Ponte News

Ponte News O TIME ON-LINE DO RÁDIO A Ponte News tem como pauta exclusiva divulgar tudo o que se relaciona com Ponte Preta. A Ponte News chegou para ficar. Não fugimos disso.
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Perfil Institucional
A web rádio Ponte News é um projeto que nasce fortalecido pelas mãos de pontepretanos abnegados e apaixonados, que acompanham o clube há décadas com muita intensidade. As transmissões são realizadas através do site: http://www.pontenews.com.br/ e nele podem ser conferidas todas as novidades da Ponte Preta, seja em relação ao time, como também sobre os bastidores do clube. Aqui

você não ouvirá nem lerá nada sobre outras equipes, exceto se a informação for relevante para entendimento do que acontece com a Macaca. Como todo processo em início, as dificuldades não são pequenas. Além de vencer a desconfiança de torcedores incrédulos, existe um esforço muito grande para obter patrocínios que consigam manter a essa mídia “no ar”. Uma web rádio não é igual a uma emissora comercial de rádio, que funciona através das ondas AM ou FM. A Ponte News trafega pelas infovias da internet e longe de ser um veículo de comunicação engajado com a diretoria do clube, pretende ter uma atuação independente, para poder não apenas elogiar nas horas boas, mas também criticar e apontar caminhos nas horas difíceis. Para você, torcedor, acompanhar uma partida pela web rádio Ponte News é uma experiência diferente. As emoções extravasam de modo mais espontâneo, a comemoração é mais real e a sensação que dá extrapola nossos sentimentos. Para fortalecer essa instituição centenária chamada Ponte Preta. Para representar o clube nas transmissões de modo que o torcedor tenha mais um aliado em que possa colocar suas opiniões. Temos um portfólio de endereços que podem ser acessados instantaneamente no Facebook, Twitter e site. Afinal, informar e entreter com descontração é uma característica da web rádio. Obrigado por compartilhar e acompanhar, ajudando a Ponte Preta encontrar novos caminhos para um futuro vencedor.

