Zanata Consulting

Zanata Consulting Empresa inovadora de tecnologia e informação.

Consultoria completa em:

- Desenvolvimento de Sistemas.
- Redes Computacionais.
- Servidores.
- Manutenção de Computadores.
- Manutenção de Impressoras.
- Outsourcing.
- Help Desk.

06/06/2013

BRASILEIROS GANHAM PRÊMIO POR MELHOR APLICATIVO URBANO DO MUNDO

O Colab, aplicativo que estimula a avaliação dos serviços públicos e sugestões de melhorias, venceu o prêmio AppMyCity!, organizado pela News Cities Foundation. Os brasileiros responsáveis pela ideia ganharam US$ 5 mil e o título de melhor aplicativo urbano do mundo.

"Ficamos entusiasmados ao apresentar nossa rede social para líderes globais. Esperamos seguir em frente, promovendo novas formas de democracia, onde cidadãos inteligentes sejam os alicerces do desenvolvimento de cidades inteligentes”, agradeceu Gustavo Maia, cofundador do Colab.

O aplicativo cria redes sociais para incentivar o exercício da cidadania. Por meio de fotos e geolocalização, funciona sob três pilares de nteração: cidadãos que reportam questões urbanas cotidianas; elaboração e proposta de novos projetos e soluções; e avaliação de serviços públicos.

Os cinco desenvolvedores do aplicativo, Bruno Aracaty, Gustavo Maia, Paulo Pandolfi, Josemando Sobral e Vitor Guedes, de Recife e São Paulo, concorreram com equipes de Israel e Estados Unidos.

Fonte: Olhar Digital

05/06/2013

CRESCE O NÚMERO DE EMPRESAS QUE PERMITE O TRABALHO REMOTO

Consultor da Forrester diz que mais empresas estão adotando a ideia de permitir que os funcionários busquem formas flexíveis de trabalho

Patrick Thibodeau, Computerworld/EUA

A menos que você trabalhe no Yahoo, onde a CEO Marissa Mayer proibiu o trabalho remoto, há uma boa chance de você trabalhar em casa ou em um café de vez em quando.

Isso de acordo com a Forrester Research, que encontrou algumas grandes mudanças na nossa forma de trabalhar quando recentemente pesquisou 9.766 pessoas. Um analista da Forrester, David Johnson, disse que mais empresas estão adotando a ideia de permitir que os funcionários busquem formas flexíveis de trabalho – não importa se isso significa trabalhar de casa todos os dias ou se esquivar do escritório para passar algumas horas em um restaurante com Wi-Fi habilitado.

Em 2010, 18% dos funcionários entrevistados disseram que trabalhavam em casa pelo menos um dia por semana. Isso agora é mais de 26%, segundo os últimos dados da Forrester. Mais pessoas também estão gastando algumas das suas horas de trabalho em locais públicos, como cafés.

No mesmo ano, cerca de 6% dos entrevistados pela Forrester disseram que ocasionalmente trabalhavam em lugares públicos. Agora são 12%. E Johnson disse que os empregados que viajam trabalham de locais públicos mais frequentemente do aqueles que não costumam viajar.

Johnson credita a TI pelas melhorias nesta tendência. Citando inovações como redes mais rápidas e ferramentas de colaboração baseadas em nuvem, ele disse, "todas estas coisas tornam mais fácil para as pessoas trabalharem fora do escritório”.

14/05/2013

COMÉRCIO VIRTUAL BRASILEIRO PASSA A SER REGULAMENTADO

Decreto sobre o setor entra em vigor, mas conta com pontos polêmicos

Entra em vigor nesta terça-feira, 14, um Decreto Federal - o de número 7962/13 - que dará mais segurança a quem costuma efetuar compras pela internet no Brasil. Publicado no Diário Oficial da União no dia 15 de março, o texto indica uma série de obrigações a que os logistas virtuais agora estão sujeitos.

Para o presidente do site Busca Descontos, Pedro Eugenio, a novidade trará confiança ao consumidor brasileiro, que antes não contava com regulamentação específica na hora de gastar dinheiro internet afora. "Haverá uma seleção natural: as lojas que já fazem um bom trabalho vão crescer muito, a partir de agora", aposta.

