Lithium Informática Ltda

Lithium Informática Ltda No nosso site você encontrará informações e contato sobre nossa empresa. Prestação de serviço

18/03/2015

Se você está com seu smartphone rachado, quebrado ou com defeito, traga-o até a Lithium Informatica.
Nossa avaliação técnica e gratuita e você ainda tem 10% de DESCONTO no pagamento a vista para conserto de qualquer aparelho original!
Trabalhamos com todas as marcas (exceto copias),
Trocamos telas, visores, baterias e conectores.
Fazemos stock rom´s e hard reset.
Antes de levar em outro lugar consulte-nos.
Utilizamos produtos de ponta e com o mesmo processo original de cada aparelho.
Garantia e satisfação é o nosso forte.

06/05/2014

Pessoal para aqueles que têm lixo eletrônico em casa e não tem onde fazer o descarte informamos que estamos coletando aqui na Loja em parceria com a EMILE uma das pioneiras e principais empresa de destinação consciente de lixo eletronico do Brasil. Recebemos qualquer quantidade e qualquer tipo de lixo eletrônico. Descartar lixo eletrônico na Rua destroí seu Planeta!!

24/04/2014
03/04/2014

Por que tanta gente odeia o Marco Civil da Internet?
Por Leonardo Pereira


Empresas como Facebook e Google, entidades que defendem interesses civis como Idec e Procon, provedores de conteúdo e uma série de personalidades com histórico de luta pelos direitos dos internautas são a favor do Marco Civil da Internet – nomes como o filósofo Pierre Lévy e o criador da web, Tim Berners-Lee. Ainda assim, sempre que se fala sobre o projeto, o que não falta são críticas.

A discussão sobre o Marco Civil não ficou polarizada entre quem é pró e contra, criou-se também uma terceira categoria: a dos desconfiados, que acabam pendendo para o lado de quem não quer que nasça uma "Constituição" para a internet brasileira.

Para a advogada Veridiana Alimonti, do Idec, três questões importantes devem ser levadas em conta para entender por que parece haver tanta gente que odeia o projeto, e a primeira passa pela identif**ação de QUEM SERÁ CONTRARIADO com a aprovação do Marco Civil. Os principais prejudicados com o texto atual são empresas de telecom, que por causa da neutralidade da rede terão menos possibilidades de lucro, pois não poderão vender pacotes de internet de acordo com o uso: a rede terá de ser tratada de forma igualitária.

"O que foi aprovado atrapalha modelos de negócios que elas esperavam por em prática", explica a advogada, para quem houve uma guerra de informações por trás do Marco Civil. Enquanto setores da sociedade comemoravam a aprovação, outros resmungaram que o projeto será a porta de entrada para a censura – ideia estimulada pelo mercado.

"Essa compreensão de que leis tiram a liberdade ignora a quantidade de leis que garantem direitos que não existiriam", ressalta Veridiana, lembrando o Código de Defesa do Consumidor, sem o qual o mercado seria responsável por avaliar suas próprias práticas. "A compreensão de que não regulação garante a liberdade é muito problemática."

A segunda questão é a LINGUAGEM TÉCNICO-JURÍDICA usada para descrever o projeto que cria o Marco Civil. Como qualquer texto legislativo, o do PL 2.126/2011 é composto praticamente em outro idioma, nem todo mundo consegue entender o que está escrito ali. Há referências a leis já aprovadas e outras que ainda nem existem, embaralhando mais a leitura.

"É um texto com questões técnicas que muitas pessoas não compreendem e está ligado à ordem jurídica brasileira, então às vezes faz referência a outros procedimentos que já existem em legislações aprovadas", complementa a advogada. "É um diploma jurídico bem complexo."

Além do "juridiquês", por se tratar de um assunto com cultura tão própria, o Marco Civil também tem de lidar com questões técnicas, usando termos como "terminal", "sistema autônomo", "IP", "aplicações" etc. Mais uma vez, coisas que são entendidas por um grupo específico, não toda a população. Essa falta de compreensão afasta o brasileiro, em geral, que prefere confiar na palavra de quem leu o projeto para formar uma opinião e, ao fazer isso, acaba assumindo a ideia de outra pessoa.

Por fim, há quem realmente não esteja à vontade com o texto e DISCORDE conscientemente do que foi aprovado. Até entidades que defenderam a criação dessa "Constituição" acabaram torcendo o nariz na reta final em decorrência de mudanças ocorridas no meio do caminho. O próprio Idec, assim como o Partido Pirata, demonstraram preocupação com alguns trechos alterados.

