquivadas. Esta Política de Segurança é bastante divulgada dentro da empresa e todos os funcionários que utilizam acesso a estas informações devem assinar um termo de compromisso aceitando as regras propostas pelo tratamento das mesmas.
Então, se o e-mail corporativo será monitorado, ou se existir qualquer outro tipo de monitoramento interno na empresa, estes deverão estar bastante esclarecido nesta Política de Segurança, onde o funcionário assina um termo de compromisso, dando ciência que este e-mail corporativo e todos as informações geradas, adaptadas, mantidas e movimentadas em computadores ou meios lógicos dentro da empresa, são para fins profissionais e que tudo que tiver descrito na Política de Segurança, dentro da empresa é Lei.
Existem também outros meios de acessos indevidos a informações que podem ser interpretadas como meios nas leis já existentes (Roubos, Invasão de propriedade, Estelionatários, etc.).

26/07/2013

DICAS - Segurança de Redes

Os usuários das redes de computadores mudaram, bem como o uso que os mesmos fazem da rede.
A segurança da rede despontou como um problema em potencial.
O crescimento comercial assustador da Internet nos últimos anos foi superado apenas pela preocupação com a segurança deste novo tipo de mídia.
Nesse contexto a política de segurança de uma Organização, dita os princípios e as regras que regem o sistema de informação, baliza a escolha dos mecanismos de segurança e adota procedimentos relacionados ao assunto.
Segundo pesquisas, e constatações feitas pelas próprias empresas especializadas em vender projetos e produtos voltados para o segmento de segurança de informação:
“As empresas brasileiras são vulneráveis, frágeis e passíveis de invasões porque a grande maioria dos executivos – não apenas os responsáveis pela área de tecnologia – adotam posturas paternalistas e não profissionais com relação às informações dentro das corporações”.
Políticas de segurança são responsabilidades dos CIOs, cabendo aos mesmos escreverem as diretrizes, sejam elas agradáveis ou não para os funcionários.
Especialistas reconhecem que cem por cento de segurança é impossível de ser alcançado, todavia é possível alcançar um alto grau de garantia da informação se houver mecanismos de controle diário, 24 horas por dia, sete dias por semana.
Todo sistema está sujeito a diferentes tipos de ameaças, sejam elas internas ou externas, acidentais ou maliciosas. Explorando certas vulnerabilidades, diversos tipos de ataques são desencadeados atualmente, desde tentativas simples de negação de serviço, como o conhecido "ping da morte", por exemplo, até ataques sofisticados que utilizam recursos distribuídos. Conhecer os principais ataques, as vulnerabilidades mais exploradas e os tipos e objetivos dos atacantes é de vital importância na criação de qualquer contramedida.
As ameaças consistentes na possibilidade de violação da segurança de um sistema são:
a) destruição de informação ou de outros recursos;
b) modificação ou deturpação da informação;
c) roubo, remoção ou perda de informação ou de outros recursos;
d) revelação de informação;
e) interrupção de serviços.
Todas essas ameaças estão muito ligadas às características de segurança, como: integridade, privacidade e disponibilidade. A concretização de alguma dessas ameaças, ocasionada por uma ação intencional, configura um ataque.
Segundo um relatório elaborado pelo NIST (National Institute of Standards and Technology), os principais tipos de vulnerabilidade são:
a) erro na validação de entrada: classificados como vulnerabilidades de implementação, esses erros são causados por entradas de dados indevidamente tratadas, ou seja, conjuntos de dados não especificados que geram resultados inesperados quando inseridos no sistema. Um dos mais importantes e conhecidos tipos de erros na validação de entrada é o chamado buffer overflow. Nesse caso, os dados recebidos pelo sistema são maiores que o esperado, embora essa condição não seja testada. Esses dados preenchem o espaço alocado e acabam extrapolando esses buffers, sobrescrevendo dados e instruções colocadas em posições de memória próximas a esse espaço e causando desde paralisações até execuções de códigos não autorizados.
b) erro na validação de acesso: frutos de problemas de projeto ou de implementação, essas vulnerabilidades são causadas não por configurações mas por erros nos próprios mecanismos de controle de acesso;
c) erro manipulando exceções: o sistema torna-se vulnerável pelo surgimento de exceções a serem tratadas. A manipulação (ou má manipulação) dessas exceções torna o sistema vulnerável;
d) erro de ambiente: o sistema pode ser seguro, mas o ambiente onde ele está pode torná-lo vulnerável;
e) erro de configuração: não está relacionado à forma como o sistema foi construído e sim às configurações que o usuário final usou para executá-lo;
f) condições de corrida: ocorrem quando existe um atraso entre o momento em que o sistema verifica se uma operação é permitida e a efetivação dessa operação. Nesse curto espaço de tempo ações ilegais podem ser executadas utilizando os privilégios do sistema em questão.
Tentando explorar essas vulnerabilidades, atacantes desencadeiam ações para obter informações, paralisar serviços, subverter mecanismos, etc. Dentre as principais estão:
a) probe: acessar um alvo para determinar suas características;
b) varredura (scan): acessar um conjunto de alvos de forma sequencial, visando identificar a existência de determinadas características em cada um desses alvos;
c) flood: acessar repetidamente um alvo, causando uma sobrecarga na sua capacidade de operação;
d) desvio (bypass): evitar um processo pelo uso de um método alternativo de acessar determinado alvo;
f) spoof: disfarçar-se, assumindo a aparência de outra entidade;
g) roubo: apoderar-se de um alvo sem deixar cópias no seu local de origem.
Para se garantir a proteção de uma rede ou sistema é importante conhecer as ameaças e técnicas de ataque utilizadas pelos invasores, para então aplicar as medidas e ferramentas necessárias para proteção desses recursos.
Sem o conhecimento desses fatores, toda a aplicação de mecanismos de proteção pode ser anulada, pois se existir algum ponto vulnerável ou protegido de maneira incorreta, todo sistema estará comprometido.

Endereço

Curitiba, PR
81150060

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