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18/10/2016

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11/10/2016

Quase 40% das crianças e adolescentes reconhecem discriminação na internet.

Ao navegar na internet, 37% das crianças e adolescentes usuários da rede identif**aram alguma forma de discriminação no ambiente virtual. Segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil, divulgada hoje (8) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), o percentual equivale a 8,8 milhões de jovens entre 9 e 17 anos. Ao todo, o estudo aponta que existem 23,7 milhões de internautas na faixa etária, equivalente a 80% dessa parcela da população.

Os atos de intolerância atingiram, diretamente, de acordo com o estudo, 6% das crianças e adolescentes usuárias da internet. A visualização de conteúdos ofensivos foi maior entre aqueles com pais que concluíram ao menos o ensino médio (43%), entre 15 e 17 anos (51%) e pertencentes as classes A e B (46%).

Essas faixas são mais atingidas, segundo a coordenadora da pesquisa, Maria Eugênia Sozio, não só porque são as parcelas com mais acesso à rede, mas também os grupos que têm maior capacidade de identif**ar esse tipo de ofensa. “Por um lado, as crianças mais velhas, cujos pais têm escolaridade maior e de classe sociais mais altas, têm um acesso muito mais intenso à rede, portanto, estão mais expostas a esse tipo de conteúdo. E por outro lado, isso diz respeito a percepção a esse tipo de conteúdo”, ressaltou, ao divulgar os dados.

O preconceito por raça ou cor foi a forma de discriminação mais identif**ada pelos jovens, encontrado por 23% daqueles que usam a internet. Ações agressivas relacionadas à aparência física foram vistas por 13% deles, por gostar de pessoas do mesmo s**o por 10% e por ser pobre por 8%. São mencionados ainda preconceito religioso (7%), pelo local de residência (4%) e contra mulheres (3%).

Frenquência de acesso

A pesquisa identificou um crescimento signif**ativo da frequência de acessos pelas crianças e adolescentes. percentual dos que se conectam mais de uma vez por dia subiu de 21%, no estudo referente a 2014, para 66% no atual, com dados coletados em 2015.

O aumento do percentual de jovens que navegam na rede mais de uma vez por dia foi ainda mais expressivo na faixa de 15 a 17 anos (de 17% para 77%) e entre os jovens das classes A e B (de 21% para 75%). Entre os recortes apresentados, a menor variação foi entre as crianças e adolescentes das classes D e E. A alta passou de 25% para 49%.

Para elaboração da pesquisa foram feitas 6,1 mil entrevistas presenciais com crianças, adolescentes, pais e responsáveis, em 350 municípios, entre novembro de 2015 e junho de 2016. O trabalho foi realizado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), através do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br).

Celular

O crescimento na frequência de acessos está ligado, segundo Maria Eugênia, a expansão do uso de telefone celular pelos jovens observada nos últimos anos. “Desde 2012 até agora, a frequência de acessos na internet se intensificou por crianças e adolescentes. Muito disso pode ter relação do uso por dispositivos móveis. O dispositivo que permite o acesso a rede de praticamente qualquer lugar, de qualquer forma, a qualquer horário”, destacou a coordenadora do estudo.

O telefone móvel é o principal meio usado pelo público com menos de 18 anos para se conectar, sendo utilizado por 83% deles (82% na pesquisa anterior). O computador de mesa perdeu relevância, era usado por 56% dos jovens no levantamento anterior e agora faz parte do cotidiano de apenas 38%. O tablet era usado por 32% e, atualmente, por 21%. O computador portátil variou levemente, de 36% na pesquisa anterior, para 33% na atual.

Nesse sentido, ficou em 31% o percentual de crianças e adolescentes que acessam a rede somente pelo celular. O índice chega a 41% entre os que vivem em áreas rurais e 53% nos residentes na região Norte. No público entre 15 e 17 anos, 39% utilizam a internet apenas através do telefone móvel.

A partir do aparelho portátil, os jovens acessam à rede de diversos locais. Caiu de 90% para 86% o percentual dos que acessam o mundo virtual em casa. Subiu de 60% para 73% os que usam a internet na residência de outra pessoa. Declararam usar em locais públicos, como centros comerciais, igrejas ou lanchonetes, 35%.

Essa dinâmica traz, no entanto, alguns problemas, na avaliação do gerente do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, Alexandre Barbosa. “Certamente, para comunicação, como o Facebook e redes sociais de uma maneira geral, o celular resolve. No entanto, para desenvolver outras habilidades mais complexas, o telefone celular é um limitador. E , infelizmente nós temos um maior acesso unicamente pelo celular justamente nas classes menos favorecidas”, ressaltou.

11/10/2016

Pojeto de lei quer exigir CPF para acessar a internet.