Um dos principais desagravos está na guarda de registros de aplicações, que na primeira versão do projeto era facultativa. No texto final, ficou acertado que os registros devem ser segurados por seis meses, mesmo que não haja uma investigação que necessite das informações.

Na opinião do Idec, isso compromete startups, que terão mais custos para se lançar no mercado, e aplicações que não dependam dessa guarda mas terão de fazê-la. Um aplicativo de táxis, por exemplo, que não precisa armazenar informações sobre as corridas dos usuários, será obrigado.

Apesar das ressalvas, dezenas de entidades e personalidades mantêm apoio ao Marco Civil porque o consideram um passo de proteção à internet brasileira. "Sem dúvida não é o texto ideal, mas foi comemorado por muitas entidades, inclusive o Idec. Algumas alterações em relação ao texto inicial foram positivas", diz Veridiana.

Fonte: Olhar Digital

27/02/2014

Exposição constante a telas ajuda a 'secar' os olhos

Pouco tempo atrás, quando fomos questionados se o uso excessivo de tecnologia fazia mal aos olhos, conversamos com o doutor Paulo Schor, da Escola Paulista de Medicina; na ocasião, ele foi enfático e nos deixou bastante tranquilos...

"Isso é um medo irracional da luz. Porque o que a televisão produz, o que os LEDs da televisão produzem e mesmo o que o raio catódico produzia é luz. Luz visível. E a luz visível não faz mal nenhum pra gente. A natureza dotou a gente de um mecanismo de filtrar as radiações nocivas até certo ponto e aproveitar a radiação boa. A luz é o que faz a gente enxergar e interagir com o mundo. O que é luz não é ruim. O que não é luz visível pode ser ruim. A princípio: o que vem da televisão como luz visível, do cinema e do computador é luz boa. É normal, não faz mal nenhum. Nem f**ar muito tempo exposto faz mal pro olho, nem f**ar pouco tempo exposto poupa o olho", afirma o oftalmologista Paulo Schor.

Recentemente, conversamos também com a doutora Ruth Miyuki, do Hospital das Clínicas, e ela também confirmou: luz de nenhum dispositivo – TV, tablet, smartphone ou computador – faz mal à saúde dos olhos. Mas, ainda assim, uma síndrome de olho seco pode, sim, estar relacionada ao uso desses equipamentos.

Primeiro é importante entender: olho seco é um problema de má lubrif**ação na superfície ocular. Essa má lubrif**ação pode ser causada por uma lágrima deficiente em quantidade ou qualidade; ou ainda por um aumento excessivo da sua evaporação. Há 20 ou 30 anos, o olho seco estava basicamente relacionado às características individuais da lágrima do indivíduo. Hoje, isso mudou...

"A realidade de hoje requer que a gente tenha uma atenção visual constante porque estamos conectados o tempo todo e a internet vitou parte do cotidiano, no computador, no tablet e no celular. E quando a atenção visual é exigida, a gente instintivamente e involuntariamente pisca menos", explica Ruth Miyuki, oftalmologista do Hospital das Clínicas.

Quando a gente pisca menos, consequentemente o olho f**a mais exposto e aumenta a evaporação da lágrima. Atualmente, segundo a doutora, vivemos cercados de condições que favorecem o surgimento do olho seco.

"A gente vive no ar condicionado e as temperaturas mais altas também dimunem a umidade relativa do ar. Então tudo isso favorece a evaporação da lágrima".

Ou seja, o olho seco é uma condição multifatorial; mas quando usamos um dispositivo que nos prende a atenção por muito tempo, piscamos menos e aumentamos a chance de sentirmos os sintomas do olho seco.

"Um paciente com olho seco começa a ter dificuldade de visão, que pode f**ar embaçada, e ele confunde isso com a necessidade de usa óculos. Os sintomas são variados e não característicos: vão desde sensação de areia no olho, ardência, olho vermelho, coçeira...que também podem ser sintomas de alergia.por isso é difícil de se autodiagnosticar. É natural que ela possa ter um pouquinho de olho seco, mas é fundamental ter um conjunto de achados para caracterizar isso", completa Ruth Miyuki.

Felizmente o olho seco não é mais uma doença grave como antigamente; hoje é mais uma condição esporádica que pode ser compensada de forma bastante simples: lubrif**ação. A solução é simples, afinal existem muitos colírios chamados de lágrimas artificiais que servem para melhorar a lubrif**ação dos olhos. Mas, cuidado, antes de usar qualquer produto, o melhor é sempre passar pela avaliação de um profissional especialista; neste caso, o oftalmologista.