05/06/2026

SAF DA PONTE PRETA: OPORTUNIDADE PERDIDA ONTEM, PRESSA SUSPEITA HOJE

Nos últimos meses, a discussão sobre a transformação da Associação Atlética Ponte Preta em Sociedade Anônima do Futebol voltou ao centro dos debates.
O tema é relevante, merece ser discutido com profundidade e, principalmente, com transparência. Entretanto, para compreender o presente, é indispensável recordar o passado recente.
Poucos sabem que a Ponte Preta já teve uma comissão específica destinada a estudar modelos de SAF e prospectar investidores interessados no clube.
Essa comissão era liderada pelo saudoso Dr. Marcos Garcia Costa e contava com a participação dos Drs. Gustavo Valio, Mário Sérgio Tognolo e Machado. Durante sua existência, foram realizados estudos, análises e diversos contatos com potenciais investidores nacionais e internacionais.
Entre as oportunidades surgidas naquele período, uma merece especial destaque.
Por intermédio de Marcos Lucas Cerone, a comissão foi apresentada à Roc Nation, uma das maiores empresas de entretenimento e gestão esportiva do mundo.
Fundada por Jay-Z, a Roc Nation atua globalmente no gerenciamento de carreiras de artistas e atletas de elite, possuindo forte presença no futebol internacional e também no mercado brasileiro através da Roc Nation Sports Brazil.
Após uma série de reuniões preliminares, a empresa demonstrou interesse concreto em aprofundar as tratativas para uma possível operação envolvendo a Ponte Preta.
Naquele momento, a realidade do clube era completamente diferente da atual.
A Ponte Preta possuía maior valor de mercado, melhores perspectivas esportivas, patrimônio preservado, credibilidade institucional superior e uma situação financeira significativamente menos deteriorada do que a que enfrentamos hoje.
Diante do interesse demonstrado, o Dr. Marcos Garcia Costa organizou uma reunião entre a Comissão da SAF, representantes da Roc Nation e o então presidente Marco Antônio Eberlin.
O que poderia ter sido um marco histórico para o futuro da Ponte Preta acabou se transformando em uma das maiores oportunidades perdidas da história recente do clube.
Segundo os participantes da reunião, o encontro foi monopolizado pelo então presidente, que durante horas conduziu sozinho praticamente toda a conversa.
Em vez de discutir modelos de governança, investimentos, estrutura societária e perspectivas de crescimento, a reunião foi utilizada para longas explanações sobre a história da Ponte Preta e para deixar clara uma posição pessoal que, à época, parecia intransponível: a resistência à transformação do clube em SAF.
Mesmo diante desse cenário, os representantes da Roc Nation insistiram em avançar.
A empresa chegou a sugerir a elaboração de um documento formal para registrar a intenção das partes e permitir a continuidade das negociações.
Contudo, os termos posteriormente apresentados pela administração da época não foram aceitos pela Roc Nation, que acabou encerrando definitivamente as tratativas.
E é justamente aqui que surge uma pergunta inevitável.
Por que quando a Ponte Preta estava em situação muito melhor, possuía maior valor econômico e atraía o interesse de uma empresa globalmente reconhecida, a SAF não era considerada uma alternativa viável?
Por que o tema era tratado com resistência?
E por que agora, após anos de agravamento da crise financeira, aumento do endividamento, perda de receitas, desvalorização do patrimônio esportivo e institucional, a SAF passou a ser defendida com tanta intensidade pelos mesmos personagens?
A lógica empresarial ensina que nenhum ativo deve ser colocado à venda em seu pior momento.
Quanto maior a fragilidade financeira de uma organização, menor tende a ser seu valor de negociação.
Por isso, a preocupação de muitos pontepretanos é legítima.
Discutir uma SAF em meio a uma das maiores crises da história da instituição pode significar negociar o futuro da Ponte Preta em condições extremamente desfavoráveis.
Em outras palavras: existe o risco de entregar um patrimônio centenário por um valor muito inferior ao que ele efetivamente representa.
Outro ponto que desperta atenção são os rumores envolvendo o interesse da Quadra Capital.
A Quadra Gestão de Recursos é uma gestora especializada em ativos ilíquidos, direitos creditórios, precatórios e operações financeiras estruturadas.
Recentemente, ganhou grande projeção nacional ao assumir aproximadamente R$ 15 bilhões em ativos oriundos do Banco Master, em operação relacionada ao processo de reestruturação de liquidez envolvendo o Banco de Brasília (BRB).
Não se trata, portanto, de um investidor tradicional do mercado do futebol, mas de uma instituição financeira com atuação concentrada em ativos complexos e operações estruturadas.
Diante dos rumores de aproximação entre a Quadra Capital e integrantes da atual administração ou pessoas ligadas à gestão passada, torna-se ainda mais importante que qualquer discussão sobre SAF seja conduzida com absoluta transparência.

Quem são os interessados?

Quais são os valores envolvidos?

Quais são as condições propostas?

Qual será a participação associativa?

Qual será o percentual do clube?

Quais garantias existirão para preservar a identidade da Ponte Preta?

Essas perguntas precisam ser respondidas antes de qualquer decisão.
A Ponte Preta não pode ser conduzida por narrativas.
Não pode ser conduzida por pressa.
E muito menos pode ser conduzida sem que associados, conselheiros e torcedores tenham acesso às informações necessárias para formar sua própria convicção.
O que causa estranheza não é a discussão sobre SAF.
O que causa estranheza é a mudança radical de discurso.
Quando o clube estava mais forte, a SAF era rejeitada.
Agora, quando o clube está enfraquecido, endividado e desvalorizado, ela passou a ser defendida como solução urgente.
A história recente demonstra que a Ponte Preta já teve oportunidades concretas de discutir uma SAF em condições muito mais favoráveis.
Talvez a pergunta mais importante não seja se a Ponte Preta deve ou não se tornar uma SAF.
A pergunta correta é:

Quem está interessado na SAF da Ponte Preta, em quais condições, e por que as oportunidades existentes no passado foram descartadas enquanto hoje se fala em vender o clube justamente no momento em que ele vale menos?
Essa é uma resposta que a comunidade pontepretana tem o direito de conhecer.

03/06/2026

Mais uma página trágica dessa diretoria, jogadores foram no Ct hj deram as caras e foram embora sem treinar.

Elvis acabou de postar na sua página este texto. Até qdo diretoria omissa.
01/06/2026

Elvis acabou de postar na sua página este texto. Até qdo diretoria omissa.