O objetivo seria "proibir o acesso de crianças e adolescentes a sites eletrônicos com conteúdo inadequado.

Em tramitação no Congresso, o projeto de lei 2.390/2015 pode colocar em risco a liberdade na internet. De autoria do deputado Pastor Franklin (PP-MG), o texto prevê a criação do Cadastro Nacional de Acesso de Internet, com o objetivo de “proibir o acesso de crianças e adolescentes a sítios eletrônicos com conteúdo inadequado”. Para funcionar, o sistema exigiria que todos os usuários informassem o nome completo, CPF e outros dados pessoais a cada conexão.

Na justif**ativa do projeto de lei, o deputado Franklin afirma ser preocupante a “proliferação de sítios na internet com temáticas inadequadas ao público infantil sem qualquer restrição de acesso, expondo crianças a conteúdos de violência, s**o e nudez”. Com o sistema, “toda vez que uma criança ou adolescente (ou uma pessoa estranha ao cadastro) acessar um sítio impróprio na internet, um aplicativo instalado em seu computador ou celular bloqueará automaticamente o acesso a esse conteúdo”.

O texto obriga que as fabricantes de computadores, smartphones e outros eletrônicos incluam um aplicativo pré-instalado que permita o cadastro do usuário no sistema e bloqueie “conteúdos inadequados para crianças e adolescentes”, sob pena de multa de R$ 1.000 a 3.000, sendo dobrada em caso de reincidência. O projeto de lei também impõe ao Estado a criação e manutenção de uma lista de sites considerados inapropriados.

O Instituto Beta para Internet e Democracia (Ibidem) defende que essa decisão “abre espaço para decisões arbitrárias que põem em risco a liberdade de expressão e de comunicação de todos os cidadãos brasileiros”. Pela redação do texto, “qualquer conteúdo publicado na internet estaria passível de ser censurado para crianças e adolescentes, o que poderia atingir conteúdos relevantes de cunho político e social, como discussões e informações sobre questões de gênero e sexualidade”, diz o Ibidem.

O relator do projeto de lei, Missionário José Olímpio (DEM-SP), votou a favor do texto em junho, defendendo que a obrigatoriedade de aplicativo pré-instalado que bloqueie conteúdos inadequados “enfrenta de modo definitivo a questão de impedir acesso aos sítios impróprios para os jovens”, e que ”inova ao classif**ar automaticamente todo vídeo exibido em sítios de internet e que contenha cenas de s**o ou de violência como inadequado para menores de 18 anos”.

Segundo a Folha, o texto estava para ser aprovado pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) na quarta-feira (5), mas houve pedido de vista dos deputados André Figueiredo (PDT-CE), João Daniel (PT-SE) e Sandro Alex (PSD-PR). Antes de seguir para o plenário, o projeto deverá ser aprovado também pelas comissões de Seguridade Social e Família (CSSF) e Finanças e Tributação (CFT).

Não precisamos nem dizer que somos contra o projeto, que exigiria adaptações específ**as para o mercado brasileiro nos eletrônicos, aumentando ainda mais os preços. É difícil, quase impossível, implantar o bloqueio na prática, já que um adolescente poderia perfeitamente se identif**ar como sendo um de seus pais, burlando o sistema, sem contar o fato de que CPF não é documento obrigatório — portanto, a lei poderia restringir o acesso à internet de quem não possui o número. Além disso, partir de um “bloqueio de conteúdo inadequado” para a censura e vigilância na internet no molde chinês é um pequeno passo.

11/10/2016

Glossário de hospedagem de sites: o que é PHP?

De maneira simplória, a definição de PHP refere-se à linguagem de script na web. É uma das mais populares e definitivamente a mais utilizada. Sua função primordial é a melhoria e crescimento do site. Dentre as diversas criações com base na linguagem PHP, estão: páginas de login, fóruns, galerias de imagens, páginas de pesquisa, formulários e muitos outros.
É possível identif**ar uma página que utiliza essa linguagem, já que a url da mesma será encerrada com as letras PHP – sigla que vem do termo Personal Home Page Tools, apesar de o PHP tratar-se de um Pré Processador de Hipertexto.
Um fato interessante é que o PHP não é executado em seu computador, mas a partir do computador em que você requisita a página. Os resultados são enviados para você e exibidos em seu navegador.
A linguagem PHP é tão popular que, caso você pretenda ter uma carreira como designer ou programador, você precisa não só conhece-la, como dominá-la!

O PHP na prática

Veja o seguinte exemplo:




Example








A parte em negrito ilustra o código do PHP dentro do HTML. O interessante é que não é necessário criar todo o código; ele já aparece pronto para você no momento em que é solicitado para o servidor. Isso acontece porque o PHP possui o código HTML incorporado.
O bacana do PHP é que ele ajuda tanto os usuários que não tem tanta experiência, devido à sua praticidade, como também os profissionais com anos de carreira, já que a linguagem PHP possui diversos recursos avançados.