Uma boa hidratação também ajuda: beber bastante água durante o dia, além de matar a sede, hidrata o organismo como um todo – inclusive os olhos. Se a gente pudesse “lembrar” de piscar também seria interessante...

"A gente recomenda o uso moderado, com intervalos regulares de duas a três horas seguidos de descando das atividades. Não adianta parar o trabalho para ver sa mensagens no celular porque você não está resolvendo o problema", declara Ruth.

No final das contas, ao mesmo tempo em que o uso da tecnologia não é prejudicial à saúde dos olhos, o uso irracional nos leva a piscar menos e prejudica a lubrif**ação da superfície ocular, podendo trazer os sintomas do olho seco. De qualquer forma, a gente defende: tudo que é em excesso não é legal... varie suas atividades, descanse os olhos e viva saudável.

Fonte: Site do Olhar Digital

25/02/2014

Baterias: mitos e verdades

A primeira bateria comercial de íons de lítio foi lançada em 1991 e, desde então, com o crescimento dos dispositivos móveis, esse tipo de bateria se tornou a mais comum. E ela vem evoluindo.

A evolução das baterias segue três pilares principais: a vida útil da bateria, a segurança e o custo. Atualmente, as baterias mais comuns são as de íons de lítio porque o lítio é um material bastante atrativo para ser usado como acumulador elétrico. As baterias de lítio não são tóxicas e, diferente das suas antecessoras, não possuem problemas com o efeito memória.

"Você tem 5 horas de autonomia, mas só usou 3 horas, por exemplo. Depois, você volta e dá uma carga e assim por diante. Isso forma um composto chamado intermetálico que isolava o material ativo, mas esse composto era de cádmio. Com a bateria de lítio, é outro material, então ele não tem este problema de efeito memória", explica Maria de Fátima Rosolem, pesquisadora / CPqD.

Sem efeito memória, não faz o menor sentido esperar a bateria descarregar inteira para carregá-la novamente. As baterias de lítio podem ser carregadas a qualquer momento e por quanto tempo você achar necessário.

Toda bateria, seja qual for a tecnologia usada, tem uma vida útil. Ou seja, um dia ela acaba. As baterias armazenam energia na forma de compostos químicos e com o passar do tempo, parte do material se torna inativo. A vida útil das baterias é avaliada em ciclos – cada carga e descarga completa representa um ciclo. No Brasil, as baterias vendidas oficialmente junto com os tablets e celulares, são todas certif**adas e homologadas pela Anatel. Cada lote passa por 15 ensaios entre desempenho e segurança; os te**es duram cerca de 120 dias. O mínimo exigido de uma bateria são 300 ciclos, mas já se sabe que elas aguentam muito mais do que isso; algumas ultrapassam os mil ciclos de vida útil.

O principal fator externo que influencia a vida útil da bateria – depois da sua qualidade – é a temperatura. A maioria das baterias foi fabricada para funcionar entre zero e 40 graus Celsius; nesta faixa não há qualquer perda de desempenho. Temperaturas extremas são maléf**as. Muito calor acelera as reações químicas e, consequentemente, reduzem a vida útil da bateria. E muito frio diminui a velocidade das reações...

"Se você for usar o celular num clima muito frio, ele vai ter menor autonomia, só que é melhor para a vida útil, que não estaria sofrendo os processos de degradação da temperatura elevada. Só que a sua autonomia para falar todos os dias vai ser menor", completa Maria de Fátima Rosolem, pesquisadora / CPqD.

"A mudança da temperatura dentro daquela faixa de 0 a 40 graus tem a ver com a vida útil da bateria, quando que ela deixará efetivamente de funcionar - e não com a preservação da carga", afirma Renato Franzin, professor / USP

As baterias atuais são bem complexas; com sensores de temperatura e tensão, o circuito interno é seguro e impede superaquecimento do aparelho ou até casos de explosão.

"Esses sensores protegem de uma sobrecarga ou explosão quando você deixa carregando por muito tempo carregando na tomada", completa Franzin.

Aliás, exatamente por isso, tome sempre muito cuidado e evite baterias e equipamentos piratas ou de origem duvidosa. Aliás, outro alerta importante é: aconteça o que acontecer, nunca abra sua bateria – ela é lacrada para sua segurança.

"Os materiais que estão lá em contato com o oxigênio do ar podem sofrer combustão interna e pegar fogo", alerta Maria de Fátima.

O processo eletroquímico das baterias é contínuo; assim, mesmo com o aparelho desligado, a bateria perde energia armazenada. Claro, quando ela é requisitada pelo dispositivo, o gasto é muito maior. Esse fato serve para outro alerta: nunca guarde uma bateria descarregada por muito tempo...