27/05/2026

NOVA DEBANDADA? HOJE TERMINA O PRAZO PARA PAGAMENTO O DESCUMPRIMENTO CAUSARÁ A SAÍDA DE JOGADORES AGUARDEM

26/05/2026

COMO ANUNCIAMOS DIA 22/05/26 Hoje a confirmação.
*Conselheiros da Ponte Preta exigem afastamento imediato e destituição de Luiz Torrano da presidência do clube em ação ajuizada na Justiça*

Um grupo formado por oito integrantes do Conselho Deliberativo da Associação Atlética Ponte Preta está impetrando ação na Justiça, nesta terça-feira (26), exigindo a destituição do ex-juiz Luiz Antônio Alves Torrano do cargo de presidente do clube. Na ação, movida por meio dos advogados Reginaldo Ezarchi e João Felipe Artioli, também é solicitada a concessão da tutela antecipada, o seja, o afastamento imediato de Torrano, diante da evidente probabilidade do direito e do risco de danos institucionais, estatutários e associativos de difícil reparação.

“Torrano jamais poderia ter sido conduzido à presidência, cargo que começou a exercer em janeiro deste ano, uma vez que em 2021 protocolou pedido formal e irrevogável de exclusão à condição de Conselheiro Nato Titular e foi excluído dos quadros associativos da Ponte Preta. O pedido foi recebido, acolhido e deferido em outubro daquele mesmo ano pelo presidente do conselho, Tagino Alves dos Santos, que inclusive disse que o recebia ‘com dor no coração’, mas registrou tratar-se de pedido contra o qual não haveria argumento, reconhecendo ainda seu caráter irrevogável”, pontua Artioli.

A exclusão tanto foi efetivada que o Conselheiro Nato Suplente Antônio Sérgio Chiodetto foi convocado e ascendeu à condição de Conselheiro Nato Titular para ocupar a vaga deixada por Torrano e do conselheiro contribuinte Marcelo Luiz Tambascia, para a vaga de suplente. Além disso, acrescenta Artioli, o suposto “retorno” de Torrano aos quadros associativos ocorreu em total desconformidade com o Estatuto Social do clube, em Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo realizada em 31 de janeiro de 2023.

“Na ocasião, o então Presidente da Diretoria Executiva, Marco Antônio Eberlin, solicitou o retorno dele diretamente à condição de Conselheiro Nato Titular, com todas as prerrogativas anteriormente exercidas, sendo que Torrano sequer estava presente na reunião, não formulou requerimento pessoal de readmissão aos quadros associativos, tampouco manifestou pessoalmente vontade de reintegração associativa, inexistindo, ainda, qualquer procuração outorgada a Eberlin para representá-lo nesse sentido. Ou seja, naquele momento era um desejo, um capricho de Eberlin e não de Torrano.”

Um capricho, diga-se, vetado pelo Estatuto também termos de prazo: de acordo com ele, o associado eliminado ou excluído do quadro social, por qualquer motivo previsto no Estatuto Social, somente pode ser novamente proposto para inclusão após o decurso do prazo mínimo de três anos.

“Mesmo se fossem superados os pontos anteriores, e há ainda diversas outras irregularidades técnicas que citamos na ação, um retorno de Torrano jamais poderia restabelecer automaticamente todas as prerrogativas de condição de Conselheiro Nato Titular. O Nato, nos termos do art. 30º e seguintes do Estatuto Social de 2015, é o associado ou conselheiro que possui mais de 10 anos de contribuições ininterruptas e que ingressa inicialmente na lista de Conselheiros Natos Suplentes, conforme previsto no art. 31º, § 3º. No caso de Torrano, houve interrupção do vínculo associativo entre outubro de 2021 e janeiro de 2023”, complementa.

Mais ainda, o Estatuto Social de 2023, mesmo ano do “retorno” do ex-juiz ao Conselho, prevê expressamente que constitui requisito de elegibilidade para o cargo de Presidente da Diretoria Executiva a existência de 12 anos de efetividade associativa contígua. Ou seja, como voltou em 2023, após dois anos fora, Torrano só seria elegível a partir de 2035. “Isso, claro, se ele não solicitasse novamente a própria exclusão por razões particulares, como havia feito em 2021.”

*Jurisprudência confirmada em ação do próprio Eberlin*

Artioli reforça que o sistema estatutário de composição dos Conselheiros Natos pressupõe “ordem objetiva e sucessiva de preenchimento das vagas existentes”, observando-se rigorosamente a lista vigente de Conselheiros Natos Suplentes, inexistindo qualquer previsão para retorno automático de ex-conselheiro excluído diretamente à titularidade que ocupava antes.

“A recolocação de Torrano como Conselheiro Nato Titular repercutiu diretamente na ordem de composição da lista de Conselheiros Natos e ocasionou deslocamentos indevidos nas listas de Conselheiros Natos Titulares e Suplentes, com prejuízo à ordem sucessiva estatutariamente prevista. Curiosamente, essa necessidade de observância objetiva da composição dos Conselheiros Natos, bem como a impossibilidade de adoção de critérios discricionários pela Ponte Preta, já foi reconhecida judicialmente em demanda anteriormente ajuizada pelo próprio Marco Eberlin”, diz.