Um dos pontos altos do Decreto é que todos os sites precisam disponibilizar, "em local de destaque e de fácil visualização", informações como nome empresarial, número de CNPJ, endereços físico e eletrônico, e características essenciais do produto, incluindo eventuais riscos a saúde e segurança do consumidor.

O internauta também tem de conseguir encontrar facilmente informações acerca de despesas adicionais (acessórios, frete, seguros) e sobre as condições integrais da oferta, incluídas formas de pagamento, disponibilidade, forma e prazo da execução do serviço e da entrega ou disponibilização do produto. É preciso ainda deixar claro e "ostensivo" se houver quaisquer restrições ao aproveitamento da oferta.

Há obrigações específicas para sites de compras coletivas. Eles têm de relatar o prazo e a quantidade mínima de consumidores para ativação da oferta, além de identificar não só a si mesmos como ao fornecedor do produto ou serviço que estão vendendo.

Mas o Artigo 5º do Decreto trata de algo polêmico: o direito ao arrependimento. Ao adquirir algo pela internet, a pessoa tem sete dias para pedir devolução, livre de encargos, mesmo que não tenha motivos para isso. A loja (no caso, o site) não pode cobrar nada pela retirada do produto ou cancelamento do serviço em questão.

Para o especialista em direito civil Ezequiel Frandoso, do Trigueiro Fontes Advogados, deveria haver exceções para que a regra não seja usada como "garantia de satisfação". "O direito de arrependimento não pode ser aplicado para todas as relações de contrato feitas pela internet", diz ele, argumentando que quando for possível efetuar a compra em local físico o direito deveria ser nulo.

A explicação é que o consumidor não estaria sendo lesado se comprasse, como se diz, "gato por lebre", afinal, há a possibilidade de se conferir o produto/serviço pessoalmente. "Nessas hipóteses, [o direito] não pode ser aplicado porque da mesma forma que o consumidor adquiriu os produtos pela internet, eles adquirem indo à sede da empresa", justifica.

De qualquer forma, é consenso que o Brasil caminha para dar devida atenção à internet, a exemplo da criação da primeira lei sobre crimes virtuais a vigorar no país.

Fonte: Olhar Digital

10/05/2013

TELEBRAS INSTALA ANÉIS DE FIBRA ÓTICA NO SUDESTE E NORDESTE

Expansão da rede visa transmissão de imagens e som na Copa das Confederações e na Copa do Mundo

A Telebras informou nesta quinta-feira, 9, a expansão da sua rede de telecomunicações em mais de 8,9 mil quilômetros, totalizando 25 mil quilômetros em todo o país.

A empresa finalizou a instalação de anéis de fibra ótica nas regiões Nordeste e Sudeste, interligando todas as regiões brasileiras, ampliando a possibilidade de atendimento do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL).

Segundo a Agência Brasil, um dos objetivos da ação é utilizar a rede para transmissão de imagens e som para TVs em alta definição durante a Copa das Confederações, em junho, e a Copa do Mundo, em 2014.

Os te**es realizados com a empresa contratada pela Fifa para transmissão do sinal de vídeo dos jogos tiveram resultados "excelentes", segundo o presidente da empresa, Caio Bonilha.

Fonte: Olhar Digital

09/05/2013

AMAZON PREPARA SMARTPHONE COM TELA 3D, DIZ JORNAL

Os rumores sobre um smartphone da Amazon existem há algum tempo, mas segundo o jornal The Wall Street Journal o aparelho poderá ter tela 3D.

As informações sugerem que a Amazon esteja trabalhando em dois aparelhos, incluindo o que seria topo de linha e tela com 3D, uma tecnologia que ainda não deslanchou no setor de celulares – basta lembrar do fiasco nas vendas do HTC Evo 3D e LG Optimus 3D.

Além disso, o jornal também afirma que o aparelho possa receber a tecnologia de navegação com os olhos, similar ao que existe hoje no smartphone Samsung Galaxy S4. Desta forma, o celular da Amazon poderia entender onde os usuários estão olhando, reajustando o foco.