"Na verdade, a bateria não foi feita para f**ar descarregada, então os processos eletroquímicos vão acontecer numa escala diferente do que quando ela tem alguma carga. E isso deteriora a bateria um pouco mais rápido", explica o professor da USP.

Como dissemos no início, as baterias vem evoluindo ao longo do tempo. A questão é que a evolução dos dispositivos móveis e da microeletrônica é muito mais rápida. Nas baterias, o processo de pesquisas e desenvolvimento é lento. Mas ainda assim, o futuro das baterias promete...

"É muito mais provável que você encontre um desenvolvimento no dispositivo móvel que vá promover a economia de energia e prolongar o tempo de funcionamento do que a melhoria da tecnologia da bateria", completa Franzin.

Para se ter uma ideia, somente a substituição das telas de LCD pelo novo OLED vai representar uma economia energética nos dispositivos móveis da ordem de 25%; para nós, usuários finais, a sensação vai ser de maior autonomia de bateria.

05/09/2013

Microsoft compra Nokia por US$ 7,2 bilhões

Tudo começou com um namoro que, agora, virou casamento. Na meia-noite de segunda para terça-feira, 03, a Microsoft anunciou uma de suas maiores aquisições: a compra de parte da Nokia, por US$ 7,2 bilhões.

A divisão de dispositivos e serviços, assim como várias das patentes e o serviço de mapas da finlandesa serão todas da norte-americana. Os 32 mil funcionários da empresa finlandesa serão absorvidos pela Microsoft. O mesmo vale para Stephen Elop, que comandará a nova operação de fabricação de celulares da Microsoft, como vice-presidente da divisão Nokia de Aparelhos e Serviços, respondendo diretamente para Steve Ballmer. O movimento reforça a especulação de que Elop pode ser o substituto de Ballmer, que vai se aposentar daqui a 12 meses.

“Com o compromisso e recursos da Microsoft para levar os aparelhos e serviços da Nokia para frente, agora entendemos o potencial completo do ecossistema do Windows, oferecendo as experiências mais completas para as pessoas em casa, no trabalho e em qualquer lugar”, escreveram em uma carta conjunta Steve Ballmer, CEO com aposentadoria anunciada da Microsoft, e Stephen Elop.

A operação ainda precisará passar pelo crivo dos órgãos reguladores norte-americanos, mas não deve enfrentar resistências, e deve estar concretizada no começo do ano que vem.

Desafio adiante
Agora como uma só empresa, Nokia e Microsoft colocarão várias fichas na mesa para tentar crescer no mercado de smartphones. O caminho natural será a adoção do Windows Phone em todos os celulares da Nokia - mas ainda não está claro o que vai acontecer com linhas como a Asha, por exemplo, que não usam o sistema operacional da Microsoft.

Outra dúvida é também com relação à estratégia. A Nokia tem pequena participação no segmento de smartphones, mas continua forte no de celulares mais simples - que não usam sistema operacional Windows. Agora, resta saber que destino terão essas linhas.

Com a compra, a Microsoft se torna uma empresa mais parecida com a Apple, ao controlar "verticalmente" o segmento, respondendo pelo sistema operacional e também pela fabricação do hardware. O novo cenário, portanto, tem o Google num dos lados, com seu Android, num modelo que lembra o do próprio Windows para computadores: com uma enorme rede de diferentes fabricantes usando o sistema operacional.

De outro lado, estarão Apple e Microsoft, com modelos integrados e verticalizados. São dois modos bastante distintos de encarar o mercado. Nessa equação, duas empresas f**am no meio do caminho: a Motorola - que pertence ao Google, mas que não tem primazia sobre o Android - e a Samsung, que é a principal força por trás do Android, mas que - ao contrário da Apple e, agora, da Microsoft, não controla o produto do começo ao fim.

É bom lembrar que a compra de agora abrange apenas as divisões de celulares e serviços de mapas da Nokia, outras áreas da empresa finlandesa, como a de infra-estrutura, não entraram na negociação.

Fonte: Olhar Digital

16/08/2013

Software livre é opção mais segura e barata, afirmam especialistas

Uso de programas com código-fonte aberto é tema de congresso em Brasília. Especialistas apontam vantagens econômicas e de segurança como fatores para optar por esse tipo de software

Mais seguro e mais barato. Esses são os dois principais argumentos repetidos pelos defensores do software livre, nome usado nos meios da informática para designar programas de distribuição gratuita e que, por terem seu código-fonte aberto (open source, em inglês), podem ser livremente modif**ados por qualquer programador.

