Tripplo Comunicação

Tripplo Comunicação Buscamos as melhores soluções para os nossos clientes. Temos três vezes mais energia. Somos a Tri Afinal, estímulo não nos falta. Somos a Tripplo.

NOSSA RECEITA: Originalidade, energia, disposição extra e trabalho com foco no cliente. NOSSO PROCESSO: Planejamento estratégico, soluções criativas e comprometimento. Um projeto bem resolvido é fruto de um processo que envolve pesquisa, imersão e um plano de trabalho detalhado. NOSSA CRENÇA: O design não tem uma função apenas estética, mas também econômica. Ele valoriza a imagem do cliente, aumenta o valor dos produtos ou serviços, ajuda a vender e a ampliar o relacionamento com o público.

É assim que buscamos as melhores soluções para as demandas dos nossos clientes.

Quanto vale um produto?A resposta parece depender apenas do produto e do preço. Mas nosso cérebro também utiliza referên...
07/10/2026

Quanto vale um produto?

A resposta parece depender apenas do produto e do preço. Mas nosso cérebro também utiliza referências para fazer esse julgamento. É o chamado Viés da Ancoragem.

Quando recebemos uma informação inicial, ela pode funcionar como referência para avaliar aquilo que aparece depois. No marketing, isso pode acontecer na comparação entre preços, planos, produtos e ofertas.

O caso da Williams-Sonoma é um exemplo clássico: ao colocar uma máquina de pão mais cara ao lado do modelo original, a empresa mudou o contexto usado pelo consumidor para avaliar a primeira opção.

O produto não mudou. A referência, sim.

No artigo do blog da Tripplo, explico outros vieses cognitivos e como eles podem influenciar a percepção e as decisões do consumidor.

Leia: “Vieses cognitivos no Marketing: como usar a psicologia do consumo para criar campanhas mais eficientes”.

Colocar o cliente no centro das decisões é quase um mantra para alguns times de marketing. Mas, na prática, muitas vezes...
05/10/2026

Colocar o cliente no centro das decisões é quase um mantra para alguns times de marketing. Mas, na prática, muitas vezes isso f**a só no discurso.

O jargão “O cliente sempre tem razão” ganhou um novo contexto no marketing atual. Uma famosa frase, frequentemente atribuída a Henry Ford, diz: “Se eu tivesse perguntado às pessoas o que elas queriam, elas teriam dito: um cavalo mais rápido.” Ou seja, muitas vezes, o cliente nem sabe exatamente o que quer.

Mas, trazendo o jargão para o contexto atual, conseguimos entender melhor o que existe por trás dessa afirmação. Hoje, colocar o cliente no centro signif**a garantir uma boa experiência durante toda a jornada, mesmo que isso exija ajustes internos em processos, sistemas, atendimento e outras áreas da empresa.

Ao longo dessa jornada, o consumidor passa por vários pontos de interação com a marca: informações pesquisadas, conteúdos acessados, conversas com o atendimento, suporte, entre outros. Cada um desses contatos pode gerar experiências positivas ou negativas. É fundamental que o time de marketing ajude a garantir que todos esses pontos estejam alinhados.

Uma situação muito corriqueira pode parecer apenas um detalhe dentro de uma jornada tão ampla. Imagine uma situação hipotética: você entra em contato com uma empresa pelo WhatsApp. O bot faz a primeira triagem e solicita seu CPF. Depois de identif**ar sua necessidade, transfere você para o atendimento humano, que solicita novamente o CPF.

Não custa informar o CPF outra vez. Mas, se você já está em um contexto de insatisfação (a internet caiu, por exemplo), esse pequeno detalhe pode virar um belo gol contra.

É por isso que colocar o cliente no centro é mais do que adotar um discurso. É mudar a mentalidade de todo o time e olhar para processos, sistemas e pontos de contato a partir da experiência de quem está do outro lado.

Disputar por preço de mensalidade é uma estratégia perigosa. Com o surgimento de inúmeras novas instituições, posicionar...
02/10/2026

Disputar por preço de mensalidade é uma estratégia perigosa. Com o surgimento de inúmeras novas instituições, posicionar-se no mercado é mais do que falar de propósito e metodologia.