De acordo com o jornal, a Amazon pode também estar apenas testando novos protótipos. Não há mais detalhes sobre a produção do aparelho, mas acredita-se que possa ser revelado nos próximos meses.

Via: The Wall Street Journal

08/05/2013

EMPRESA LANÇA TABLET PARA IDOSOS

Aparelho alerta sobre diabetes e emite lembretes de consultas e medicamentos

A onda dos tablets alcançou os idosos, mesmo aqueles que não se familiarizam com tecnologia. A empresa Claris Companion propõe um modelo diferenciado: mais simples, com letras e botões grandes, e som amplificado.

O tablet de 10 polegadas tem ferramentas bem específicas: alertas de te**es de diabetes, lembretes de consultas e medicamentos (que mandam mensagens à família em caso de esquecimento), resumos diários sobre as atividades do usuário e outras funções que acompanham o dia a dia do idoso.

O Companion pode ser personalizado para lidar com as necessidades de cada um, pois permite configuração remota a familiares e cuidadores. Outras funções interessantes incluem videoconferências e conteúdos sobre exercícios.

O tablet está disponível nos Estados Unidos com opções variadas de contrato. No plano básico de dois anos, o aparelho sai por US$ 99 e a mensalidade, US$ 59. Já quem escolher o plano vitalício, desembolsa US$ 995 pelo produto e não precisa pagar a mensalidade.

Fonte: Olhar Digital

07/05/2013

BRASIL ESTÁ ENTRE OS PAÍSES MAIS ATRATIVOS PARA NEGÓCIOS DE TI

Constatação é de uma pesquisa realizada pela KPMG com executivos de companhias do setor norte-americanas. Os outros mercados apontados como potenciais para crescimento de receita nos próximos dois anos são México, Canadá e Coreia do Sul.

Um número maior de empresas de tecnologia está buscando aumentar a receita nos próximos dois anos, fora dos Estados Unidos, da China e da Índia, de acordo com os resultados da pesquisa “Panorama de negócios para a indústria de tecnologia”, realizada pela KPMG com executivos do setor de TI nos EUA.

Por outro lado, países como Brasil, México, Canadá e Coreia do Sul estão se tornando mais atrativos para eles. Ao mesmo tempo, o levantamento indica que os executivos estão cada vez mais preocupados com os custos trabalhistas e com os fabricantes de baixo custo.

Indagados sobre quais mercados geográficos terão o percentual mais alto de aumento de receita para as suas empresas nos próximos dois anos, os executivos continuam a citar os Estados Unidos e a China na maioria das vezes, mas esses números estão caindo. Por exemplo, 68% dos respondentes apontaram os Estados Unidos, mas esse percentual está abaixo dos 75% de 2012 e dos 77% de 2011.

Cerca da metade dos respondentes (53%) apontou a China, com dois pontos percentuais acima dos números de 2012, mas ainda 5% abaixo dos números de 2011, enquanto 27% dos respondentes apontaram a Índia, cujos números caíram pelo segundo ano consecutivo, colocando o país na quarta posição da lista.

Um terço dos respondentes citou o Brasil como referência para o aumento de receita durante os próximos dois anos, em comparação aos 29% do ano passado, um quarto (26%) dos entrevistados citou o Canadá, 15% deles citaram o México e 14% a Coreia do Sul. Os números referentes aos três últimos países estão entre cinco e seis pontos acima dos números do ano passado, fazendo de 2013 o segundo ano consecutivo de aumento.

“Esses resultados podem ser atribuídos a uma combinação de fatores em outras localidades fora dos Estados Unidos, da China e da Índia, tais como economias em crescimento, investimento em infraestrutura, incentivos à tecnologia e a crescente adoção de tecnologias,” afirma Marcelo Gavioli, sócio-líder da área de Tecnologia da KPMG.

