13/03/2026
Existe um tipo de violênci@ muito silenciosa que muitas mulheres cometem contra si mesmas todos os dias, e quase sempre sem perceber.
Ela aparece nas pequenas frases que saem da boca com naturalidade: comentários sobre o próprio corpo, a própria capacidade, o próprio caminho. Observações que parecem inofensivas, às vezes até ditas em tom de brincadeira, mas que carregam uma carga constante de desvalorização.
Com o tempo, essas palavras começam a moldar o campo interno da pessoa.
Não porque exista algum tipo de “magia imediata” na linguagem, mas porque aquilo que repetimos sobre nós mesmas passa a organizar a forma como nos percebemos, como nos posicionamos e até o tipo de oportunidade que conseguimos sustentar.
A forma como você fala de si não é neutra.
Ela pode abrir espaço para que sua potência exista com mais liberdade… ou pode ir, pouco a pouco, apagando aquilo que em você tenta crescer.
Espiritualidade não é apenas conexão com algo maior.
Também é responsabilidade sobre aquilo que você escolhe alimentar dentro do próprio campo, inclusive através da sua própria voz.