É preciso disputar um espaço na memória do candidato, entrar no seu leque de opções e garantir boas experiências durante toda a jornada.

O que os gestores precisam ter em mente é que as pessoas não compram o produto que você vende, mas a solução que ele proporciona para a vida delas. No mercado educacional, o aluno não quer comprar aulas. Ele busca oportunidades, conhecimento, networking, status social, pertencimento, entre outros benefícios.

Por isso, sua comunicação deve mostrar ao candidato o “valor” da sua instituição, e não o “preço” da mensalidade. Em outras palavras, mostre o impacto que sua instituição pode gerar na vida dele.

Uma instituição pode evoluir mais rápido do que a percepção que o mercado tem sobre ela.Durante anos, a Dom Helder const...
30/09/2026

Uma instituição pode evoluir mais rápido do que a percepção que o mercado tem sobre ela.

Durante anos, a Dom Helder construiu uma reputação sólida no ensino superior.

Mas a instituição cresceu.

Com a expansão para mais de 20 cursos e a transformação em centro universitário, surgiu um novo desafio: fazer com que a percepção do público acompanhasse essa evolução.

Esse foi um dos principais pontos de partida da campanha.

Mais do que divulgar novos cursos, a comunicação precisava ampliar o signif**ado da marca Dom Helder. A instituição continuava carregando a excelência pela qual já era reconhecida, mas agora precisava ocupar espaço na memória do público também em outras áreas do conhecimento.

O conceito “Cada um tem um dom. A Dom Helder te ajuda a encontrar o seu.” ganho uma nova construção visual, mais conectada ao momento da instituição.

A estratégia combinou comunicação institucional e campanhas específ**as para os cursos, com presença em mídia digital, rádio, streaming, outdoors, backbus, out of home e mobiliário urbano. A estrutura digital também foi integrada ao processo comercial para dar continuidade à jornada dos candidatos.

O desafio, portanto, não era apenas gerar inscrições para o vestibular. Era ajudar a construir uma nova percepção sobre a Dom Helder: uma instituição em expansão, com mais de 20 cursos e atuação em diferentes áreas, sem abandonar a excelência que construiu sua reputação.

Veja o case completo em nosso site e conheça a estratégia, as peças e os canais utilizados no projeto.

Como já falamos em outros posts, o funil de vendas não funciona mais. Ainda mais para o segmento educacional. O funil tr...
28/09/2026

Como já falamos em outros posts, o funil de vendas não funciona mais. Ainda mais para o segmento educacional. O funil tradicional parte do princípio de que a matrícula é o ponto final do relacionamento com o lead. Mas, na verdade, a conversão é apenas um dos pontos de uma jornada que começou muito antes e ainda está longe de acabar.

Existe um conceito chamado MOT (Moment of Truth, ou “momento da verdade”, em tradução livre). Esse conceito defende que toda interação relevante do público com a marca pode representar um momento da verdade e, exatamente nesses momentos, a marca precisa gerar impactos e conexões emocionais com o candidato.

Cabe aos gestores de marketing identif**ar quais são esses pontos na jornada do consumidor. Assim, é possível criar experiências memoráveis e reduzir incertezas durante o processo de decisão.

Pense em um candidato que descobriu sua instituição nas redes sociais, visitou o perfil, acessou o site, viu anúncios de matrícula e passou a considerar sua instituição entre suas opções. Por quantos “momentos da verdade” esse candidato passou até essa etapa? E por quantos ainda irá passar?

Plataforma de cursos ruim, área do aluno que não funciona, atendimento que não responde às dúvidas, onboarding fraco. Tudo isso representa pontos da jornada que podem gerar experiências ruins. E toda experiência, seja ela boa ou ruim, está diretamente vinculada à marca.

Ser conhecida é apenas a base para a construção de uma marca forte.Na Pirâmide de Ressonância de Marca, Kevin Lane Kelle...
23/09/2026

Ser conhecida é apenas a base para a construção de uma marca forte.

Na Pirâmide de Ressonância de Marca, Kevin Lane Keller mostra que a construção de valor de uma marca acontece em diferentes níveis. Primeiro, ela precisa ser lembrada. Depois, precisa construir signif**ado, gerar percepções e sentimentos e, no nível mais alto, desenvolver uma relação mais profunda com seu público.