Alta carga tributária

Para 38% dos executivos, a pressão dos preços continua sendo a barreira mais significativa enfrentada pelas empresas de tecnologia para o crescimento no próximo ano, e 24% deles consideram os custos trabalhistas como um problema, número maior em comparação ao observado no ano passado (20%) e em 2011 (16%).

Conseguir manter um controle total das tecnologias emergentes (24%) também é visto como uma barreira significativa. Além disso, a perda de participação de mercado para fabricantes de baixo custo (33%) é considerada a maior ameaça ao modelo de negócios das empresas de tecnologia.

Acredita-se que a computação em nuvem e a tecnologia móvel (incluindo dispositivos móveis) serão os maiores determinantes de receita para as empresas nos próximos três anos, de acordo com 38% dos respondentes.

Entre eles, 70% dizem que as receitas de cloud e mobilidade atingiram ou superaram as estimativas do ano passado.

Já quando o assunto é apenas computação em nuvem, mais da metade (57%) dos respondentes diz que suas empresas adotaram esse sistema; e enquanto algumas encontraram alguns desafios, outras não encontraram nenhum ao integrá-la em suas estratégias e operações de negócios.

Fonte: COMPUTERWORLD

06/05/2013

A TI PERCEBIDA

Por incrível que pareça, apesar de todo o avanço da tecnologia o business ainda vê a TI como serviço público

Você se preparou semanas para apresentar os principais projetos e estratégias de TI ao seu comitê executivo. Antes que você possa mesmo discorrer sobre a agenda, o presidente lhe questiona: “porque a Internet aqui é tão lenta?”. Os próximos 30 minutos são gastos em explicações sobre a obsolescência dos equipamentos, as restrições orçamentárias e as regras de segurança da Matriz. Sua apresentação acabou aí.

Por incrível que pareça, esta situação é muito mais vivenciada pelos CIOs do que se imagina. Apesar de todo o avanço da tecnologia, o business ainda vê TI como serviço público: se as necessidades básicas do negócio não são atendidas, e de forma rápida, não há espaço para discutir estratégias ou tecnologias revolucionárias. Além disso, os CIOs não costumam divulgar suas métricas de forma inteligível aos executivos. De que adianta ao presidente saber que o link da fábrica teve uma disponibilidade de 99,98765% no mês, quando o faturamento parou por 8hs?? É fundamental, portanto, que o CIO desenvolva uma forma de comunicação que faça sentido ao seu público-alvo. Afinal, a imagem de TI é a própria imagem de seu help desk, e não de seu BI!

Para comunicar os resultados de TI de forma eficaz, é necessário desenvolver um Dashboard de TI diferenciado: que seja baseado não em componentes da arquitetura tecnológica (redes, sistemas, comunicação), mas em atividades que sejam reconhecidas pelo negócio.
Seguem alguns exemplos:

1 - Internet – não importa quantos links estejam envolvidos, nem a performance ou disponibilidade deles. O que os executivos percebem é a frequência e a duração das paradas ocorridas. Uma pesquisa de satisfação também é importante para garantir que, além de funcionar bem, o serviço seja compatível com as expectativas de todos os colaboradores.

2 - Help desk – é importante deixar claro quais os níveis de serviço contratados, assim como alguns indicadores de atendimento (percentual de chamados totais atendidos dentro do SLA, por tipo de criticidade, p. ex.). Nesse caso, o CIO deve verificar quais os tipos de ocorrência que mais chamam atenção da empresa, para colocá-las em evidência.

3 - Fechamento Mensal – para muitas empresas (especialmente as de bens de consumo), os pedidos se concentram no fim do mês e o faturamento nessa época torna-se um verdadeiro desafio. Frequência e duração das paradas, independentes de qualquer componente (processamento de pedidos, preparação de remessas, faturamento, frete, NFe...), são fundamentais para dar uma clara visão desse momento tão crítico para a empresa.

4 - Sistema Crítico – como está a satisfação com o principal sistema de missão crítica da empresa? Há evidência clara que está melhorando? A força de campo está satisfeita com o desempenho, funcionalidade, ergonomia e suporte?