Nos autos do Processo 0012587-91.2009.8.26.0114, que tramitou perante a 5ª Vara Cível da Comarca de Campinas, o então conselheiro Marco Eberlin questionou judicialmente sua posição no quadro de Conselheiros Natos da Ponte, sustentando justamente a necessidade de observância dos critérios estatutários previstos para composição do Conselho Deliberativo. Ao julgar procedente a ação, aquele Juízo reconheceu expressamente que a Ponte Preta vinha adotando “um ou outro critério casuisticamente, sem nenhuma deliberação objetiva”, além de destacar a necessidade de observância da ordem constante das listas de Conselheiros Natos para definição das posições ocupadas no Conselho Deliberativo.

“Ou seja, o próprio Eberlin, que anteriormente buscou judicialmente a observância rigorosa dos critérios estatutários de composição do Conselho Deliberativo, quando foi presidente agiu de maneira a atropelar esses mesmos critérios por interesses próprios. Isso é inadmissível.”

*Por que agora?*

Artioli finaliza explicando que a razão de a ação pedindo o afastamento e destituição de Torrano ter sido apresentada agora, cinco meses após a posse de Torrano, foi a dificuldade em se obter documentos da própria Ponte. “Desde o início era sabido que Torrano nunca poderia ter sido reintegrado como Conselheiro Nato muito menos ter concorrido ao Conselho. Mas a falta de transparência a Ponte e a dificuldade de se obter documentos é enorme, tanto que em um outro caso nosso que envolve a obtenção de dados do clube a Justiça chegou multar repetidas vezes o clube por descumprir ordem judicial de dar acesso a informações”, pontua,

Na ação, além do afastamento imediato (por tutela) e definitivo de Torrano, os advogados pedem ainda, entre outras determinações: a nulidade da candidatura e a declaração de irregularidade da condição associativa do ex-juiz; a sucessão temporária da presidência pelo ora primeiro vice-presidente Eberlin; e a recomposição e correção da lista de Conselheiros Natos Titulares e Suplentes da Ponte Preta, bem como da ordem sucessiva dos associados contribuintes.

Assinam a ação os conselheiros Joaquim Ferreira, Décio Sirbone Jr., Maurilei Pereira, Leonardo Gomes Pereira, Gustavo Valio, Eduardo Matias, Angelo Scaglione e Nivaldo da Paixão.

23/05/2026

Falta muito pouco, acreditem e aguardem.
A confirmação veio hj 26/05/26

Um agradecimento especial aos mais novos superfãs! 💎Marilia Aparecida Amaral, Claudomiro Simplicio, Fernando Cação, Rodr...
22/05/2026

Um agradecimento especial aos mais novos superfãs! 💎

Marilia Aparecida Amaral, Claudomiro Simplicio, Fernando Cação, Rodrigo Avelino, Vilma S F Rossani, Augusto de Danieli, Leonardo Sekimoto, Antônio De Jesus
Agradecemos nossos novos e bem-vindos à nossa comunidade.

Ponte Preta é condenada pela FIFA por dívida com zagueiro Haquin e dá prazo para evitar novo transfer banA Ponte Preta f...
19/05/2026

Ponte Preta é condenada pela FIFA por dívida com zagueiro Haquin e dá prazo para evitar novo transfer ban

A Ponte Preta foi condenada pela Fifa a pagar R$ 227.777,75 ao zagueiro Luis Haquin por dívidas acumuladas durante a passagem do jogador pelo Majestoso, em 2024.
A decisão, da última sexta-feira, 16 de janeiro, também estipula o prazo de 45 dias (a contar da data de notificação) para o pagamento, incluindo todos juros aplicáveis, sob pena de novo transfer ban - com duração máxima da proibição de até três janelas de transferências.
O valor inicial da ação era de aproximadamente R$ 500 mil, entre salários atrasados, verbas rescisórias e encargos trabalhistas, mas a Câmara de Resoluções da Fifa acatou parcialmente as reivindicações de Haquin, representado no caso pelo advogado João Chiminazzo.
Fonte: GE/Campinas

Haquin — Foto: Leonardo Dias/Pontepress

19/05/2026

A CABINE DA WEB RÁDIO PONTE NEWS FOI VIOLADA.

18/05/2026

Endereço

Campinas, SP

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