O que você precisa para começar a usar o PHP?

Antes de criar e testar seus scripts PHP, é preciso um servidor. Mas acalme-se! Você não precisa contratar um plano de hospedagem de sites só para isso. Basta conseguir um espaço para os te**es com a empresa de hospedagem que você trabalha, ou forjar um servidor em seu computador.
Em outras palavras, o PHP não vai rodar no seu computador; ele será executado no servidor, e os resultados são posteriormente enviados para seu computador. Dessa maneira, os códigos f**am disponíveis para utilização posterior. Simples, não?
Aprofundar-se na linguagem PHP é uma boa pedida.

11/10/2016

Glossário de hospedagem de sites: o que é uptime do servidor?

O termo uptime refere-se ao tempo em que o servidor f**a no ar. Comumente, ele é empregado nas propagandas das empresas de hospedagem, listado em porcentagem e servindo como garantia de que o site funcionará quase 100% do tempo. No nosso ranking, o uptime é uma das variáveis que utilizamos para selecionar as melhores hospedagens de sites, como mostramos na imagem a seguir:
Definição de UPTIME do Ranking Nacional das Empresas de Hospedagem de Sites

O uptime serve como parâmetro para definir quão bom é um serviço de hospedagem na manutenção de suas máquinas e equipamentos. Se um servidor possuir uma porcentagem alta de uptime (e entenda no mínimo 99,5% como porcentagem alta) signif**a que seu website permanecerá todo esse tempo funcionando normalmente.
A importância do uptime, que deve ser um dos fatores a serem analisados antes da contratação de uma determinada empresa de hospedagem, é refletida no tráfego do site: se seu website permanece fora do ar – ou seja, se o downtime é muito alto – dificilmente os usuários continuarão a visita-lo, já que tal característica atribui a ele um aspecto amador e inconstante.

07/10/2016

A diferença entre webmail e e-mail client

Qual dos dois você utiliza? Ainda não sabe? Pois bem, vamos explicar. Se você possui uma conta no Gmail, por exemplo, signif**a que abre seu e-mail através de um navegador ou de um aplicativo. Ele permite que você envie e receba e-mails e você não precisa configurar nada para realizar essas ações. Essa é a definição do webmail, que possui um servidor próprio que gerencia todas as atividades.
Falemos agora do e-mail client. Apesar de realizar as mesmas tarefas do webmail, ele possui algumas diferenças. Primeiramente, ele é instalado num computador local e utiliza servidores externos para o envio e recebimento de e-mails. Se você utiliza o Microsoft Outlook ou o Mozilla Thunderbird, signif**a que você possui um e-mail client.
É possível utilizar diversos protocolos para incrementar o serviço do e-mail client. Vamos conhecer os principais?

07/10/2016

Glossário de hospedagem de sites: e-mail – o que signif**am os termos POP3, IMAP, Exchange, SMTP e webmail?

Enviar e-mails tornou-se algo corriqueiro e comum em nossos dia-a-dia. Seja no trabalho, seja em casa ou até mesmo em dispositivos móveis, o e-mail é uma das ferramentas mais ef**azes para manter contato e estreitar laços. Um fato interessante é que, dentre todas as tendências ditadas pela Internet, como aplicativos, instant messengers e redes sociais, o e-mail é uma das únicas – senão a única – ferramenta que não caiu no esquecimento e deixou de ser utilizada pelos usuários. Isso só comprova sua importância e evidencia que o envio de e-mails continuará fazendo parte de nosso cotidiano por um bom tempo.

Se sua empresa ainda não tem email personalizado, Ex: [email protected].

fale conosco que temos ótimas soluções para isso.

07/10/2016

Glossário de Hospedagem de Sites: O que são os protocolos FTP e sFTP?

No Glossário de Hospedagem de Sites de hoje, trataremos sobre os protocolos de transferência de arquivos. Os mais utilizados são o FTP (File Transfer Protocol) e o sFTP (Secure File Transfer Protocol). Antes de explicarmos as diferenças entre eles, bem como as vantagens de cada um, falaremos um pouco sobre o protocolo de transferência em si. Qual é sua definição e sua utilidade?
A transferência de arquivos é realizada através de uma conexão entre dispositivos que exige um programa específico. Essa conexão pode ser comparada a uma espécie de conversa ou argumentação. Sendo assim, os protocolos de transferência oferecem uma explicação clara para o dispositivo que receberá o arquivo e intermediam a resposta para o dispositivo que iniciou a transferência.

Endereço

Cuiabá, MT
78035780

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