O Dashboard pode ser mensal, bimestral ou trimestral. O importante, acima de tudo, é ele trazer uma visão de serviço percebido, e que demonstre apenas duração e frequência de falhas em cada um destes serviços, independente de qual componente da arquitetura a tenha gerado. Análises e planos de ação são informações por demais técnicas para serem apresentadas a esse público-alvo, que está interessado apenas no resultado destas. Quem sabe, inclusive, se a concepção desse dashboard não seria um assunto interessante para discussão com seu Comitê Executivo?


(*) Sergio Hartenberg é CIO da L’Oréal

Fonte: CIO

30/04/2013

Brasil sobe cinco posições em ranking de TI, mas está ainda bem atrás de economias mais pobres

O Brasil subiu cinco posições do relatório global de tecnologia da informação divulgado nesta quinta-feira, 11, pelo Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês). O país passou da 65ª colocação em 2012 para a 60ª posição na nova edição do estudo. A Finlândia assumiu a liderança do ranking e desbancou a Suécia, que caiu para a terceira posição. Cingapura se manteve na segunda, enquanto Holanda e Noruega subiram uma posição e completam a relação dos cinco primeiros mercados na pesquisa.

Apesar do avanço, o Brasil ainda está bem atrás do país latino-americano mais bem colocado — o Chile, que ficou na 34º colocação, depois de subir cinco posições. Para se ter uma ideia, a gestão da TI no Brasil está atrás de economias como Cazaquistão (43º), Jordânia (47º), Panamá (46º) e Costa Rica (52º).

Entre os BRICs, grupo de economias emergentes que engloba Brasil, Rússia, Índia e China, o destaque negativo ficou com a China. O país asiático despencou sete posições e passou para 58º lugar no ranking. Conforme o relatório do WEF, o rápido crescimento econômico dos últimos anos nesses países poderá ser ameaçado caso não forem feitos os investimentos em infraestrutura, competências humanas e inovação em TI.

“Não obstante as preocupações iniciais de que a tecnologia da informação iria acelerar a mobilização de recursos para os países em desenvolvimento, os benefícios da TI são agora amplamente reconhecidos como uma forma importante de as empresas e as economias otimizarem a produtividade, libertarem recursos e impulsionarem a inovação e a criação de emprego”, afirma o economista coeditor do relatório, Beñat Bilbao-Osorio.

Ainda conforme o estudo, a digitalização criou 6 milhões de empregos e acrescentou US$ 193 bilhões à economia global em 2011. O impacto desses números, entretanto, não é uniforme nos setores e economia — eles criam e destroem empregos. Isso porque existe uma diferenciação na maneira como os países controlam a TI para obter competitividade. “Este relatório mostra que as economias que não conseguem implementar estratégias de banda larga nacionais abrangentes arriscam-se a perder terreno na competitividade global e poderão ficar para trás na obtenção de benefícios sociais decorrentes da TI”, resume o vice-presidente para a Política de Tecnologia Global da Cisco, Robert Pepper, apoiador do trabalho.

Fonte: TI Inside Online

29/04/2013

INTEL PREVÊ NOTEBOOKS COM ANDROID POR US$200

Companhia diz possuir tecnologia que baratearia os portáteis

Uma nova geração de notebooks baratos está para surgir e por dentro não haverá Windows, Mac OS, Linux ou Chrome OS. Os aparelhos, segundo a Intel, virão com Android e custando US$ 200.

A afirmação foi feita à CNET por Dadi Perlmutter, vice-presidente executivo e CPO da Intel. Segundo ele, a companhia tem tecnologia que permite o barateamento dos computadores portáteis, mas o preço final depende de empresas como a Microsoft.

Os processadores da Intel estão presentes na maioria dos computadores do mundo, mas este é um mercado em crise, o que empurrou a empresa a experimentar outros formatos - como os conversíveis.

Como Perlmutter não especificou quais modelos de notebooks virão com Android, surgiu a especulação de que sejam justamente os híbridos, que servem como computadores e tablets.

Fonte: Olhar Digital

26/04/2013

POR QUÊ ALOCAR UM RECURSO?