Para especialistas, os softwares livres são uma saída para aumentar a proteção de sistemas de informática e diminuir os gastos de governos. A segurança desses programas é um dos temas da sexta edição do Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi), que segue até quinta-feira, em Brasília.

Durante os três dias do congresso, organizado pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), será debatido também como tecnologias podem ampliar o acesso à informação, incentivar a participação popular e agilizar a prestação de serviços públicos.

"O Consegi é um momento muito importante para o governo, porque, além de ser momento de reflexão para avaliarmos o que adotamos e para buscarmos atualizações, são discutidas estratégias de adoção de novas tecnologias", diz Deivi Kuhn, secretário-executivo do Comitê Técnico de Implementação de Software Livre do governo federal e também responsável pela programação do Consegi.

Opção aos softwares corporativos
Os softwares livres são programas com códigos-fonte aberto, ou seja, que podem ser livremente modif**ados e aperfeiçoados por programadores. Geralmente esses programas são desenvolvidos num espírito de comunidade e cooperação, no qual programadores – muitas vezes espalhados por vários países – trocam informações e dividem seu conhecimento.

A licença vinculada a esses softwares autoriza o uso, a distribuição e também alterações por terceiros. Entre os exemplos mais conhecidos estão o Android, sistema operacional para smartphones de propriedade da Google, o Linux, sistema operacional para computadores pessoais, e o Open Office, um pacote de programas de escritório.

Pelas suas características, os softwares livres são frequentemente vistos como uma alternativa aos programas "fechados" (cujo código-fonte não é aberto ao público), desenvolvidos por grandes corporações, como a Microsoft.

Mas eles também não estão livres de críticas. Para os defensores de programas clássicos, os softwares livres acabam com os direitos intelectuais dos criadores e, por serem na maioria das vezes adquiridos de forma gratuita, incentivam a pirataria dos sistemas pagos. Além disso, costumam não ser compatíveis com os programas aplicativos desenvolvidos para sistemas operacionais tradicionais, como o Windows.

Consultadas pela DW Brasil, as representações brasileiras da Apple e da Microsoft preferiram não se pronunciar sobre as vantagens e desvantagens do software livre. A Microsoft limitou-se a comentar que contribui com diversas comunidades de código aberto para "promover a interoperabilidade de ambientes mistos".

Apesar das divergências, o software livre vem ganhando cada vez mais espaço. "O próprio setor de segurança do governo norte-americano adota essa opção. A União Europeia já criou vários projetos de fomento nesse sentido", afirma Paulo Meirelles, professor de engenharia de software da Universidade de Brasília (UnB).

O Brasil estimula seu uso em plataformas do governo desde 2003. "O levantamento que fizemos em 2009 mostrou que todos os órgãos, alguns mais, outros menos, já estavam usando softwares livres", diz Kuhn.

Economia e segurança
Por possuirem código-fonte aberto, várias empresas podem prestar suporte a esses produtos, o que estimula a concorrência e diminui gastos de usuários, empresas e governos.

"A economia do software livre não se dá a curto prazo. No momento inicial, em alguns caso eles são mais baratos, mas a questão principal é a independência do fornecedor ao longo do tempo", reforça Kuhn.

Para o Meirelles, a adoção desses programas alternativos pelo governo também estimula a economia local, pois promove a abertura de empresas que prestam serviços na área de tecnologia da informação.

Em meio ao escândalo de espionagem da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos EUA, especialistas também apontam outro ponto positivo desse tipo de programa. "Não há como garantir que o software proprietário faça somente aquilo que ele se propõe a fazer. Os softwares livres permitem uma auditagem plena, todo mundo está vendo exatamente o que ele faz, e isso é uma diferença muito grande em termo de privacidade e segurança", afirma Kuhn.

Livre não signif**a gratuito
Geralmente, os softwares livres podem ser baixados de graça na internet. Mas apesar de, em muitos casos, estarem disponíveis sem custos para o usuário final, isso não o transforma em um produto gratuito.

"Empresas e governos contratam alguém para instalar e configurar esse software de acordo com as necessidades e, geralmente, acabam contratando o criador para prestar esse serviço", afirma Meirelles.

A prestação de serviços é um dos meios utilizados para financiar esses softwares. Além disso, eles podem ser desenvolvidos através de pesquisas fomentadas por governos, instituições e empresas privadas.

Fonte: Deutsche Welle

Endereço

Rua Padre Eustaquio, 443/Carlos Prates
Belo Horizonte, MG
30710580

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00
Sábado 10:00 - 14:00

Telefone

31 34429571

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Lithium Informática Ltda posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Lithium Informática Ltda:

Compartilhar