Para uma instituição de ensino, essa lógica ajuda a ampliar a discussão sobre marca para além de reconhecimento e captação.

Uma instituição pode ser bastante conhecida e, ainda assim, ter dificuldade para explicar o que a diferencia. Pode ter uma proposta clara, mas não conseguir transformar essa percepção em confiança. Pode conquistar a matrícula, mas construir pouco vínculo com alunos e egressos.

Por isso, fortalecer uma marca educacional envolve trabalhar diferentes camadas: ser lembrada, construir associações relevantes, gerar confiança e criar vínculos que continuem depois da matrícula.

A pirâmide ajuda a enxergar justamente onde essa construção está forte e quais níveis ainda precisam ser desenvolvidos.

Uma campanha pode despertar o interesse por uma instituição a partir de uma proposta específ**a. O candidato se identif*...
21/09/2026

Uma campanha pode despertar o interesse por uma instituição a partir de uma proposta específ**a. O candidato se identif**a, pesquisa mais sobre o curso, conhece a metodologia, acessa diferentes conteúdos e decide avançar.

Quando chega ao atendimento, porém, toda essa construção pode desaparecer. A equipe recebe nome, telefone, curso de interesse e algumas informações básicas, mas nem sempre sabe o que motivou aquele contato, quais dúvidas o candidato já tentou responder ou quais argumentos fizeram com que ele avançasse.

O resultado é uma jornada que deveria ser contínua, mas se transforma em uma sucessão de recomeços.

Esse é um problema importante no marketing educacional porque, para o candidato, não existem departamentos separados. Campanha, site, automação, atendimento, processo seletivo e matrícula fazem parte da experiência com a mesma instituição.

Por isso, informar sobre o curso não é o mesmo que ajudar alguém a decidir. O atendimento precisa compreender quais informações ainda faltam, quais inseguranças permanecem e o que pode ajudar aquele candidato a avançar em sua decisão.

E essa troca precisa acontecer nos dois sentidos. O marketing deve entregar contexto ao atendimento, mas as dúvidas, objeções e motivos de abandono identif**ados durante as conversas também precisam retornar ao marketing. São informações importantes para melhorar campanhas, conteúdos, páginas e argumentos.

Quando as áreas compartilham dados e aprendizados, a instituição deixa de administrar pontos de contato isolados e passa a compreender melhor a jornada de matrícula.

Uma empresa pode investir em posicionamento, mídia, conteúdo, captação e relacionamento durante meses até conseguir tran...
16/09/2026

Uma empresa pode investir em posicionamento, mídia, conteúdo, captação e relacionamento durante meses até conseguir transformar interesse em uma venda. Mas a percepção construída ao longo desse caminho continua sendo colocada à prova depois da venda.

O atendimento precisa corresponder ao posicionamento. A logística precisa cumprir o que foi prometido. O produto precisa sustentar a expectativa criada. E o relacionamento e o pós-venda precisam mostrar que a preocupação com o cliente não terminou com a compra.

Quando uma dessas etapas falha, o problema não f**a restrito à área responsável. Ele afeta a percepção sobre a marca e pode comprometer parte do investimento feito para conquistar aquele cliente.

Por isso, marketing também precisa acompanhar o que acontece além das campanhas. Para o consumidor, não existem departamentos separados. Existe uma única experiência com a empresa, e cada contato ajuda a definir aquilo que ele pensa, lembra e fala sobre a marca.

Hoje é dia de agradecer a quem confia suas marcas, projetos e desafios à Tripplo.Cada cliente nos coloca diante de novos...
15/09/2026

Hoje é dia de agradecer a quem confia suas marcas, projetos e desafios à Tripplo.

Cada cliente nos coloca diante de novos mercados, públicos, comportamentos e problemas que precisam ser compreendidos antes de qualquer solução. É essa troca que nos permite aprender, testar caminhos, aperfeiçoar nossos métodos e evoluir o nosso trabalho.

A todos os clientes que fazem ou já fizeram parte da história da Tripplo, o nosso muito obrigado pela confiança e pela parceria.

Feliz Dia do Cliente!

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