Nos últimos anos uma modalidade de trabalho cresceu no meio do mercado de tecnologia o Body Shop, ou alocação de profissional, mais conhecido como Alocação de Recurso.

Neste artigo pretendo mostrar alguns exemplos e explicar melhor esta nova modalidade e a tendência deste “novo” mercado.

De acordo com a gramática, a palavra “alocar” é um verbo transitivo indireto, ou seja, ele precisa de um complemento (neste caso um complemento verbal): Então quem aloca, aloca a alguma coisa (pessoas ou objetos).

A moda agora que provavelmente irá crescer é a alocação de empregadas domésticas, com os novos encargos aplicados pelo Governo, muitos chefes de família irão entrar nesta modalidade de Alocação de Recurso, procurando empresas especializadas neste ramo.

Mas estamos em um site de TI então vamos focar em nosso mundo.

Muitas empresas prestadoras de serviços, que antigamente, digo no máximo 1 ou 2 anos atrás, ofereciam apenas serviços de consultoria, agora colocaram em seu catálogo de oportunidades a modalidade de “Alocação de Recursos”, criando também uma área e cargo apenas para cuidar desta nova modalidade, com um nome muito atraente “Gerente de Recursos”, profissional com conhecimentos de TI e ênfase em RH.

Falando do lado de quem contrata o serviço de alocação de recursos, algumas destas empresas tentam usar esta modalidade como uma forma de “baratear” um determinado projeto.

Realmente o foco seria redução de custos! Mas não para projetos, desta forma a empresa apenas está “tapando o sol com a peneira”, pois o gerenciamento desse alocado ficará por sua responsabilidade. Podendo causar problemas.

Podemos utilizar a “Alocação de Recursos” em vários cenários, mas irei citar dois.

Em meu ponto de vista a aplicação correta de uma alocação é utilizar a expertise da empresa contratada.

Você deve estar se perguntando! O que isso significa?

Para melhor visão desses cenários. Vou exemplificar.

Caso o seguimento de sua empresa seja contabilidade, então por quê você deveria manter um time de TI completo? Você deve se preocupar, com quem traz dinheiro para sua empresa no seu caso os contadores, correto?

Neste cenário você pode possuir alguns profissionais internos de TI, e alocar os demais.

Outra utilização de Alocação de Recursos seria.

Sua empresa tem um time completo de TI, Gerente de TI, analistas, arquitetos, desenvolvedores e gerente de projetos. Então surge uma nova demanda de projeto, exemplo do RH, e essa demanda, como estimado pelo seu time vai durar 3 meses, e o Gerente de TI avisa que vai precisar de mais pessoal. Uma contratação CLT seria improvável, como contratar e ter que mandar embora em 3 meses? Isso mesmo. Podemos utilizar a modalidade de alocação de recursos.

Você deve estar se perguntando: Esse cara esta caindo em contradição, no sétimo parágrafo fala que não deve usar para um projeto e agora usa? Eu lhe respondo caro leitor, no sétimo parágrafo, os clientes não possuem uma estrutura de gerenciamento de projetos interno, por isso não é viável.

A empresa que oferece esses profissionais, focada no serviço de tecnologia, possuem um time de “BackOffice” auxiliando os alocados, e caso ocorra algum problema, o mesmo será resolvido rapidamente, e também é oferecido e utilizado as tecnologias mais recentes do mercado TI.

Caso ocorra algum problema a substituição do profissional é muito fácil, visto que as empresas que oferecem esses serviços possuem um vasto banco de dados de currículos.

Como no primeiro exemplo, sai muito caro para o escritório de contabilidade manter um profissional, especialista na ferramenta ou na tecnologia. Imagine quando seria para este escritório manter um especialista em SharePoint, por exemplo.

Outro atrativo é não possuir ENCARGOS TRABALISTAS: INSS, FGTS, multas rescisórias todo o tramite do regime CLT, porque eu cliente iria querer estes custosou problemas?

Com isso repondo a pergunta do enunciado. Porque Alocar um Recurso?

Bom. Espero que tenha gostado da matéria!

Publicado por Luis Silva / 26 de abril de 2013 / Em TI Corporativa

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